Intermarché inaugura investimento de 3,5 milhões em Aljezur

25 de Julho de 2011 por Rita Gonçalves

O Grupo Os Mosqueteiros inaugurou um Intermarché Contact em Aljezur, a 231ª. loja da retalhista de origem francesa em Portugal.

O novo supermercado foi alvo de um investimento de cerca de 3,5 milhões de euros e criou 40 novos postos de trabalho.

A Loja Intermarché Contact de Aljezur emprega 50 colaboradores e ocupa 1.000 metros quadrados.

O espaço serve cerca de 5.884 residentes no concelho de Aljezur.

Em Portugal, O Grupo Os Mosqueteiros actua com três insígnias: Intermarché, supermercados especialistas em produtos frescos; Bricomarché, que integra cinco áreas dentro do mesmo espaço (decoração, bricolage, materiais de construção, jardinagem e produtos para animais de estimação); e Roady, posicionada no mercado da manutenção, equipamento, reparação de veículos, acessórios e peças.

     
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4 respostas a “Intermarché inaugura investimento de 3,5 milhões em Aljezur”

  1. antonio gomes diz:

    Fica mal ao HIPERSUPER dizer que “O Grupo Os Mosqueteiros inaugurou um Intermarché Contact em Aljezur, a 231ª. loja da retalhista de origem francesa em Portugal.” é importante também dizer que apesar da origem do grupo ser francesa a sociedade que explora o supermercado é uma empresa local (paga os seus impostos no concelho de Aljezur), ao contrario dos Grupos “chamados” nacionais (SONAE e JM).

  2. Artur Arêde diz:

    Sr Antonio Gomes, não entendo o seu comentário…porque carga de água ficará mal um orgão de comunicação especializada, como é o caso vertente, dizer que o grupo intermarche inaugurou o que inaugurou??? então não é um facto que sucedeu??Acaso não é um grupo de origem francesa??? Afinal onde pretende chegar com esse esclarecimento de que é uma empresa local, que paga impostos no concelho onde desenvolve a actividade, bla, bla, bla!!!E diga, se puder, o que o incomoda nos referidos grupos nacionais(SONAE e JM)??? Por acaso não pagam impostos???Para o País em particular e para a economia em geral??? Importa sim, é que o dinheiro dos impostos em mercadorias transacionáveis fiquem dentro do país, o que não é o caso do grupo intermarche, cuja substancial parte das referências transacionadas, são oriundas das fabricas que o grupo possui especialmente em França, para onde vai uma grossa fatia dos dividendos, não é certo sr Antonio Gomes???
    Não faça apologias, daquilo que todos sabemos não ser virtualmente verdade.
    Não há bela sem senão…

  3. filipe montez diz:

    Boa tarde!o sr Antonio Gomes tem razao num certo aspecto, noutro nem tanto.Agora o sr Artur diz que o grupo e frances e com toda a razao mas esta a esquecer se que e uma rede de empresarios independentes que gere cada um o seu ponto de venda e que contribui para a economia local, agora a sonae e jm contribuiem sim para os bolsos deles proprios:

  4. Artur Arêde diz:

    como me poderia esquecer…essa de ser uma rede de empresários independentes…não me faça rir!!!Independentes de que???Dependentes é o que são, de toda a estrutura omnipresente do grupo. Cada um gere o seu ponto de venda, pois gere,muitas das vezes fazendo das tripas coração, mas quando as coisas correm mal, quando os estudos de mercado elaborados pelo grupo, dão fiasco…o aderente é lançado ás feras…quando por outro lado, a loja revela-se um grande sucesso, o aderente é um heroi!!! Explique lá onde se aplica o lema, “um por todos, todos por um”.
    O intermarche contribui do mesmo modo que os outros grupos para a economia local e nacional, desde que não martelem as contas, e fujam ao fisco…é que nesta questão particular, todos sem excepção, possuem bolsos…

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