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Portugueses estão com mais dinheiro para gastos “extra”

Por a 8 de Agosto de 2016 as 14:20
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22% dos portugueses assume que não tem dinheiro excedente para gastos extra. A percentagem desceu oito pontos percentuais no segundo trimestre deste ano face ao período homólogo. Os consumidores nacionais mostram-se otimistas com a sua situação económica no futuro.

Os portugueses aplicam o dinheiro que lhes sobra em poupanças (49%), vestuário novo (23%) e entretenimento fora de casa (22%), segundo o relatório internacional da consultora Nielsen, intitulado Estudo Global de Confiança dos Consumidores.

59% dos consumidores nacionais admite ter alterado os seus hábitos de consumo nos últimos tempos de crise, procurando economizar nas despesas domésticas. Os gastos em que os portugueses mais pouparam foram o entretenimento fora de casa (57%), gás e eletricidade (56%), em roupa (53%) e optando por marcas de alimentação mais baratas (53%).

No entanto, de acordo com o índice do consumidor da consultora, a confiança dos portugueses está a crescer, tendo alcançado os 65 pontos no segundo trimestre do ano, uma subida de oito pontos em termos homólogos. 14% dos portugueses está satisfeito com as perspetivas de emprego para os próximos 12 meses, uma subida de três pontos percentuais face ao indicado no último ano, e 29% está otimista em relação às finanças pessoais. 20% acredita que o próximo ano será a melhor altura para comprar aquilo que quer e necessitam.

Ainda que antecipando melhorias na situação económica, no futuro 46% dos portugueses tem intenção de continuar a poupar no gás e eletricidade, 26% no entretenimento fora de casa, 25% nas refeições de ‘take away’ e 25% em novas roupas.

O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é a principal preocupação para 29% dos consumidores portugueses, enquanto nos restantes países europeus apenas 8% dos consumidores aponta esta como a principal das suas preocupações. Além disso, os portugueses preocupam-se com a saúde (27%), com a segurança profissional (26%) e a economia (19%).

No último trimestre, a média global do índice do consumidor manteve os 98 pontos do primeiro trimestre de 2016, ao passo que na União Europeia o índice de confiança aumentou um ponto para os 79 pontos.

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