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Pingo Doce diz que funcionária que ficou de pé na loja de Avintes está suspensa preventivamente

Por a 26 de Fevereiro de 2020 as 20:25

Pingo DoceUma denúncia feita nas redes sociais, com um vídeo de uma pessoa que diz ser cliente do Pingo Doce, mostra uma funcionária fardada, de pé, junto à caixa de supermercado. A versão do sindicato é que o gerente de loja colocou a funcionária de castigo.

A notícia foi avançada pela TVI24,  referindo que a funcionária da loja Pingo Doce terá ficado três dias de pé, durante o turno de trabalho, sem que lhe fosse atribuída qualquer tarefa.

O Sindicato Trabalhadores do Comércio e Serviços defende que a funcionária é assediada há meses pelo gerente do Pingo Doce de Avintes. A empresa da Jerónimo Martins indica que a colaboradora em causa está a ser alvo de um processo disciplinar.

Contactada pelo Hipersuper, fonte oficial do Pingo Doce esclarece, em primeiro lugar, que a loja opera em regime de franchising.  E explica que a “funcionária em causa encontra-se suspensa preventivamente, sem perda de retribuição, devido a um processo disciplinar”

Em relação à suspensão preventiva de um trabalhador, o Código do Trabalho refere que esta “pode ser determinada nos 30 dias anteriores à notificação, desde que o empregador justifique, por escrito, que, tendo em conta indícios de factos imputáveis ao trabalhador, a presença deste na empresa é inconveniente, nomeadamente para a averiguação de tais factos, e que ainda não foi possível elaborar a nota de culpa”.

“Isto significa que a colaboradora não pode exercer funções no seu local de trabalho enquanto decorre o processo disciplinar”,  realça a mesma fonte.

Marisa Ribeiro, coordenadora do Sindicato Trabalhadores do Comércio e Serviços, avança com outra versão. “Há vários meses que esta funcionária tem vindo a ser assediada pelo gerente da loja que não compreende que os funcionários têm direitos”, declarou a responsável sindical ao Jornal de Notícias.

A representante sindical  acrescenta que “esta situação está a acontecer porque o gerente da loja queria que a funcionária se despedisse, mas ela não aceitou”.

Manuel Moreira, gerente da loja em Avintes, declarou ao JN que a “notícia não é verdadeira”, alegando que “a senhora fez uma encenação à volta desta situação”, referindo-se à funcionária.

Fonte oficial do Pingo Doce adianta, por fim, que, por motivo desconhecido, a “funcionária decidiu por sua iniciativa, e contra o que lhe tinha sido comunicado, apresentar-se na loja e ficar de pé junto às caixas, recusando-se a abandonar o local”.

7 comentários

  1. Álvaro

    27 de Fevereiro de 2020 at 13:34

    Já agora eu e muita gente temos algumas dúvidas quanto ao CV deste Sr.
    aço aqui um desafio, publique o seu CV.
    Porque ou é um iluminado sem formação para o cargo (perfil, como gostam de apreguar para humilhar as pessoas que lhe fazem o vencimento) ou é outro relvas, gostaríamos de ver, qual dos dois é.
    Passe bem e desejo-lhe o dobro daquilo que faz aos outros.

  2. Álvaro

    27 de Fevereiro de 2020 at 13:25

    Que pre-histórico é esse Sr que aje como se estivéssemos nos anos 20 ou 30.
    É lamentável essa postura que anuncia que nem tem formação nem perfil para chefiar, está à vista aquilo pelo que faz à sua funcionária, onde estão os gerentes do Pingo Doce?
    Pelo que corre esse Sr à muito que vem assediado a funcionária para este deixar a empresa, como não houve acordo, faz este disparate.
    De certeza que o acordo seria sem indenização a que a trabalhadora teria direito, já que o pretendido por esse, ser, seria que a trabalhadora saísse pot sua iniciativa.
    Pergunto o que fez o sindicato, já intentou uma ação no TT, sabem os que os sindicato que não pagam custas processuais? Propunha que comentassem menos e agissem mais porque a situação da funcionária é ultrajante, e desumana.
    Só gostaria que houvesse uma postura das colegas e até dos habituais consumidores, que deveriam ter uma postura demonstrativa dessa atuação inadmissível.

  3. João Cabral

    27 de Fevereiro de 2020 at 12:48

    Muito bem. Existem os deveres das empresas e as obrigações dos colaboradores. Por vezes, falta a estes (colaboradores)a ética e bom desempenho profissional e “alguns” são veneno para o grupo.

  4. João

    27 de Fevereiro de 2020 at 12:47

    Muito bem. Existem os deveres das empresas e as obrigações dos colaboradores. Por vezes, falta a estes (colaboradores)a ética e bom desempenho profissional e “alguns” são veneno para o grupo.

  5. Ana

    27 de Fevereiro de 2020 at 10:43

    Desumano e cruel!quem deve receeber processo disciplinar eo o pingo Doce e o Gerente.
    Ou voltamos a era medieval!
    Onde is senhores não tinham qualquer respeito?
    Pare de comorar nessa loja simples quem sabe eles aprendem a respeitar os funcionários!

  6. Ana

    27 de Fevereiro de 2020 at 10:42

    Desumano e cruel!quem deve receeber processo disciplinar eo o pingo Doce e o Gerente.
    Ou voltamos a era medieval!
    Onde is senhores não tinham qualquer respeito?
    Pare de comorar nessa loja simples quem sabe eles aprendem a respeitar os funcionários!

  7. NM

    26 de Fevereiro de 2020 at 22:07

    Que se adote o novo acordo ortográfico, acho muito bem. Agora que se vá muito mais além dele, acho muito mal. A palavra “contatada” não existe porque o “C” não caiu (em Portugal). Daí deve-se escrever “contactada”. Será bom, ter esse cuidado quando se escreve.

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