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Marcas de fabricante representam 65% das vendas no primeiro semestre do ano

Por a 9 de Julho de 2015 as 17:57
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consumoO índice de confiança dos consumidores portugueses está a recuperar. Apesar de ainda se apresentar negativo, regista uma subida de -52% para -19,6% comparando o primeiro semestre do ano passado com o de 2015.

O nível de confiança dos portugueses atingiu os mesmos valores de 2002, antes da crise económica.

Segundo dados da Kantar Wordlpanel, que analisou o consumo em Portugal neste primeiro semestre do ano, o consumidor está a gastar mais em produtos de consumo rápido, continuando muito atento às promoções, já que 56,9% dos artigos foram comprados com desconto. No primeiro semestre de 2014, este valor era de 51%. Em média, no último ano, as famílias pouparam 67 euros.

No mercado de FMCG (Fast Moving Consumer Goods) a categoria de bebidas e alimentos detém a pior prestação na primeira metade do ano, com um decréscimo de 3,8% em termos homólogos. A categoria de “home care” foi a que mais subiu, registando uma evolução de 11,9%. Destaque ainda para os artigos para animais de estimação, com um crescimento de 7,4%.

Nota-se que os portugueses estão a comprar mais ‘mimos’ para si próprios. As sobremesas e laticínios foram os artigos no segmento de “gula” que mais crescerem (4,9%) neste semestre, comparando com o mesmo período do último ano. Fora do lar, os portugueses também estão a gastar mais. As refeições feitas em casa caíram 13%, o que equivale a uma média de menos duas ocasiões por semana.

Mais de 74% das compras foram feitas nos super e hipermercados, enquanto a preferência por formatos ‘discount’ (Minipreço, Lidl e Aldi) recuou ligeiramente. As marcas de fabricante são as mais escolhidas, sendo que representam 65,5% das vendas. 

Quanto ao comércio eletrónico, regista-se um aumento do volume de compras feitas em Portugal. Neste primeiro semestre do ano, o canal online representa 0,6% do consumo de FMCG.

A frequência de compra diminuiu de forma constante desde 2011. Enquanto naquele ano as famílias portuguesas foram, em média, cerca de 63 alturas diferentes, no último ano a média foi de 60. Este semestre voltou-se a verificar o decréscimo de um dia na média, comparando com a frequência de vezes que os portugueses foram às compras nos primeiros seis meses do último ano.

Notícia corrigida: onde se liam marcas da distribuição deveria ler-se marcas de fabricante. 

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