Duas novas paixões DSF

26 de Julho de 2006 por Victor Jorge

DSF

Dois novos vinhos enriquecem a Colecção Privada Domingos Soares Franco (DSF): Alvarinho & Viognier 2005 e Rosé Syrah 2005. A Colecção Privada DSF resulta da preferência de Domingos Soares Franco pelas castas da Península de Setúbal, representando o que de melhor se produz nesta região.

Assim, as castas Alvarinho, Viognier e Syrah escolhidas pelo enólogo para as suas novas criações foram introduzidas na Península de Setúbal pela José Maria da Fonseca. O Alvarinho é oriundo da sub-região de Monção, sendo considerada uma das melhores castas brancas do País, remontando o início da sua produção na José Maria da Fonseca aos anos 60. A casta Viognier, por sua vez, é oriunda de França e foi eleita para produção na empresa na década de 80. Quanto à casta Syrah, originária da região de Schiraz, no Irão, chegou à Gália no século III e foi introduzida na região de Palmela em 1990, sendo considerada uma aposta ganha na estratégia vitícola da empresa.

A Colecção Privada resulta da congregação das várias experiências que Domingos Soares Franco tem desenvolvido ao longo dos anos. Estes vinhos com assinatura DSF são criados através da combinação de três factores: a formação do enólogo em Davis (Califórnia) e a influência do seu tio, António Porto Soares Franco; a disponibilidade dos 650 hectares de vinhas da José Maria da Fonseca e a colecção, única em Portugal, de castas nelas plantadas.

O néctar Domingos Soares Franco – Rosé Syrah 2005 provêm de uvas da Península de Setúbal e foram colhidas um pouco antes de atingirem o ponto de maturação para tinto, de modo a que se mostrasse alguma da sua acidez natural e um pouco menos de grau alcoólico. Foram prensadas numa prensa pneumática até ao ponto de mudança de cor para mais vermelho (mostro lágrima). Metade do mosto fermentou em meias pipas de carvalho francês e americano de 2.º ano, onde sofreu bâtonnage durante 4 meses. O mosto fermentou até à sua secura.

Já o Domingos Soares Franco – Alvarinho & Viognier 2005 foi produzido a partir das castas Alvarinho (85%) e Viognier (15%). Na vinificação, parte do mosto foi fermentado em inox, o Alvarinho, e outra parte em cascos de madeira de um ano, o Viognier. Este último ficou quatro meses em madeira com bâtonnage.

     
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