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GLS reforça compromisso com inovação e sustentabilidade no seu primeiro Congresso

O congresso teve como principal objetivo reforçar a união de todos na empresa de logística e transporte e discutir temas cruciais para o setor, destacando a evolução e as futuras estratégias da empresa. 

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GLS reforça compromisso com inovação e sustentabilidade no seu primeiro Congresso

O congresso teve como principal objetivo reforçar a união de todos na empresa de logística e transporte e discutir temas cruciais para o setor, destacando a evolução e as futuras estratégias da empresa. 

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A GLS Portugal realizou o seu primeiro Congresso na Quinta do Roseiral, na Ericeira. O evento, no passado dia 4 de maio,  reuniu 250 convidados, incluindo colaboradores da empresa e representantes de mais de 50 agências parceiras, e contou com a presença David Barrero, Managing Director, Luis Doncel, Group Area Manager Director, e Miguel Ángel Fernández, Coordenador da Escola de Management.

Segundo a GLS, o congresso teve como principal objetivo reforçar a união de todos na empresa de logística e transporte e discutir temas cruciais para o setor, destacando a evolução e as futuras estratégias da empresa.

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Depois de algumas intervenções e momentos de debate, a cerimónia de encerramento foi marcada pela entrega de prémios que reconheceram as agências que se destacaram em várias categorias:
• Agência com Maior Frota Ecológica: Golegã 3
• Maior Volume de Emissão: Golegã
• Melhor Identidade Visual: Portimão
• Agência de Excelência: Mira
• Maior Utilização dos Serviços Parcel Shop: Amora Norte
• Agência Revelação: Paços de Ferreira

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Primark vai investir mais de 40 milhões de euros em Portugal

A Primark anunciou hoje que vai investir mais de 40 milhões de euros em Portugal com a abertura de quatro novas lojas em quatro cidades diferentes e a ampliação da loja do Colombo, em Lisboa. Com este investimento a Primark aumenta a presença para um total de 14 lojas em todo o país, ampliando o seu espaço comercial em mais de 30%. Serão criados 500 novos postos de trabalho, o que fará crescer o número de colaboradores da Primark Portugal para mais de 2.200 pessoas. 

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A Primark, que celebra 15 anos de presença em Portugal, tendo inaugurado a primeira loja em maio de 2009 no Centro Comercial UBBO, na Amadora, tem atualmente 10 lojas em Portugal e uma cobertura geográfica abrangente, de Braga a Loulé. O investimento de 40 milhões de euros vai permitir à marca abrir portas em quatro cidades onde ainda não estava presente: Montijo (Centro Comercial Alegro Montijo), Guimarães (Centro Comercial Espaço Guimarães), Viseu (Palácio do Gelo Shopping) e Covilhã (City Center Covilhã). Foi também anunciada a ampliação da loja Primark no Centro Colombo, em Lisboa, que abre já no dia 21 de junho com um novo visual.

Nelson Ribeiro, head of sales da Primark Portugal

“Desde que abrimos a nossa primeira loja em Portugal, há 15 anos, temos vindo a construir e a desenvolver um negócio muito forte aqui, graças aos clientes fiéis da Primark. Estamos muito orgulhosos da forma como nos acolheram e continuam a visitar-nos todos os dias, à medida que crescemos. A Primark construiu a sua marca nas nossas lojas e sabemos que uma grande parte do nosso sucesso se deve à nossa equipa empenhada de colegas que nos apoiaram em cada passo que demos e que têm sido os nossos melhores embaixadores para ajudar Portugal a apaixonar-se pela Primark. Estamos entusiasmados por continuar a crescer, investindo em mais lojas, criando ainda mais postos de trabalho e apresentando a ainda mais portugueses o nosso estilo a preços incríveis.” refere Nelson Ribeiro, head of sales da Primark Portugal.

O investimento da Primark em Portugal faz parte dos planos de crescimento ambiciosos do retalhista em mercados novos e nos já existentes, com o objetivo de alcançar o marco de 530 lojas até 2026. Em maio, a Primark entrou no seu 17º mercado com a abertura da sua primeira loja em Budapeste, na Hungria.

As novas lojas vão ser também as primeiras em Portugal a dispor de caixas self check out, a par das caixas de pagamento tradicionais.

 

 

 

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Herdade da Rocha lança Amphora Tinto e Branco de 2023

A Herdade da Rocha apresenta as colheitas de 2023 do ‘Amphora Tinto’ e do ‘Amphora Branco’, vinificados pelo processo tradicional, em ânforas de barro e sem controlo de temperatura, respeitando as antigas práticas.

A Herdade da Rocha apresenta as colheitas de 2023 do ‘Amphora Tinto’ e do ‘Amphora Branco’, vinificados pelo processo tradicional, em ânforas de barro e sem controlo de temperatura, respeitando as antigas práticas.

Os novos vinhos do produtor alentejano são provenientes de cepas com idade média de 1s2 anos, implantadas em solo granítico e a uma altitude entre os 260 e os 300 metros. Os Amphora tinto e branco fermentaram com as películas durante três meses, resultando na produção de 1.300 garrafas de cada referência.

Feito com uvas das castas Touriga Nacional (60%), Alicante Bouschet (30%) e Touriga Francesa (10%), o ‘Amphora Tinto’, “apresenta uma cor granada viva e exibe notas de argila e frutas negras maduras”. Na boca, “é macio e fresco, com um final marcante”, onde sobressaem “notas de fruta e as características da ânfora”, apresenta a Herdade da Rocha, produtor que integra o Grupo Terras & Terroir.

Já o ‘Amphora Branco’, elaborado a partir das castas Arinto (80%) e Alvarinho (20%), revela “uma mineralidade marcante, com uma concentração harmoniosa de fruta branca e suaves notas de argila”. Na boca” é fresco, irreverente e o seu final de boca é longo e desafiante”, indica o produtor.

Situada em Crato, junto à serra de S. Mamede, a Herdade da Rocha lançou a sua primeira colheita em 2012, dois anos antes da construção da adega com dois mil metros quadrados, decorada com grafites. O produtor que integra o Grupo Terras & Terroir desde 2022 e comercializa vinhos brancos, tintos e rosés.

A introdução das ânforas em Portugal está ligada à ocupação romana, que começou no século III a.C. As técnicas avançadas de vinificação e a utilização de ânforas para fermentação, armazenamento e transporte de vinho foram introduzida nessa altura e resistiram à queda do Império Romano, mantendo-se no Alentejo a tradição de usar ânforas.

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Esporão lança a primeira edição do monovarietal Cobrançosa

O Esporão investe na produção de azeites monovarietais de excelência desde 1999, introduzindo no mercado português as variedades Galega e Cordovil. “O lançamento do Cobrançosa reforça o compromisso com a herança agrícola portuguesa, destacando uma das variedades de azeitona mais emblemáticas”, destaca.

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O Esporão está a apresentar a primeira edição do azeite Esporão Virgem Extra Cobrançosa. Esta é a terceira referência monovarietal que a empresa lança para “preservar e promover as variedades de azeitona nacionais e autóctones”.

O novo Esporão Cobrançosa é produzido a partir da variedade de azeitona Cobrançosa, nativa de Trás-os-Montes, especialmente bem-adaptada ao território do Alentejo. Resulta num azeite “complexo e harmonioso, com notas herbáceas distintas, é o resultado de uma meticulosa seleção de terroirs que destacam as características distintas da variedade Cobrançosa, oferecendo notas herbáceas e uma experiência sensorial única”, apresenta o Esporão.

A marca investe na produção de azeites monovarietais de excelência desde 1999, introduzindo no mercado português as variedades Galega e Cordovil. “O lançamento do Cobrançosa reforça o compromisso com a herança agrícola portuguesa, destacando uma das variedades de azeitona mais emblemáticas”, destaca.

Ana Carrilho, oleóloga do Esporão, afirma que “cada garrafa deste azeite representa o nosso respeito pela tradição e património agrícolas, bem como a busca incessante pela excelência”.

O Esporão Cobrançosa foi galardoado no Concurso de Azeite da Feira Nacional de Olivicultura em Valpaços com o Prémio POP – Património Oleícola Português.

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Os Mosqueteiros

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Retalho

Lojas do Grupo os Mosqueteiros distinguidas com o selo PME Líder

“Este selo é um testemunho do nosso trabalho ao longo dos anos e do compromisso de cada empresário na região onde está sedeada a sua loja. Diariamente trabalhamos para que as empresas sejam sustentáveis e dinamizem o tecido económico e social, através da criação de emprego, do apoio à produção nacional e a instituições locais,” sublinha Rita Ferreira, responsável pela comunicação institucional do Grupo os Mosqueteiros.

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O selo PME Líder foi atribuído a mais de uma centena de lojas do Grupo os Mosqueteiros, um reconhecimento da IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação) às Pequenas e Médias Empresas (PME).

As lojas agora distinguidas com o selo PME Líder destacaram-se pela sua robustez financeira, estratégias de crescimento sólidas e pela capacidade de responder eficazmente às exigências do mercado. É um prémio atribuído em parceria com o Turismo de Portugal (no caso das empresas de turismo), um conjunto de bancos parceiros e com o Grupo Banco Português de Fomento, tendo por base as melhores notações de rating e indicadores económico-financeiros.

“Este selo é um testemunho do nosso trabalho ao longo dos anos e do compromisso de cada empresário na região onde está sedeada a sua loja. Diariamente trabalhamos para que as empresas sejam sustentáveis e dinamizem o tecido económico e social, através da criação de emprego, do apoio à produção nacional e a instituições locais,” afirmou Rita Ferreira, responsável pela comunicação institucional do Grupo os Mosqueteiros.

O selo PME Líder é atribuído a empresas que se distinguem pelo seu desempenho económico, pela qualidade de gestão e pela capacidade de inovação.

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Continente Co-Lab já testou cerca de 1.300 produtos com clientes

Um ano após a sua inauguração, o ‘Continente Co-Lab: Laboratório de Inovação com o Cliente’ conta com cerca de 10 mil provadores inscritos na plataforma e já recebeu mais de mil clientes no espaço.

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Um ano após a sua inauguração, o ‘Continente Co-Lab: Laboratório de Inovação com o Cliente’ conta com cerca de 10 mil provadores inscritos na plataforma e já recebeu mais de mil clientes no espaço.

Criado para a pesquisa e desenvolvimento dos produtos de marca própria, através da realização de provas, formações com especialistas e estudos de mercado, até ao momento, no Continente Co-Lab já foram testados cerca de 1.300 produtos com clientes, em mais de 2.000 provas.

O espaço também acolheu mais de 150 sessões de estudos de mercado e reflete o investimento do Continente nas marcas próprias, “que têm registado uma grande procura e evolução, contando com um crescimento superior a 75% nos últimos quatro anos”, informa a empresa num comunicado, acrescentando que a marca própria Continente “representou mais de 1.200 milhões de euros na área alimentar, com um crescimento superior a 20% no último ano, ou seja, mais 190 milhões de euros”.

“O primeiro ano do Continente Co-Lab foi um ano em pleno e repleto de desafios, onde, em conjunto com os nossos clientes descobrimos, aprendemos, e evoluímos a nossa proposta de valor para responder às suas necessidades e desejos. Tem sido um orgulho ver o entusiamo e a adesão dos clientes em participarem ativamente nesta jornada de evolução da marca Continente”, afirma Tânia Lucas, diretora comercial de Marca Própria do Continente.

Os interessados em integrar esta base de dados de provadores, podem inscrever-se em https://feed.continente.pt/co-lab, submetendo os dados solicitados pelo formulário.

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Óbidos vai receber o Interpera nos próximos dias 26 e 27

Óbidos será palco do Interpera que acontece nos próximos dias 26 e 27 de junho. Organizado pela internacional AREFLH (Assembleia das Regiões Europeias Produtoras de Frutas, Legumes e Hortaliças) e […]

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Óbidos será palco do Interpera que acontece nos próximos dias 26 e 27 de junho. Organizado pela internacional AREFLH (Assembleia das Regiões Europeias Produtoras de Frutas, Legumes e Hortaliças) e pela nacional ANP (Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha), o evento vai reunir os principais intervenientes do setor a nível mundial para discutir desafios e oportunidades cruciais para a produção desta fruta que é uma das campeãs de exportações em Portugal.

Aberto ao público com o intuito de incentivar à participação de estudantes, agricultores e outros potenciais interessados na temática, além dos debates e palestras, o evento proporciona uma plataforma única para networking e troca de conhecimentos entre alguns dos maiores produtores, investigadores, e stakeholders a nível mundial.

Portugal destaca-se como um dos principais produtores de pera na Europa, especialmente a variedade Pera Rocha, que é um símbolo da região do Oeste.  A importância económica do setor é ainda mais evidente quando consideramos que, nos últimos 12 anos, a produção média foi de 174.286 toneladas anuais, das quais 60% são destinadas à exportação. O potencial produtivo ronda as 200.000 toneladas. As exportações têm gerado receitas anuais na ordem dos 85 milhões de euros, refletindo a crescente procura internacional pela Pera Rocha.

“Ao acolher este congresso, Portugal reafirma seu papel central na produção de Pera Rocha e a sua determinação em enfrentar os desafios do setor com inovação e sustentabilidade”, sublinha Filipe Ribeiro, presidente da ANP, em comunicado. “Urge debater medidas de apoio ao setor e a sua adequabilidade aos desafios de sustentabilidade que têm vindo a aumentar de ano para ano, sendo que o Interpera é o evento ideal para promover o debate e a troca de experiências, podendo compartilhar expertise com os líderes mundiais do setor e dar a conhecer a nossa história e património”, acrescenta.

 

 

 

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I&D

Mastercard quer alcançar 100% de tokenização do comércio eletrónico na Europa até 2030

A Mastercard anunciou o objetivo de atingir 100% de tokenização do comércio eletrónico na Europa até 2030 e o compromisso de eliminar gradualmente a introdução manual de cartões e tornar […]

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A Mastercard anunciou o objetivo de atingir 100% de tokenização do comércio eletrónico na Europa até 2030 e o compromisso de eliminar gradualmente a introdução manual de cartões e tornar o comércio eletrónico mais seguro e acessível para todos.

Segundo a Mastercard, o serviço de tokenização, introduzido em 2014,  garante hoje 25% de todas as transações de comércio eletrónico em todo o mundo, e a sua adoção acelera 50 % a cada ano. À medida que os pagamentos se tornam mais complexos, a Mastercard garante que está a aproveitar a tokenização, o check-out simplificado e as chaves de acesso de pagamento para criar uma experiência consistente em vários dispositivos, sistemas de navegação e sistemas operativos.

Em 2013, Mastercard desenvolveu o padrão de tokenização, que, mais tarde, foi adotado como padrão da indústria pela EMVCo, o consórcio que gere padrões de pagamento a nível global. No ano seguinte, a empresa apresentou o serviço de tokenização, o Mastercard Digital Enablement Service, como parte do lançamento do Apple Pay.

A Mastercard quer manter-se na vanguarda da inovação dos pagamentos, conforme aconteceu com o contactless. Para eliminar a necessidade de registar manualmente os dados do cartão, a Mastercard está a facilitar a integração do Click to Pay, a sua ferramenta de pagamento online para as lojas online, e a permitir que os bancos ajudem os utilizadores a registar os seus cartões. “A fusão da tokenização com o Click to Pay e senhas de pagamento – que aproveitam a autenticação biométrica baseada em dispositivos móveis online para eliminar senhas e códigos de utilização única – beneficia todo o ecossistema financeiro: os utilizadores vão poder usufruir de pagamentos mais rápidos e seguros; os comerciantes vão sentir um aumento nas vendas, maior proteção contra fraudes e maiores taxas de aprovação; e os emissores vão reforçar a segurança do cliente e uma maior utilização dos cartões” pode ler-se em comunicado.

Apesar das rigorosas soluções de segurança implementadas pela indústria de pagamentos, o comércio online continua a enfrentar vulnerabilidades. De acordo com a Juniper Research, espera-se que as perdas por fraude em pagamentos online ultrapassem os 90 mil milhões de euros em 2028. Graças ao sistema contactless, conseguiu-se que as compras em as lojas físicas sejam mais fluidas e seguras, ao substituir o número do cartão por outro gerado aleatoriamente para evitar que informações reais sejam transmitidas em cada transação.

“À medida que as experiências físicas e digitais continuam a convergir, estamos a expandir os limites do que é possível”, comentou Jorn Lambert, chief product officer de Mastercard. “Estamos focados em reunir o que há de melhor nos serviços digitais para oferecer mais valor, acesso e segurança aos nossos clientes e ao consumidor final. E vamos continuar a aproveitar o potencial destas tecnologias para oferecer maior segurança, melhores experiências, e, em geral, novas formas de pagamento.” acrescenta

“Na Europa, vimos a tokenização ganhar um impulso em todo o ecossistema, porque a conveniência e as baixas das taxas de fraude são um argumento muito forte”,diz Valerie Nowak, vice-presidente executiva de produto e inovação da Mastercard Europa, que concluiu ao dizer que “estamos confiantes de que alcançar esta visão até 2030 será benéfico para os clientes finais, os retalhistas e os emissores de cartões.”.

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Adega de Monção

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Adega Cooperativa de Monção com recorde de vendas em 2023

Entidade registou um valor de faturação próximo de 18 milhões de euros, o mais alto de sempre. No total, no último ano, a Adega de Monção registou um volume de faturação de 17.788.585,88 euros, com os vinhos da região a crescerem, particularmente, nos Estados Unidos da América (57%), Inglaterra (38%), França (86%), Austrália (98%) e Países Baixos (3%).

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O território de Monção e Melgaço continua a crescer economicamente, muito sob influência da Adega Cooperativa de Monção, que, em 2023, registou um valor total de faturação próximo de 18 milhões de euros.

Este foi o ano em que a entidade, com mais de 65 anos de história, conseguiu atingir também um recorde no número de vendas, sobretudo no mercado internacional, onde se verifica um crescimento de 22% face ao período homólogo, com os Estados Unidos da América e a Inglaterra a liderarem.

Segundo a Adega de Monção, a ligeira queda registada no mercado nacional foi colmatada pela positiva expansão internacional.

“O contexto internacional que vivemos causa-nos muita apreensão e exige-nos uma gestão ainda mais regrada e ponderada, mas continuamos convictos na força da marca e na qualidade dos vinhos que produzimos. Os números mostram-nos isso mesmo. É com orgulho e responsabilidade redobradas que encaramos estes resultados”, adianta o presidente da Adega, Armando Fontainhas.

No total, no último ano, a Adega de Monção registou um volume de faturação de 17.788.585,88 euros, com os vinhos da região a crescerem, particularmente, nos Estados Unidos da América (57%), Inglaterra (38%), França (86%), Austrália (98%) e Países Baixos (3%). Simultaneamente, entraram, também, nos mercados de Israel, Áustria e Islândia.
Os resultados alcançados permitiram distribuir mais de dois milhões de euros aos seus cooperantes, que se refletiram em 0.25€/kg de uva entregue, refere a Adega em comunicado.

Prémios atribuídos em 2024
– Deu La Deu Histórico 2017, Best of the Year 2023 – Revista Grandes Escolhas 2020
– Alvarinho Deu La Deu 2023, Bacchus de Oro 91 points – Concurso Internacional de Vinos BACCHUS
– Deu La Deu Reserva 2022, Bacchus de Prata 88 points – Concurso Internacional de Vinos BACCHUS
– Deu La Deu Reserva 2022, 90 points Silver medal – International Wine Challenge
– Alvarinho Deu La Deu 2023, 91 points Silver medal – International Wine Challenge
– Muralhas de Monção Branco 2023, 90 points Silver medal – International Wine Challenge
– Deu La Deu Premium 2020, A Escolha do Mercado 2024 – Concurso de Vinhos “A Escolha do Mercado”

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Aldi doou mais de 300 toneladas de excedentes alimentares essenciais a cerca de 106 entidades

“O desperdício alimentar é um problema que traz grandes impactos negativos em termos ambientais, sociais e económicos. E, enquanto retalhistas, contribuir para combatê-lo é uma das nossas prioridades”, salienta Elke Muranyi, corporate responsibility director da Aldi Portugal. 

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Em linha com o seu compromisso de combate ao desperdício alimentar, entre janeiro e março de 2024, a Aldi Portugal apoiou cerca de 106 instituições parceiras de norte a sul do país, com a doação de excedentes alimentares.

No primeiro trimestre do ano, a Aldi doou mais de 300 toneladas de excedentes alimentares essenciais a cerca de 106 entidades nacionais de cariz social com as quais colabora ativamente, entre as quais Bancos Alimentares, IPSS e ONG, tendo as doações sido feitas a partir de cada uma das suas mais de 140 lojas em Portugal. 

O combate ao desperdício alimentar é uma das maiores preocupações do Grupo Aldi Nord com o Aldi a  retalhista implementar um conjunto de medidas para ajudar a combater o desperdício em Portugal, sendo uma delas as doações de excedentes alimentares. A retalhista colabora atualmente com cerca de 108 entidades por todo o país, estendendo a sua colaboração, em alguns dos casos, aos vários núcleos locais destas entidades, como é o caso da Re-Food, da Cruz Vermelha Portuguesa e da CASA – Centro de Apoio ao Sem Abrigo.

“O desperdício alimentar é um problema que traz grandes impactos negativos em termos ambientais, sociais e económicos. E, enquanto retalhistas, contribuir para combatê-lo é uma das nossas prioridades. Assim, todas as lojas ALDI fazem doações de excedentes alimentares que ainda estão aptos para consumo, tendo parcerias com várias instituições de solidariedade social um pouco por todo o país, que fazem chegar estes alimentos às populações locais”, salienta Elke Muranyi, corporate responsibility director da Aldi Portugal. 

“Desde o dia em que abrimos uma loja, já temos firmada uma ou mais parcerias com instituições locais, o que nos permite não só materializar o nosso compromisso, como contribuir de forma próxima e relevante para as comunidades onde estamos inseridos”, acrescenta em comunicado.

 

 

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Rede Aqui é Fresco quer duplicar número de lojas com insígnia e identidade visual da marca

A diretora-executiva da Aqui É Fresco e da Unimark, Carla Esteves, destacou o crescimento de 10,3% nos resultados verificado em 2023, ano em que 23 novas lojas passaram a integrar a rede que soma já 110.000m2 de área de venda a retalho no total dos 17 distritos em que se insere. 

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A rede Aqui É Fresco anunciou, no decurso da sua XIII Convenção em Braga, o reforço do investimento para a colocação da identidade visual da marca nas lojas associadas.

A decisão, de acordo com João Vieira Lopes, que discursou na Convenção na qualidade de diretor-geral da Aqui É Fresco e da Unimark, visa responder ao aumento da concorrência enfrentada pelo comércio de proximidade e causada pelos grandes operadores económicos, que têm aumentado o número de lojas de pequena e média dimensão desde o final do período pandémico.

Reforçando que a identidade comum das lojas é um fator chave para a sua afirmação no mercado e que a superação da pequena dimensão de cada loja, quando individualmente considerada, passa inevitavelmente pela partilha de uma identidade comum que corresponda ao papel da Aqui É Fresco como principal rede de lojas de proximidade nacional, João Vieira Lopes destacou que o investimento será reforçado visando a duplicação a curto prazo do número de lojas com insígnia e identidade visual da marca.

As declarações de João Vieira Lopes foram proferidas após a diretora-executiva da Aqui É Fresco e da Unimark, Carla Esteves, ter salientado o crescimento de 10,3% nos resultados verificado em 2023, ano em que 23 novas lojas passaram a integrar a rede que soma já 110.000m2 de área de venda a retalho no total dos 17 distritos em que se insere.

A crescer continua igualmente a marca própria da rede Aqui é Fresco, a UP, que registou um aumento de 25% em termos de vendas e alargou o número de referências nos diferentes segmentos de produto.

Em Braga, a XIII Convenção Aqui É Fresco reuniu, durante dois dias, cerca de 1.500 participantes e foi palco de negócios diretos no valor de 15 milhões de euros, entre representantes das principais marcas, retalhistas e grossistas. Este número superou o recorde anterior de 11 milhões de euros no total das transações realizadas durante a Convenção anterior, em 2023.

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