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APCC Summit marcado para outubro

A Associação Portuguesa de Centros Comerciais realiza no próximo dia 11 de outubro a APCC Summit, sob o lema “NextGen Retail Ecosystem”.

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A APCC – Associação Portuguesa de Centros Comerciais realiza no próximo dia 11 de outubro o seu congresso sob o lema “NextGen Retail Ecosystem”. Este será um momento essencial da agenda anual do ecossistema dos Centros Comerciais, onde se incluem investidores, proprietários, gestores, lojistas, fornecedores, entre outros.

O NextGen Retail Ecosystem,  que vai ter lugar no Lx Factory, apresenta-se como um congresso inovador, que irá explorar os futuros desafios e oportunidades que o setor do retalho organizado enfrenta, com foco na sustentabilidade, nas estratégias omnicanal, no phygital e na evolução dos hábitos e experiências dos consumidores.

Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, a APCC Summit pretende ser uma experiência transformadora que irá moldar o futuro do setor, pelo que reunirá líderes desta indústria, nacionais e internacionais, especialistas e keynote speakers de reputação mundial, como Daniela Braga, fundadora e CEO da Defined.ai, uma das startups com maior crescimento no sector da IA. Considerada uma das personalidades mais influentes no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA), e Howard Saunders, “Retail Futurist” que tem influenciado o retalho há mais de trinta anos  e que tem clientes como Johnson & Johnson, Hutchison Whampoa, Ikea, Magento, Oracle, Telstra e Westfield.

“Acreditamos que o futuro passa pela criação de experiências integradas e envolventes, tendo como foco as pessoas. O objetivo deste congresso é inspirar os líderes, os investidores, os retalhistas, e outras partes interessadas a transformar a forma como abordamos o setor para que, em conjunto, criemos um ecossistema mais sustentável, imersivo e inclusivo”, sublinha Carla Pinto, Diretora Executiva da APCC.

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Portugal produziu mais vinho e mais azeite em 2023

Portugal registou em 2022/2023 a maior produção de vinho desde 2001 e a segunda campanha oleícola mais produtiva de sempre.

O ano agrícola 2022/2023 em Portugal foi o mais quente desde que há registos sistemáticos, que começaram no ano agrícola 1931/1932. A produção de maçã foi igual à de 2022, a de pera e de cereja decresceram, enquanto a dos cereais para grão registou a piro campanha de sempre. Também diminuíram as produções de Kiwi, de castanha e de citrinos, excetuando-se a de limão. Em contrapartida, cresceram a produção de arroz, de vinho – que aumentou em quase todas as regiões, e de azeite.

Estes são alguns dos dados das Estatísticas Agrícolas 2023, que o Instituto Nacional de Estatística revelou nesta terça-feira.

Ainda em relação ao tempo, os dados do INE sublinham que dos nove anos agrícolas que registaram temperaturas médias superiores a 16°C, cinco aconteceram na última década. “O ano agrícola registou uma precipitação total de 947,8mm (superior em 103,5mm à normal 1981-2010), classificando-se como chuvoso. No entanto, a primavera de 2023 foi a segunda mais seca desde 1931 (atrás da primavera de 2009, com 96,3mm) e a mais quente deste século”, revela o documento.

A boa notícia foi que a precipitação acumulada no outono/inverno possibilitou alguma recuperação dos níveis de armazenamento das albufeiras e regadios privados, permitindo que a campanha de regadio decorresse com normalidade.

Os recordes no vinho e no azeite…

O INE confirmou que, no ano passado, a produção de vinho aumentou em quase todas as regiões, atingindo os 7,4 milhões de hectolitros: foi o valor mais elevado desde 2001. Outro número positivo chegou da produção de azeite, que ultrapassou os 1,75 milhões de hectolitros (160,8 mil toneladas). Foi a segunda campanha oleícola mais produtiva de sempre, mas o elevado teor de humidade das azeitonas “dificultou a extração de azeite, o que resultou numa funda menor”, indica o relatório.

Os dados divulgados esta terça-feira referem ainda qie apesar de dificuldades pontuais de escoamento e armazenamento do milho para grão, devido à concentração das colheitas antes das chuvas, houve um aumento de produção de 7%, face a 2022.

A produção de arroz subiu 15% devido aos aumentos de área e, principalmente, de produtividade, e de tomate ascendeu a 1,69 milhões de toneladas (+19%), posicionando esta campanha como a segunda mais produtiva. A área de tomate para a indústria foi de 17,2 mil hectares (+13%) do que em 2022.

O relatório sobre o ano agrícola 2022/202 revela também que em 2023, a superfície ardida em Portugal correspondeu a 34,5 mil hectares no Continente e 5,2 mil hectares na Região Autónoma da Madeira, o que posiciona 2023 como o terceiro ano menos severo da última década.

… e as quebras na produção

As temperaturas altas influenciaram a campanha dos cereais para grão de outono/inverno 2022/23, muito marcada pela seca severa da primavera. Como resultado, foi a pior de sempre para todas as espécies cerealíferas, resultado dos decréscimos de áreas, exceto cevada, e de produtividades.

Cereais

Pelo segundo ano consecutivo a produção de pera diminuiu (-11%, face a 2022), tendo sido mesmo “a pior campanha desde 2012 devido às condições meteorológicas adversas”, revela o INE, acrescentando que “a intensificação do fogo bacteriano tem exercido uma pressão acrescida sobre o setor”, e tem obrigado ao arranque e abandono de muitos pomares nas zonas afetadas.

Também diminuiu a produção de cereja, que em 2023 foi de 11,8 mil toneladas, o que corresponde a menos de metade da alcançada em 2022. Mais uma vez, fruto das condições meteorológicas adversas, que afetaram os pomares e condicionaram todo o ciclo, desde a diferenciação floral, floração e vingamento do fruto até à maturação.

A produção de kiwi decresceu 8%, “mas a qualidade dos frutos foi muito boa”, evidenciando calibres regulares, com reflexo positivo nos preços. E á exceção do limão, os citrinos também tiveram uma redução significativa das produções, explicada pela boa produção do ano anterior e pela seca severa, nomeadamente no Algarve, onde houve restrições na utilização de água para rega. “Nas variedades de laranja tardias o decréscimo foi da ordem dos 50%, contribuindo decisivamente para a diminuição global de 26%”, indica o anuário agrícola do INE.

E pelo terceiro ano consecutivo, a produção de castanha foi condicionada por problemas fitossanitários, agravados pelas secas, com impacto na qualidade e quantidade da produção global colhida, que foi inferior em 1/3 em relação à média do último quinquénio.

Já a produção de maçã foi semelhante à de 2022, embora na região do Oeste tenha registado um decréscimo de 15%, compensada em parte pela produção em Trás-os-Montes, que aumentou cerca de 8%, tendo parte da produção sido desviada para a indústria.

Menos produção animal, mais leite

A produção total de carne situou-se nas 904 mil toneladas, um decréscimo de 1,1%, quando comparada com 2022.


A produção de carne de reses (468 mil toneladas, incluindo a carne de bovinos, suínos, ovinos, caprinos e equídeos) teve uma descida de 4,3%, enquanto a produção de carne de animais de capoeira (inclui galináceos, perus e patos) cresceu 2,7%, tendo atingido as 421 mil toneladas.

A produção bruta de ovos de galinha totalizou 152 mil toneladas, um aumento de 1,8%, com o volume de ovos para consumo (131 mil toneladas) a crescer 1,6% e o de ovos para incubação (22,0 mil toneladas) a aumentar 3,2%, face a 2022.

A produção total de leite contabilizou 1.996 milhões de litros, correspondente a um aumento de 1,4% relativamente a 2022, com o volume de leite de vaca (1 901 milhões de litros) a aumentar 1,6% e os leites de ovelha e cabra com decréscimos de 2,6% e 4,9%, respetivamente.

“A produção da indústria de lacticínios nacional em 2023 resultou num maior volume total de produtos lácteos, evolução que ficou a dever-se ao acréscimo ocorrido nos produtos frescos (leite para consumo superior em 2,5%), já que o total de produtos transformados teve uma ligeira redução, com a produção de queijo a diminuir 4,8%, enquanto a manteiga e o leite em pó aumentaram 14,9% e 18,0%, respetivamente”, lê-se no relatório.

Indústrias alimentares: 17 mil milhões de euros em vendas

O anuário agrícola do INE confirma as indústrias alimentares como a principal atividade da produção industrial nacional, com 16,5% do total das vendas em 2023 (14,7% em 2022), ano em que 77,4% do valor das vendas das indústrias alimentares teve como destino o mercado nacional (-0,2 p.p. face a 2022) e 16,9% a União Europeia (+0,1 p.p. face a 2022).

O valor das vendas das indústrias alimentares em 2023 fixou-se nos 17 mil milhões de euros, mais 1,3 mil milhões de euros face a 2022. A atividade de ‘abate de animais, preparação e conservação de carne e de produtos à base de carne’ foi a mais valorizada das indústrias alimentares com 20,0% do total do valor de vendas (19,2% em 2022).

Já a indústria das bebidas faturou 3,7 mil milhões de euros em 2023, mais 166 milhões de euros que em 2022, tendo a ‘indústria do vinho’ contribuído com 49,5% do total do valor das vendas (51,9% em 2022).

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Bebidas

Costa Boal aposta no enoturismo com aquisição da Quinta de Arufe em Favaios

Projeto envolve a compra de quinta com 5 hectares de vinha, para a construção de um hotel 4 estrelas, com adega e restaurante. Investimento ultrapassa os 3 milhões de euros

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A Costa Boal Family Estates prepara-se para entrar no mercado do enoturismo, com a aquisição da Quinta de Arufe, em Favaios, Alijó, com cerca de 5 hectares de vinha, para a implementação de um projeto, que inclui a construção de uma unidade turística de nicho.

O investimento envolve, além da produção de vinho, a recuperação de um edifício datado de 1920, que se encontra em avançado estado de degradação, onde será instalado o hotel de 4 estrelas, com 16 quartos (que terão nomes de castas), e incluirá uma sala de provas, uma horta biológica e um restaurante panorâmico, com assinatura de chef. O espaço fica junto à Estrada Nacional 322 e irá promover “a ruralidade e a cultura” desta freguesia do Douro.

A arrancar ainda este ano, o projeto está orçado em mais de três milhões de euros e está previsto que nos inícios de 2026 as portas se abram para receber os primeiros hóspedes.

Com este projeto, assente na sustentabilidade, a Costa Boal pretende “promover o contacto direto com a natureza e o Douro, num ambiente familiar e intimista, onde reinem a calma e a tranquilidade, mantendo a aposta em produção de vinhos únicos”. O objetivo é ter uma oferta capaz de despertar o interesse do mercado nacional e internacional, com foco no Brasil, França e Reino Unido.

“Neste local, os hóspedes terão oportunidade de conhecer as várias atividades agrícolas da região, como as vindimas e o pisar das uvas nos lagares, e envolverem-se nas mesmas, absorvendo, desta forma, toda a cultura de uma das mais notáveis regiões portuguesas”, adianta António Boal, responsável pela Costa Boal Family Estates. A oferta vai estender-se a atividades e programas de animação turística, como provas e harmonização de vinhos, visitas guiadas ao Museu do Pão e Vinhos de Favaios, passeios de barco privados, trilhos pedestres e cycling.

“Queremos potenciar ao máximo o rendimento da exploração da propriedade, aproveitando as características naturais e a sua localização privilegiada, junto à Estrada Nacional 322-3, complementando-a com uma forte componente turística de excelência”, acrescenta o produtor.

 

 

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Navigator

(imagem de arquivo)

Não Alimentar

Resultado líquido da Navigator cresce 16% impulsionado pelo negócio de UWF, Tissue e Packaging

A Navigator regista resultados históricos, com o 2º melhor primeiro semestre de sempre da sua história.

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A The Navigator Company encerrou o primeiro semestre de 2024 com um resultado líquido de 159 milhões de euros, um crescimento de 16% face ao período homólogo do ano passado. Nos primeiros seis meses do ano em curso, o EBITDA registou um crescimento de 18%, atingindo os € 299 milhões, situando a margem EBITDA em 28%, beneficiando da redução dos custos variáveis em todos os segmentos de pasta e papel e também dos custos fixos.

“Registe-se que no segundo trimestre de 2024, o EBITDA atingiu € 165 milhões, um crescimento homólogo de 35%, refletido numa margem EBITDA de 31,2%, colocando também estes resultados na 2ª posição dos melhores segundos trimestres de sempre da Navigator” refere em comunicado.

O volume de negócios alcançou os € 1.066 milhões, um crescimento de 9% face ao mesmo período do ano passado.

As vendas de papel de impressão e embalagem totalizaram 673 mil toneladas, o que representa um crescimento homólogo de 26%, avança. Já o volume de vendas do negócio de tissue atingiu as 94 mil toneladas, um aumento homólogo de 54% enquanto o volume de vendas do segmento de packaging da Navigator registou uma subida de 90%, também face ao 1º semestre de 2023.

Maior dinâmica na procura de papeis de impressão e escrita

Ao longo do 1º semestre de 2024 assistimos a uma evolução positiva da procura, essencialmente impulsionada pela regularização de stocks na cadeia de distribuição, especialmente na Europa.

A procura aparente global apresentou um crescimento no 1º semestre de +1,3% em todos os segmentos, com a procura por papel UWF mais forte com uma evolução de +1,6% e os papéis CWF registaram um crescimento de 0,6%, enquanto os papéis com fibra obtida por via mecânica apresentaram um aumento de 1%.

Na Europa, a procura aparente de papel UWF apresentou um crescimento de 14,8% durante o semestre, com o segmento das folhas para a indústria gráfica a apresentar o maior crescimento de 20,6%, seguido do papel de escritório (+14,8%) e das bobines para impressão industrial (+10,1%). A Navigator registou este semestre crescimentos superiores a estes pelo que teve um aumento de quota de mercado na Europa face ao período homólogo.

Por seu lado, na China registou-se um forte crescimento de 7,1%, bem acima da tendência verificada nos últimos 5 anos (CAGR 2,9% 2019-2023).

A Navigator reporta que as vendas de papel de impressão e de embalagem totalizaram 673 mil toneladas no semestre, o que representa um crescimento homólogo de 26%. De destacar a robustez do modelo de negócio assente em diferenciação, produtos premium e marcas próprias fortes nos diferentes mercados onde a Empresa opera, salienta.

As marcas de fábrica no papel de impressão representaram perto de 77% das vendas no semestre (vs. média de 67% registada no período 2012-2023), realçando a resiliência da estratégia da Empresa. A quota de produtos premium, mantém-se elevada face ao ano de 2023, 59% (vs. média de 53% registada no período 2012-2023). Por seu lado, as vendas de papel de embalagem assentam numa operação comercial 100% alicerçada em marca própria – gKraft. “Em contextos de mercado mais difíceis, as marcas próprias e os segmentos de maior valor acrescentado oferecem uma proteção adicional aos resultados da Navigator”, sublinha.

 

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Lidl volta a apoiar a Liga de Bombeiros Portugueses

Até dia 31 de julho, a loja da insígnia que, por distrito, tiver uma maior adesão à fatura eletrónica entregará 2.500 euros a uma Corporação de Bombeiros.

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O Lidl volta a reconhecer a importância crucial do trabalho dos bombeiros, com o lançamento de uma nova campanha na app Lidl Plus, que tem o duplo objetivo de sensibilizar os clientes para a redução do uso de papel, contribuindo para a preservação do meio ambiente, e de apoiar a Liga de Bombeiros Portugueses.

Até 31 de julho, a loja Lidl de cada um dos 18 distritos de Portugal que tiver o maior número de novos clientes a aderirem às faturas eletrónicas, através da app Lidl Plus, irá entregar 2500€ a uma Corporação de Bombeiros. No total serão entregues 45.000€, de norte a sul do país, aos soldados da paz.

No ano passado, por ocasião do 2º aniversário da app Lidl Plus, foram doados 36.000€ a 18 corporações de bombeiros, uma por distrito, possibilitando-lhes um apoio significativo durante a pré-época de incêndios. A parceria do Lidl com a Liga dos Bombeiros Portugueses data de 2016 e apoia as corporações nacionais no combate aos fogos ao fazer chegar, através das suas lojas e entrepostos de todo o país, cabazes com bens alimentares para ajudarem quem, na linha da frente, combate as chamas. No total o Lidl já doou mais de 165.000 alimentos aos Bombeiros Portugueses.

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Exportação

Grupo Garland cria nova empresa para acelerar processos alfandegários

O Grupo Garland criou a Garland Customs Solutions. A nova empresa do grupo surge com um capital social de 100 mil euros.

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O Grupo Garland ciente de que os processos alfandegários costumam ser um dos maiores desafios para quem importa e exporta dentro e fora do território aduaneiro, com mercadorias retidas, documentação extra ou cobrança de taxas desconhecidas, criou a Garland Customs Solutions, que surge com um capital social de 100 mil euros.

Esta nova empresa surge com o objetivo de tratar o processo alfandegário de empresas e pessoas singulares em seu nome, assim como prestar consultoria aos clientes, com esclarecimentos de dúvidas sobre classificação aduaneira, origem das mercadorias, regimes, cálculos de imposições, entre outras.

A Garland Customs Solutions avança em comunicado que formou um despachante oficial e investiu ainda em todo o software inerente à atividade, dispondo também de um armazém alfandegado, que permite assim englobar um serviço de transporte de mercadorias com todos os processos relacionados com o cliente, sem que este tenha de tratar com mais nenhuma empresa.

Esta empresa também facilitará a interligação entre as empresas do Grupo existentes, sendo que a que mais beneficiará será a Garland Transport Solutions.

“A criação de uma nova empresa, representa sempre uma nova aposta, neste caso num novo mercado. Em relação ao Grupo Garland, esta empresa para além de ter um crescimento próprio, externalizado, irá responder também às necessidades internas, já existentes”, explica Giles Dawson, administrador do Grupo Garland e CEO da Garland Transport Solutions. “Este ano será de crescimento controlado, onde prevemos não suprimir, ainda, as necessidades internas do Grupo a 100%”, acrescenta.

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O Boticário Lab
Retalho

Grupo Boticário reforça presença em Portugal com o primeiro Boticário LAB fora do Brasil

O Grupo Boticário reforça a sua presença em Portugal e reafirma o seu compromisso com a sustentabilidade ao abrir a primeira loja O Boticário LAB fora do Brasil no CascaiShopping.

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Concebida para evidenciar ainda mais a sustentabilidade, a  nova loja reflete os fortes compromissos de ESG do Grupo Boticário, trazendo a inovação e o respeito pelo meio ambiente para o território português.

Com um investimento de cerca de 200 mil euros, valor significativamente superior aos 90 mil euros normalmente investidos numa loja O Boticário, a nova loja tem 59m²  e apresenta uma comunicação visual centrada na sustentabilidade, evidenciando a história da empresa e suas iniciativas ecológicas.

“Trazer o conceito do Boticário LAB para Portugal, com uma abordagem orientada para a sustentabilidade, é um sonho tornado realidade. Estamos entusiasmados em ver esta visão concretizada na abertura da primeira loja O Boticário LAB no país. As nossas preocupações ambientais são de longa data e quem conhece o Grupo Boticário sabe da nossa dedicação ao planeta. Queremos que as nossas lojas reflitam, cada vez mais, essa mesma dedicação, mostrando que os nossos compromissos de sustentabilidade vão além dos produtos, estendendo-se também para o design e operação das lojas”, diz Rossana Gama, country manager do Grupo Boticário em Portugal.

 O espaço foi projetado com materiais ecológicos como o ecocero, derivado de plásticos PET, e o polygood, feito de plásticos reciclados. A decoração floral é composta por plantas reais e de fácil manutenção, enquanto a fachada foi construída a partir de 280 garrafas recicladas, e as prateleiras são feitas de polygood. As paredes foram pintadas com tintas à base de água, e a escultura da pia foi criada com materiais 100% recicláveis.

Todos os produtos vendidos na loja têm certificação FSC ou GOTS, assim como as embalagens, papéis, caixas e sacos de pano. A loja também conta com telas digitais e um espaço dedicado ao “Boti Recicla”, o maior programa de reciclagem do Brasil. Além disso, O Boticário LAB oferece uma área para exposição de produtos em formato de refil, permitindo que os consumidores adquiram os seus produtos favoritos de forma mais ecológica.

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Alimentar

Azeite aumenta 51% num ano

O cabaz alimentar de 63 bens essenciais monitorizado pela Deco PROteste custa 228,06 euros, tendo descido 5 cêntimos face à semana passada. Segundo a mesma análise, o Azeite Virgem Extra teve um aumento de 51% face a 2023. O produto com maior variação desde o início do ano é a maçã gala, com uma subida de 22%.

O cabaz alimentar de 63 bens essenciais monitorizado pela Deco PROteste custa 228,06 euros, tendo descido 5 cêntimos face à semana passada. Há um ano, a 19 de julho de 2023, para comprar o mesmo cabaz, o consumidor gastava menos 11,20 euros (menos 5,16 por cento).

Entre 10 de julho e 17 de julho, os produtos com maior variação de preço quando comparados com a semana anterior foram: cereais fibra +22%, salsichas frankfurt +12%,azeite virgem extra +10%, fiambre perna extra fatiado embalado +10%, porco febras +10%, queijo curado fatiado embalado +8%, queijo flamengo fatiado embalado +7%, carapau +7%, pão de forma sem côdea +6% e o grão cozido +6%.

O azeite custa mais 51% do que há um ano e mais 108% face ao início do conflito na Ucrânia, que influenciou bastante os preços. Quando comparado com a semana anterior (10 a 17 de julho), o preço do azeite aumentou 10%.

Produtos que mais aumentaram entre 19 de julho de 2023 e 19 de julho de 2024
1º Azeite Virgem Extra +3,27€
2º Pescada fresca +3,16€
3º Atum posta em azeite +0,40€
4º Novilho carne +1,56€
5º Ervilhas ultracongeladas +0,49€
6º Alho Seco +0,42€
7º Bacalhau Graúdo +1,49 €
8º Laranja +0,17€
9º Peixe-espada-preto+0,83€
10º Arroz agulha +0,16€

O cabaz avaliado pelo Deco PROteste inclui: Lombo de porco, Frango inteiro, Febras de porco, Costeletas de porco, Bife de peru, Carne de novilho para cozer, Perna de peru, Bacalhau graúdo, Dourada, Salmão, Pescada fresca, Carapau, Peixe-espada-preto, Robalo, Perca, Douradinhos de peixe, Ervilhas ultracongeladas, Medalhões de pescada, Laranja, Maçã gala, Maçã golden, Banana, Tomate, Couve-flor, Alface, Brócolos, Cenoura, Batata-vermelha, Curgete, Alho, Cebola, Couve-coração, Queijo curado fatiado embalado, Queijo flamengo fatiado embalado, Leite UHT meio-gordo, Manteiga com sal, Iogurte de aroma (pack de oito), Iogurte líquido de morango (pack de quatro), Ovos, Grão cozido, Feijão cozido, Óleo alimentar 100% vegetal, Azeite virgem extra, Sal grosso, Arroz carolino, Arroz agulha, Salsichas Frankfurt, Atum posta em azeite, Atum posta em óleo, Açúcar branco, Massa espirais, Esparguete, Polpa de tomate, Farinha para bolos, Cereais de trigo, arroz e aveia integrais, Flocos de cereais de mel, Cereais, Carcaça tradicional, Peito de peru fatiado, Fiambre da perna fatiado, Bolacha maria, Pão de forma sem côdea, Café torrado moído

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

Retalho

Prime Day 2024 com vendas recorde em valor e em artigos

O Prime Day 2024 foi o maior evento de compras Prime Day de sempre avança a Amazon, com vendas recorde em valor e em artigos do que qualquer evento anterior do Prime Day.

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Este ano foi maior o número de membros Prime a fazerem compras em comparação com o Prime Day 2023 sendo que também se registou um número recorde de clientes que se inscreveram no Prime nas três semanas. Os vendedores independentes, a maioria dos quais são pequenas e médias empresas, venderam mais de 200 milhões de artigos durante o evento Prime Day, acrescenta a retalhista.

Entre os produtos mais vendidos em Portugal durante estão: pastilhas para a máquina de lavar loiça da Finish, recargas para escova de dentes elétrica Oral-B, airfryer Cecotec 6Lt, toalhitas e fraldas Dodot, cápsulas máquina de lavar roupa Ariel, câmara de vigilância TP-Link, recargas para máquina de barbear Philips One Blade, dispositivo para o tratamento de mordidas e picadas de insetos e desodorizante Perspirex.

“O Prime Day 2024 foi um enorme sucesso graças aos milhões de membros Prime em todo o mundo que recorreram à Amazon para aproveitar ofertas fantásticas, e aos nossos muito estimados colaboradores, parceiros de entrega e vendedores em todo o mundo que ajudaram a concretizar o evento para os clientes,” sublinha Doug Herrington, CEO das Lojas Amazon a nível global.

“Adoramos ajudar os membros Prime a poupar dinheiro, e o Prime Day é a celebração máxima das poupanças, da seleção e da conveniência que a adesão ao Prime oferece aos clientes que procuram compras, entretenimento, entrega de alimentos e muito mais.”, acrescenta.

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O Pingo Doce entregou cabazes com bens essenciais à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Azambuja, para ajudar quem está no terreno na época mais critica de risco de incêndio.

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Pingo Doce entregou cabazes com bens essenciais aos Bombeiros Voluntários de Azambuja

Ao todo, o Pingo Doce vai entregar mais de 1.800 cabazes a corporações de bombeiros de todos o país. Os cabazes entregues são constituídos por barras de cereais, águas e bolsas de fruta, assim como cremes hidratantes.

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O Pingo Doce entregou cabazes com bens essenciais à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Azambuja, para ajudar quem está no terreno na época mais critica de risco de incêndio. Ao todo, o Pingo Doce vai entregar mais de 1.800 cabazes a corporações de bombeiros de todos o país.

Esta ação de solidariedade pretende ser uma ajuda mais direta aos quartéis de bombeiros, através do donativo de artigos alimentares que possam apoiar os operacionais.

“Com a doação destes cabazes o Pingo Doce vem reforçar o apoio a todos os heróis que, por todo o país, ajudam a evitar a propagação dos fogos e a salvar vidas, todos os anos. Sabemos que perante uma emergência o tempo é escasso, por isso quisemos entregar já estes cabazes, que estão prontos a utilizar em caso de necessidades nestas corporações.” sublinha Filipa Pimentel, diretora de desenvolvimento sustentável e impacto local do Pingo Doce.

 

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ESG

Greenvolt chega ao Alentejo em parceria com o Grupo Nabeiro-Delta Cafés

Numa parceria firmada com o Grupo Nabeiro-Delta Cafés, a Greenvolt vai criar em Elvas, a ‘Comunidade de Energia Galeria Alentejo’.

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A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt, em parceria com o Grupo Nabeiro-Delta Cafés, vai inaugurar a primeira comunidade da Greenvolt no Alentejo, em Elvas. “A energia obtida a partir da irradiação solar produzida nas Galerias Alentejo vai passar a partilhar o excedente de energia limpa gerada com outros consumidores locais”, informam os parceiros num comunicado.

A instalação de 162 painéis solares fotovoltaicos vai permitir gerar mais de 130 MWh anualmente, com 75% desta energia a ser partilhada com os restantes espaços comerciais. A aposta do Grupo Nabeiro-Delta Cafés permitirá ainda reduzir emissões de CO2 em mais de 35 toneladas.

Este espaço comercial, localizado na Avenida de Badajoz, pertencente ao Grupo Nabeiro-Delta Cafés, está já equipado com 162 painéis solares fotovoltaicos com uma capacidade instalada de 88 KWp, o que vai gerar 137 MWh anualmente, sendo que apenas uma parte dessa energia é utilizada pelas Galerias.

A energia para autoconsumo representa apenas 32 MWh e o seu excedente energético será agora partilhado. A ‘Comunidade de Energia das Galerias Alentejo’ passará a contar com cerca de 100 MWh anuais que poderão ser consumidos por outras entidades que se juntem a esta comunidade, nomeadamente as restantes lojas presentes neste espaço, entre elas a Pepco, a Olívia Cake Boutique e o Coffee Time.

“Quero agradecer ao Grupo Nabeiro-Delta Cafés, por se juntar a nós na expansão da Greenvolt Comunidades no país. Chegámos, com esta parceria, ao Alentejo, uma região em que é óbvia a geração de energia a partir dessa fonte inesgotável que é o sol”, refere João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt.

“A sustentabilidade está no nosso ADN e trabalhamos continuamente para a conciliação entre o modelo de crescimento económico e o modelo de sustentabilidade de todas as nossas empresas”, refere, por sua vez, o CEO do Grupo Nabeiro-Delta Cafés, Rui Miguel Nabeiro.

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