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Economia

Introdução ao consumo de bebidas espirituosas diminui cerca de 8,6%

Esta é uma das conclusões de um relatório conjunto da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) e da EY Portugal, com a prestação de contas relativa à execução orçamental do imposto especial sobre o consumo IABA, a que o Hipersuper teve acesso e será apresentado esta segunda-feira.

Ana Rita Almeida
Economia

Introdução ao consumo de bebidas espirituosas diminui cerca de 8,6%

Esta é uma das conclusões de um relatório conjunto da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) e da EY Portugal, com a prestação de contas relativa à execução orçamental do imposto especial sobre o consumo IABA, a que o Hipersuper teve acesso e será apresentado esta segunda-feira.

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Ana Rita Almeida
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Os operadores portugueses de bebidas espirituosas diminuíram em quase 8,6% o valor das introduções ao consumo em Portugal Continental no 1º trimestre de 2023 em comparação com o período homólogo de 2022. Este valor levou a um decréscimo da receita fiscal na ordem dos 900 mil euros.

Este é um dos indicadores em destaque no relatório conjunto da Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE) e da EY Portugal, com a prestação de contas relativa à execução orçamental do imposto especial sobre o consumo IABA (imposto sobre o álcool, as bebidas alcoólicas e as bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes), e que  será apresentado na conferência subordinada ao tema “O paradigma do setor das bebidas espirituosas – A fiscalidade do setor no contexto de recuperação pós-pandemia, inflação e disrupção das cadeias de abastecimento”, que se realiza esta manhã  no ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa.

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Segundo o estudo da ANEBE e da EY Portugal, a “diminuição de quase 10% da introdução ao consumo de bebidas espirituosas em Portugal Continental no 1º trimestre de 2023 estará relacionada, por um lado, com uma antecipação dos produtores à entrada em vigor no inicio do ano ao aumento de 4% do IABA (que já havia aumentado 1% a meio do ano de 2022), e, por outro, à quebra da procura e das vendas, tanto pelo lado do aumento dos preços devido à indexação natural do aumento da taxa no PVP dos produtos, como pelo impacto da inflação no poder de compra dos consumidores”.

O setor das bebidas espirituosas, que representa 11% do consumo de bebidas alcoólicas em Portugal, contribuiu no anos passado com 50% do total do imposto IABA arrecadado no nosso país, garantindo ao Estado 156,7 milhões de euros (mais cerca de 45,6 milhões de euros do que em 2021), “o que revela uma grande dinâmica económica do setor”, referem estas duas entidades.

O documento demonstra ainda que o congelamento do IABA, que vigorou em Portugal entre 2019 e os primeiros seis meses de 2022, permitiu ao Estado, sem o aumento da taxa do imposto, garantir receita fiscal. Do lado dos produtores, possibilitou estabilidade fiscal para investimento em recursos humanos, marketing, inovação e potenciação dos seus negócios para os mercados externos. “Uma política fiscal com claras consequências positivas para a economia” pode ler-se também.

O estudo avança que é crucial efetuar o devido “acompanhamento da arrecadação de receita deste imposto, bem como determinar a sua execução concreta face ao valor orçamentado, considerando que uma tax policy eficiente pode gerar uma maior receita e garantir a sustentabilidade do setor, sobretudo dos pequenos operadores da indústria das bebidas espirituosas”.

“Afigura-se, assim, fundamental voltar à política de congelamento da taxa observado desde 2019, por forma a que o Governo não contribua, de forma direta ou indireta, em primeiro lugar, para o incremento do fenómeno inflacionista. E, segundo lugar, aproveitando a dinâmica da nossa economia ancorada no turismo, o Estado sem cair na tentação política do aumento de imposto, continuar a arrecadar acompanhando este movimento positivo da economia. E, por fim, permitir às nossas empresas investir mais, criar mais postos de trabalho, aumentar o seu investimento em marketing, em marketplaces, em acompanhar as novas tendências do mercado, em inovação, e sobretudo, com a estabilidade fiscal, promover as suas marcas nos mercados externos”, sublinha João Vargas, Secretário-Geral da ANEBE.

“Este Shadow Forecast vem demonstrar a importância de uma política fiscal adequada à realidade do setor, nomeadamente a estimativa de podermos ter já ultrapassado o ótimo potencial atual ao nível da tributação para a categoria das bebidas espirituosas, atentas as condições de mercado e dimensão dos operadores no contexto da realidade portuguesa, uma pequena economia aberta ao exterior. A existência de um clima de estabilidade fiscal em matéria de tributação especial sobre o consumo, através da adoção de uma cláusula de stand-still por um período específico de tempo, pode ser vista como uma abordagem efetiva de relançamento económico no setor, incentivando-se assim as decisões de investimento e criação de emprego pelos produtores de bebidas espirituosas”, destaca Amílcar Nunes, Tax Partner EY.

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Esporão lança a primeira edição do monovarietal Cobrançosa

O Esporão investe na produção de azeites monovarietais de excelência desde 1999, introduzindo no mercado português as variedades Galega e Cordovil. “O lançamento do Cobrançosa reforça o compromisso com a herança agrícola portuguesa, destacando uma das variedades de azeitona mais emblemáticas”, destaca.

O Esporão está a apresentar a primeira edição do azeite Esporão Virgem Extra Cobrançosa. Esta é a terceira referência monovarietal que a empresa lança para “preservar e promover as variedades de azeitona nacionais e autóctones”.

O novo Esporão Cobrançosa é produzido a partir da variedade de azeitona Cobrançosa, nativa de Trás-os-Montes, especialmente bem-adaptada ao território do Alentejo. Resulta num azeite “complexo e harmonioso, com notas herbáceas distintas, é o resultado de uma meticulosa seleção de terroirs que destacam as características distintas da variedade Cobrançosa, oferecendo notas herbáceas e uma experiência sensorial única”, apresenta o Esporão.

A marca investe na produção de azeites monovarietais de excelência desde 1999, introduzindo no mercado português as variedades Galega e Cordovil. “O lançamento do Cobrançosa reforça o compromisso com a herança agrícola portuguesa, destacando uma das variedades de azeitona mais emblemáticas”, destaca.

Ana Carrilho, oleóloga do Esporão, afirma que “cada garrafa deste azeite representa o nosso respeito pela tradição e património agrícolas, bem como a busca incessante pela excelência”.

O Esporão Cobrançosa foi galardoado no Concurso de Azeite da Feira Nacional de Olivicultura em Valpaços com o Prémio POP – Património Oleícola Português.

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Os Mosqueteiros

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Lojas do Grupo os Mosqueteiros distinguidas com o selo PME Líder

“Este selo é um testemunho do nosso trabalho ao longo dos anos e do compromisso de cada empresário na região onde está sedeada a sua loja. Diariamente trabalhamos para que as empresas sejam sustentáveis e dinamizem o tecido económico e social, através da criação de emprego, do apoio à produção nacional e a instituições locais,” sublinha Rita Ferreira, responsável pela comunicação institucional do Grupo os Mosqueteiros.

O selo PME Líder foi atribuído a mais de uma centena de lojas do Grupo os Mosqueteiros, um reconhecimento da IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação) às Pequenas e Médias Empresas (PME).

As lojas agora distinguidas com o selo PME Líder destacaram-se pela sua robustez financeira, estratégias de crescimento sólidas e pela capacidade de responder eficazmente às exigências do mercado. É um prémio atribuído em parceria com o Turismo de Portugal (no caso das empresas de turismo), um conjunto de bancos parceiros e com o Grupo Banco Português de Fomento, tendo por base as melhores notações de rating e indicadores económico-financeiros.

“Este selo é um testemunho do nosso trabalho ao longo dos anos e do compromisso de cada empresário na região onde está sedeada a sua loja. Diariamente trabalhamos para que as empresas sejam sustentáveis e dinamizem o tecido económico e social, através da criação de emprego, do apoio à produção nacional e a instituições locais,” afirmou Rita Ferreira, responsável pela comunicação institucional do Grupo os Mosqueteiros.

O selo PME Líder é atribuído a empresas que se distinguem pelo seu desempenho económico, pela qualidade de gestão e pela capacidade de inovação.

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Continente Co-Lab já testou cerca de 1.300 produtos com clientes

Um ano após a sua inauguração, o ‘Continente Co-Lab: Laboratório de Inovação com o Cliente’ conta com cerca de 10 mil provadores inscritos na plataforma e já recebeu mais de mil clientes no espaço.

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Um ano após a sua inauguração, o ‘Continente Co-Lab: Laboratório de Inovação com o Cliente’ conta com cerca de 10 mil provadores inscritos na plataforma e já recebeu mais de mil clientes no espaço.

Criado para a pesquisa e desenvolvimento dos produtos de marca própria, através da realização de provas, formações com especialistas e estudos de mercado, até ao momento, no Continente Co-Lab já foram testados cerca de 1.300 produtos com clientes, em mais de 2.000 provas.

O espaço também acolheu mais de 150 sessões de estudos de mercado e reflete o investimento do Continente nas marcas próprias, “que têm registado uma grande procura e evolução, contando com um crescimento superior a 75% nos últimos quatro anos”, informa a empresa num comunicado, acrescentando que a marca própria Continente “representou mais de 1.200 milhões de euros na área alimentar, com um crescimento superior a 20% no último ano, ou seja, mais 190 milhões de euros”.

“O primeiro ano do Continente Co-Lab foi um ano em pleno e repleto de desafios, onde, em conjunto com os nossos clientes descobrimos, aprendemos, e evoluímos a nossa proposta de valor para responder às suas necessidades e desejos. Tem sido um orgulho ver o entusiamo e a adesão dos clientes em participarem ativamente nesta jornada de evolução da marca Continente”, afirma Tânia Lucas, diretora comercial de Marca Própria do Continente.

Os interessados em integrar esta base de dados de provadores, podem inscrever-se em https://feed.continente.pt/co-lab, submetendo os dados solicitados pelo formulário.

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Óbidos vai receber o Interpera nos próximos dias 26 e 27

Óbidos será palco do Interpera que acontece nos próximos dias 26 e 27 de junho. Organizado pela internacional AREFLH (Assembleia das Regiões Europeias Produtoras de Frutas, Legumes e Hortaliças) e […]

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Óbidos será palco do Interpera que acontece nos próximos dias 26 e 27 de junho. Organizado pela internacional AREFLH (Assembleia das Regiões Europeias Produtoras de Frutas, Legumes e Hortaliças) e pela nacional ANP (Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha), o evento vai reunir os principais intervenientes do setor a nível mundial para discutir desafios e oportunidades cruciais para a produção desta fruta que é uma das campeãs de exportações em Portugal.

Aberto ao público com o intuito de incentivar à participação de estudantes, agricultores e outros potenciais interessados na temática, além dos debates e palestras, o evento proporciona uma plataforma única para networking e troca de conhecimentos entre alguns dos maiores produtores, investigadores, e stakeholders a nível mundial.

Portugal destaca-se como um dos principais produtores de pera na Europa, especialmente a variedade Pera Rocha, que é um símbolo da região do Oeste.  A importância económica do setor é ainda mais evidente quando consideramos que, nos últimos 12 anos, a produção média foi de 174.286 toneladas anuais, das quais 60% são destinadas à exportação. O potencial produtivo ronda as 200.000 toneladas. As exportações têm gerado receitas anuais na ordem dos 85 milhões de euros, refletindo a crescente procura internacional pela Pera Rocha.

“Ao acolher este congresso, Portugal reafirma seu papel central na produção de Pera Rocha e a sua determinação em enfrentar os desafios do setor com inovação e sustentabilidade”, sublinha Filipe Ribeiro, presidente da ANP, em comunicado. “Urge debater medidas de apoio ao setor e a sua adequabilidade aos desafios de sustentabilidade que têm vindo a aumentar de ano para ano, sendo que o Interpera é o evento ideal para promover o debate e a troca de experiências, podendo compartilhar expertise com os líderes mundiais do setor e dar a conhecer a nossa história e património”, acrescenta.

 

 

 

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I&D

Mastercard quer alcançar 100% de tokenização do comércio eletrónico na Europa até 2030

A Mastercard anunciou o objetivo de atingir 100% de tokenização do comércio eletrónico na Europa até 2030 e o compromisso de eliminar gradualmente a introdução manual de cartões e tornar […]

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A Mastercard anunciou o objetivo de atingir 100% de tokenização do comércio eletrónico na Europa até 2030 e o compromisso de eliminar gradualmente a introdução manual de cartões e tornar o comércio eletrónico mais seguro e acessível para todos.

Segundo a Mastercard, o serviço de tokenização, introduzido em 2014,  garante hoje 25% de todas as transações de comércio eletrónico em todo o mundo, e a sua adoção acelera 50 % a cada ano. À medida que os pagamentos se tornam mais complexos, a Mastercard garante que está a aproveitar a tokenização, o check-out simplificado e as chaves de acesso de pagamento para criar uma experiência consistente em vários dispositivos, sistemas de navegação e sistemas operativos.

Em 2013, Mastercard desenvolveu o padrão de tokenização, que, mais tarde, foi adotado como padrão da indústria pela EMVCo, o consórcio que gere padrões de pagamento a nível global. No ano seguinte, a empresa apresentou o serviço de tokenização, o Mastercard Digital Enablement Service, como parte do lançamento do Apple Pay.

A Mastercard quer manter-se na vanguarda da inovação dos pagamentos, conforme aconteceu com o contactless. Para eliminar a necessidade de registar manualmente os dados do cartão, a Mastercard está a facilitar a integração do Click to Pay, a sua ferramenta de pagamento online para as lojas online, e a permitir que os bancos ajudem os utilizadores a registar os seus cartões. “A fusão da tokenização com o Click to Pay e senhas de pagamento – que aproveitam a autenticação biométrica baseada em dispositivos móveis online para eliminar senhas e códigos de utilização única – beneficia todo o ecossistema financeiro: os utilizadores vão poder usufruir de pagamentos mais rápidos e seguros; os comerciantes vão sentir um aumento nas vendas, maior proteção contra fraudes e maiores taxas de aprovação; e os emissores vão reforçar a segurança do cliente e uma maior utilização dos cartões” pode ler-se em comunicado.

Apesar das rigorosas soluções de segurança implementadas pela indústria de pagamentos, o comércio online continua a enfrentar vulnerabilidades. De acordo com a Juniper Research, espera-se que as perdas por fraude em pagamentos online ultrapassem os 90 mil milhões de euros em 2028. Graças ao sistema contactless, conseguiu-se que as compras em as lojas físicas sejam mais fluidas e seguras, ao substituir o número do cartão por outro gerado aleatoriamente para evitar que informações reais sejam transmitidas em cada transação.

“À medida que as experiências físicas e digitais continuam a convergir, estamos a expandir os limites do que é possível”, comentou Jorn Lambert, chief product officer de Mastercard. “Estamos focados em reunir o que há de melhor nos serviços digitais para oferecer mais valor, acesso e segurança aos nossos clientes e ao consumidor final. E vamos continuar a aproveitar o potencial destas tecnologias para oferecer maior segurança, melhores experiências, e, em geral, novas formas de pagamento.” acrescenta

“Na Europa, vimos a tokenização ganhar um impulso em todo o ecossistema, porque a conveniência e as baixas das taxas de fraude são um argumento muito forte”,diz Valerie Nowak, vice-presidente executiva de produto e inovação da Mastercard Europa, que concluiu ao dizer que “estamos confiantes de que alcançar esta visão até 2030 será benéfico para os clientes finais, os retalhistas e os emissores de cartões.”.

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Adega de Monção

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Bebidas

Adega Cooperativa de Monção com recorde de vendas em 2023

Entidade registou um valor de faturação próximo de 18 milhões de euros, o mais alto de sempre. No total, no último ano, a Adega de Monção registou um volume de faturação de 17.788.585,88 euros, com os vinhos da região a crescerem, particularmente, nos Estados Unidos da América (57%), Inglaterra (38%), França (86%), Austrália (98%) e Países Baixos (3%).

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O território de Monção e Melgaço continua a crescer economicamente, muito sob influência da Adega Cooperativa de Monção, que, em 2023, registou um valor total de faturação próximo de 18 milhões de euros.

Este foi o ano em que a entidade, com mais de 65 anos de história, conseguiu atingir também um recorde no número de vendas, sobretudo no mercado internacional, onde se verifica um crescimento de 22% face ao período homólogo, com os Estados Unidos da América e a Inglaterra a liderarem.

Segundo a Adega de Monção, a ligeira queda registada no mercado nacional foi colmatada pela positiva expansão internacional.

“O contexto internacional que vivemos causa-nos muita apreensão e exige-nos uma gestão ainda mais regrada e ponderada, mas continuamos convictos na força da marca e na qualidade dos vinhos que produzimos. Os números mostram-nos isso mesmo. É com orgulho e responsabilidade redobradas que encaramos estes resultados”, adianta o presidente da Adega, Armando Fontainhas.

No total, no último ano, a Adega de Monção registou um volume de faturação de 17.788.585,88 euros, com os vinhos da região a crescerem, particularmente, nos Estados Unidos da América (57%), Inglaterra (38%), França (86%), Austrália (98%) e Países Baixos (3%). Simultaneamente, entraram, também, nos mercados de Israel, Áustria e Islândia.
Os resultados alcançados permitiram distribuir mais de dois milhões de euros aos seus cooperantes, que se refletiram em 0.25€/kg de uva entregue, refere a Adega em comunicado.

Prémios atribuídos em 2024
– Deu La Deu Histórico 2017, Best of the Year 2023 – Revista Grandes Escolhas 2020
– Alvarinho Deu La Deu 2023, Bacchus de Oro 91 points – Concurso Internacional de Vinos BACCHUS
– Deu La Deu Reserva 2022, Bacchus de Prata 88 points – Concurso Internacional de Vinos BACCHUS
– Deu La Deu Reserva 2022, 90 points Silver medal – International Wine Challenge
– Alvarinho Deu La Deu 2023, 91 points Silver medal – International Wine Challenge
– Muralhas de Monção Branco 2023, 90 points Silver medal – International Wine Challenge
– Deu La Deu Premium 2020, A Escolha do Mercado 2024 – Concurso de Vinhos “A Escolha do Mercado”

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Retalho

Aldi doou mais de 300 toneladas de excedentes alimentares essenciais a cerca de 106 entidades

“O desperdício alimentar é um problema que traz grandes impactos negativos em termos ambientais, sociais e económicos. E, enquanto retalhistas, contribuir para combatê-lo é uma das nossas prioridades”, salienta Elke Muranyi, corporate responsibility director da Aldi Portugal. 

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Em linha com o seu compromisso de combate ao desperdício alimentar, entre janeiro e março de 2024, a Aldi Portugal apoiou cerca de 106 instituições parceiras de norte a sul do país, com a doação de excedentes alimentares.

No primeiro trimestre do ano, a Aldi doou mais de 300 toneladas de excedentes alimentares essenciais a cerca de 106 entidades nacionais de cariz social com as quais colabora ativamente, entre as quais Bancos Alimentares, IPSS e ONG, tendo as doações sido feitas a partir de cada uma das suas mais de 140 lojas em Portugal. 

O combate ao desperdício alimentar é uma das maiores preocupações do Grupo Aldi Nord com o Aldi a  retalhista implementar um conjunto de medidas para ajudar a combater o desperdício em Portugal, sendo uma delas as doações de excedentes alimentares. A retalhista colabora atualmente com cerca de 108 entidades por todo o país, estendendo a sua colaboração, em alguns dos casos, aos vários núcleos locais destas entidades, como é o caso da Re-Food, da Cruz Vermelha Portuguesa e da CASA – Centro de Apoio ao Sem Abrigo.

“O desperdício alimentar é um problema que traz grandes impactos negativos em termos ambientais, sociais e económicos. E, enquanto retalhistas, contribuir para combatê-lo é uma das nossas prioridades. Assim, todas as lojas ALDI fazem doações de excedentes alimentares que ainda estão aptos para consumo, tendo parcerias com várias instituições de solidariedade social um pouco por todo o país, que fazem chegar estes alimentos às populações locais”, salienta Elke Muranyi, corporate responsibility director da Aldi Portugal. 

“Desde o dia em que abrimos uma loja, já temos firmada uma ou mais parcerias com instituições locais, o que nos permite não só materializar o nosso compromisso, como contribuir de forma próxima e relevante para as comunidades onde estamos inseridos”, acrescenta em comunicado.

 

 

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Retalho

Rede Aqui é Fresco quer duplicar número de lojas com insígnia e identidade visual da marca

A diretora-executiva da Aqui É Fresco e da Unimark, Carla Esteves, destacou o crescimento de 10,3% nos resultados verificado em 2023, ano em que 23 novas lojas passaram a integrar a rede que soma já 110.000m2 de área de venda a retalho no total dos 17 distritos em que se insere. 

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A rede Aqui É Fresco anunciou, no decurso da sua XIII Convenção em Braga, o reforço do investimento para a colocação da identidade visual da marca nas lojas associadas.

A decisão, de acordo com João Vieira Lopes, que discursou na Convenção na qualidade de diretor-geral da Aqui É Fresco e da Unimark, visa responder ao aumento da concorrência enfrentada pelo comércio de proximidade e causada pelos grandes operadores económicos, que têm aumentado o número de lojas de pequena e média dimensão desde o final do período pandémico.

Reforçando que a identidade comum das lojas é um fator chave para a sua afirmação no mercado e que a superação da pequena dimensão de cada loja, quando individualmente considerada, passa inevitavelmente pela partilha de uma identidade comum que corresponda ao papel da Aqui É Fresco como principal rede de lojas de proximidade nacional, João Vieira Lopes destacou que o investimento será reforçado visando a duplicação a curto prazo do número de lojas com insígnia e identidade visual da marca.

As declarações de João Vieira Lopes foram proferidas após a diretora-executiva da Aqui É Fresco e da Unimark, Carla Esteves, ter salientado o crescimento de 10,3% nos resultados verificado em 2023, ano em que 23 novas lojas passaram a integrar a rede que soma já 110.000m2 de área de venda a retalho no total dos 17 distritos em que se insere.

A crescer continua igualmente a marca própria da rede Aqui é Fresco, a UP, que registou um aumento de 25% em termos de vendas e alargou o número de referências nos diferentes segmentos de produto.

Em Braga, a XIII Convenção Aqui É Fresco reuniu, durante dois dias, cerca de 1.500 participantes e foi palco de negócios diretos no valor de 15 milhões de euros, entre representantes das principais marcas, retalhistas e grossistas. Este número superou o recorde anterior de 11 milhões de euros no total das transações realizadas durante a Convenção anterior, em 2023.

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Consumo

45% dos consumidores dizem que o seu poder de compra diminuiu

Segundo um estudo do Observador Cetelem, 45% dos portugueses afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a afirmarem que diminuiu significativamente. De referir que é nas faixas etárias entre os 35 e os 54 anos que há um maior sentimento da perda do poder de compra, assim como entre as mulheres e os com menor rendimento.

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O aumento contínuo dos preços dos bens essenciais, de serviços e prestações das casas tem vindo a pressionar os orçamentos familiares de milhares de cidadãos portugueses. Segundo dados do Barómetro Europeu, um inquérito realizado no final do ano passado, 95% dos portugueses revelavam estar preocupados com esta situação, com 58% a afirmarem que o seu poder de compra tinha diminuído. Meio ano depois, num novo estudo do Observador Cetelem, marca do grupo BNP Paribas Personal Finance, 45% dos inquiridos afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a indicarem que diminuiu significativamente. As faixas etárias entre os 35 e os 54 anos, assim como as mulheres e os indivíduos com menores rendimentos, são os mais afetados por esta redução.

Por outro lado, 38% dos portugueses consideram que o seu poder de compra permaneceu estável, especialmente entre aqueles com idades entre os 55 e os 74 anos. Além disso, há uma percentagem que registou um aumento no poder de compra: 12% afirmam que aumentou ligeiramente e 4% que aumentou significativamente. Esta perceção é mais comum entre os jovens adultos dos 18 aos 34 anos, diminuindo com o avanço da idade.

O estudo do Observador Cetelem, conduzido através de entrevistas online entre 30 de abril e 8 de maio de 2024, revela ainda que 6 em cada 10 portugueses afirmam viver de forma moderadamente confortável. No entanto, 32% dos inquiridos dizem viver de forma pouco confortável e 7% consideram a sua situação nada confortável. Apenas 5% dos portugueses sentem que vivem de forma totalmente confortável. A maior parte daqueles que se sentem desconfortáveis pertence à faixa etária dos 45 aos 54 anos e às classes sociais de menores rendimentos.

O Barómetro Europeu destacou que a moral dos portugueses estava abaixo da média europeia no final do ano passado. Em termos de perceção da situação do país, os inquiridos atribuíram uma pontuação de 4,8 em 10, o valor mais baixo entre os 10 países analisados, e 0,3 pontos abaixo da média europeia. No que toca à moral pessoal, os portugueses mantiveram a pontuação do ano anterior, com um valor de 5,7.

Para este estudo foram realizadas 1000 entrevistas, representativas da população portuguesa (quotas de género, idade e região de acordo com os dados do INE), a indivíduos de ambos os géneros, de idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos, residentes em Portugal Continental. O erro máximo associado à amostra é de +3.1 p.p. para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram conduzidas por intermédio de questionário estruturado de perguntas fechadas, semi-fechadas e abertas, fornecido pelo Observador Cetelem, com a duração máxima de 13 minutos.

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Bebidas

Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR).

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A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, membros da International Coffee Partners (ICP), estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR), para que os pequenos produtores tenham tempo, estruturas e recursos para o cumprirem.

Num comunicado da ICP, estas empresas familiares europeias de café afirmam o seu apoio aos objetivos do EUDR, defendendo que as florestas devem ser protegidas nas regiões de produção de café, mas alertam que o cumprimento da EUDR representa um “grande desafio”.

“É prioritário aumentar a consciencialização sobre o tema nos países produtores, protegendo o ambiente e investindo na reflorestação. A situação dos pequenos produtores de café merece particular atenção, visto estes necessitarem de sistemas de fornecimento, de condições adequadas, de um período de transição apropriado e de recursos financeiros adicionais para cumprir a nova lei”, referem no comunicado.

Risco de exclusão do mercado europeu

As sete empresas familiares europeias do setor do café afirmam que os 12,5 milhões de pequenos produtores de café no mundo, que produzem até 80% do café mundial, dependem da volatilidade dos mercados e estão expostos a riscos climáticos crescentes, ao aumento dos preços de produção e a outros fatores económicos externos. A estes desafios, apresenta-se agora o do cumprimento da EUDR. “Muitos produtores não conseguirão responder a todos os requisitos necessários até ao final de 2024 pelo que, podem ser excluídos do mercado da União Europeia”, alertam.

“Embora a EUDR seja um passo importante para uma produção de café livre de desflorestação, deve também privilegiar os interesses dos pequenos produtores. Caso contrário, a EUDR arrisca-se a reduzir os rendimentos e as quotas de mercado dos pequenos produtores e a aumentar a sua vulnerabilidade à pobreza, impedindo a sua transição para uma agricultura mais sustentável. Para se adaptarem, é provável que os agricultores transfiram a comercialização dos seus produtos para países fora da União Europeia. Estes resultados não contribuem para a redução do risco de desflorestação”, acrescentam.

EUDR obriga a “ investimento inicial significativo”

De acordo com uma avaliação realizada ao grau de preparação no Uganda, uma das regiões do projeto da ICP, esta revelou que os produtores de café do país ainda não estão preparados para cumprir o EUDR. Atualmente, apenas cerca de 10% dos produtores de café do Uganda têm o seu café rastreado. “Para cumprir os requisitos do EUDR, os agricultores ugandeses terão de desenvolver um sistema de rastreabilidade eficaz, que provavelmente exigirá anos de planeamento, aperfeiçoamento e melhoria das competências, bem como um investimento inicial significativo. Além disso, a manutenção desse sistema exigirá recursos financeiros contínuos todos os anos”, sublinha a ICP no comunicado.

As empresas familiares europeias estão, nesse sentido, a sensibilizar para a necessidade de prorrogação do EUDR, integrando uma fase de transição. Defendem o apoio e a criação das estruturas e requisitos e a disponibilização de recursos financeiros para que as famílias de pequenos produtores de café desenvolvam a capacidade técnica e os conhecimentos necessários.

“Esta é a única forma de assegurar uma transição equilibrada das cadeias de abastecimento mais sustentáveis e de travar a desflorestação sem efeitos adversos”, afirmam, acrescentando que o processo de verificação do EUDR deve ser “suficientemente simples e acessível” para que possa ser cumprido pelos pequenos produtores de café. “É necessário tempo, capacidade técnica e recursos para que estes se consigam adaptar e cumprir com os novos requisitos”.

A International Coffee Partners é uma organização sem fins lucrativos formada pelas sete empresas familiares europeias de café e que tem como objectivo contribuir com know-how para estabelecer um setor cafeeiro sustentável em países estratégicos através da implementação de projetos de melhores práticas em comunidades de pequenos produtores de café. Desde 2001, a ICP já atingiu mais de 118 mil famílias de pequenos produtores em 13 países.

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