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Logística

ONE reforça presença global com aquisição de terminais nos EUA e Países Baixos

A Ocean Network Express (ONE) obteve as aprovações regulamentares necessárias e concretizou a aquisição da participação de 51% das empresas TraPac LLC (TraPac) e Yusen Terminals LLC (YTI), e uma […]

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ONE reforça presença global com aquisição de terminais nos EUA e Países Baixos

A Ocean Network Express (ONE) obteve as aprovações regulamentares necessárias e concretizou a aquisição da participação de 51% das empresas TraPac LLC (TraPac) e Yusen Terminals LLC (YTI), e uma […]

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A Ocean Network Express (ONE) obteve as aprovações regulamentares necessárias e concretizou a aquisição da participação de 51% das empresas TraPac LLC (TraPac) e Yusen Terminals LLC (YTI), e uma participação de 20% na Rotterdam World Gateway (RWG).

“Para além de reforçarem a presença da ONE na cadeia de abastecimento global, estas aquisições salvaguardam o seu acesso à capacidade dos terminais em pontos-chave de passagem e estratégicos, apoiam as suas ambições de crescimento e melhoram a sua oferta de serviços aos clientes”, sublinha a multinacional numa nota.

A TraPac e a YTI são operadores de terminais de contentores e estivadores de navios que prestam serviços de terminais de contentores em Los Angeles e Oakland, na Califórnia. Com uma capacidade combinada de 4,3 milhões de TEU por ano, a aquisição destes dois terminais reforça a posição da ONE na Costa Oeste dos EUA.

A RWG opera um terminal de contentores altamente automatizado no porto de Roterdão com uma capacidade anual de 2,6 milhões de TEU. A participação na RWG confere à ONE uma capacidade a longo prazo e reforça a sua posição enquanto plataforma de correspondência fundamental na região.

Estas aquisições fazem parte da estratégia a médio prazo da ONE para investir

continuamente nas suas operações. Fundada em 2018 e sediada em Singapura, ONE é a sétima maior empresa de transportes do mundo, operando 204 navios, com uma capacidade total de cerca de 1,5 milhões de TEU.

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Grupo Garland cria nova empresa para acelerar processos alfandegários

O Grupo Garland criou a Garland Customs Solutions. A nova empresa do grupo surge com um capital social de 100 mil euros.

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O Grupo Garland ciente de que os processos alfandegários costumam ser um dos maiores desafios para quem importa e exporta dentro e fora do território aduaneiro, com mercadorias retidas, documentação extra ou cobrança de taxas desconhecidas, criou a Garland Customs Solutions, que surge com um capital social de 100 mil euros.

Esta nova empresa surge com o objetivo de tratar o processo alfandegário de empresas e pessoas singulares em seu nome, assim como prestar consultoria aos clientes, com esclarecimentos de dúvidas sobre classificação aduaneira, origem das mercadorias, regimes, cálculos de imposições, entre outras.

A Garland Customs Solutions avança em comunicado que formou um despachante oficial e investiu ainda em todo o software inerente à atividade, dispondo também de um armazém alfandegado, que permite assim englobar um serviço de transporte de mercadorias com todos os processos relacionados com o cliente, sem que este tenha de tratar com mais nenhuma empresa.

Esta empresa também facilitará a interligação entre as empresas do Grupo existentes, sendo que a que mais beneficiará será a Garland Transport Solutions.

“A criação de uma nova empresa, representa sempre uma nova aposta, neste caso num novo mercado. Em relação ao Grupo Garland, esta empresa para além de ter um crescimento próprio, externalizado, irá responder também às necessidades internas, já existentes”, explica Giles Dawson, administrador do Grupo Garland e CEO da Garland Transport Solutions. “Este ano será de crescimento controlado, onde prevemos não suprimir, ainda, as necessidades internas do Grupo a 100%”, acrescenta.

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Logística

Porto vai receber a XVII Reunião Mundial de Direito Aduaneiro

A cidade do Porto sucede a Berlim, com evento agendado para os dias 4 e 5 de setembro de 2025, no Centro de Congressos da Alfândega.

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A Academia Internacional de Direito Aduaneiro (ICLA) escolheu a cidade do Porto como o palco da XVII Reunião Mundial de Direito Aduaneiro, agendada para os dias 4 e 5 de setembro de 2025, no Centro de Congressos da Alfândega.

O encontro vai reunir académicos, investigadores, membros de instituições internacionais, advogados, economistas, despachantes aduaneiros ou representantes das alfândegas, e conta com a Ordem dos Despachantes Oficiais (ODO) e com a SPCA – Sociedade de Advogados como coorganizadores.

Para Andrés Rohde, Presidente da ICLA, associação internacional sem fins lucrativos que se dedica a investigar, publicar, ensinar e promover a prática do Direito Aduaneiro, “as condições atuais do comércio internacional exigem a aplicação de medidas de segurança e de controlo para a proteção dos cidadãos, do bem-estar ambiental e do comércio legítimo, em cuja vigilância as regras aduaneiras assumem uma importância crescente e as alfândegas têm um papel mais importante a desempenhar – questões que serão discutidas na nossa próxima reunião”.

Entidades coorganizadoras destacam magnitude do evento

A assinalar um momento especial na sua história – o 80º aniversário em 2025 -, a ODO e o seu Bastonário, Mário Jorge, destacam essa mesma coincidência: “não poderíamos comemorar melhor, recebendo no nosso país tão prestigiado evento de âmbito mundial – na cidade do Porto e num edifício tão emblemático como o da Alfândega do Porto – Museu dos Transportes, particularmente simbólico para os Despachantes Oficiais”.

Mário Jorge comenta ainda que “a ODO se congratula em associar-se à ICLA, pela importância que o Direito Aduaneiro merece, de imprescindível compreensão na complexa dinâmica do Comércio Internacional”.

Segundo José Rijo, membro da ICLA e Partner da SPCA, “trazer a Portugal um evento da magnitude da Reunião Mundial de Direito Aduaneiro constituirá seguramente uma oportunidade única de privar com os maiores especialistas mundiais neste tipo de matérias relacionadas com o Comércio Internacional”.

Nas palavras do advogado, que é também membro Co-Fundador da GreenLane – The Alliance of European Customs and Trade Law Firms, “a dimensão aduaneira das operações de comércio internacional desempenha um papel crucial no sucesso das empresas. O conhecimento aprofundado dos mecanismos e dos instrumentos aduaneiros reveste-se hoje de capital importância para o incremento da competitividade das empresas que disputam quotas nos mercados globais”.

 

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Logicor amplia capacidade logística na Azambuja

Localizado num dos principais parques logísticos da grande Lisboa, a ampliação do armazém incluirá uma central fotovoltaica de 105kW, como medida para reduzir o impacto ambiental.

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A Logicor está a alargar a sua oferta logística na Azambuja com a expansão de um armazém em cerca de 10.000m2. A iniciativa irá aumentar a área já detida atualmente pela empresa neste parque, dos atuais 75.000m2 para 85.000m2.

A expansão do armazém incluirá cerca de 800m2 de espaço de escritórios e de áreas sociais, 16 cais de carga e descarga, estando a sua conclusão prevista para o final de 2024. “A ampliação na região da Azambuja faz parte da nossa estratégia de crescimento”, afirma André Machado, director of asset management da Logicor Portugal.

A ampliação do armazém tem como objetivo a obtenção da certificação Breeam Very Good e incluirá uma central fotovoltaica de 105kW, como medida para reduzir o impacto ambiental, informa a empresa.

Em Portugal, a Logicor detém e gere um portfolio de mais de 900.000m2 de ativos imobiliários nos principais centros do país, incluindo Lisboa e Porto e concluiu recentemente a construção de um novo centro logístico de 30.000 m2 na Ermida, em Santo Tirso.

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Logística

InPost implementa envios sem etiquetas para encomendas enviadas ou devolvidas

Os utilizadores que levantem ou enviem encomendas para um ‘ponto pack’ da InPost não precisam imprimir etiquetas em casa, basta mostrar no ecrã do telemóvel um código QR.

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A InPost vai implementar em Portugal o ‘Envio sem etiquetas’, um programa que permite aos utilizadores não imprimir qualquer etiqueta para levantar as suas encomendas, bastando mostrar um código QR no ecrã do telemóvel.

O novo programa centra-se na redução do uso de papel e tinta utilizados para etiquetas que acompanham as encomendas enviadas ou devolvidas.

“A partir de agora, os utilizadores que levantem ou enviem as suas encomendas para um ‘ponto pack’ da InPost não precisam imprimir etiquetas em casa. Para o fazerem, basta mostrar no ecrã do telemóvel um código QR”, informa a empresa de logística especializada em entregas não domiciliárias.

O sistema sem papel tem ainda a particularidade de simplificar os procedimentos para levantar uma encomenda ou fazer uma devolução.

“Acreditamos que gestos tão simples como eliminar o papel de algumas das nossas operações comuns têm um grande impacto na redução das emissões e na melhoria da sustentabilidade no nosso quotidiano como empresa e como utilizadores”, referiu a propósito Nicola D’Elia, CEO para Portugal Espanha e Itália do Grupo InPost.

Como parte deste novo programa, a InPost vai fornecer aos ‘ponto pack’ impressoras, papel e tintas sustentáveis que serão utilizadas para imprimir os itens necessários nos casos em que não seja possível eliminar as etiquetas de papel.

“Através da nossa rede, imprimimos com papel e tinta sustentáveis todas aquelas etiquetas que o utilizador imprimia anteriormente em casa. Uma das muitas medidas que foram implementadas na nossa empresa para alcançar o nosso objetivo de ser Net Zero até 2040″, revela Nicola D’Elia.

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Palletways Iberia renova certificação ISO 26000 CSR

A Palletways Iberia renovou pelo sexto ano consecutivo a certificação ISO 26000 CSR, reafirmando o compromisso com a consciência solidária, o respeito pelo ambiente e o combate às desigualdades sociais. 

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Em comunicado, a Palletways Iberia reafirma estar empenhada em ser um negócio sustentável, expressando este compromisso com a sociedade desde as suas origens através de diversas ações de Responsabilidade Social Corporativa (RSE) e alinhando as suas iniciativas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pelas Nações Unidas na Agenda 2030. Tudo isto levou à renovação da certificação da empresa com a prestigiada norma ISO 26000, conquista que se mantém desde 2018.

“Somos uma empresa profundamente comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade social. Por isso, para toda a equipa da Palletways, esta certificação representa orgulho e uma forma de retribuir à sociedade o que ela nos dá”, refere José Hernández, diretor de operações da Palletways Iberia, que antecipa os próximos desafios da empresa em termos de RSE: “o nosso objetivo é continuar a caminhar dia após dia para uma maior sustentabilidade, promovendo tanto o nosso compromisso social como o de todos os que fazem parte da Palletways Iberia.

“Estamos a realizar uma análise de materialidade e procuramos intensificar o nosso apoio aos grupos menos favorecidos, bem como melhorar a gestão dos nossos recursos para reduzir o impacto ambiental e a nossa pegada de carbono.”, acrescenta.

A certificação com a norma ISO 26000 representa para a Palletways Iberia  a consolidação de um projeto que reconhece os objetivos de sustentabilidade enraizados nos seus valores e na sua responsabilidade para com o ambiente e os grupos de interesse da sociedade.

Este selo junta-se a outros como a ISO 9001:2015: Sistema de Gestão da Qualidade; ISO 45001:2018: Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho; ISO 14064-1:2012: Pegada de Carbono. Da mesma forma, recebeu recentemente o prémio Lean & Green, liderado em Espanha pela AECOC, por ter reduzido a sua pegada de carbono em 20% nos últimos 5 anos e por se ter comprometido a fazê-lo novamente nos próximos cinco anos.

“Estas certificações confirmam que a Palletways Iberia assenta os seus alicerces num rigoroso controlo de processos e num elevado padrão de exigência, colocando-a como uma referência de excelência no sector”, conclui Hernández.

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Logística

Lusocargo anuncia parceria com operador logístico dos Países Baixos

A parceria vai permitir uma entrega mais frequente e fiável das mercadorias entre ambas as geografias europeias, destaca a Lusocargo.

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A Lusocargo criou uma parceria estratégica internacional com a empresa neerlandesa Van Duuren, que vai permitir ligar diretamente Portugal a todos os pontos dos Países Baixos.

“Esta novidade permite agora oferecer serviços logísticos e de transporte otimizados, assegurando uma entrega mais frequente e fiável das mercadorias entre ambas as geografias europeias”, destaca a empresa portuguesa num comunicado.

Os Países Baixos representam um importante hub de transporte e destacam-se pelo porto de Roterdão, o maior da Europa. “Constituem, desta forma, uma “placa giratória” do comércio europeu. Apenas entre janeiro e abril de 2024, as exportações portuguesas para este mercado representaram mais de 850 milhões de euros”, sublinha a Lusocargo.

Com a possibilidade de conexões diárias, tanto para Lisboa como do Porto, as importações e exportações que contarem com este serviço expresso de grupagem para transporte rodoviário de mercadorias “ficam disponíveis num portal de tracking, de acesso online e intuitivo”, informa, acrescentando que “a integração de tecnologias inovadoras vai permitir aumentar a eficiência operacional, reduzir os custos e melhorar a satisfação geral das empresas”.

“A expertise comprovada e recursos combinados reforçarão, sem dúvida, o relacionamento comercial contínuo e eficiente com os Países Baixos, um centro de distribuição de bens e capitais, especialmente da Ásia e EUA, que está no ‘top 10’ das exportações nacionais. Representa, dessa forma, um mercado essencial para todas as empresas que pretendem intensificar a sua internacionalização”, afirma João Silva, diretor geral da Lusocargo.

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Logística

Smurfit Westrock passa a estar cotada em Londres e Nova Iorque

A Smurfit Westrock estreou-se nas bolsas de Londres e Nova Iorque na sequência da fusão entre a Smurfit Kappa e a Westrock.

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A Smurfit Westrock plc, fornecedora de soluções de embalagens de papel, acaba de anunciar a sua cotação primária na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE), sob o ticker “SW”, após a conclusão da combinação previamente anunciada da Smurfit Kappa e da WestRock em 5 de julho de 2024.

A empresa também está cotada na Bolsa de Valores de Londres (LSE) com o código “SWR”.

“A fusão da Smurfit Kappa e da WestRock cria uma empresa líder mundial no setor das embalagens sustentáveis, unindo a importante e distinta experiência e conhecimentos de ambas as empresas”, afirmou Tony Smurfit, CEO da Smurfit Westrock.” “Acreditamos que esta combinação criou o líder e parceiro de eleição no setor da embalagem sustentável. Estou orgulhoso por ter sido escolhido para liderar esta grande equipa de pessoas.”, acrescenta.

“Os acionistas da Smurfit Kappa e da WestRock apoiaram de forma decidida a nossa fusão. A Smurfit Westrock tem uma presença geográfica única e através das nossas aplicações líderes na indústria, uma capacidade inigualável de proporcionar valor aos nossos clientes”, acrescentou Ken Bowles, Diretor Financeiro da Smurfit Westrock.

A negociação teve início esta segunda-feira na LSE às 8:00 BST e na NYSE às 9:30 EDT, após uma cerimónia de toque de sinos.

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Logística

Santos e Vale reforça compromisso com a sustentabilidade

A instalação, com uma potência total de 191,24 kWp, irá permitir uma produção energética anual de 272,96 MWh, evitando a emissão de 120,10 toneladas de CO2 por ano.

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O Grupo Santos e Vale instalou 340 painéis fotovoltaicos em 12 plataformas logísticas. No total conta com com 24 plataformas distribuídas em território nacional.

Este projeto, realizado em parceria com a Truenergy, reforça o compromisso da Santos e Vale com a eficiência energética e a proteção ambiental, alinhado com o projeto europeu Lean & Green, no qual já conquistou uma estrela por reduzir 20% das emissões de CO2.

A instalação, com uma potência total de 191,24 kWp, irá permitir uma produção energética anual de 272,96 MWh, evitando a emissão de 120,10 toneladas de CO2 por ano.

“Este projeto faz parte da nossa política e estratégia ambiental, que inclui o aumento da eficiência energética com o aproveitamento de energias renováveis nas nossas plataformas. Acreditamos que esta iniciativa será uma mais-valia para aumentar a eficiência energética, rentabilizar os nossos ativos e reduzir custos, contribuindo assim para a sustentabilidade da nossa atividade”, afirma Joaquim Vale, administrador do Grupo Santos e Vale.

“É um orgulho para a Truenergy colaborar com grandes empresas como o Grupo Santos e Vale, auxiliando-as no caminho para a descarbonização através da otimização da eficiência ambiental e energética de suas instalações. Este projeto é um exemplo de como a indústria pode avançar de forma sustentável e contribuir para um futuro mais verde.”, acrescenta João Corda, diretor geral da Truenergy.

 

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Luís Simões distinguida com o estatuto Inovadora COTEC

O estatuto foi atribuído pela terceira vez à Luís Simões, operador logístico na Península Ibérica, e pela primeira vez a Reta, empresa que pertencente ao Grupo Luís Simões

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A Luís Simões voltou a ser reconhecida com o estatuto Inovadora COTEC, que distingue as empresas com boas práticas financeiras e de eficiência operacional e que apresentem potencial de inovação tecnológica.

O estatuto foi atribuído pela terceira vez à Luís Simões, operador logístico na Península Ibérica, e pela primeira vez a Reta, empresa especialista em serviços de manutenção e reparação camiões, semirreboques e autocarros, que pertencente ao Grupo Luís Simões.

As duas empresas foram reconhecidas pela sua solidez financeira, iniciativas de capital em inovação, cumprimento de elevados padrões e pela sua sólida cultura de gestão, “aumentando a sua notoriedade enquanto empresas criadoras de valor para o tecido empresarial português”, congratula-se o grupo numa nota.

“Na Luís Simões trabalhamos diariamente para continuar a melhorar a qualidade dos serviços que oferecemos aos nossos clientes, e este reconhecimento é para nós mais uma prova de que estamos no caminho certo” afirma José Luís Simões, presidente do conselho de administração da Luís Simões.

O objetivo do estatuto Inovadora atribuído pela COTEC Portugal é distinguir as empresas com um desempenho inovador e que criem valor para a economia nacional. O universo desta associação empresarial portuguesa para a promoção da inovação e cooperação tecnológica empresarial, é composto por empresas multinacionais, grandes grupos nacionais e PME de diferentes setores.

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Cushman & Wakefield lança nova área de negócios

A Cushman & Wakefield (C&W) acaba de integrar uma  nova unidade de serviços de agribusiness & forestrybusiness na sua oferta em Portugal.

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A consultora avança que, com o crescente interesse por parte de investidores nacionais e internacionais nestes setores,  procura dar respostas imediatas, disponibilizando serviços para apoiar investidores a identificar novas oportunidades e a perceber o valor dos seus portfólios de ativos agrícolas e florestais. A nova área de negócio está integrada no departamento de Valuation & Advisory, contando com profissionais  dedicados a esta área de negócio.

Tomás Araújo assume a coordenação desta área, sendo licenciado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais pelo Instituto Superior de Agronomia, e conta com uma pós-graduação em Gestão e Conservação de Recursos Naturais pela mesma faculdade. Detém ainda um MBA em Avaliações Imobiliárias pela Escola Superior de Atividades Imobiliárias.

“Nos últimos anos, temos assistido a um crescimento notável do agribusiness em Portugal. As condições edafoclimáticas de eleição, a disponibilidade hídrica e as taxas internas de rentabilidade associadas a este tipo de ativos, aliadas à inovação e ao empreendedorismo, têm despertado o interesse nacional e internacional de players que veem neste setor uma oportunidade de negócio promissora”, comenta Tomás Araújo, responsável pela nova área de negócio em Portugal.

Através das novas linhas de prestação de serviços nestas áreas, a C&W disponibiliza agora soluções personalizadas que abrangem avaliações, estudos de mercado, análise de investimento, estratégias de desenvolvimento sustentável (ESG), análise de projetos de crédito de carbono, bem como apoio especializado na área transacional, permitindo aos seus clientes capitalizar as oportunidades emergentes e gerar um impacto positivo neste mercado. Além da análise de ativos de natureza agrícola, os novos serviços de consultoria abrangem também ativos de natureza florestal, sublinha em comunicado.

“Na Cushman & Wakefield, reconhecemos a importância deste setor na definição do futuro dos sistemas alimentares globais e do desenvolvimento económico nacional. Com a nossa dedicação, excelência e carater inovador, estamos ansiosos por estabelecer parcerias com os nossos clientes para desbloquear todo o potencial destes mercados dinâmicos e em rápida evolução”, acrescenta Tomás Araújo.

“A Cushman & Wakefield tem como uma das suas principais características a sua capacidade de antecipar as tendências de mercado, adaptando-se às necessidades que os diferentes clientes têm nas áreas onde intervém. Os mercados de agribusiness & forestrybusiness, que outrora eram considerados nichos, estão agora a ganhar um impulso significativo, e a Cushman & Wakefield tem estado focada nesta transformação. Já há vários anos trabalhamos nestas áreas, mas reconhecendo a necessidade de uma abordagem mais proativa para maximizar o potencial destes setores, oferecemos soluções personalizadas e estratégicas que aceleram o processo de tomada de decisão dos diversos stakeholders que atuam nestas áreas. A nossa experiência e conhecimento do mercado permitem-nos fornecer insights valiosos que ajudam os nossos clientes a navegar com sucesso no complexo cenário do agribusiness & forestrybusiness.” , sublinha Ricardo Reis, partner e diretor do departamento de avaliação & advisory da Cushman & Wakefield Portugal.

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