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Broliveira reduz em 20% emissões de C02 e conquista estrela Lean&Green

A transportadora Broliveira reduziu em 20% as emissões de dióxido de carbono equivalente por unidade transportada na sua operação logística e de transporte, o que lhe valeu uma estrela Lean&Green, o programa de descarbonização que a GS1 Portugal representa no nosso país

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Broliveira reduz em 20% emissões de C02 e conquista estrela Lean&Green

A transportadora Broliveira reduziu em 20% as emissões de dióxido de carbono equivalente por unidade transportada na sua operação logística e de transporte, o que lhe valeu uma estrela Lean&Green, o programa de descarbonização que a GS1 Portugal representa no nosso país

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A transportadora Broliveira reduziu em 20% as emissões de dióxido de carbono equivalente por unidade transportada na sua operação logística e de transporte, o que lhe valeu uma estrela Lean&Green, o programa de descarbonização que a GS1 Portugal representa no nosso país.

O programa procura reduzir a pegada carbónica das cadeias de valor, através da redução das emissões de dióxido de carbono equivalente por unidade de produto transportada, especificamente neste segmento de operações.

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Com a atribuição desta primeira estrela, “o programa Lean & Green reconhece todo o trabalho realizado na última década, nomeadamente a adoção de políticas de controlo de consumos de combustível e aquisição de equipamentos que priorizam a modernização técnica e ambiental”, afirma Cecília Pereira, responsável do departamento de qualidade, ambiente e segurança da empresa especializada em transporte rodoviário internacional de mercadorias.

Implementado em 14 países, a maioria dos quais europeus, o programa conta já com 600 empresas que integram uma rede de partilha de boas práticas, promovendo a divulgação de testemunhos e casos de estudo entre os seus membros. Até ao momento, a iniciativa europeia já permitiu a redução de 2,5 megatoneladas de dióxido de carbono equivalente.

“Vemos na Broliveira um exemplo inspirador de empenho continuado para alcançar níveis de sustentabilidade cada vez mais elevados. Acreditamos que seja estímulo à adoção de compromisso semelhante pelos seus parceiros e pelas cadeias de valor em que se insere”, comenta João de Castro Guimarães, diretor executivo da GS1.

Com esta certificação, a Broliveira junta-se às empresas Delta Cafés, Nestlé Portugal, Pingo Doce, Herdade dos Grous, Intraplás, FirstRule e Granfer, entre outras.

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Nhood Portugal e a Nhood Espanha unem-se para dinamizar área de negócio

A empresa acaba de nomear Carlos Costa como diretor de asset management Iberia e Luís Arrais como diretor de property management Iberia.

A Nhood Portugal e a Nhood Espanha uniram esforços para dinamizar uma das suas principais linhas de negócio: a área PAS (Property & Asset Management), que é reforçada com a nova organização de Asset Management e Property Management, “dois departamentos fundamentais para atingir os objetivos estratégicos 2024-2028”, informa a empresa.

Nesse sentido, a empresa acaba de nomear Carlos Costa como diretor de asset management Iberia e Luís Arrais como diretor de property management Iberia. Ambos serão responsáveis pela definição da estratégia dos respetivos departamentos, tendo em conta a filosofia de triplo impacto positivo da Nhood (pessoas, planeta e lucro) e o equilíbrio dos usos mistos, promovendo a regeneração e transformação dos locais.

Luis Arrais

Sofia Ferreira de Almeida, responsável pela Nhood Portugal, e Teresa Verdugo, responsável pela Nhood Espanha, afirmam que “com estas novas nomeações, a Nhood alcançará grandes êxitos e realizações, melhorando a qualidade dos ativos geridos e reforçando a confiança que os clientes depositam na empresa”.

A Nhood é uma plataforma de soluções imobiliárias para projetos mistos, detida pela Associação Familiar Mulliez, que atua na regeneração imobiliária urbana.

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Já pode ler a edição 424

João Melo, diretor-geral do Meu Super, está em destaque na edição 424 do Hipersuper. Em entrevista ao nosso jornal partilha as estratégias que têm levado ao crescimento e expansão da cadeia de supermercados Meu Super, que se tornou uma referência quando falamos de proximidade.

tags424

 

Nesta edição pode também ler uma entrevista com a diretora executiva da ACIBEV. Ana Isabel Alves fala sobre o impacto socioeconómico do setor do vinho em Portugal, que gera 168 mil empregos e contribui significativamente para as receitas fiscais do país. A entrevista aborda ainda as políticas de preço, a importância da PAC e as novas tendências de consumo.

Estivemos na apresentação da Cofidis Portugal que revelou as conclusões do estudo europeu que analisa os hábitos de compra e pagamento dos consumidores. Carla Monteiro, responsável comercial da CofidisPay, destaca os principais resultados desse estudo fala sobre os objetivos e valores que a empresa continuará a defender.

A Missão Continente apresentou o Relatório de Impacto Social, que demonstra o compromisso da marca com a inclusão social, saúde e educação. Mais de 11 mil pessoas foram beneficiadas através de diversos projetos, mostrando a importância da transparência e do envolvimento comunitário. Fomos falar com Nádia Reis, diretora de comunicação e responsabilidade social do Continente, que sublinha: a transparência é mesmo “pedra basilar, é estrutura central naquilo que é a atuação da Missão Continente”.

Nesta edição de junho leia também a entrevista com Leonor Assunção, brand manager da marca Nacional do Grupo Cerealis, que destaca o papel significativo da marca no grupo e como tem equilibrado a sua herança com a necessidade de inovação para se manter relevante num mercado em constante mudança.

Esta edição, inclui também com um artigo sobre as bebidas de verão que combinam sabor, conveniência e responsabilidade ambiental, refletindo as mudanças nos hábitos de consumo e a crescente preocupação com a sustentabilidade. Escrevemos ainda sobre a importância das conservas no verão, enfatizando a conveniência e a praticidade desses produtos e a importância dos molhos e condimentos, especialmente em saladas e grelhados.

Também estivemos na apresentação das tendências de consumo nos setores da panificação, pastelaria e chocolate para 2024, com foco em sustentabilidade, saúde e inovação. O estudo “Taste Tomorrow” identifica as preferências dos consumidores por produtos naturais, saudáveis e sustentáveis​​.

Fomos ouvir Bruno Borges, CEO da iServices, que fala sobre a evolução da empresa, os planos de expansão e as tendências no setor de tecnologia e Gonçalo Morais Tristão, presidente do CEPAAL, que entrevistamos, na sequência do 7º Congresso Nacional do Azeite. O responsável aponta a criação de mais valor à produção nacional como um dos grandes desafios do setor e a questão da água como um grande obstáculo.

Pode ler ainda como as alterações ao estilo de consumo moldam inovação nas águas e os artigos de opinião de Emanuele Soncin, business unit director de Portugal, Espanha e França da Checkpoint Systems, Sara Monte e Freitas partner da Monte e Freitas | ERA Group, Filipe Luz head of sales strategy & team performance da CEGOC, Vitor Ribeiro Gomes, CEO da Pendular e Patrícia Martins, consultora industrial na Bosch Industry Consulting e a análise de César Valencoso Consumer Insights Director da Kantar sobre as Oito regras para uma inovação bem sucedida no Grande Consumo.

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Na iServices da KidZania os mais pequenos podem ser técnicos de reparação

A iServices acaba de abrir uma loja de reparação de smartphones na KidZania. É a única loja da marca que oferece a colocação de películas de hidrogel, pelos pequenos técnicos, aos adultos que acompanham as crianças.

A iServices acaba de abrir uma loja de reparação de smartphones na KidZania. É a única loja da marca que oferece a colocação de películas de hidrogel, pelos pequenos técnicos, aos adultos que acompanham as crianças.

A KidZania é um parque temático para crianças até aos 15 anos, situado no UBBO Shopping. Recria uma cidade construída à escala dos mais pequenos e onde estes podem brincar às profissões num ambiente realista.

Com a presença de equipamentos recondicionados, acessórios e gadgets da marca, o espaço da iServices está pensado para consciencializar de forma interativa e divertida os mais jovens para a utilização de equipamentos recondicionados, ao promover o conceito de economia circular.

Localizado junto ao aeroporto da KidZania, “o novo espaço é a réplica perfeita das lojas iServices com a presença de produtos da marca e ferramentas de reparação verdadeiras, exceto as baterias pois as reais são compostas por lítio”, informa a marca. A experiência com cerca de 20 minutos é evolutiva e começa de imediato com a reparação de smartphones, substituição de baterias e as crianças a terem a oportunidade de vender acessórios e recondicionados.

“É uma forma de enaltecer e prestar homenagem a todos os nossos técnicos e uma excelente oportunidade de mostrar aos mais pequenos o que é o trabalho diário da iServices”, destaca o CEO da empresa. Bruno Borges revela ainda que os pais vão ter, diariamente, acesso a esta atividade, já que “vão poder obter uma película colocada pela iServices de forma gratuita (apenas aqui na Kidzania concedemos esta oferta) e para nós esta ação é importante, porque cada película é mais uma família que é impactada pela nossa atividade”.

Fundada em 2011, a iServices tem atualmente mais de 200 colaboradores e está presente com mais de 40 lojas em Portugal Continental, Açores, Madeira, Ilhas Canárias e Bélgica. Contabiliza mais de vinte mil reparações por mês em equipamentos multimarca, sendo ainda o representante oficial, em Portugal, da marca de drones DJI.

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João Melo, diretor-geral do Meu Super, está em destaque na edição 424 do Hipersuper. Em entrevista ao nosso jornal partilha as estratégias que têm levado ao crescimento e expansão da […]

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João Melo, diretor-geral do Meu Super, está em destaque na edição 424 do Hipersuper. Em entrevista ao nosso jornal partilha as estratégias que têm levado ao crescimento e expansão da cadeia de supermercados Meu Super, que se tornou uma referência quando falamos de proximidade.

Nesta edição pode também ler uma entrevista com a diretora executiva da ACIBEB. Ana Isabel Alves fala sobre o impacto socioeconómico do setor do vinho em Portugal, que gera 168 mil empregos e contribui significativamente para as receitas fiscais do país. A entrevista aborda ainda as políticas de preço, a importância da PAC e as novas tendências de consumo.

Estivemos na apresentação da Cofidis Portugal que revelou as conclusões do estudo europeu que analisa os hábitos de compra e pagamento dos consumidores. Carla Monteiro, responsável comercial da CofidisPay, destaca os principais resultados desse estudo fala sobre os objetivos e valores que a empresa continuará a defender.

A Missão Continente apresentou o Relatório de Impacto Social, que demonstra o compromisso da marca com a inclusão social, saúde e educação. Mais de 11 mil pessoas foram beneficiadas através de diversos projetos, mostrando a importância da transparência e do envolvimento comunitário. Fomos falar com Nádia Reis, diretora de comunicação e responsabilidade social do Continente, que sublinha: a transparência é mesmo “pedra basilar, é estrutura central naquilo que é a atuação da Missão Continente”.

Nesta edição de junho leia também a entrevista com Leonor Assunção, brand manager da marca Nacional do Grupo Cerealis, que destaca o papel significativo da marca no grupo e como tem equilibrado a sua herança com a necessidade de inovação para se manter relevante num mercado em constante mudança.

Esta edição, inclui também com um artigo sobre as bebidas de verão que combinam sabor, conveniência e responsabilidade ambiental, refletindo as mudanças nos hábitos de consumo e a crescente preocupação com a sustentabilidade. Escrevemos ainda sobre a importância das conservas no verão, enfatizando a conveniência e a praticidade desses produtos e a importância dos molhos e condimentos, especialmente em saladas e grelhados.

Também estivemos na presentação das tendências de consumo nos setores da panificação, pastelaria e chocolate para 2024, com foco em sustentabilidade, saúde e inovação. O estudo “Taste Tomorrow” identifica as preferências dos consumidores por produtos naturais, saudáveis e sustentáveis​​.

Fomos ouvir Bruno Borges, CEO da iServices, que fala sobre a evolução da empresa, os planos de expansão e as tendências no setor de tecnologia e Gonçalo Morais Tristão, presidente do CEPAAL, que entrevistamos, na sequência do 7º Congresso Nacional do Azeite. O responsável aponta a criação de mais valor à produção nacional como um dos grandes desafios do setor e a questão da água como um grande obstáculo.

Pode ler ainda como as alterações ao estilo de consumo moldam inovação nas águas e os artigos de opinião de Emanuele Soncin, business unit director de Portugal, Espanha e França da Checkpoint Systems, Sara Monte e Freitas partner da Monte e Freitas | ERA Group, Filipe Luz head of sales strategy & team performance da CEGOC, Vitor Ribeiro Gomes, CEO da Pendular e Patrícia Martins, consultora industrial na Bosch Industry Consulting e a análise de César Valencoso Consumer Insights Director da Kantar sobre  as Oito regras para uma inovação bem sucedida no Grande Consumo.

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Kiabi adquire plataforma francesa Beebs

A Kiabi anuncia a integração, no seu universo de marcas, da Beebs, a plataforma francesa especializada em segunda mão para crianças,

A Kiabi anuncia a integração, no seu universo de marcas, da Beebs, a plataforma francesa especializada em segunda mão para crianças.

Com esta aquisição, a KIABI acelera o desenvolvimento dos produtos em segunda mão através de uma oferta omnicanal, que lhe permite recolher e servir os seus clientes tanto digitalmente como em loja. “Esta aliança estratégica entre as duas empresas representa um importante passo na sua missão comum de oferecer soluções cada vez mais acessíveis e sustentáveis às famílias e, por sua vez, de as acompanhar na consciencialização das suas responsabilidades”, refere a Kiabi.

A Beebs foi fundada em 2020 por Morgan Hilmi e Arsène Huot para oferecer às famílias uma aplicação móvel para comprar e revender produtos em segunda mão para crianças. A plataforma cresceu significativamente desde o seu lançamento, tendo mais de dois milhões de utilizadores na sua aplicação móvel e cinco milhões de produtos à venda.

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Queijos Santiago lança o primeiro queijo fresco com fruta no mercado nacional

A Queijos Santiago lança o primeiro queijo fresco com fruta no mercado nacional, uma edição limitada para este verão nas versões sabor a ananás, mirtilo e maçã com canela.

Teresa Moniz, marketing & communications manager da Queijos Santiago, destaca a importância de saber reinventar o mercado de forma a nunca perder a sua essência tradicionalmente portuguesa, “o prazer de ser saudável não é um conceito novo para a Queijos Santiago, mas gostamos sempre de inovar e trazer sabores únicos para o mercado, mesmo que pareçam combinações improváveis. O queijo fresco é um queijo que já sabe naturalmente a verão, adicionar fruta era toque especial que faltava.”.

Rico em proteína e vitaminas, tendo um baixo teor de gordura, a Queijos Santiago lança aquele que considera ser o snack ideal para este verão.

Para o lançamento dos novos Queijos Frescos com sabor a agência criativa Happy Brands desenvolveu uma campanha multimeios, assente numa estratégia de evolução do conceito “o prazer de ser saudável”, mantendo as principais linhas de identidade da marca

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Inscrições para a Fruit Logistica 2025 estão abertas até 31 de julho

A última edição do certame reuniu 2.700 expositores de 91 países e recebeu 66 mil visitantes de 145 países. Portugal esteve representado por 21 empresas, incluindo um stand coletivo organizado pela Portugal Fresh, com uma área total de exposição 556 m2.

A Fruit Logistica, uma das feiras internacionais mais importante para o setor da fruta fresca, regressa a Berlim, Alemanha, de 5 a 7 de Fevereiro de 2025. As inscrições para as empresas que queiram apresentar produtos, maquinaria e soluções naquele certame, estão abertas até 31 de julho no site da Fruit Logistica.

A edição de 2024 do certame reuniu 2.700 expositores de 91 países e recebeu 66 mil visitantes de 145 países. Portugal esteve representado por 21 empresas, incluindo um stand coletivo organizado pela Portugal Fresh – Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal, com uma área total de exposição 556 m2.

A presença em feiras internacionais do setor agroalimentar é uma das ações chave da Portugal Fresh no âmbito do seu Projeto Conjunto de Internacionalização para 2023-2025.

Prevê ainda a realização de missões empresariais e ações de prospeção em quatro novos mercados – Estados Unidos, Chile, Índia e Polónia (neste último caso, em 2025) – e iniciativas de promoção para acelerar a presença internacional do setor.

Apoiado pelo Portugal 2030 – Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, o projeto prevê um investimento global de 1.561.663€, financiado em 48,8% pelo FEDER. O objetivo da Portugal Fresh é reforçar a competitividade das empresas nos mercados internacionais e atingir os 2500 milhões de euros de exportações de frutas, legumes e flores em 2030. Espanha, França, Países Baixos, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os principais mercados e a União Europeia absorve 81% do valor exportado.

As exportações portuguesas de frutas, legumes, flores e plantas ornamentais atingiram um novo recorde em 2023 e somaram 2300 milhões de euros. Em comparação com o ano anterior, registou-se um aumento de 11,4% em valor, revelou o INE em fevereiro deste ano. Espanha, França, Países Baixos, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os principais mercados e a União Europeia absorve 80% do valor exportado.

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Ministro da Agricultura e Pescas marca presença no congresso Interpera

Organizado pela AREFLH (Assembleia das Regiões Europeias Produtoras de Frutas, Legumes e Hortaliças) e pela ANP (Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha), o Interpera vai abordar os desafios atuais de um dos produtos portugueses mais exportados.

José Manuel Fernandes, ministro da Agricultura e Pescas, vai marcar presença no encerramento do Interpera, que decorre em Óbidos a 26 e 27 de junho.

Organizado pela AREFLH (Assembleia das Regiões Europeias Produtoras de Frutas, Legumes e Hortaliças) e pela ANP (Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha), o congresso internacional vai abordar os desafios atuais do setor da pera, um dos produtos portugueses mais exportados.

O evento arranca dia 26, com visitas técnicas a pomares, centrais de distribuição e centros de investigação da região Oeste, berço da produção de Pera Rocha, onde os participantes poderão conhecer o que de melhor se faz no setor em Portugal.

No dia 27, decorre no Auditório Praça da Criatividade em Óbidos, a conferência que incluirá debates e mesas redondas com especialistas nacionais e internacionais em agricultura. O primeiro painel reunirá representantes dos principais países europeus produtores de pera para analisar a campanha passada e revelar as previsões da primeira colheita deste ano.

Um segundo painel abordará os desafios que o setor enfrenta, começando com uma perspetiva da UE e analisando as atuais políticas e regulamentos em relação às alterações climáticas. A escassez de água em algumas zonas da UE e a saúde dos solos são outros desafios em destaque.

Um terceiro painel debruçar-se-á sobre o pomar do futuro, incluindo o projeto português de investigação, BioFago, que apresentará um agente antibacteriano natural.

O programa detalhado do Interpera pode ser consultado em www.interpera.org.

Portugal destaca-se como um dos principais produtores de pera na Europa, especialmente a variedade Pera Rocha. As exportações têm gerado receitas anuais na ordem dos 85 milhões de euros, “refletindo a crescente procura internacional pela Pera Rocha”, destaca a ANP. Em 2022/2023, a Pera Rocha nacional foi exportada para 20 países, tendo os mercados da Europa (50%), Marrocos (20%) e Brasil (20%), como principais destinos.

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Prova vertical de Tannat assinalou 25 anos de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil

Os 25 anos da gestão de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil foram o mote para uma prova vertical do Tannat, um dos principais vinhos daquela adega e, até 2021, o único Tannat monovarietal da região vitivinícola de Lisboa.

Os 25 anos da gestão de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil foram o mote para uma prova vertical do Tannat, um dos principais vinhos daquela adega e, até 2021, o único Tannat monovarietal da região vitivinícola de Lisboa.

Lançado no mercado em 2009, o Quinta do Gradil Tannat é fruto do investimento e inovação feito por Luís Vieira na vitivinícola do Cadaval, que passou por um trabalho de replantação de vinhas. Entre as variedades plantadas estavam 30 hectares do que o produtor classifica como “as castas mais improváveis, que a região de Lisboa ainda não tinha, mas que eram possíveis de fazer em Lisboa”, como a Tannat.

Os vinhos Tannat da Quinta do Gradil provêm de dois hectares de vinha desta casta plantada em 2006. Em 2022 e 2023, Luís Vieira plantou mais cinco hectares desta casta francesa o que vai permitir aumentar a produção de garrafas, neste momento situada entre as seis e as oito mil por colheita, como revelou Ana Penha, enóloga da Quinta do Gradil.

A prova vertical destacou quatro colheitas do Tannat – 2019, que acompanhou um tártaro de atum, 2018, que harmonizou com um carpaccio de vitela, 2015, a acompanhar um magret de pato e a primeira colheita, 2009, a acompanhar um bolo de chocolate de São Tomé.

Antes da prova vertical, foi revelado o ‘semiacabado’ Quinta do Gradil Tannat 2022, engarrafado há cerca de oito meses e que deverá chegar aos consumidores em novembro deste ano. No mercado está atualmente a colheita de 2021, vinho que foi dado a provar a seguir à prova vertical.

“Esta é uma casta com comportamentos completamente distintos em função do terroir onde está plantada”, explicou o enólogo António Ventura, consultor do Grupo Parras, ao qual pertence a Quinta do Gradil, acrescentando que o Tannat gosta de poda curta, de calor e de anos quentes. “É a casta ícone da Quinta do Gradil e uma das que mais acarinhamos”, sublinhou.

Implantada no Cadaval, entre a Serra de Montejunto e o mar, a Quinta do Gradil é uma propriedade que remonta a 1492, data dos seus mais antigos documentos. Ocupa uma área de 200 hectares dos quais 120 plantados com vinha, que dá origem uma gama com 19 referências, entre tintos, brancos, rosés, monocastas, e ainda reservas, um espumante, uma colheita tardia e uma aguardente.

Fotos: Quinta do Gradil

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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Mercadona inaugura a sua maior instalação fotovoltaica e atinge os 100 MW de energia renovável em toda a cadeia

A Mercadona atinge os 100 MW de energia renovável em toda a sua cadeia depois de concluir aquela que é até agora a sua maior instalação fotovoltaica: localizada no bloco logístico de Abrera (Barcelona), esta nova instalação conta com 16.500 painéis solares, uma potência de 8 MW e uma capacidade de gerar 9,5 GWh por ano, o que evitará a emissão de 1.270 toneladas de CO2 por ano.

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A Mercadona atinge os 100 MW de energia renovável em toda a sua cadeia depois de concluir aquela que é até agora a sua maior instalação fotovoltaica e está localizada no bloco logístico Abrera (Barcelona). A soma de instalações nos seus telhados com energia fotovoltaica pressupõe uma energia anual de aproximadamente 125 GWh, equivalente ao consumo anual de 40.000 residências. Com esta energia produzida, evita-se a emissão de 16.000 toneladas de CO2 por ano, semelhante à quantidade neutralizada por 350.000 árvores.

A instalação dos painéis solares no Bloco Logístico de Abrera, que começou no final do ano passado e ficou concluída em maio, envolveu um investimento de quase 7 M€. Segundo a Mercadona, o telhado deste Bloco Logístico conta com 16.500 painéis solares, uma potência instalada de 8 MW que gera 9,5 GWh/ano e evita a emissão de 1.270 toneladas de CO2 por ano. É a maior central fotovoltaica da empresa na Península Ibérica. Este bloco logístico produzirá autonomamente 25% do seu consumo anual de energia.

A Mercadona, que desde 2020 iniciou o seu plano de energia sustentável com uma aposta firme na energia fotovoltaica, investiu mais de 75 milhões de euros na instalação de painéis solares, um investimento que possibilitou a instalação de cerca de 200 mil módulos solares, que produzirão 6% da energia consumida por toda a cadeia.

No total são mais de 400 lojas, 8 blocos logísticos e colmeias, bem como os edifícios das suas sedes localizadas em Valência, Espanha e em Vila Nova de Gaia, Portugal, que têm painéis solares nos seus telhados. Com toda essa potência instalada, a empresa espera economizar energia equivalente ao consumo anual acumulado de mais de 125 lojas.

Em Portugal, existem já 33 lojas com painéis solares nos seus telhados e que somam uma potência instalada de 7,6 MW, poupando cerca de 15% do consumo total da empresa no país. Além disso e até ao final de 2025, todas as lojas da Mercadona em Portugal que reúnam as condições necessárias para a instalação de painéis contarão com energia fotovoltaica.

Nos próximos anos, a Mercadona planeia continuar a promover a utilização de energias limpas e mais amigas do ambiente, com o objetivo de ter uma potência fotovoltaica total de 250 MW, o que significaria uma capacidade de autoconsumo de 15% do total de energia consumida anualmente.

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