Edição digital
PUB
Jovens redes sociais

Jovens redes sociais

Economia

73% da Geração Z já efetuou pelo menos uma compra com base em algo que viu nas redes sociais

A Geração Z está a transformar os hábitos financeiros e de consumo: são nativos digitais, utilizam as redes sociais como ferramenta de decisão, exigem produtos que correspondam aos seus valores […]

Hipersuper
Jovens redes sociais

Jovens redes sociais

Economia

73% da Geração Z já efetuou pelo menos uma compra com base em algo que viu nas redes sociais

A Geração Z está a transformar os hábitos financeiros e de consumo: são nativos digitais, utilizam as redes sociais como ferramenta de decisão, exigem produtos que correspondam aos seus valores […]

Hipersuper
Sobre o autor
Hipersuper
Artigos relacionados
Cristiano Ronaldo compra 10% do grupo Vista Alegre
Não Alimentar
JPS Cork Group celebra 100 anos de atividade no setor da cortiça
Não Alimentar
Love Butternut participou no 26.º Congresso AECOC de Frutas e Legumes em Valência
Alimentar
Love Butternut participa em congresso de referência para o setor das Frutas e Legumes
The Navigator Company aumenta preços na Europa
Não Alimentar
The Navigator Company
Lidl ao lado da seleção prepara grande festa para dia 16
Retalho
Lidl
Oakberry está agora disponível nas lojas Continente
Alimentar
Burger King abre primeiro restaurante na Mealhada
Retalho
Vinhos Dona Paterna distinguidos com ouro e prata na Roménia
Bebidas
Aldi doou mais de 300 toneladas de excedentes alimentares essenciais a cerca de 106 entidades
Retalho
Uriage dá a Volta a Portugal em Bicicleta
Não Alimentar

A Geração Z está a transformar os hábitos financeiros e de consumo: são nativos digitais, utilizam as redes sociais como ferramenta de decisão, exigem produtos que correspondam aos seus valores e preferências sociais e ambientais e mostram-se preocupados com a sua segurança financeira.

Com base  no o relatório “Generation Z: Shaping the Future of Consumer Trends“, com informações sobre as características, preferências e comportamentos da Geração Z (pessoas nascidas entre meados da década de 1990 e o início da década de 2010) e orientações práticas para empresas e profissionais de marketing que procuram compreender e interagir com este grupo demográfico influente, esta geração, marcada por um nativismo digital, está preparada para revolucionar os setores e impulsionar as tendências de consumo nos próximos anos.

PUB

Entre os principais factos e estatísticas do relatório, a Oliver Wyman conclui que a Geração Z é a primeira geração a ter crescido inteiramente na era digital, passam, em média, 10 horas por dia a interagir com conteúdos online e têm uma média de 5 contas em diferentes redes sociais, que utilizam constantemente para descobrir novos produtos, procurar recomendações e interagir com as marcas.

Um novo perfil de consumidor

Estes hábitos traçam um novo perfil de consumidor, uma vez que 73% desta geração já efetuou pelo menos uma compra com base em algo que viu nas redes sociais. A experiência de compra já não se limita à loja física e à aquisição de produtos, embora estas opções também não estejam a ser eliminadas. Os jovens da Geração Z procuram ativamente experiências personalizadas, imersivas e interativas, tanto presenciais como online. 85% dos consumidores da Geração Z preferem gastar o seu dinheiro em experiências do que em bens materiais e 64% compram serviços personalizados através dos seus smartphones.

Além disso, as suas escolhas são mais frequentemente determinadas pelos valores associados a uma ou outra marca, com 88% dos consumidores da Geração Z a acreditarem que as empresas devem ajudar a resolver problemas sociais e ambientais, e 82% a acreditarem que as empresas devem refletir a diversidade do mundo real nas suas campanhas de publicidade e marketing. Pela mesma razão, 75% estão dispostos a pagar mais por produtos e serviços sustentáveis.

Mesmo assim, o preço dos bens e dos serviços é uma grande preocupação para estes jovens. A incerteza e os desafios económicos que enfrentam moldaram uma mentalidade prudente e cautelosa do ponto de vista financeiro. Por esta razão, 51% deles dão prioridade à relação qualidade/preço quando tomam as suas decisões de compra, que, além disso, não são impulsivas, uma vez que o estudo mostra que 67% dos indivíduos desta geração poupam ativamente.

Preocupação com a sua segurança e estabilidade financeiras

Uma das principais conclusões do estudo é que 52% dos indivíduos da Geração Z estão preocupados com a sua segurança e estabilidade financeiras, o que representa mais do dobro da percentagem das gerações mais velhas. Este facto revela uma maior preocupação da Geração Z com a sua saúde financeira.

Além disso, o relatório observa que metade dos investidores em Criptomoedas da Geração Z se identificam como mulheres, o que faz dela a corte mais inclusiva em termos de género na história do investimento. Isso destaca a diversidade e a inclusão dessa geração quando se trata de empresas financeiras.

Outro facto relevante são os 42% dos indivíduos da Geração Z que consideram o dinheiro como um mal necessário para funcionar num mundo capitalista. Isto demonstra uma relação complexa com as finanças, em que reconhecem o papel do dinheiro, mas também o veem com um certo nível de ceticismo.

Apesar desta certa rejeição, 61% dos indivíduos aspiram a criar a sua própria empresa. Estes jovens valorizam a flexibilidade, a independência e o trabalho com objetivos, e 83% veem o empreendedorismo como um importante objetivo na sua carreira.

Em termos de hábitos financeiros, o relatório mostra que 44% da Geração Z (18-25 anos) têm um cartão de crédito. Isto indica um nível notável de envolvimento financeiro, com uma parte significativa já a participar na utilização de cartões de crédito.

Para os especialistas da Oliver Wyman, representa um marco significativo na compreensão desta geração influente. À medida que a Geração Z emerge como uma força importante no panorama do consumo, as empresas devem adaptar-se e adaptar as suas estratégias para se ligarem eficazmente a esta geração digitalmente nativa, orientada para objetivos e diversificada.

Desafio e uma responsabilidade para as empresas e marcas

Além disso, com base nas conclusões do relatório, a Oliver Wyman recomenda uma série de estratégias para as empresas envolverem a Geração Z.

Em primeiro lugar, é essencial reestruturar a oferta de produtos. Os bancos têm de atender às preferências e necessidades específicas da Geração Z, por exemplo, oferecendo interfaces digitais de fácil utilização com funcionalidades inovadoras. Além disso, a criação de produtos para transações de baixo custo ou mesmo sem custos, como os cartões de crédito garantidos, pode ajudar os jovens a criar crédito e a atingir os seus objetivos financeiros.

Outra recomendação crucial é que as empresas tenham uma forte presença nas redes sociais. A Geração Z tem quase o dobro da probabilidade de citar as redes sociais como o impulso para o investimento, em comparação com as gerações mais velhas. Por isso, envolver-se de forma autêntica nas plataformas de redes sociais, onde os membros da Geração Z se reúnem, é crucial para uma comunicação e um envolvimento eficazes.

A ênfase na confiança é vital para as empresas que procuram estabelecer uma ligação com a Geração Z. O relatório revela que estes jovens ainda valorizam as instituições tradicionais e estabelecidas, com quase metade a indicar que confiam nos bancos para cuidar do seu bem-estar financeiro. Criar confiança e cultivar relações com esta geração será fundamental para conquistar o seu negócio, tanto agora como no futuro.

Por último, as empresas devem abraçar a diversidade, ouvindo as diferentes preferências e opiniões de cada década. A Geração Z é heterogénea: com diferentes desejos, necessidades e crenças. Identificar, compreender e satisfazer estas preferências variadas será essencial para servir os diversos perfis que constituem a geração do futuro.

Artigos relacionados
Cristiano Ronaldo compra 10% do grupo Vista Alegre
Não Alimentar
JPS Cork Group celebra 100 anos de atividade no setor da cortiça
Não Alimentar
Love Butternut participa em congresso de referência para o setor das Frutas e Legumes
Love Butternut participou no 26.º Congresso AECOC de Frutas e Legumes em Valência
Alimentar
The Navigator Company
The Navigator Company aumenta preços na Europa
Não Alimentar
Lidl
Lidl ao lado da seleção prepara grande festa para dia 16
Retalho
Oakberry está agora disponível nas lojas Continente
Alimentar
Burger King abre primeiro restaurante na Mealhada
Retalho
Vinhos Dona Paterna distinguidos com ouro e prata na Roménia
Bebidas
Aldi doou mais de 300 toneladas de excedentes alimentares essenciais a cerca de 106 entidades
Retalho
Uriage dá a Volta a Portugal em Bicicleta
Não Alimentar
PUB

VISTA ALEGRE 2024 – REMODELAÇÃO LOJA DO COLOMBO – LISBOA

Fotografia: LionelBalteiro | LaMousse

Não Alimentar

Cristiano Ronaldo compra 10% do grupo Vista Alegre

O capitão da seleção portuguesa comprou 10% da Vista Alegre Atlantis SGPS. “A Vista Alegre e a Bordallo Pinheiro são marcas pelas quais sempre tive uma grande admiração e das quais sou cliente assíduo. A possibilidade de apoiar a estratégia de globalização da marca Vista Alegre, como marca de lifestyle de luxo, é um orgulho para mim enquanto português” afirma Cristiano Ronaldo.

Cristiano Ronaldo adquiriu, através da CR7, SA, e em alinhamento estratégico com o Grupo Visabeira, 10% do capital da Vista Alegre Atlantiss SGPS. De acordo com um comunicado enviado esta sexta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), esta operação prevê também a aquisição de 30% do capital da Vista Alegre Espanha, “a concretizar nos próximos dias”.

As partes acordaram ainda a criação conjunta, em partes iguais, de uma nova empresa no Middle East & Asia, cujo objectvo é fazer crescer as marcas Vista Alegre e Bordallo Pinheiro naquelas geografias.
“Esta colaboração entre ambas permitirá acelerar o processo de expansão global das marcas no segmento de prestígio/luxo em vários mercados internacionais, tanto no retalho como na hotelaria premium” acrescenta o comunicado.

“A Vista Alegre e a Bordallo Pinheiro são marcas pelas quais sempre tive uma grande admiração e das quais sou cliente assíduo. A possibilidade de apoiar a estratégia de globalização da marca Vista Alegre, como marca de lifestyle de luxo, é um orgulho para mim enquanto português. Faremos juntos tudo o que estiver ao nosso alcance para promover este ícone nacional de excelência e colocá-lo no patamar das melhores marcas do mundo”, refere Cristiano Ronaldo.

Fernando Campos Nunes, fundador e acionista do Grupo Visabeira, detentor do Grupo Vista Alegre Atlantis SGPS, fez questão de salientar, aquando da assinatura do acordo, que “É com grande entusiasmo que recebemos o Cristiano Ronaldo como nosso investidor, representando este momento a união de duas das mais relevantes e unânimes marcas portuguesas. Cristiano Ronaldo é um elemento indissociável de Portugal. Consegue levar o nome do nosso país aos lugares mais recônditos da Terra, com uma imagem de trabalho, dedicação, simpatia e muito talento. É verdadeiramente uma marca planetária. Para além disso, tem um enorme orgulho no seu país e todos o admiram. Assim também são a Vista Alegre e a Bordallo Pinheiro. Por isso, a coordenação de esforços destas que são as marcas portuguesas mais internacionais só pode ser boa para todos: Cristiano Ronaldo, Vista Alegre e Portugal.”.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Love Butternut participa em congresso de referência para o setor das Frutas e Legumes

Love Butternut participa em congresso de referência para o setor das Frutas e Legumes

Alimentar

Love Butternut participou no 26.º Congresso AECOC de Frutas e Legumes em Valência

No debate com o tema “Frutas e Legumes, podem ser cool?”, Cari Plaza, responsável de marketing e comunicação da Sakata Seed Ibérica, enalteceu o trabalho da Love Butternut e sublinhou que, desde o nascimento do projeto, em 2021, as vendas de abóboras, tanto frescas como minimamente processadas, aumentaram 20%.

Hipersuper

A Love Butternut, associação de produtores de abóbora portugueses e espanhóis, participou no 26.º Congresso AECOC de Frutas e Legumes que decorreu em Valência nos dias 11 e 12 de junho, onde agricultores, produtores e distribuidores uniram-se para traçar o futuro do setor.

Cari Plaza, responsável de marketing e comunicação da Sakata Seed Ibérica, foi uma das oradoras deste congresso. Num debate com o tema “Frutas e Legumes, podem ser cool?”, a responsável enalteceu o trabalho da Love Butternut e sublinhou que, desde o nascimento do projeto, em 2021, as vendas de abóboras, tanto frescas como minimamente processadas, aumentaram 20%.

“Isto foi possível porque a maioria dos produtores entendeu a necessidade de ter um objetivo comum sob a defesa da Love Butternut, deixando de lado interesses particulares. Também a colaboração dos supermercados foi essencial, porque é vital ter visibilidade no setor”, explicou Cari Plaza.

Impulsionar o consumo de frutas e legumes, adaptar a oferta destes alimentos aos novos hábitos dos consumidores, a sustentabilidade no centro de muitas decisões e muitos outros desafios foram alguns dos temas abordados neste congresso.

Portugal é o terceiro maior produtor de abóbora da Europa, logo atrás de Espanha e de França.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Retalho

Rede Aqui é Fresco quer duplicar número de lojas com insígnia e identidade visual da marca

A diretora-executiva da Aqui É Fresco e da Unimark, Carla Esteves, destacou o crescimento de 10,3% nos resultados verificado em 2023, ano em que 23 novas lojas passaram a integrar a rede que soma já 110.000m2 de área de venda a retalho no total dos 17 distritos em que se insere. 

Hipersuper

A rede Aqui É Fresco anunciou, no decurso da sua XIII Convenção em Braga, o reforço do investimento para a colocação da identidade visual da marca nas lojas associadas.

A decisão, de acordo com João Vieira Lopes, que discursou na Convenção na qualidade de diretor-geral da Aqui É Fresco e da Unimark, visa responder ao aumento da concorrência enfrentada pelo comércio de proximidade e causada pelos grandes operadores económicos, que têm aumentado o número de lojas de pequena e média dimensão desde o final do período pandémico.

Reforçando que a identidade comum das lojas é um fator chave para a sua afirmação no mercado e que a superação da pequena dimensão de cada loja, quando individualmente considerada, passa inevitavelmente pela partilha de uma identidade comum que corresponda ao papel da Aqui É Fresco como principal rede de lojas de proximidade nacional, João Vieira Lopes destacou que o investimento será reforçado visando a duplicação a curto prazo do número de lojas com insígnia e identidade visual da marca.

As declarações de João Vieira Lopes foram proferidas após a diretora-executiva da Aqui É Fresco e da Unimark, Carla Esteves, ter salientado o crescimento de 10,3% nos resultados verificado em 2023, ano em que 23 novas lojas passaram a integrar a rede que soma já 110.000m2 de área de venda a retalho no total dos 17 distritos em que se insere.

A crescer continua igualmente a marca própria da rede Aqui é Fresco, a UP, que registou um aumento de 25% em termos de vendas e alargou o número de referências nos diferentes segmentos de produto.

Em Braga, a XIII Convenção Aqui É Fresco reuniu, durante dois dias, cerca de 1.500 participantes e foi palco de negócios diretos no valor de 15 milhões de euros, entre representantes das principais marcas, retalhistas e grossistas. Este número superou o recorde anterior de 11 milhões de euros no total das transações realizadas durante a Convenção anterior, em 2023.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Consumo

45% dos consumidores dizem que o seu poder de compra diminuiu

Segundo um estudo do Observador Cetelem, 45% dos portugueses afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a afirmarem que diminuiu significativamente. De referir que é nas faixas etárias entre os 35 e os 54 anos que há um maior sentimento da perda do poder de compra, assim como entre as mulheres e os com menor rendimento.

Hipersuper

O aumento contínuo dos preços dos bens essenciais, de serviços e prestações das casas tem vindo a pressionar os orçamentos familiares de milhares de cidadãos portugueses. Segundo dados do Barómetro Europeu, um inquérito realizado no final do ano passado, 95% dos portugueses revelavam estar preocupados com esta situação, com 58% a afirmarem que o seu poder de compra tinha diminuído. Meio ano depois, num novo estudo do Observador Cetelem, marca do grupo BNP Paribas Personal Finance, 45% dos inquiridos afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a indicarem que diminuiu significativamente. As faixas etárias entre os 35 e os 54 anos, assim como as mulheres e os indivíduos com menores rendimentos, são os mais afetados por esta redução.

Por outro lado, 38% dos portugueses consideram que o seu poder de compra permaneceu estável, especialmente entre aqueles com idades entre os 55 e os 74 anos. Além disso, há uma percentagem que registou um aumento no poder de compra: 12% afirmam que aumentou ligeiramente e 4% que aumentou significativamente. Esta perceção é mais comum entre os jovens adultos dos 18 aos 34 anos, diminuindo com o avanço da idade.

O estudo do Observador Cetelem, conduzido através de entrevistas online entre 30 de abril e 8 de maio de 2024, revela ainda que 6 em cada 10 portugueses afirmam viver de forma moderadamente confortável. No entanto, 32% dos inquiridos dizem viver de forma pouco confortável e 7% consideram a sua situação nada confortável. Apenas 5% dos portugueses sentem que vivem de forma totalmente confortável. A maior parte daqueles que se sentem desconfortáveis pertence à faixa etária dos 45 aos 54 anos e às classes sociais de menores rendimentos.

O Barómetro Europeu destacou que a moral dos portugueses estava abaixo da média europeia no final do ano passado. Em termos de perceção da situação do país, os inquiridos atribuíram uma pontuação de 4,8 em 10, o valor mais baixo entre os 10 países analisados, e 0,3 pontos abaixo da média europeia. No que toca à moral pessoal, os portugueses mantiveram a pontuação do ano anterior, com um valor de 5,7.

Para este estudo foram realizadas 1000 entrevistas, representativas da população portuguesa (quotas de género, idade e região de acordo com os dados do INE), a indivíduos de ambos os géneros, de idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos, residentes em Portugal Continental. O erro máximo associado à amostra é de +3.1 p.p. para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram conduzidas por intermédio de questionário estruturado de perguntas fechadas, semi-fechadas e abertas, fornecido pelo Observador Cetelem, com a duração máxima de 13 minutos.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Bebidas

Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR).

Hipersuper

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, membros da International Coffee Partners (ICP), estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR), para que os pequenos produtores tenham tempo, estruturas e recursos para o cumprirem.

Num comunicado da ICP, estas empresas familiares europeias de café afirmam o seu apoio aos objetivos do EUDR, defendendo que as florestas devem ser protegidas nas regiões de produção de café, mas alertam que o cumprimento da EUDR representa um “grande desafio”.

“É prioritário aumentar a consciencialização sobre o tema nos países produtores, protegendo o ambiente e investindo na reflorestação. A situação dos pequenos produtores de café merece particular atenção, visto estes necessitarem de sistemas de fornecimento, de condições adequadas, de um período de transição apropriado e de recursos financeiros adicionais para cumprir a nova lei”, referem no comunicado.

Risco de exclusão do mercado europeu

As sete empresas familiares europeias do setor do café afirmam que os 12,5 milhões de pequenos produtores de café no mundo, que produzem até 80% do café mundial, dependem da volatilidade dos mercados e estão expostos a riscos climáticos crescentes, ao aumento dos preços de produção e a outros fatores económicos externos. A estes desafios, apresenta-se agora o do cumprimento da EUDR. “Muitos produtores não conseguirão responder a todos os requisitos necessários até ao final de 2024 pelo que, podem ser excluídos do mercado da União Europeia”, alertam.

“Embora a EUDR seja um passo importante para uma produção de café livre de desflorestação, deve também privilegiar os interesses dos pequenos produtores. Caso contrário, a EUDR arrisca-se a reduzir os rendimentos e as quotas de mercado dos pequenos produtores e a aumentar a sua vulnerabilidade à pobreza, impedindo a sua transição para uma agricultura mais sustentável. Para se adaptarem, é provável que os agricultores transfiram a comercialização dos seus produtos para países fora da União Europeia. Estes resultados não contribuem para a redução do risco de desflorestação”, acrescentam.

EUDR obriga a “ investimento inicial significativo”

De acordo com uma avaliação realizada ao grau de preparação no Uganda, uma das regiões do projeto da ICP, esta revelou que os produtores de café do país ainda não estão preparados para cumprir o EUDR. Atualmente, apenas cerca de 10% dos produtores de café do Uganda têm o seu café rastreado. “Para cumprir os requisitos do EUDR, os agricultores ugandeses terão de desenvolver um sistema de rastreabilidade eficaz, que provavelmente exigirá anos de planeamento, aperfeiçoamento e melhoria das competências, bem como um investimento inicial significativo. Além disso, a manutenção desse sistema exigirá recursos financeiros contínuos todos os anos”, sublinha a ICP no comunicado.

As empresas familiares europeias estão, nesse sentido, a sensibilizar para a necessidade de prorrogação do EUDR, integrando uma fase de transição. Defendem o apoio e a criação das estruturas e requisitos e a disponibilização de recursos financeiros para que as famílias de pequenos produtores de café desenvolvam a capacidade técnica e os conhecimentos necessários.

“Esta é a única forma de assegurar uma transição equilibrada das cadeias de abastecimento mais sustentáveis e de travar a desflorestação sem efeitos adversos”, afirmam, acrescentando que o processo de verificação do EUDR deve ser “suficientemente simples e acessível” para que possa ser cumprido pelos pequenos produtores de café. “É necessário tempo, capacidade técnica e recursos para que estes se consigam adaptar e cumprir com os novos requisitos”.

A International Coffee Partners é uma organização sem fins lucrativos formada pelas sete empresas familiares europeias de café e que tem como objectivo contribuir com know-how para estabelecer um setor cafeeiro sustentável em países estratégicos através da implementação de projetos de melhores práticas em comunidades de pequenos produtores de café. Desde 2001, a ICP já atingiu mais de 118 mil famílias de pequenos produtores em 13 países.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Conde de Vinhó lançou em Santarém três novos produtos biológicos: Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio.

Conde de Vinhó lançou em Santarém três novos produtos biológicos: Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio.

Alimentar

Conde de Vinhó apresenta três novos produtos biológicos

Conde de Vinhó lançou três novos produtos biológicos. Dois deles, a Queijeta e o Kefir, são os primeiros produtos bio produzidos em Portugal. Em breve chegará também o Queijo Serra da Estrela DOP em versão bio.

Hipersuper

No final do ano passado, a Queijaria da Caramuja viu o seu Queijo de Cabra Conde de Vinhó ser eleito o Melhor Queijo de Portugal, na categoria de Cura Prolongada. Agora apresentou, na Feira Nacional de Agricultura, três novos produtos biológicos. Dois deles, a Queijeta e o Kefir, são os primeiros produtos bio produzidos em Portugal.

Paulo Mota, que gere a Queijaria da Caramuja, reconhece que este período foi “uma época muita rica em termos de aprendizagens sobre a produção de queijo, mas também de procura e sempre com o objetivo principal de criar novos produtos”. Foi com isto em mente que surgiram a Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio, da marca Conde de Vinhó, todos eles produzidos em modo de produção biológica.

Os produtos estarão à venda, para já, na própria queijaria, que se situa perto de Gouveia, mas em breve chegarão também a outras superfícies comerciais, nomeadamente a algumas lojas gourmet.
Em breve chegará também o Queijo Serra da Estrela DOP em versão bio, avança a produtora.

A Queijaria da Caramuja está inserida num projeto de Turismo Rural, conta com um rebanho de 140 ovelhas da raça Serra da Estrela e cerca de 70 hectares, constituídos por pastagens permanentes e áreas de cultivo de forragens, olival e vinha, tudo em agricultura biológica.

“Recentemente lançámos também uns bombons de chocolate com recheio de queijo Serra da Estrela DOP e, além disso, na propriedade produzimos vinho e azeite, comercializados com a marca Caramuja ou Conde de Vinhó, ambos concebidos num modelo de produção biológica”, explica Paulo Mota, que pretende continuar a apostar em produtos diferenciadores e que seguem este modelo de produção.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Retalho

Continente com nova campanha de apoio à nossa seleção

“Ao patrocinarmos as Seleções Nacionais de Futebol, incluindo a participação da Seleção Masculina no Euro 2024, o Continente demonstra o seu compromisso com o desporto e fortalece a sua ligação emocional com os adeptos”, sublinha Filipa Appleton, head of brand & marketing do Continente.

Hipersuper

O Continente lançou uma nova campanha multimeios intitulada “Fome de Vencer”, que estará presente em televisão, rádio, exterior, digital e nas lojas da marca. A campanha foi desenvolvida pela agência Fuel e integra a nova plataforma de comunicação sob o mote “O Continente é de toda a gente”.

Juntando duas grandes paixões dos adeptos portugueses – o futebol e a comida – o filme publicitário da campanha combina o universo da alimentação com o entusiasmo pelo futebol, destacando a mobilização dos portugueses em torno destes momentos.

Além da campanha publicitária, o Continente introduziu o ‘Período de Descontos’, uma ação exclusiva para utilizadores da App Cartão Continente, que decorre até 14 de julho. Nesta iniciativa, os clientes que realizarem compras estão habilitados a ganhar até 1000€ em saldo no Cartão Continente, produtos da Seleção Nacional, e cupões de desconto válidos no Continente e em outras marcas parceiras do Cartão.

“Temos vindo a trabalhar em parceria com a Federação Portuguesa de Futebol com o objetivo de democratizar o acesso aos jogos da Seleção, tornando estes eventos desportivos mais acessíveis às famílias, materializando a promessa da marca Continente de que o futebol ‘É para toda a gente’. Ao patrocinarmos as Seleções Nacionais de Futebol, incluindo a participação da Seleção Masculina no Euro 2024, o Continente demonstra o seu compromisso com o desporto e fortalece a sua ligação emocional com os adeptos. É nesta ligação aos momentos especiais de convívio e de partilha impulsionados pelo futebol que a nossa marca especialista se junta à ‘Fome de Vencer’ para poder criar memórias que celebrem os momentos que unem Portugal, seja num estádio, ao ar livre ou mesmo em torno de uma mesa”, sublinha Filipa Appleton, head of brand & marketing do Continente, em comunicado.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Vinhos Código
Bebidas

No Rules Wines quer promover o melhor do Dão e elevar esta região vitivinícola “a um patamar superior”

A No Rules Wines junta trio do Dão: o enólogo Tiago Macena, o empresário António Sousa Martins e o consultor internacional de vinhos, Cláudio Martins.

Hipersuper

Há dois anos no mercado, a No Rules Wines, fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena, nasceu com vontade de se distinguir pela irreverência e autenticidade de fazer “vinhos tranquilos do Dão sem regras”, honrando a tradição do Dão, mas procurando “elevar esta região vitivinícola a um patamar superior”.
Este é o terroir base do projeto, que surge com o objetivo principal de “expressar uma enologia que mostre a origem das uvas”, através de um investimento inicial de 1 milhão de euros.
“Temos alguns vinhos menos usuais, tirando partido do potencial enológico da região e da nossa vontade de arriscar em alguns vinhos. A maior parte dos vinhos são DOC Dão, mas também temos vinhos Indicação Geográfica Protegida (IGP), nos quais nos é permitido o trabalho com outras técnicas e castas”, afirma Tiago Macena, em comunicado.Código foi a primeira marca de vinhos apresentado ao mercado, com quatro propostas, entre brancos e tintos, e que em poucos meses, viu esgotado o stock de cerca de 3 mil garrafas de cada referência. Em breve, uma sala de provas, à porta fechada, na adega que a empresa tem em Nelas vai permitir receber entusiastas por experiências vínicas fora da caixa, avança a No Rules Wines.
A aquisição de uma vinha no Douro também está nos planos do trio.

A No Rules Wines foi fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena.

Autenticidade, Sustentabilidade e Transparência são os pilares principais da empresa, que já marca presença em alguns mercados internacionais, concretamente em Angola e Reino Unido. Para António Sousa Martins, o objetivo é “continuar a explorar novos mercados” e posicionar a No Rules Wines, com sede em Oliveira do Hospital, entre as melhores do setor vinícola. “Desde a produção de vinhos mais requintados, em poucas quantidades e valores mais elevados, a vinhos ‘simples’ e ‘descomplicados’, a preços mais acessíveis e em maiores volumes, a empresa quer ‘promover o melhor do Dão’”, sublinha
Encruzado, Granius, Origem, Solstício, Bical e Uva Cão são os seis vinhos que fazem parte da marca Código.

Vinhos que “mercado está a absorver de forma extraordinária”

O Código Origem Branco, Solstício e o Granius 22, chegaram ao mercado no segundo semestre 2023 e rapidamente foram absorvidos pelos consumidores. Seguiu-se um monovarietal, o Encruzado 2022, no início de 2023.
Em maio, chegaram ao mercado as novas colheitas (Código Origem Tinto 22 e Origem Branco 23) que “vieram reforçar a oferta para uma procura que o mercado está a absorver de forma extraordinária”, afirma Cláudio Martins.
Para os colecionadores especiais, há uma edição limitada, de seis garrafas.
Em julho, do Código serão lançadas novas colheitas de Bical e Uva Cão e duas novas referências Infusão Subtil e Manifesto.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Distribuição

Auchan reforça compromisso com a proteção dos oceanos e junta-se à campanha da MSC

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta.” destaca Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

Hipersuper

A Auchan reforça a sua visão 2032 – Alimentar uma Vida Melhor e Preservar o Planeta – e junta-se à campanha da Marine Stewardship Council (MSC) que tem como mote ‘A Pesca Sustentável significa mais peixes’.

Com um compromisso assumido com a sustentabilidade, a Auchan assume, desde 2009,  uma política de comércio sustentável de pescado destacando-se dois compromissos da retalhista: a diminuição, suspensão ou cessação da comercialização das espécies que se identifiquem ameaçadas, tal como fez, em 2008, com todas as espécies de tubarão ameaçadas, tornando-se, assim, na primeira insígnia de distribuição internacional a implementar esta medida de resposta à situação de sobrevivência deste peixe emblemático; e, privilegiar a oferta de produtos provenientes de pesca sustentável ou com menor grau de risco para a biodiversidade. Exemplo disso são o Bacalhau Produção Controlada Auchan comercializado desde 2019 e a Pescada Congelada Auchan, ambos com uma certificação MSC, exemplifica a retalhista.

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta. Já temos uma oferta de produtos da nossa marca com certificação por parte de entidades com quem colaboramos na procura por alimentos que promovam uma vida melhor para os nossos clientes. A campanha da MSC, em defesa dos nossos oceanos e da pesca sustentável, está muito alinhada com os nossos objetivos e, por isso, fez todo sentido podermos juntar-nos a esta causa”, explica Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

“No MSC, valorizamos e apreciamos enormemente o apoio da Auchan Retail pela pesca sustentável e pelo trabalho que a nossa organização está a fazer em Portugal. Estamos convencidos de que, graças ao apoio de retalhistas como a Auchan Retail a iniciativas como o Dia Mundial dos Oceanos, avançamos para uma maior consciencialização da sustentabilidade do mar e dos seus produtos na sociedade em geral”, afirma Laura Rodríguez, diretora da MSC Portugal e Espanha.

Para assinalar e promover a preocupação com os oceanos, a MSC lançou uma campanha, que estará no ar até ao final de junho, e que pretende destacar o impacto positivo da pesca sustentável na preservação da vida marinha. Assim, na Auchan, existe uma seleção de produtos que têm o selo de certificação da MSC, que atestam a origem, confiança, credibilidade e manuseamento de peixes selvagens e outros produtos de mar.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Data Center

IA no trabalho aumentou 23% mas profissionais precisam de formação e acompanhamento

A utilização da IA no local de trabalho já subiu 23% desde o início deste ano, com quase metade dos profissionais de escritório inquiridos (47%) a dizerem-se entusiasmados com o uso da tecnologia no fluxo de trabalho diário.

Hipersuper

É o que indica o mais recente relatório mundial Slack Workforce Index, realizado pela Salesforce, CRM de Inteligência Artificial (IA). A utilização da IA no local de trabalho já subiu 23% desde o início deste ano, com quase metade dos profissionais de escritório inquiridos (47%) a dizerem-se entusiasmados com o uso da tecnologia no fluxo de trabalho diário.

O estudo agora apresentado revela ainda que, sem a formação e acompanhamento necessários, os colaboradores de empresas não serão capazes de capitalizar toda a eficiência que a IA permite. “Em vez de alocarem o tempo que poupam com o uso da IA em tarefas mais estratégicas e de valor acrescentando, os profissionais estão a gastar 37% mais tempo em tarefas de rotina e administrativas”, alerta a Salesforce.

O novo relatório demonstra que os profissionais planeiam dedicar o tempo livre que a tecnologia lhes deu, nas tarefas que deveriam estar a delegar na IA, relegando tarefas de valor acrescentado como a inovação, criatividade e desenvolvimento profissional para o fim da lista. “Mas o estudo demonstra também que aqueles que receberam a devida formação para uma utilização correta da IA, têm 19 vezes maior probabilidade de reportar ganhos de produtividade”, indica ainda a Salesforce.

Estas são algumas das principais conclusões do relatório:

– Trabalhadores de escritório sofrem com tarefas repetitivas e burnout: Os profissionais em causa estão a sentir desgaste e relatam passar grande parte dos seus dias em tarefas sem valor acrescentado. A maioria dos trabalhadores (64%) tem sintomas de burnout uma vez por mês, ou mais.

– Cerca de um terço dos trabalhadores afirmam estar regularmente stressados. 30% dos inquiridos não sentem atração pelo seu trabalho

– Os profissionais inquiridos passam um terço do seu dia em tarefas que “não são significativas para o seu trabalho”, como reuniões desnecessárias, e-mails de baixo valor e excesso de burocracia ou inserção de dados.

– Tarefas de alto valor, como inovação, criação e networking com colegas ficaram mais abaixo na lista.

– 93% dos trabalhadores de escritório a nível global não consideram os resultados da IA totalmente confiáveis para tarefas relacionadas com o trabalho.

– Apenas 15% dos trabalhadores concorda plenamente que têm a formação necessária para usar a IA de forma eficaz.

– As empresas devem capacitar os seus trabalhadores para a utilização da IA de forma eficaz: Para que os profissionais confiem e deleguem tarefas à IA, as empresas devem formar os seus trabalhadores para que consigam tirar dela o maior partido.

O inquérito incluiu 10.045 trabalhadores nos Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Japão e Reino Unido, e foi realizado entre 6 e 22 de março de 2024.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2023 Hipersuper. Todos os direitos reservados.