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Dove lança pack solidário cujas vendas reverterão na totalidade para a Fundação do Gil

Dove acaba de lançar no mercado um pack solidário. O valor alcançado em vendas reverterá, na sua totalidade, para a Fundação do Gil, ajudando o espaço Clínica do Gil a […]

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Dove lança pack solidário cujas vendas reverterão na totalidade para a Fundação do Gil

Dove acaba de lançar no mercado um pack solidário. O valor alcançado em vendas reverterá, na sua totalidade, para a Fundação do Gil, ajudando o espaço Clínica do Gil a […]

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Dove acaba de lançar no mercado um pack solidário. O valor alcançado em vendas reverterá, na sua totalidade, para a Fundação do Gil, ajudando o espaço Clínica do Gil a atuar e a desenvolver o seu trabalho dedicado ao desenvolvimento infantil. Este espaço terá consultas na área da saúde mental, através da presença e acompanhamento de terapeutas especializados, juntamente com crianças e as respetivas famílias, numa lógica de negócio social, com preços sociais e de mercado, informa marca em comunicado.

Estes packs solidários já se encontram à venda, sendo compostos por um gel de banho Dove Deeply Nourishing 250ml, um roll-on Dove Advanced Care e um Creme mãos Essential Care. No mesmo pack encontra-se ainda um voucher com 10% desconto no programa Gil Teens (mentoria em saúde mental e emocional), que pode ser utilizado na Clínica do Gil da Fundação do Gil, um espaço inovador, de promoção e intervenção na área da saúde mental infanto-juvenil, para bebés, crianças e jovens até aos 18 anos.

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Para Maria Matos, responsável pelo Projeto Pela Autoestima de Dove em Portugal, esta iniciativa da marca, “revela o propósito e o espírito de missão de Dove, no que às crianças e jovens diz respeito. Cada vez mais, hoje em dia, é necessário garantir que a saúde mental é um tema que deve ser encarado, tratado e acolhido desde tenra idade, garantindo aos jovens o acompanhamento necessário para que se tornem adultos mais conscientes. Ter a oportunidade de, através da nossa marca, garantir que contribuímos para ajudar nesse caminho, neste caso com a Clínica do Gil da Fundação do Gil, é para nós uma enorme honra, mas também, algo que faz todo o sentido e que, como tal, é muito natural no nosso percurso e nas causas às quais queremos que Dove esteja associada”.

Também para Patrícia Bora, Presidente da Fundação do Gil, esta parceria com a Dove, “é um enorme privilégio, não só porque tem o nobre contributo de permitir que tenhamos ainda mais ferramentas para desenvolver o nosso trabalho e de chegar a mais famílias e jovens, permitindo expandir a nossa área de atuação, como o de termos o privilégio de nos unirmos a uma marca cujos propósitos e valores partilhamos.”

Os packs solidários podem ser adquiridos nas superfícies comerciais, de norte a sul do país.

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Estudo aponta a Delta como a marca com melhor perceção de práticas ESG

Quanto aos setores de atividade os que mais se destacam pela positiva são o retalho alimentar (67,5 pts), o setor da energia (67,4 pts) e o da alimentação e bebidas (67,1 pts).

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Delta é a marca com melhor perceção de práticas de sustentabilidade em Portugal, segundo um estudo da OnStrategy sobre as marcas e indústrias melhor percecionadas nas práticas de ESG.

Numa escala de 100 pontos, entre mais de duas mil marcas auditadas, foram dez as marcas que atingiram o nível de excelência, ou seja, mais de 80 pontos: Delta (86,4 pts), Luso (83,9 pts), Agua das Pedras (83,1 pts), Nestlé (83,0 pts), Danone (81,8 pts), Terra Nostra (80,5 pts), Vitalis (80,3 pts), Sumol Compal (80,1 pts), Microsoft (80,0 pts) e Oceanário de Lisboa (80,0 pts).

Depois de ter apresentado os resultados dos estudos anuais de reputação RepScore, de experiência BXS (Brand Experience Score) e de Valor Financeiro das Marcas em Portugal, a consultora consolida agora a informação referente à avaliação que decorreu entre os dias 1 de abril de 2023 e 31 de março de 2024, junto de mais de 50 mil cidadãos que refletem a sociedade portuguesa em termos de distribuição geográfica, género, idade, grau de formação e classe social.

Quanto aos setores de atividade os que mais se destacam pela positiva são o retalho alimentar (67,5 pts), o setor da energia (67,4 pts) e o da alimentação e bebidas (67,1 pts).

Os setores de atividade que recolheram uma avaliação mais vulnerável são a construção e engenharia (52,4 pts), aviação e linhas aéreas (52,6 pts) e produtos industriais e detergentes (53,0 pts).

Quanto à avaliação consolidada das diferentes dimensões do ESG, o fator Governação recebeu 72 pontos, o Social 65 pontos e o Ambiente 48 pontos. “De uma forma consolidada, juntando todos os setores de atividade, Portugal recolhe uma avaliação moderada na prática de ESG – 61,8 pontos; mais 1,8 pontos que no ano anterior – e nenhum setor de atividade atinge sequer uma avaliação robusta (mais de 70 pontos)”, avalia Pedro Tavares, managing partner da OnStrategy

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Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR).

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A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, membros da International Coffee Partners (ICP), estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR), para que os pequenos produtores tenham tempo, estruturas e recursos para o cumprirem.

Num comunicado da ICP, estas empresas familiares europeias de café afirmam o seu apoio aos objetivos do EUDR, defendendo que as florestas devem ser protegidas nas regiões de produção de café, mas alertam que o cumprimento da EUDR representa um “grande desafio”.

“É prioritário aumentar a consciencialização sobre o tema nos países produtores, protegendo o ambiente e investindo na reflorestação. A situação dos pequenos produtores de café merece particular atenção, visto estes necessitarem de sistemas de fornecimento, de condições adequadas, de um período de transição apropriado e de recursos financeiros adicionais para cumprir a nova lei”, referem no comunicado.

Risco de exclusão do mercado europeu

As sete empresas familiares europeias do setor do café afirmam que os 12,5 milhões de pequenos produtores de café no mundo, que produzem até 80% do café mundial, dependem da volatilidade dos mercados e estão expostos a riscos climáticos crescentes, ao aumento dos preços de produção e a outros fatores económicos externos. A estes desafios, apresenta-se agora o do cumprimento da EUDR. “Muitos produtores não conseguirão responder a todos os requisitos necessários até ao final de 2024 pelo que, podem ser excluídos do mercado da União Europeia”, alertam.

“Embora a EUDR seja um passo importante para uma produção de café livre de desflorestação, deve também privilegiar os interesses dos pequenos produtores. Caso contrário, a EUDR arrisca-se a reduzir os rendimentos e as quotas de mercado dos pequenos produtores e a aumentar a sua vulnerabilidade à pobreza, impedindo a sua transição para uma agricultura mais sustentável. Para se adaptarem, é provável que os agricultores transfiram a comercialização dos seus produtos para países fora da União Europeia. Estes resultados não contribuem para a redução do risco de desflorestação”, acrescentam.

EUDR obriga a “ investimento inicial significativo”

De acordo com uma avaliação realizada ao grau de preparação no Uganda, uma das regiões do projeto da ICP, esta revelou que os produtores de café do país ainda não estão preparados para cumprir o EUDR. Atualmente, apenas cerca de 10% dos produtores de café do Uganda têm o seu café rastreado. “Para cumprir os requisitos do EUDR, os agricultores ugandeses terão de desenvolver um sistema de rastreabilidade eficaz, que provavelmente exigirá anos de planeamento, aperfeiçoamento e melhoria das competências, bem como um investimento inicial significativo. Além disso, a manutenção desse sistema exigirá recursos financeiros contínuos todos os anos”, sublinha a ICP no comunicado.

As empresas familiares europeias estão, nesse sentido, a sensibilizar para a necessidade de prorrogação do EUDR, integrando uma fase de transição. Defendem o apoio e a criação das estruturas e requisitos e a disponibilização de recursos financeiros para que as famílias de pequenos produtores de café desenvolvam a capacidade técnica e os conhecimentos necessários.

“Esta é a única forma de assegurar uma transição equilibrada das cadeias de abastecimento mais sustentáveis e de travar a desflorestação sem efeitos adversos”, afirmam, acrescentando que o processo de verificação do EUDR deve ser “suficientemente simples e acessível” para que possa ser cumprido pelos pequenos produtores de café. “É necessário tempo, capacidade técnica e recursos para que estes se consigam adaptar e cumprir com os novos requisitos”.

A International Coffee Partners é uma organização sem fins lucrativos formada pelas sete empresas familiares europeias de café e que tem como objectivo contribuir com know-how para estabelecer um setor cafeeiro sustentável em países estratégicos através da implementação de projetos de melhores práticas em comunidades de pequenos produtores de café. Desde 2001, a ICP já atingiu mais de 118 mil famílias de pequenos produtores em 13 países.

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Novo Verde

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Novo Verde e ERP Portugal são parceiras para a sustentabilidade do Primavera Sound Porto

A Novo Verde e a ERP Portugal, entidades gestoras de resíduos de embalagens e resíduos elétricos e eletrónicos, pilhas e baterias, respetivamente, vão ser as Parceiras para a Sustentabilidade de […]

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A Novo Verde e a ERP Portugal, entidades gestoras de resíduos de embalagens e resíduos elétricos e eletrónicos, pilhas e baterias, respetivamente, vão ser as Parceiras para a Sustentabilidade de um dos mais icónicos festivais de música nacionais, o Primavera Sound Porto, que decorre até 8 de junho no Parque da Cidade.

O evento conta com uma Praça da Sustentabilidade, na zona do Queimódromo, em frente ao palco principal, onde a Novo Verde e a ERP Portugal terão iniciativas de sensibilização que pretendem, de forma divertida e inovadora, unir a música à força positiva da reciclagem e da gestão de resíduos.

ANovo Verde apela que, ao longo de todo o recinto, que tem mais de 53 hectares, a RECICLAR EM FORÇA! “Através de vários locais de deposição seletiva de resíduos de embalagens, a mensagem é clara: em tempo de festa também se separa” defende.

Já a presença da ERP Portugal far-se-á notar em várias zonas do Parque da Cidade, onde máquinas de carregamento de telemóveis passam a mensagem de que depositar Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) e Pilhas está à distância de um clique através da plataforma eureciclo.pt.

“Queremos estar onde as pessoas estão, ajudando e sensibilizando para a nossa missão fundamental: o correto encaminhamento dos resíduos. O que pretendemos, com esta presença, é sensibilizar as pessoas para as imensas possibilidades que existem num espaço como um festival, onde a produção de algumas tipologias de resíduos pode ser  intensa. O Primavera Sound tem uma “aura” ligada a um modo de vida alternativo e foi também por essa razão que fizemos questão de estar presentes e ligados a esta festa, que foi um dos primeiros festivais em Portugal a contar com um Manual de Boas Práticas Ambientais” sublinha Ricardo Neto, presidente da Novo Verde e da ERP Portugal.

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Auchan reforça compromisso com a proteção dos oceanos e junta-se à campanha da MSC

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta.” destaca Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

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A Auchan reforça a sua visão 2032 – Alimentar uma Vida Melhor e Preservar o Planeta – e junta-se à campanha da Marine Stewardship Council (MSC) que tem como mote ‘A Pesca Sustentável significa mais peixes’.

Com um compromisso assumido com a sustentabilidade, a Auchan assume, desde 2009,  uma política de comércio sustentável de pescado destacando-se dois compromissos da retalhista: a diminuição, suspensão ou cessação da comercialização das espécies que se identifiquem ameaçadas, tal como fez, em 2008, com todas as espécies de tubarão ameaçadas, tornando-se, assim, na primeira insígnia de distribuição internacional a implementar esta medida de resposta à situação de sobrevivência deste peixe emblemático; e, privilegiar a oferta de produtos provenientes de pesca sustentável ou com menor grau de risco para a biodiversidade. Exemplo disso são o Bacalhau Produção Controlada Auchan comercializado desde 2019 e a Pescada Congelada Auchan, ambos com uma certificação MSC, exemplifica a retalhista.

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta. Já temos uma oferta de produtos da nossa marca com certificação por parte de entidades com quem colaboramos na procura por alimentos que promovam uma vida melhor para os nossos clientes. A campanha da MSC, em defesa dos nossos oceanos e da pesca sustentável, está muito alinhada com os nossos objetivos e, por isso, fez todo sentido podermos juntar-nos a esta causa”, explica Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

“No MSC, valorizamos e apreciamos enormemente o apoio da Auchan Retail pela pesca sustentável e pelo trabalho que a nossa organização está a fazer em Portugal. Estamos convencidos de que, graças ao apoio de retalhistas como a Auchan Retail a iniciativas como o Dia Mundial dos Oceanos, avançamos para uma maior consciencialização da sustentabilidade do mar e dos seus produtos na sociedade em geral”, afirma Laura Rodríguez, diretora da MSC Portugal e Espanha.

Para assinalar e promover a preocupação com os oceanos, a MSC lançou uma campanha, que estará no ar até ao final de junho, e que pretende destacar o impacto positivo da pesca sustentável na preservação da vida marinha. Assim, na Auchan, existe uma seleção de produtos que têm o selo de certificação da MSC, que atestam a origem, confiança, credibilidade e manuseamento de peixes selvagens e outros produtos de mar.

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ESG

DS Smith substitui mil milhões de peças de plástico 16 meses antes do previsto

Até maio de 2024, a DS Smith substituiu mais de 1200 milhões de peças de plástico nos seus mercados internacionais, superando o objetivo 16 meses antes do previsto. Portugal contribuiu para esta importante conquista, substituindo mais de 3,5 milhões de peças de plástico por alternativas à base de fibras.

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A DS Smith substituiu mais de mil milhões de peças de plástico, 16 meses antes do seu objetivo para 2025, adiantando-se ao previsto, e em colaboração com algumas das mais emblemáticas marcas de Grande Consumo mundiais. Este facto constitui um marco importante em matéria de sustentabilidade para um dos principais fornecedores internacionais de soluções de packaging mais sustentáveis, sublinha em comunicado.

O objetivo da empresa, referência no fornecimento de packaging sustentável à base de fibra de papel, abarcou embalagens de plástico primária ou secundária que tenham sido reduzidas ou completamente removidas do packaging dos seus clientes como resultado direto da solução da DS Smith, informa.

O feito tem como base o programa de substituição e redução de plástico estabelecido em 2020 como parte da estratégia de sustentabilidade Now and Next da DS Smith, que suporta o propósito da empresa de Redefinir o Packaging para um Mundo em Constante Mudança.

A meta estende-se às operações da DS Smith em vinte e sete países da Europa e da América do Norte, trabalhando para o objetivo comum e circular de substituir os resíduos e manter os materiais em uso durante mais tempo. Portugal contribuiu para esta importante conquista, substituindo mais de 3,5 milhões de peças de plástico por alternativas à base de fibras.

Os artigos de plástico de uso quotidiano que foram retirados dos lineares dos supermercados incluem tabuleiros de fruta e legumes, sacos de plástico e filme retrátil que se encontra habitualmente nas garrafas de refrigerantes, enumera a DS Smith,

“Quando estabelecemos a nossa estratégia de sustentabilidade Now and Next, queríamos incluir objetivos que proporcionassem mudanças ambientais tanto fora como dentro da DS Smith. Ao inovar para ajudar os nossos clientes a substituir ou reduzir o uso de plásticos, estamos a responder às exigências da sociedade para reduzir a poluição por plásticos, ao mesmo tempo que fortalecemos as nossas parcerias com os clientes. Estou orgulhoso de cada um dos membros da equipa da DS Smith por ter atingindo este objetivo e um ano antes do previsto. No entanto, isto é apenas o começo. Há muitos mais impactos positivos que podemos alcançar ao apoiar os nossos clientes e comunidades nos seus objetivos de sustentabilidade e estamos realmente motivados com esta missão”, sublinha Miles Roberts, CEO do grupo DS Smith.

Iago Candal, Design & Innovation Manager na DS Smith Packaging South Europe, enaltece que superar este objetivo “é um testemunho do compromisso da DS Smith para com a sustentabilidade e a inovação. Esta conquista reflete não só os nossos esforços internos, mas também a estreita colaboração com os nossos clientes para desenvolver soluções que minimizem o impacto ambiental. Continuaremos a impulsionar a transição para uma economia circular, apoiados pela nossa dedicação à investigação e desenvolvimento.”.

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Data Center

87% dos consumidores preocupa-se com a sustentabilidade na alimentação

Um estudo do Produto do Ano indica que 87% dos consumidores considera relevante a sustentabilidade ambiental quando compram produtos alimentares.

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A maioria dos consumidores preocupa-se com a sustentabilidade na alimentação. Um estudo do Produto do Ano, sistema de avaliação mundial que distingue produtos que se destacam pela inovação, indica que 87% dos shoppers considera relevante a sustentabilidade ambiental quando compram produtos alimentares.

A pesquisa revela ainda que a preocupação com o meio ambiente reflete-se também na disposição dos consumidores em investir em artigos ecológicos, sendo que, 76% dos inquiridos afirma estar disposto a pagar mais por produtos que promovam práticas sustentáveis.

O estudo, que aborda a relação dos consumidores com a alimentação sustentável, sublinha que a adoção de práticas alimentares sustentáveis contribui para a redução da pegada de carbono, a preservação da biodiversidade, o uso eficiente de recursos naturais, um menor impacto nas águas e no solo e ajuda na promoção da agricultura regenerativa.

Redução do desperdício é uma prioridade

Neste estudo, realizado no âmbito do Dia Mundial do Ambiente, que se assinala a 5 de junho, a redução do desperdício alimentar foi uma das prioridades destacadas, tendo em consideração que 97% dos entrevistados acredita que essa é uma questão essencial. A par disso, 85% dos consumidores revela estar interessado em comprar produtos alimentares feitos a partir de ingredientes que normalmente seriam desperdiçados.

Para José Borralho, CEO do Product of the Year Portugal, “estes dados revelam uma mudança clara nos hábitos de consumo dos portugueses e a crescente procura por produtos mais sustentáveis”. “É muito gratificante perceber que as pessoas estão dispostas a fazer escolhas que salvaguardem o futuro do nosso planeta e é importante que as marcas e empresas apoiem e incentivem estas escolhas trazendo para o mercado produtos que se alinhem e satisfaçam estas necessidades”, acrescentou.

No que diz respeito a produtos mais específicos, como, por exemplo, o café, que faz parte dos hábitos de consumo de muitos portugueses, 84% dos inquiridos expressa ter interesse em opções inovadoras, como cápsulas biodegradáveis, blends (harmonia entre vários ingredientes) personalizados e produtos de origens sustentáveis.

Outro produto mencionado no estudo é a água engarrafada. Quando questionados sobre as características inovadoras que gostariam de ver nesse artigo, 45% escolhe embalagens biodegradáveis ou sustentáveis como a sua preferência principal. A par disso, referem ainda opções com pH equilibrado (32%), água enriquecida com vitaminas ou minerais específicos (30%) e adição de eletrólitos para uma hidratação avançada (25%).

Fonte: Netsonda. 12 828 Entrevistas online a consumidores com idades compreendidas entre os 18 e os 64 anos. A recolha de informação decorreu entre os dias 4 e 28 de dezembro de 2023.
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SPV leva a reciclagem de embalagens até à Feira do Livro

A Sociedade Ponto Verde (SPV) volta a marcar presença na Feira do Livro, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, de 29 de maio a 16 de junho, com o objetivo sensibilizar para a reciclagem de embalagens através de diversas atividades interativas.

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A Sociedade Ponto Verde (SPV) volta a marcar presença na Feira do Livro, que este ano regressa ao Parque Eduardo VII, em Lisboa, de 29 de maio a 16 de junho. A presença da SPV tem por objetivo sensibilizar para a reciclagem de embalagens através de diversas atividades interativas.

A Sociedade Ponto Verde vai ter disponíveis estruturas de ecopontos para a correta separação de embalagens, de modo a que os visitantes da Feira do Livro possam reciclar corretamente durante todos os dias da ação.

Além disso, aos fins de semana, estará disponível o jogo gigante Recicla Mania, “que vai desafiar todas as famílias e, especialmente, os mais novos, a testarem os seus conhecimentos sobre reciclagem e a correta deposição de embalagens e resíduos nos ecopontos”, explica a organização.

No recinto, estará também uma equipa de mochileiros, que irá circular pelo local e recolher as embalagens dos visitantes da Feira do Livro.

“A presença da SPV na Feira do Livro permite reforçar o nosso compromisso para com a promoção da reciclagem de embalagens e a educação ambiental. São momentos como este que nos dão a possibilidade de sensibilizar as famílias e, em especial, os mais novos, para a importância de reciclarmos embalagens todos os dias, em qualquer lugar”, refere o coordenador de marketing e comunicação da Sociedade Ponto Verde. “O contributo de cada indivíduo certamente fará a diferença para que, juntos, consigamos alcançar as metas de reciclagem que nos são propostas”, acrescenta Ricardo Sacoto Lagoa.

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Brother em destaque no IDC MarketScape 2023

A Brother Industries foi reconhecida como líder no IDC MarketScape for Worldwide Sustainability Programs and Services Hardcopy 2023 Vendor Assessment, que avalia programas e serviços de sustentabilidade entre fabricantes de […]

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A Brother Industries foi reconhecida como líder no IDC MarketScape for Worldwide Sustainability Programs and Services Hardcopy 2023 Vendor Assessment, que avalia programas e serviços de sustentabilidade entre fabricantes de impressão selecionados através do modelo IDC MarketScape.

Este IDC MarketScape avaliou 11 fornecedores de impressão e baseia-se numa estrutura abrangente para avaliar as principais métricas da estratégia empresarial, operações comerciais, produtos e modelos de negócio, bem como medidas de gestão/risco/conformidade oferecidas no contexto da sustentabilidade.

De acordo com a IDC MarketScape, “a Brother é uma forte candidata para as PME que procuram dispositivos de impressão que possam oferecer uma gama completa de requisitos chave de sustentabilidade. Os produtos Brother podem ajudar os clientes a reduzir o seu impacto ambiental através de uma vasta gama com características ecológicas. A Brother também deve constar da lista de fornecedores quando se procura uma marca que está a investir na promoção da sustentabilidade através das suas próprias operações, incluindo um forte foco nas atividades de conservação da biodiversidade”.

Na avaliação de sustentabilidade realizada pela IDC, o Grupo Brother recebeu notas altas pelos seus esforços para minimizar o impacto ambiental das suas atividades comerciais, com base na sua Visão Ambiental 2050, e para promover a conservação e a recuperação dos ecossistemas, bem como por várias atividades em cooperação com clientes e parceiros comerciais.

“Temos vindo a trabalhar para satisfazer as necessidades dos nossos clientes, incluindo os dos mercados SOHO (Small Office Home Office) e SMB (Small Medium Business), fornecendo produtos que equilibram a sustentabilidade com a inovação”, afirma Ichiro Sasaki, Diretor Representante e Presidente da Brother Industries, Ltd. “Acreditamos que ser reconhecido como Líder na avaliação IDC MarketScape é um testemunho dos nossos esforços para promover a sustentabilidade em todas as nossas operações, orientados pelo nosso objetivo: Brother Group Environmental Vision 2050. Interpretamos este reconhecimento como um resultado das nossas iniciativas para reduzir as emissões de CO2 e os recursos circulares, conforme destacado nos nossos objetivos de sustentabilidade, que incluem a reciclagem de cartuchos de toner e a utilização de materiais reciclados em alguns dos nossos produtos, bem como a aceleração da instalação de painéis solares nas nossas fábricas. Estamos orgulhosos deste feito e estamos empenhados em continuar a melhorar os nossos esforços de sensibilização ambiental, contribuindo para a sociedade e protegendo a terra” acrescenta.

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El Corte Inglés com certificação Resíduo Zero em todos os Supercor

Além dos grandes armazéns de Lisboa e Gaia Porto, e dos armazéns logísticos de Alcochete e Olival, no último exercício, o El Corte Inglés obteve a certificação para todos os […]

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Além dos grandes armazéns de Lisboa e Gaia Porto, e dos armazéns logísticos de Alcochete e Olival, no último exercício, o El Corte Inglés obteve a certificação para todos os seis Supercor: Restelo, Beloura, Expo, Coimbra, Fluvial e Braga.

Para assinalar o Dia Mundial da Reciclagem, celebrado em 17 de maio, o El Corte Inglés sublinhou em comunicado que, em 2021, foi a primeira empresa de grande distribuição em Portugal a obter a certificação Resíduo Zero da AENOR que garante que pelo menos 90% dos resíduos gerados são valorizados, evitando que tenham como destino final um aterro.

No exercício de 2023, o El Corte Inglés gerou 60 tipos de resíduos que, corretamente separados, permitiram a valorização de 99% dos materiais através do reaproveitamento, reciclagem ou valorização energética.

O El Corte Inglês informa também que a certificação Resíduo Zero integra, também, todos os produtos alimentares que já não são destinados à venda, mas que estão válidos para consumo como doações alimentares, como forma de contribuir para o combate ao desperdício alimentar. Neste caso, no último exercício, evitou o desperdício de 256 toneladas de alimentos, entre março de 2023 e fevereiro de 2024. Esta doação traduz-se em mais de 211 mil refeições, que foram entregues a pessoas em situação de vulnerabilidade, através de várias associações e instituições, acrescenta.

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Vale da Rosa já poupa 80 toneladas de plástico por ano com a nova embalagem Zero Plástico

A nova embalagem Zero Plástico, que resulta de um investimento na ordem dos 500 mil euros, contribuiu para uma redução significativa na utilização de plástico: menos 80 toneladas na campanha de 2023.

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A Herdade Vale da Rosa alcançou na última campanha uma redução efetiva na utilização de plástico para a produção das suas embalagens a rondar as 80 toneladas.

Segundo a empresa de Ferreira do Alentejo, com a introdução da embalagem Zero Plástico, a campanha de 2023 assinala mais um marco no compromisso em contribuir “ativamente para o desenvolvimento de um setor agrícola mais sustentável, alinhado com as preocupações em torno da preservação ambiental e empenhado na redução da pegada ecológica da agricultura moderna”.

Depois de um investimento na ordem dos 500 mil euros, esta nova solução livre de plástico de origem fóssil permite, segundo a empresa, poupanças assinaláveis sem comprometer a qualidade do produto. Com uma imagem renovada, a embalagem Zero Plástico é produzida a partir de cartão 100% reciclável, com selo FSC (Forest Stewardship Council), uma certificação internacional que promove o uso responsável das florestas e da conservação dos seus recursos naturais.

A par do material utilizado na composição da embalagem, esta é selada com uma película transparente biodegradável. Esta solução representa uma alternativa ecologicamente responsável, permitindo uma redução de aproximadamente 80 toneladas de plástico por ano, sublinha.

A Herdade Vale da Rosa refere ainda que o objetivo passa agora por reforçar o investimento no desenvolvimento e melhoria de soluções como esta. Em visitas ao Chile e ao Perú, países de referência na produção de uva de mesa, os técnicos Vale da Rosa identificaram especialistas em refrigeração que já visitaram as instalações da empresa e estão a desenvolver um projeto de melhoria das condições no packing com a finalidade de melhorar a resistência e qualidade das uvas de uma forma natural, com recurso à otimização da cadeia de frio, avança.

 

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