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Três Bagos com novidades em dose dupla: Reserva e Sauvignon Blanc

Já começaram a chegar ao mercado as mais recentes novidades da duriense Lavradores de Feitoria sob a marca ‘Três Bagos’. Ambos brancos e da colheita de 2021, falamos do Reserva […]

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Três Bagos com novidades em dose dupla: Reserva e Sauvignon Blanc

Já começaram a chegar ao mercado as mais recentes novidades da duriense Lavradores de Feitoria sob a marca ‘Três Bagos’. Ambos brancos e da colheita de 2021, falamos do Reserva […]

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Já começaram a chegar ao mercado as mais recentes novidades da duriense Lavradores de Feitoria sob a marca ‘Três Bagos’. Ambos brancos e da colheita de 2021, falamos do Reserva e do Sauvignon Blanc. Se o primeiro é um típico branco de blend, feito com castas autóctones do Douro, o segundo é um vinho 100% varietal da casta que lhe dá nome, mas com a impressão digital do terroir da região bem presente. São ambos vinhos frutados e frescos, ideais para esta época, mas com estrutura e complexidade, a pedir companhia à mesa.

O ‘Três Bagos Reserva branco 2021 é fiel à génese da marca ‘Três Bagos’, resultando da tão tradicional duriense arte de lotear, neste caso, três castas: o Viosinho, o Gouveio e o Rabigato. A somar a isto o facto de juntar uvas com origem em quintas – de accionistas da Lavradores de Feitoria – situadas ao longo das três sub-regiões Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. Um casamento de dois trios, onde a idade conta, tendo as vinhas mais de 30 anos de idade. Com estágio “dividido” entre inox e barricas, é um branco que pode ser bebido a solo, idealmente na companhia de uma boa conversa e como aperitivo de uma refeição, mas é à mesa que se revela na sua plenitude, ao acompanhar saladas mais elaboradas; um de novo em voga cocktail de camarão; peixes gordos; bacalhau; polvo e carnes brancas. Uma harmonização “todo-o-terreno”, em que pratos veganos e vegetarianos são bem-vindos. Um branco brilhante, de cor palha citrino. No nariz, revela poder aromático, intensidade e elegância. Mineral, repleto de fruta fresca, como pêra e ananás, evidencia ainda citrinos e alguma baunilha, o que lhe confere complexidade. Na boca, a entrada é fresca, plena de fruta e com uma excelente acidez. Promete longevidade.

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Como o nome indica, o Três Bagos Sauvignon Blanc, agora na colheita de 2021, é um monovarietal, que por si sai fora do conceito ‘Três Bagos’, mas que vestiu a sua camisola, ao nascer fruto de uma experiência que viria a resultou caso de sucesso, e que nunca a despiu! Este branco exprime-se pelos aromas frescos intrínsecos à casta, que ao serem conjugados com o estágio em barricas de carvalho francês ganham estrutura, o que dita uma boa capacidade de guarda. Feito a partir de vinhas com idades entre os 25 e os 30 anos, apresenta uma cor viva a citrino limão. Com um nariz exuberante, é bastante aromático e fresco. Manifesta notas de fruta tropical, como o ananás, a contrastar com fruta de polpa branca, como o melão, complementadas com ligeiras nuances vegetais a lembrar espargos. Na boca, revela-se muito frutado e equilibrado. Apresenta uma boa acidez, suportada por sabores a fruta madura, com algumas notas tropicais, que o caracterizam e lhe conferem equilíbrio. O seu final de boca é longo e persistente. Este é o vinho ideal para beber como aperitivo, a solo, ou à mesa, com saladas, pratos de peixe, mariscos e sushi. Apto para veganos e vegetarianos, é a companhia perfeita para os almoços de Verão entre família e amigos.

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Delta Cafés apresenta nova imagem da gama solúveis

A Delta Cafés acaba de lançar uma nova campanha multimeios que pretende reforçar a ligação da marca com um público mais jovem e “pôr todos a mexer” com gama solúveis. […]

A Delta Cafés acaba de lançar uma nova campanha multimeios que pretende reforçar a ligação da marca com um público mais jovem e “pôr todos a mexer” com gama solúveis.

O restyling das embalagens vai impactar as diferentes propostas da gama de solúveis da Delta Cafés que vão desde cafés puros, “Classic”, “Intenso”, “Creme”, “Decaf” e “Gold”; cereais com café, “Chicória e Café”, “Cereais e Café”, “Cereais, Chicória e Café”; e cereais sem café, “Cereais e Fibra”, “Cevada, Chicória e Centeio” e “Cevada”, e encontra-se disponível nos pontos de venda habituais.

“A nova imagem reforça a nossa capacidade de evolução e adaptação a novas tendências e a nossa convicção e vontade em continuar a fazer parte do dia a dia dos portugueses e, em particular com esta campanha, pôr todos a mexer com os solúveis Delta.”, sublinha Mónica Oliveira, diretora de marketing e comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro.

A campanha foi criada pela agência BBDO Portugal e estará presente, com estratégia de meios da Initiative Media, em digital (Youtube, TikTok, Instagram, Facebook), rádio, spotify e em OOH.

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Quinta do Portal lança quatro propostas da colheita 2023

Dois monovarietais – um Sauvignon Blanc e um Moscatel Galego – um rosé e um colheita branco são as mais recentes propostas da Quinta do Portal.

Dois monovarietais – um Sauvignon Blanc e um Moscatel Galego – um rosé e um colheita branco são as mais recentes propostas da Quinta do Portal.

Os quatro vinhos da colheita de 2023 chegam ap mercado a tempo do verão e são apresentados pelo produtor como “de perfil fresco, aromático e descomplicado, com potencial gastronómico, mas também especialmente indicados para uma receção, um aperitivo ou para consumir em convívio”.

O Sauvignon Blanc, de uma casta frutada e floral que tem cada vez mais adeptos, “é uma interpretação muito própria da equipa de enologia da Quinta do Portal, que conferiu ao vinho um caráter equilibrado entre frescura e acidez”.

O Moscatel Galego “revela grande exuberância floral e frutada, com aromas frescos e cítricos”, sendo um vinho “de grande potencial gastronómico, que acompanha na perfeição, por exemplo, pratos de comida japonesa, mariscos ou saladas”, indica o produtor duriense.

O Rosé, vinho que tem vindo a ganhar espaço nas escolhas dos consumidores, apresenta uma cor levemente rosada, com “aromas frescos e cativantes, predominando os frutos silvestres, romã, bem como um leve floral”. “Possui muito boa acidez em boca, num conjunto muito equilibrado e sedutor. Termina com ligeiro e elegante amargo”, apresenta a Quinta do Portal.

O Colheita Branco é um blend das castas Viosinho, Gouveio e Malvasia Fina, com predominância da primeira. “Este vinho foi cuidadosamente elaborado e permaneceu durante o longo estágio em contacto com as borras finas, de modo a garantir uma maior complexidade e riqueza. De cor citrina e brilhante, apresenta aroma elegante e requintado de alperce e toranja, com uma envolvente sensação mineral. Muito equilibrado na boca, com boa textura e acidez a darem uma frescura ímpar ao final de boca”, classifica o produtor.

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Adega de Monção

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Adega Cooperativa de Monção com recorde de vendas em 2023

Entidade registou um valor de faturação próximo de 18 milhões de euros, o mais alto de sempre. No total, no último ano, a Adega de Monção registou um volume de faturação de 17.788.585,88 euros, com os vinhos da região a crescerem, particularmente, nos Estados Unidos da América (57%), Inglaterra (38%), França (86%), Austrália (98%) e Países Baixos (3%).

O território de Monção e Melgaço continua a crescer economicamente, muito sob influência da Adega Cooperativa de Monção, que, em 2023, registou um valor total de faturação próximo de 18 milhões de euros.

Este foi o ano em que a entidade, com mais de 65 anos de história, conseguiu atingir também um recorde no número de vendas, sobretudo no mercado internacional, onde se verifica um crescimento de 22% face ao período homólogo, com os Estados Unidos da América e a Inglaterra a liderarem.

Segundo a Adega de Monção, a ligeira queda registada no mercado nacional foi colmatada pela positiva expansão internacional.

“O contexto internacional que vivemos causa-nos muita apreensão e exige-nos uma gestão ainda mais regrada e ponderada, mas continuamos convictos na força da marca e na qualidade dos vinhos que produzimos. Os números mostram-nos isso mesmo. É com orgulho e responsabilidade redobradas que encaramos estes resultados”, adianta o presidente da Adega, Armando Fontainhas.

No total, no último ano, a Adega de Monção registou um volume de faturação de 17.788.585,88 euros, com os vinhos da região a crescerem, particularmente, nos Estados Unidos da América (57%), Inglaterra (38%), França (86%), Austrália (98%) e Países Baixos (3%). Simultaneamente, entraram, também, nos mercados de Israel, Áustria e Islândia.
Os resultados alcançados permitiram distribuir mais de dois milhões de euros aos seus cooperantes, que se refletiram em 0.25€/kg de uva entregue, refere a Adega em comunicado.

Prémios atribuídos em 2024
– Deu La Deu Histórico 2017, Best of the Year 2023 – Revista Grandes Escolhas 2020
– Alvarinho Deu La Deu 2023, Bacchus de Oro 91 points – Concurso Internacional de Vinos BACCHUS
– Deu La Deu Reserva 2022, Bacchus de Prata 88 points – Concurso Internacional de Vinos BACCHUS
– Deu La Deu Reserva 2022, 90 points Silver medal – International Wine Challenge
– Alvarinho Deu La Deu 2023, 91 points Silver medal – International Wine Challenge
– Muralhas de Monção Branco 2023, 90 points Silver medal – International Wine Challenge
– Deu La Deu Premium 2020, A Escolha do Mercado 2024 – Concurso de Vinhos “A Escolha do Mercado”

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Vinhos Dona Paterna distinguidos com ouro e prata na Roménia

Alvarinho 2022, Alvarinho Trajadura 2022 e Espumante Bruto Alvarinho 2019 foram os vinhos galardoados no VINARIUM International Wine Contest 2024

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A marca de vinhos Dona Paterna viu três dos seus vinhos serem distinguidos no Vinarium International Wine Contest 2024. O Alvarinho Dona Paterna 2022 foi distinguido com medalha de ouro, enquanto o Alvarinho Trajadura 2022 e o Espumante Bruto Alvarinho 2019 receberam prata na 21ª edição do concurso.

“Receber estes prémios no Vinarium International Wine Contest é um reconhecimento do nosso compromisso contínuo com a qualidade e a autenticidade dos nossos vinhos. Estes prémios reforçam a excelência da nossa produção e as condições únicas que a sub-região de Monção e Melgaço tem para a produção de alvarinhos sublimes”, destacou Carlos Codesso, produtor da Dona Paterna.

A concurso no Vinarium International Wine Contest 2024 estiveram 1502 vinhos de 26 países.

A marca Dona Paterna foi lançada em 1990, altura em que Carlos Condesso lançou no mercado o seu primeiro vinho, o 100% Alvarinho. Desde então, o vitivinicultor alargou o portfólio a diferentes segmentos e perfis, quer de alvarinho como de outras castas, assim como de espumantes e aguardentes, mas o alvarinho continua a ser o ex-libris da marca.

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Concurso televisivo Mistura Beirão quer revolucionar a arte de fazer bebidas em Portugal

Arranca este sábado um novo programa que pretende celebrar da arte de fazer bebidas e da criatividade dos bartenders portugueses. ‘Mistura Beirão’, apresentado por Maria Cerqueira Gomes e Rui Simões, […]

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Arranca este sábado um novo programa que pretende celebrar da arte de fazer bebidas e da criatividade dos bartenders portugueses. ‘Mistura Beirão’, apresentado por Maria Cerqueira Gomes e Rui Simões, é a a primeira competição de mixologia a ser transmitida em canal aberto e em horário nobre. Desenvolvido em parceria com a TVI/Shine, tem estreia marcada já para este sábado, dia 15, pelas 23h e estará no ar ao longo de cinco semanas.

“É um sonho antigo tornado realidade. Enquanto bebida espirituosa número um em Portugal, sentimos a responsabilidade de promover a formação e informação sobre esta fascinante área da mixologia”, afirma Daniel Redondo, diretor geral do Licor Beirão. “Portugal já fez um excelente percurso a elevar a gastronomia com programas como o Masterchef, pelo que agora é a vez de fazermos o mesmo pela mixologia, revelando os profissionais incríveis que temos em Portugal.”, acrescenta.

Ao longo da temporada, Mistura Beirão receberá vários convidados especiais, incluindo o Chef Carlos Afonso, Leonor Seixas, Isaac Alfaiate, Madalena Brandão, Fernanda Serrano, entre outros, que serão também eles jurados.
No entanto, serão os especialistas da área de mixologia que terão um papel fundamental, ajudando a desvendar os segredos de ingredientes inusitados e técnicas avançadas.

O vencedor terá a possibilidade de participar no prestigiado Curso Avançado de Bartending da European Bartender School, em Nova Iorque.

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Periquita renova imagem e aposta em nova campanha

Sob o mote “Moderno desde 1850”, o rebranding e a nova campanha pretendem homenagear os 174 anos de história da marca e reforçar a identidade e posicionamento dos vinhos Periquita. “A marca Periquita é, sem dúvida, a espinha dorsal do portfólio da José Maria da Fonseca” sublinha António Maria Soares Franco.

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Periquita, a marca de vinhos mais antiga de Portugal, lançada em 1850, acaba de renovar a sua imagem e lançar uma nova campanha multimeios.
Sob o mote “Moderno desde 1850” o rebranding e a nova campanha pretendem homenagear os 174 anos de história da marca e reforçar a identidade e posicionamento dos vinhos Periquita – que se evidenciam por serem singulares, autênticos e com tradição -, ao mesmo tempo que se honra a sua origem e a terra que lhes dá chão.

No ano em que a José Maria da Fonseca celebra 190 anos e, também numa celebração aos 174 anos de história de Periquita, a produtora de Azeitão surpreende com um rebranding da marca, assinado pela Omdesign, com a nova imagem a lembrar as primeiras edições desta marca, onde é destacado o brasão, as cores e os materiais que reforçam o posicionamento da gama Periquita e enobrecem a mestria da José Maria da Fonseca.

O arco surge mais pronunciado, incorporado no lettering, o que confere à marca uma presença envolvente, acolhedora e mais próxima do seu consumidor. O brasão da Ordem da Torre e Espada, simboliza a distinção atribuída pelo rei D. Pedro V a José Maria da Fonseca em 1856, pelo Valor, Lealdade e Mérito no âmbito da indústria portuguesa. Este brasão é um elemento crucial na marca José Maria da Fonseca e estava presente nas garrafas mais antigas de Periquita. No logótipo, também a origem e fundação ganham mais visibilidade e honram todos aqueles que, ao longos dos anos, cuidam, produzem e se empenham diariamente para dar vida a néctares únicos, que levam e elevam a marca a novos patamares, aqui e além-fronteiras.

“A marca Periquita é, sem dúvida, a espinha dorsal do portfólio da José Maria da Fonseca. É uma marca que tem conseguido adaptar-se ao longo dos anos com uma presença contínua, quer em Portugal como no Mundo. Vendemos para mais de 70 mercados, como o Brasil, Suécia, Estados Unidos, Canadá e toda a Europa, o que faz do Periquita um dos vinhos portugueses mais exportados. Com isto, queríamos desenvolver uma campanha que transmitisse a sua história, o legado e, acima de tudo, que refletisse a capacidade de modernização e evolução do Periquita, desde o seu primeiro dia”, afirma António Maria Soares Franco, Co-CEO da José Maria da Fonseca.

Para Diogo Gama Rocha, fundador e diretor geral da Omdesign, “este rebranding foi um trabalho profundo e cirúrgico de análise detalhada do que foi e é identitário da marca Periquita, desde a sua criação até aos dias de hoje, em todos os mercados em que está presente. Mantivemos e consolidamos a forte ligação que a marca e os seus icónicos produtos têm com o seu consumidor, que atravessa gerações, culturas e continentes, uma vez que é a marca portuguesa mais antiga de vinhos engarrafados. Tornamos, assim, a marca mais contemporânea e ainda mais próxima do seu público. É, para mim e para toda a equipa da Omdesign, uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, um enorme motivo de orgulho.”

Com um portefólio de nove referências, a nova imagem de Periquita chega ao mercado em simultâneo com as mais recentes colheitas dos vinhos Periquita Branco e Rosé 2023, Periquita Reserva Branco 2023 e Periquita Reserva tinto 2022.

A acompanhar a nova imagem, é lançada uma campanha que reflete a bagagem histórica desta marca que tem acompanhado gerações ao longo dos tempos, desenvolvida em conjunto com a agência Adagietto.

 

 

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7ª edição do UVVA celebra vinhos verdes e gastronomia em Amarante

A 7º edição do Universo do Vinho Verde Amarante (UVVA) acontece de 14 a 16 de junho, nos Claustros do Convento de São Gonçalo, em Amarante, com um programa centrado no vinho e na região.

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A 7º edição do Universo do Vinho Verde Amarante (UVVA) acontece de 14 a 16 de junho, nos Claustros do Convento de São Gonçalo, em Amarante, com um programa centrado no vinho e na região. Conversas com especialistas e degustações de vinhos premiados, workshops, showcookings de chefs, atuações musicais são lgumas das iniciativas do UVVA deste ano.

Na sexta-feira, dia 14, às 19h30, o showcooking será realizado pelo chef Rui Lemos, vencedor da edição de 2024 do Masterchef Portugal, enquanto no dia. No último dia, domingo, às 21h, o showcooking estará nas mãos dos chefs Jorge Moreira e Miguel Cardoso, do Restaurante Pena, em Amarante.

Já as ‘Conversas sobre o Vinho’, vão ser orientadas por José João Santos, da Revista de Vinhos. ‘Grandes vinhos da casta Avesso’ é o tema da primeira conversa de sexta-feira, às 19h30, seguida da ‘Espumantes e pét-nats dos Verdes’, pelas 22h. No sábado, dia 15, o foco vai estar nos ‘Grandes vinhos da casta Loureiro’ às 19h30 e, posteriormente, nos ‘Rosés e tintos leves dos Verdes’, pelas 22h. No domingo, o tema em destaque será ‘Grandes vinhos da casta Alvarinho’, pelas 18h30.

O UVVA vai voltar a distinguir os melhores vinhos da região, com o painel de especialistas a reunir no dia 14, a partir das 9h30, e os resultados a serem divulgados no sábado, às 19h.

As entradas para a 7ª edição do UVVA podem ser adquiridas online na plataforma 3cket, no endereço.

Criado em 2016, e produzido pelo município de Amarante o UVVA é organizado pela Essência Company com a parceria da Associação de Turismo do Porto e Norte, a Dolmen– Desenvolvimento Local e Regional e o Círculo António do Lago Cerqueira.

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Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR).

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A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, membros da International Coffee Partners (ICP), estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR), para que os pequenos produtores tenham tempo, estruturas e recursos para o cumprirem.

Num comunicado da ICP, estas empresas familiares europeias de café afirmam o seu apoio aos objetivos do EUDR, defendendo que as florestas devem ser protegidas nas regiões de produção de café, mas alertam que o cumprimento da EUDR representa um “grande desafio”.

“É prioritário aumentar a consciencialização sobre o tema nos países produtores, protegendo o ambiente e investindo na reflorestação. A situação dos pequenos produtores de café merece particular atenção, visto estes necessitarem de sistemas de fornecimento, de condições adequadas, de um período de transição apropriado e de recursos financeiros adicionais para cumprir a nova lei”, referem no comunicado.

Risco de exclusão do mercado europeu

As sete empresas familiares europeias do setor do café afirmam que os 12,5 milhões de pequenos produtores de café no mundo, que produzem até 80% do café mundial, dependem da volatilidade dos mercados e estão expostos a riscos climáticos crescentes, ao aumento dos preços de produção e a outros fatores económicos externos. A estes desafios, apresenta-se agora o do cumprimento da EUDR. “Muitos produtores não conseguirão responder a todos os requisitos necessários até ao final de 2024 pelo que, podem ser excluídos do mercado da União Europeia”, alertam.

“Embora a EUDR seja um passo importante para uma produção de café livre de desflorestação, deve também privilegiar os interesses dos pequenos produtores. Caso contrário, a EUDR arrisca-se a reduzir os rendimentos e as quotas de mercado dos pequenos produtores e a aumentar a sua vulnerabilidade à pobreza, impedindo a sua transição para uma agricultura mais sustentável. Para se adaptarem, é provável que os agricultores transfiram a comercialização dos seus produtos para países fora da União Europeia. Estes resultados não contribuem para a redução do risco de desflorestação”, acrescentam.

EUDR obriga a “ investimento inicial significativo”

De acordo com uma avaliação realizada ao grau de preparação no Uganda, uma das regiões do projeto da ICP, esta revelou que os produtores de café do país ainda não estão preparados para cumprir o EUDR. Atualmente, apenas cerca de 10% dos produtores de café do Uganda têm o seu café rastreado. “Para cumprir os requisitos do EUDR, os agricultores ugandeses terão de desenvolver um sistema de rastreabilidade eficaz, que provavelmente exigirá anos de planeamento, aperfeiçoamento e melhoria das competências, bem como um investimento inicial significativo. Além disso, a manutenção desse sistema exigirá recursos financeiros contínuos todos os anos”, sublinha a ICP no comunicado.

As empresas familiares europeias estão, nesse sentido, a sensibilizar para a necessidade de prorrogação do EUDR, integrando uma fase de transição. Defendem o apoio e a criação das estruturas e requisitos e a disponibilização de recursos financeiros para que as famílias de pequenos produtores de café desenvolvam a capacidade técnica e os conhecimentos necessários.

“Esta é a única forma de assegurar uma transição equilibrada das cadeias de abastecimento mais sustentáveis e de travar a desflorestação sem efeitos adversos”, afirmam, acrescentando que o processo de verificação do EUDR deve ser “suficientemente simples e acessível” para que possa ser cumprido pelos pequenos produtores de café. “É necessário tempo, capacidade técnica e recursos para que estes se consigam adaptar e cumprir com os novos requisitos”.

A International Coffee Partners é uma organização sem fins lucrativos formada pelas sete empresas familiares europeias de café e que tem como objectivo contribuir com know-how para estabelecer um setor cafeeiro sustentável em países estratégicos através da implementação de projetos de melhores práticas em comunidades de pequenos produtores de café. Desde 2001, a ICP já atingiu mais de 118 mil famílias de pequenos produtores em 13 países.

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Auchan apresenta cerveja feita com sobras de pão para combater desperdício alimentar

A Auchan lançou o desafio e a Cerveja Barona, fabricante de cerveja artesanal do Alentejo, criou a Talego que já salvou 30kg de pão. Esta inovação alimentar já chegou às lojas Auchan.

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A Auchan e a Cerveja Barona acabam de apresentar o mais recente produto que pretende combater o desperdício alimentar: a Cerveja Talego que utiliza, na sua confeção, sobras de pão que já não seria comercializado pela retalhista.

A fabricante de cerveja artesanal do Alentejo, desafiada pela Auchan, criou a Talego – Bread IPA, uma cerveja única que já salvou 30kg de pão.

O nome desta cerveja vem dar destaque ao saco tradicional, feito à mão com retalhos de tecido, utilizado para transportar pão – o talego –, simbolizando a harmonia entre a tradição e a inovação.  Com o estilo English India Pale Ale, a Talego – Bread IPA celebra a riqueza da terra alentejana e a determinação de um povo que nunca desistiu das suas crenças.
No rótulo está presente um QR Code que permite aos clientes aceder à página Auchan&Eu, onde é explicada a toda a temática da redução do desperdício alimentar.

Esta inovação alimentar já chegou às lojas Auchan e vai estar em destaque no palco do Future Taste até 30 de junho, passando depois a estar disponível no corredor das cervejas e bebidas e na loja online .

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Vinhos Código
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No Rules Wines quer promover o melhor do Dão e elevar esta região vitivinícola “a um patamar superior”

A No Rules Wines junta trio do Dão: o enólogo Tiago Macena, o empresário António Sousa Martins e o consultor internacional de vinhos, Cláudio Martins.

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Há dois anos no mercado, a No Rules Wines, fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena, nasceu com vontade de se distinguir pela irreverência e autenticidade de fazer “vinhos tranquilos do Dão sem regras”, honrando a tradição do Dão, mas procurando “elevar esta região vitivinícola a um patamar superior”.
Este é o terroir base do projeto, que surge com o objetivo principal de “expressar uma enologia que mostre a origem das uvas”, através de um investimento inicial de 1 milhão de euros.
“Temos alguns vinhos menos usuais, tirando partido do potencial enológico da região e da nossa vontade de arriscar em alguns vinhos. A maior parte dos vinhos são DOC Dão, mas também temos vinhos Indicação Geográfica Protegida (IGP), nos quais nos é permitido o trabalho com outras técnicas e castas”, afirma Tiago Macena, em comunicado.Código foi a primeira marca de vinhos apresentado ao mercado, com quatro propostas, entre brancos e tintos, e que em poucos meses, viu esgotado o stock de cerca de 3 mil garrafas de cada referência. Em breve, uma sala de provas, à porta fechada, na adega que a empresa tem em Nelas vai permitir receber entusiastas por experiências vínicas fora da caixa, avança a No Rules Wines.
A aquisição de uma vinha no Douro também está nos planos do trio.

A No Rules Wines foi fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena.

Autenticidade, Sustentabilidade e Transparência são os pilares principais da empresa, que já marca presença em alguns mercados internacionais, concretamente em Angola e Reino Unido. Para António Sousa Martins, o objetivo é “continuar a explorar novos mercados” e posicionar a No Rules Wines, com sede em Oliveira do Hospital, entre as melhores do setor vinícola. “Desde a produção de vinhos mais requintados, em poucas quantidades e valores mais elevados, a vinhos ‘simples’ e ‘descomplicados’, a preços mais acessíveis e em maiores volumes, a empresa quer ‘promover o melhor do Dão’”, sublinha
Encruzado, Granius, Origem, Solstício, Bical e Uva Cão são os seis vinhos que fazem parte da marca Código.

Vinhos que “mercado está a absorver de forma extraordinária”

O Código Origem Branco, Solstício e o Granius 22, chegaram ao mercado no segundo semestre 2023 e rapidamente foram absorvidos pelos consumidores. Seguiu-se um monovarietal, o Encruzado 2022, no início de 2023.
Em maio, chegaram ao mercado as novas colheitas (Código Origem Tinto 22 e Origem Branco 23) que “vieram reforçar a oferta para uma procura que o mercado está a absorver de forma extraordinária”, afirma Cláudio Martins.
Para os colecionadores especiais, há uma edição limitada, de seis garrafas.
Em julho, do Código serão lançadas novas colheitas de Bical e Uva Cão e duas novas referências Infusão Subtil e Manifesto.

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