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Manuela Tavares de Sousa, presidente do Conselho de Administração da Imperial

Manuela Tavares de Sousa, presidente do Conselho de Administração da Imperial

Exportação

Época da Páscoa chega a representar 35% do volume de negócios da Imperial

A Imperial, maior fabricante nacional de chocolates, que detém algumas das principais marcas do setor, como Regina, Jubileu, Pintarolas, Allegro e Pantagruel, apresenta novidades para esta Páscoa.

Ana Rita Almeida
Manuela Tavares de Sousa, presidente do Conselho de Administração da Imperial

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Época da Páscoa chega a representar 35% do volume de negócios da Imperial

A Imperial, maior fabricante nacional de chocolates, que detém algumas das principais marcas do setor, como Regina, Jubileu, Pintarolas, Allegro e Pantagruel, apresenta novidades para esta Páscoa.

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Ana Rita Almeida
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A Imperial, maior fabricante nacional de chocolates, que detém algumas das principais marcas do setor, como Regina, Jubileu, Pintarolas, Allegro e Pantagruel, apresenta novidades para esta Páscoa.

A Páscoa caracteriza-se por ser um dos pontos altos de produção para a Imperial. O mote perfeito para uma conversa com Manuela Tavares de Sousa, presidente do Conselho de Administração da Imperial. Entre novidades, contexto económico desafiante e os próximos desafios, a responsável lembra a ligação emocional com os seus consumidores que faz parte do ADN da Imperial e é um dos seus pilares de atuação no mercado.

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A Páscoa é por tradição um dos pontos altos de produção e venda para a Imperial. Quais as novidades para este ano?
A Páscoa é, sem dúvida, um dos pontos altos de produção e venda para a Imperial. É uma época que chega a representar cerca de 35 por cento do volume de negócios da empresa e por isso, todos os anos, trabalhamos para trazer inovação – mantendo a qualidade de sempre – para os nossos consumidores. Para a Páscoa deste ano, as principais novidades encontram-se no segmento de amêndoas Regina, marca que, este ano, celebra 96 anos.
As amêndoas de Caramelo e Sal, nas variedades de chocolate negro e chocolate de leite, são a grande aposta. Para os que preferem os clássicos intemporais, a Regina mantém uma gama muito alargada de Amêndoas e Avelãs cobertas com chocolate, desde as de chocolate de leite, negro e branco e especialidades como Amêndoas Lilás, Chocolate de leite com canela ou com framboesas, entre outras.
Respondendo, também, às tendências de mercado, o portefólio da Regina inclui produtos dentro de um conceito saudável que se materializa em Amêndoas com chocolate sem Açúcar, vegan, com alto conteúdo em cacau e glúten free. Já a pensar nos mais novos, a marca apresenta, ainda, os ovos de chocolate, cujo interior contém mini ovos recheados de chocolate Regina e o kit Caça aos Ovos – com as tradicionais fantasias Regina de chocolate de leite.
Ainda no que respeita a novidades, a Pintarolas lançou recentemente a tablete Pintarolas, um novo formato que promete alegrar e fazer as delícias dos mais novos. Já a Jublileu, à semelhança do ano anterior, apresenta uma gama de amêndoas de chocolate, com opções 70% ou 85% de cacau, vegan e sem glúten, ou as fantásticas amêndoas cobertas com chocolate branco, com sabor de Baunilha de Bourbon.

Vivemos um contexto económico complicado com consequências no poder de compra dos consumidores. Sente isso na categoria de chocolates?
A categoria dos chocolates – como tantas outras – está a ser, naturalmente, afetada. No nosso caso, os custos dos diversos fatores de produção aumentaram consideravelmente, designadamente, energéticos, matérias-primas e materiais de embalagem.
Neste ambiente inflacionário o efeito mais imediato é o da redução do poder de compra dos consumidores, pelo que a Imperial entendeu que deveria absorver uma parte dos custos, não os repercutindo no valor final apresentado aos clientes, amenizando dessa forma o impacto económico para os consumidores. Mantemos, como sempre, uma particular atenção ao contexto em que nos encontrarmos, adaptando-nos às novas necessidades e desafios e criando planos de melhoria de eficiência que têm contribuído para melhor gerir a situação.

A ligação emocional com os consumidores é ainda mais importante neste contexto?
A Imperial completou recentemente 90 anos, tendo no seu portefólio marcas que têm acompanhado várias gerações. É exemplo disso a Regina, que este ano celebra os seus 96 anos, e que tem uma gama de produtos que faz parte da memória coletiva dos consumidores nacionais. Por isso mesmo, a ligação emocional da Imperial junto dos seus consumidores é indissociável, faz parte do seu ADN e é um dos seus pilares de atuação no mercado.
No atual contexto, e com o intuito de apresentar produtos inovadores no mercado, a Imperial vai continuar a aliar a herança do legado dos seus mais de 90 anos de história à inovação, estratégia que tem permitido o desenvolvimento de produtos diferenciadores e em linha com as grandes tendências de consumo.

Qual é o grande desafio para 2023?
Os últimos anos têm sido particularmente difíceis para o setor alimentar e 2023 adivinha-se também desafiante. Nas últimas décadas, a atividade da Imperial esteve totalmente orientada para tornar a vida dos portugueses mais doce e é esta a missão que continuaremos a abraçar, com foco na qualidade, inovação e competitividade.

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Quinta da Pacheca acolhe competição internacional de azeites

O evento realiza-se a 15 e 16 de julho e tem a concurso mais de 100 amostras de quinze países da Europa, América do Sul e África

Hipersuper

A Quinta da Pacheca recebe a 15 e 16 de julho o BRAZIL iOOC – International Olive Oil Competition, um concurso de azeites que reúne alguns dos melhores exemplares que se produzem em todo o mundo.

Portugal estará representado com várias marcas, concorrendo com países como Espanha, Itália, Tunísia, Chile, Uruguai, Argentina, Grécia e Brasil, “o que atesta o caráter global do evento, que ano após ano cimenta a sua posição no cenário dos certames internacionais de olivicultura”, sublinha a Quinta da Pacheca.

Em competição estarão um pouco mais de 100 amostras oriundas de quinze países e representativas da América do Sul, Europa e África.

A sexta edição do BRAZIL iOOC – International Olive Oil Competition acontece simultaneamente no Brasil, no restaurante Kinoshita, em São Paulo, e este ano premiará separadamente os 10 melhores azeites do hemisfério Norte e os 10 melhores azeites do hemisfério Sul além dos prémios tradicionais Triple Gold, Ouro, Prata e Bronze e Best Organic.

“As principais empresas do mercado mundial estão representadas nesta competição. Os melhores e mais premiados produtores de azeite do mundo colocam os seus azeites à prova, tendo a competição conquistado reconhecimento internacional crescente a cada ano”, explica Maurício Gouveia, CEO e fundador do BRAZIL iOOC.

A Quinta da Pacheca recebe o evento no âmbito do objetivo da empresa em dinamizar a olivicultura, de que é exemplo a criação de um programa especial aberto ao público durante a época da colheita da azeitona.

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Aquisição do licor Safari vai permitir à Casa Redondo crescer 70% nas exportações

A compra representa a maior aquisição de uma marca de bebidas espirituosas por uma empresa portuguesa e um “passo significativo” da Casa Redondo no seu crescimento internacional, destaca Daniel Redondo.

A Cara Redondo, proprietária do licor Beirão e cujo portfolio inclui várias outras marcas de bebidas espirituosas, anunciou a aquisição do licor Safari, marca holandesa premium lançada em 1984 na Holanda.

A compra representa a maior aquisição de uma marca de bebidas espirituosas por uma empresa portuguesa e um “passo significativo” da Casa Redondo no seu crescimento internacional, destaca Daniel Redondo, diretor executivo da empresa, em nota enviada ao Hipersuper.

A Casa Redondo adquiriu o licor Safari à Diageo Brands, fabricante de bebidas com sede em Londres, Reino Unido, e considerada o maior player mundial do setor das bebidas destiladas.

Com esta aquisição, a empresa portuguesa prevê um aumento “imediato” de cerca de 70% nas exportações globais do grupo e objetiva “triplicar este valor nos próximos cinco anos”. “A nossa empresa ambiciona fortalecer a sua presença em mercados estratégicos como Holanda, Bélgica e Alemanha”, revela ainda o diretor executivo da Casa Redondo.

“Safari é uma marca histórica no setor de bebidas espirituosas, e esta integração reforça o nosso compromisso em expandir o portefólio com ofertas premium, reconhecidas globalmente pelos consumidores”, acrescenta.

A aquisição, financiada com capitais próprios, vai permitir à empresa portuguesa criar sinergias de portefólio. O gestor fala no investimento em equipas comerciais e de marketing e no aprofundar de relações com os parceiros de distribuição, “consolidando assim a posição como um produtor de referência na categoria de licores”.

Em comunicado, a Diageo Brands informa que esta venda “está em linha com a estratégia de manter um enfoque acentuado” na gestão do seu portefólio, explicando que o licor Safari é predominantemente vendido na Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Portugal e Turquia.

“A Diageo acredita que a Casa Redondo é o proprietário certo para levar a Safari ao seu próximo capítulo de crescimento na Europa Europa e além fronteiras”, refere a empresa britânica.

Citados no comunicado, Daniel Redondo e Ricardo Redondo, diretor financeiro da Casa Redondo referem que esta transação sublinha o compromisso da empresa “de expandir o nosso portfólio com ofertas premium que que ressoam com os consumidores em todo o mundo”. “Estamos ansiosos por integrar esta marca na nossa família, continuando a inovar para os nossos clientes, garantindo ao mesmo tempo uma qualidade excecional”.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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CCIP é parceira da UE no programa ‘EU Business Hub – Japão e República da Coreia’

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organiza nesta terça, 09 de julho, um evento para apresentar este programa de apoio às PME.

Hipersuper

O Programa ‘EU Business Hub – Japão e República da Coreia’, tem por objetivo apoiar e promover as exportações europeias para estes dois mercados. A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) é a entidade parceria do programa, em Portugal.

Lançado pela Comissão Europeia, visa ajudar as pequenas e médias empresas (PME) da União Europeia, que atuam nos setores das tecnologias verdes e sustentáveis, soluções digitais e saúde, equipamentos médicos, “a entrar em dois mercados de elevado potencial da Ásia – Japão e República da Coreia”, informa a CCIP num comunicado.

O programa vai atuar como ligação das empresas da UE a potenciais parceiros naqueles dois países da Ásia, através da organização de 20 missões empresariais e da participação em feiras nos próximos quatro anos. Até 2027, o projeto pretende facilitar a participação de 1.000 empresas inovadoras.

“Os participantes, nas missões ou em feiras setoriais, terão a oportunidade de estabelecer contactos com potenciais parceiros através da participação em sessões de matchmaking B2B, acesso a análises setoriais aprofundadas e ainda apoio com serviços de tradução”, informa a CCIP no comunicado.

“A promoção do comércio, das empresas e das parcerias está no cerne das políticas e estratégias da UE. O programa EU Business Hub é um instrumento importante neste sentido: ajudará as nossas PME e as nossas empresas em fase de arranque a aproveitarem as oportunidades oferecidas pelo Acordo de Comércio Livre entre a UE e a República da Coreia e as parcerias Verde e Digital”, refere a embaixadora da União Europeia na República da Coreia, Maria Castillo-Fernandez, citada no comunicado.

“Enquanto segundo maior parceiro comercial da UE na Ásia, o Japão apresenta um mercado lucrativo para as PME europeias, prevendo-se que a sua resiliente economia sustente um crescimento de 1% do PIB para além de 2023, impulsionado principalmente pela procura interna robusta, oferecendo amplas oportunidades para as empresas da UE aproveitarem”, sublinha, por sua vez, o embaixador da UE no Japão, Jean-Eric Paquet.

Para explorar os principais objetivos do programa, os serviços oferecidos e partilhar informações sobre as missões empresariais e os critérios de elegibilidade e seleção das empresas participantes, a CCIP vai realizar o evento de lançamento do programa nesta terça-feira, 09 de julho, a partir das 9h30, na sua sede em Lisboa.

A apresentação tem entrada gratuita, mediante inscrições, com preenchimento de um formulário, em https://survs.com/survey/x6yyp1p0w8

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AICEP lança manuais de e-commerce para apoiar empresas

Os quatro manuais abrangem diversas áreas estratégicas, desde marketing digital até logística, oferecendo orientações práticas e detalhadas para impulsionar os negócios online

Hipersuper

A AICEP criou quatro novos manuais de e-commerce com o objetivo de ajudar as empresas a melhorarem a sua presença digital e o desempenho no comércio eletrónico.

“Estes recursos abrangem diversas áreas estratégicas, desde marketing digital até logística, oferecendo orientações práticas e detalhadas para impulsionar o sucesso dos seus negócios online”, informa a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.

O ‘Manual de Marketing Digital nas Redes Sociais’ foi pensado para auxiliar as empresas a aprimorar a sua presença digital através das redes sociais. Foi adequado a qualquer tipo de negócio e canal de vendas, “oferecendo estratégias eficazes para a gestão de canais próprios de controlo partilhado, garantindo uma comunicação mais direta e engajadora com o público-alvo”, explica a AICEP.

Já o conteúdo do ‘Manual de Marketing Digital com Canais Próprios’ foi desenvolvido para ajudar as empresas a melhorar ou construir a sua presença digital através de canais próprios, como sites e lojas online. Centrado nos recursos de controlo direto e total, tais como conteúdos e bases de dados próprias, o manual abrange temas como SEO (Search Engine Optimization) e análise de dados (analytics), “fornecendo ferramentas valiosas para otimizar a visibilidade e o desempenho online”, destaca a AICEP.

O ‘Manual de Sustentabilidade no E-Commerce’ parte da importância da responsabilidade social e das práticas sustentáveis para ajudar as empresas a implementar estratégias de sustentabilidade no comércio eletrónico. Oferece orientações para melhorar o desempenho ambiental e social das operações, alinhando-se às novas tendências e exigências do mercado e promovendo um comércio mais responsável e consciente.

Por último, o ‘Manual de Logística no E-Commerce’ apresenta-se como um guia para empresas que desejam melhorar o desempenho logístico e operacional. Aborda os padrões de mercado em constante evolução, fornecendo estratégias para assegurar a qualidade do serviço, a competitividade e a satisfação dos clientes. Desde a gestão de inventário até a entrega ao cliente final, “este recurso é fundamental para otimizar toda a cadeia logística”, destaca a AICEP, aue aponta o lançamento destes guias como parte do seu compromisso “em apoiar o crescimento e a inovação das empresas portuguesas no mercado digital global”.

Os manuais podem ser consultados em https://www.portugalexporta.pt/ecommerce/produtos-e-servicos-exportar-via-ecommerce/manuais

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Plano Estratégico da ViniPortugal define EUA, Canadá e Brasil como mercados-chave

O Plano Estratégico 2024-20300, que a Assembleia Geral da ViniPortugal aprovou a 26 de junho, aponta ainda uma meta ambiciosa: a de 1.200 milhões de euros em exportações do setor até 2030.

Estados Unidos da América, Canadá e Brasil são os três mercados-chave para a ViniPortugal, organização interprofissional promotora da qualidade e a excelência dos vinhos portugueses no estrangeiro e gestora da marca ‘Wines of Portugal’. As três geografias foram definidas pelos associados no âmbito do plano Estratégico de 2024-2030 da ViniPortugal.

O documento, que a Assembleia Geral da ViniPortugal aprovou a 26 de junho, aponta ainda a meta de 1.200 milhões de euros em exportações do setor até 2030. E vai focar o investimento em 14 destinos, “incluindo novos mercados como os Países Baixos e Luxemburgo, enquanto deixará de investir em geografias como México, Angola e Noruega, entre outros países”, avançou ao Hipersuper o presidente da ViniPortugal.

Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal

“A meta estabelecida no Plano Estratégico 2024-2030, aprovado pelos associados, é de 1.200 milhões de euros em exportações de vinhos portugueses. Para além disso, é considerado mais importante manter o crescimento do preço médio dos vinhos, com o objetivo de atingir 3,19 euros por litro em 2030, visando trazer sustentabilidade económica ao setor”, sublinhou Frederico Falcão.

 Para atingir essa meta nos mercados externos, Frederico Falcão diz que o desafio passa por aumentar a eficiência das ações de promoção da marca Wines of Portugal nos vários mercados, para valorizá-la, “levando ao aumento das exportações de forma a atingirmos os valores estabelecidos como objetivo”.

O responsável defendeu que a ViniPortugal tem sido “a locomotiva do setor” num processo de crescimento internacional visível, “com crescimentos sistemáticos de valor e preço médio”. Referiu, entretanto, que a execução do plano está diretamente relacionada “com a capacidade da ViniPortugal interiorizar quais são os principais objetivos estratégicos: identidade, união, capacitação e responsabilidade”.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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Taylor’s lança Taylor’s Sentinels Vintage 2022

O lote do Vintage Sentinels baseia-se na ‘seleção de parcelas’, um processo meticuloso de escolha de vinhos de parcelas específicas de cada uma das quatro propriedades da Taylor’s no Vale do Pinhão.

Hipersuper

A Taylor’s anuncia o lançamento do seu novo vintage o Taylor’s Sentinels, um lote elaborado a partir de vinhos produzidos nas quintas Terra Feita, Junco, Casa Nova e Eira Velha, propriedades da Taylor’s no Vale do Pinhão.

As quatro quintas fazem parte da demarcação original de 1756 e receberam desde o início o estatuto de ‘feitoria’, a classificação mais elevada para vinhas de Porto. O nome Sentinels é inspirado nos marcos de granito, conhecidos como “marcos de feitoria”, que vigiam a linha de demarcação que separa as zonas de maior qualidade, e onde se situam muitas das propriedades da Taylor’s.

O lote do Vintage Sentinels baseia-se na ‘seleção de parcelas’, um processo meticuloso de escolha de vinhos de parcelas específicas de cada uma das propriedades. “Tal como os Taylor’s Single Quinta Vintage, os Sentinels Vintage serão produzidos em anos em que não há declaração do clássico Taylor’s Vintage. Estes anos produzem vinhos com potencial para envelhecer e melhorar em garrafa, mas que são acessíveis e agradáveis, enquanto jovens”, refere a Taylor’s.

“A criação do Vintage Taylor’s Sentinels é uma homenagem ao terroir único do Vale do Pinhão. Cada quinta contribui com o seu carácter próprio para o lote, resultando num vinho complexo e harmonioso”, apresenta o enólogo chefe da Taylor’s, David Guimaraens.

“Estamos entusiasmados por acrescentar o Taylor’s Sentinels Vintage à nossa coleção. Este lançamento sublinha o nosso compromisso em produzir Vinhos do Porto excecionais que honrem o legado das nossas propriedades históricas. O Taylor’s Sentinels é uma celebração de nosso passado e uma prova de nossa dedicação à qualidade”, destaca Adrian Bridge, diretor-geral de Taylor’s.

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Nuremberg recebe Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Bombas de Calor em outubro

Desde 2016 que a InovCluster tem vindo a organizar a participação das PME nacionais neste certame que este ano acontece entre 8 e 10 de outubro, em Nuremberg.

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A Chillventa está de volta à Alemanha e vai realizar mais uma edição do certame, entre 8 e 10 de outubro, em Nuremberg. Considerada como a principal plataforma de apresentação das mais importantes tendências e inovações que moldam os sectores internacionais da refrigeração, Ar Condicionado (AC), ventilação e bombas de calor, a Chillventa 2024 constituise, como um importante barómetro das tendências futuras no setor.

A Chillventa ocupa oito pavilhões, e para além da mostra, oferece também um vasto programa de apoio durante os três dias da exposição, nomeadamente, palestras, workshops e seminários que podem proporcionar conhecimento técnico e de mercado valioso para os representantes das PME.

Nos stands dos expositores está contemplado uma exposição diversificada que inclui produtos, equipamentos, sistemas, aplicações e componentes para refrigeração, AC, ventilação e bombas de calor, bem como serviços, acessórios e ferramentas.

Na edição deste ano, o desafio passa pela abordagem ao tema da utilização e da prevenção do calor residual. Uma abordagem na ótica da sustentabilidade ambiental, com vista à elucidação e enfatização do cumprimento dos princípios da economia circular, num setor que pretende continuar a procura por caminhos de sustentabilidade.

A eficiência energética, a redução das emissões de gases com efeito de estufa e a sustentabilidade continuam também a ser as forças motrizes no desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos e sistemas para refrigeração, AC e ventilação e bombas de calor.

Desde 2016 que a InovCluster tem vindo a organizar a participação das PME nacionais neste certame e segundo as palavras de Christelle Domingos, da InovCluster: “é com grande entusiasmo que voltámos a organizar uma participação conjunta na Chillventa. Esta feira tem vindo a ser uma aposta estratégica nos últimos anos por ser um ponto de referência incontornável para todas as empresas ligadas ao setor da refrigeração, ar condicionado, ventilação e bombas de calor. Através da nossa participação na Chillventa, reforçamos o compromisso em promover a excelência e a inovação das empresas portuguesas, contribuindo para a sua visibilidade e sucesso nos mercados internacionais. Convidamos por isso todas as empresas do setor a juntarem-se a nós nesta ação, beneficiando das inúmeras vantagens que a Chillventa tem para oferecer. E estamos convictos de que esta participação irá traduzir-se em oportunidades de negócio concretas e no fortalecimento das relações comerciais das PME portuguesas, impulsionando assim o desenvolvimento económico do nosso país’.

As empresas interessadas em participar podem consultar online as condições de participação ficha de inscrição.

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Missão inversa de compradores de vinhos do Reino Unido envolve 22 produtores nacionais e 12 do Reino Unido

A AEP – Associação Empresarial de Portugal recebe, até 4 de julho, uma missão inversa de compradores de vinhos do Reino Unido, que envolve 22 produtores nacionais e 12 do […]

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A AEP – Associação Empresarial de Portugal recebe, até 4 de julho, uma missão inversa de compradores de vinhos do Reino Unido, que envolve 22 produtores nacionais e 12 do Reino Unido.

Com uma organização conjunta entre a AEP e a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Britânica, esta missão tem como objetivo promover o intercâmbio comercial e fortalecer as relações entre as empresas dos dois países.

“No ano passado as exportações de vinho para o Reino Unido foram muito dinâmicas, cresceram cerca de 5%, contrastando com a queda das exportações globais do setor para o mundo. Esta evolução permitiu reforçar o peso das exportações nacionais de vinhos para o Reino Unido, perfazendo os dois dígitos (10%)”, relembra Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração da AEP.

Esta missão inversa de compradores de vinhos do Reino Unido está incluída no projeto BOW – Business on the Way, desenvolvido pela AEP, no âmbito do Portugal 2030 e do Compete 2030.

Participação portuguesa envolve 22 produtores
1. Aveleda
2. Barcos Wines
3. Casa Agrícola de Compostela
4. Casa de Vila Verde
5. Caves Messias
6. DFJ Vinhos
7. Geographic Wines Portugal
8. Gota
9. J. Portugal Ramos Vinhos
10. Kranemann Estates
11. Lavradores de Feitoria – Vinhos de Quinta
12. Lindeborg Wines
13. Martha’s Wine & Spirits
14. MWC Menin Wine Company
15. Quinta da Pacheca
16. Quinta do Vallado
17. Quinta dos Avidagos
18. Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo
19. Sociedade Agrícola Casa de Vila Nova
20. Sogrape Vinhos
21. Van Zellers & Co
22. VS Douro

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Symington lança quatro grandes Portos Vintage das suas garrafeiras

Designados ‘Library Release’, os Portos Vintage Dow’s, Graham’s e Warre’s 2003 e Quinta do Vesúvio 1995, estão a ser lançadas das garrafeiras da família e em quantidades limitadas.

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Os lançamentos de Portos Vintage Dow’s, Graham’s e Warre’s 2003 e Quinta do Vesúvio 1995, com 20 a 30 anos de guarda, foram designados ‘Library Release’ para sinalizar que as garrafas envelheceram em perfeitas condições nas garrafeiras da família Symington.

Os rótulos foram redesenhados para os distinguir do lançamento original ‘en primeur’. Cada casa procurou inspiração no seu legado e estética identitária para criar roupagens distintas que transmitam mensagens chave sobre os vinhos. Pela primeira vez, os rótulos indicam quantos anos o vinho envelheceu em garrafa nas garrafeiras da família – a par de informação referente às datas de engarrafamento e lançamento, informa a Symington.

Há também indicação que se trata da 2ª vez que o vinho é formalmente lançado, duas a três décadas após o lançamento inicial. Estes ‘Library Release’ foram rearolhados para garantir a qualidade e os rótulos incluem o ano em que o processo foi concluído.

Os 2003 estão a ser lançados em paralelo com o Porto Vintage Quinta do Vesúvio 1995, a sétima vindima da família na quinta desde que adquiriram a propriedade do Douro em 1989. ‘No seguimento de cada lançamento Vintage, en primeur, a nossa família tem sempre reservado uma pequena quantidade para envelhecimento nas nossas caves para colocar no mercado décadas depois. O que estamos a fazer agora de modo diferente é fazer uma distinção entre estes Library Release, comparativamente ao primeiro lançamento, enfatizando o facto destas garrafas terem envelhecido nas condições perfeitas das nossas próprias caves”, detalha Harry Symington.

O responsável Porto Vintage da Symington explica ainda que a terceira fase de lançamento de Portos Vintage ocorre quando os vinhos atingem “níveis extraordinários de evolução, após 40 a 60 anos de envelhecimento, e lançamos uma quantidade restrita de garrafas numeradas no que designamos: ‘Private Cellar’”.

Estes Portos Vintage ‘Library Release’ estarão disponíveis a partir de setembro de 2024.

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World Cheese Awards 2024 serão em Portugal e as inscrições já estão abertas

Considerados os Óscares do Queijo, os World Cheese Awards decorrem este ano em Portugal. A cidade de Viseu recebe o evento entre 15 e 17 de novembro e vai reunir em competição mais de 4.500 queijos oriundos de mais de 40 países.

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A cidade de Viseu recebe, em novembro, os World Cheese Awards 2024. Portugal sucede assim a países como o Reino Unido, Itália, Espanha ou Noruega e vai ser palco, pela primeira vez, da maior competição mundial de queijos.

Considerados os Óscares do Queijo, os World Cheese Awards decorrem este ano em Portugal. A cidade de Viseu recebe o evento entre 15 e 17 de novembro e vai reunir os maiores produtores e afinadores mundiais, com mais de 4.500 queijos oriundos de mais de 40 países, em competição.

As inscrições para os prémios estão abertas até ao dia 16 de setembro, a todos os produtores que desejem participar, .

A avaliar os queijos em competição estará um juri composto por 250 especialistas de cerca de 40 nacionalidades, entre os quais 35 profissionais portugueses – o maior contingente de jurados nacionais na história da competição.

O evento, organizado há mais de três décadas pela britânica Guild of Fine Food, vai trazer ainda a Portugal mais de uma centena de jornalistas de publicações especializadas, influencers e apreciadores e contará com um Summit de Queijos e um Festival Gastronómico abertos ao grande público.

Viseu: “cultura gastronómica rica”

Bruno Filipe Costa é o impulsionador da vinda do evento para Portugal, num esforço conjunto com o jornalista gastronómico Paulo Salvador. “Sonhar ter o evento em Portugal, especialmente em Viseu, representa uma aposta de potenciar a imagem internacional do melhor que temos em Portugal, as suas gentes, e descentralizar a escolha dos locais para os grandes eventos mundiais a ocorrer no nosso país, num evento que pretendemos verdadeiramente inclusivo, envolvendo a região e as comunidades, e capaz de elevar o nome dos nossos queijos mundialmente”, explica Bruno Filipe Costa.

“Portugal e a região da Serra da Estrela escondem verdadeiras joias gastronómicas que vão surpreender produtores, comerciantes e apreciadores de queijo”, acrescenta o jornalista gastronómico Paulo Salvador.

John Farrand, managing director da Guild of Fine Food, explica a escolha de Viseu com o facto de ter “uma cultura rica em gastronomia e produção de vinho, o que a torna um local adequado para a primeira edição dos World Cheese Awards em Portugal”.

Fernando Ruas, presidente da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, sublinha que a região é conhecida “por ser o território por excelência do queijo em Portugal, pela gastronomia e vinhos, mas também pelas magníficas paisagens e pela qualidade dos seus produtos, está preparada para acolher produtores, especialistas e entusiastas do queijo com a hospitalidade que nos caracteriza”.

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