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Marta Castro, head of brand & marketing da Wells

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Distribuição

“Queremos ter um papel ativo no bem-estar em Portugal”

Em entrevista ao Hipersuper, Marta Castro, head of brand & marketing da Wells, fala sobre a campanha que quer “riscar todos os nãos” da vida das mulheres e de como a Wells se posiciona como um influente agente de mudança no debate sobre o bem-estar feminino.

Ana Rita Almeida
Marta Castro, head of brand & marketing da Wells

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Distribuição

“Queremos ter um papel ativo no bem-estar em Portugal”

Em entrevista ao Hipersuper, Marta Castro, head of brand & marketing da Wells, fala sobre a campanha que quer “riscar todos os nãos” da vida das mulheres e de como a Wells se posiciona como um influente agente de mudança no debate sobre o bem-estar feminino.

Sobre o autor
Ana Rita Almeida
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Marta Castro, head of brand & marketing da Wells

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A Wells quer “riscar todos os nãos” da vida das mulheres, reforçando o compromisso da empresa em ser uma voz ativa na promoção do bem-estar das mulheres.
Com o lançamento de uma ambiciosa campanha institucional, a maior desde o lançamento da marca, a Wells não só traz à tona discussões sobre temas sensíveis como a menopausa e a puberdade, mas também quer desafiar e eliminar estigmas associados a estas fases da vida feminina. A campanha, que conta com a voz (e apoio) da artista Marisa Liz, quer eliminar a expressão “não fica bem”, frequentemente associada a normas e expectativas sociais impostas às mulheres.
Este objetivo é apoiado por várias iniciativas, incluindo o podcast “Não Fica Bem falar de…”, apresentado por Jessica Athayde, que pretende abrir diálogos sobre as várias fases da vida das mulheres e conta com a participação de algumas figuras públicas e especialistas. Adicionalmente, a criação daquele que é o maior site informativo sobre a menopausa em Portugal, liderado pelo médico ginecologista Joaquim Neves e que conta com a contribuição de outros especialistas, reforça o objetivo de informar e educar, proporcionando informação essencial para a compreensão deste tema ainda considerado tabu.
A Wells planeia investir 3 milhões de euros ao longo de 2024 em diversas ações que promovam a saúde e o bem-estar feminino. Estas incluem o desenvolvimento de um grande estudo sobre a Menopausa, cujos resultados serão apresentados em breve, reforçando um compromisso: o conhecimento e a promoção de uma mudança cultural significativa.
O Hipersuper conversou com Marta Castro, head of brand & marketing da Wells, sobre esta campanha e o impacto esperado na sociedade e na vida das mulheres em Portugal. Com uma abordagem que transita pelo espectro da vida feminina, da puberdade à menopausa, a Wells posiciona-se como um influente agente de mudança no debate sobre o bem-estar feminino. Um papel que a diretora de marketing da marca da Sonae assume com entusiasmo e orgulho.

Começava pelo início de todo este caminho. O que pensaram quando idealizaram esta campanha?
Primeiro, no compromisso da Wells com o bem-estar, que existe desde a sua essência. Nós somos uma marca de bem-estar e a nossa missão é democratizar o acesso ao bem-estar. Aliás, nós temos como propósito e acreditamos que todos têm o direito a sentirem-se bem, está na génese da nossa existência.

Este território nasce de…
De um trabalho muito profundo que nós fizemos. Começámos, há cerca de um ano, a avaliar qual é que era a área que a marca devia falar. Nós já trabalhámos muito a parte da natalidade,  onde aliás temos um projeto emblemático em Portugal que é o Kit Baby Wells, lançado em 2018 e que superou todas as nossas expectativas. Na altura falávamos em chegar a 20% dos nascimentos… nós chegámos todos os anos, e consecutivamente continuamos a chegar, a mais de 50% dos nascimentos em Portugal, portanto vê-se a relevância do kit. Tínhamos um trabalho muito grande na maternidade, vários podcasts também feitos nesta área, muitos conteúdos, muita informação, criámos efetivamente uma comunidade.  E, no fundo, agora queríamos perceber qual é que era o território onde a marca devia trabalhar além da maternidade.
E o que acontece é que nós, olhando para os nossos clientes, e tendo em conta a nossa entrada na área da beleza, onde chegamos a um target mais abrangente, com o envelhecimento da população e sabendo que o nosso core de clientes está entre os 35 e os 55 anos, começámos a perceber que tínhamos que olhar para a mulher de uma forma muito mais abrangente.

Marta Castro, head of brand & marketing da WellsAgora ‘abraçam’ mais etapas da vida da mulher…
Foi aí que definimos este território, do acne, ao envelhecimento, da puberdade, à menopausa, passando pela maternidade. Temos propriedade para falar, os produtos, os serviços, uma oferta e os clientes nestas idades e, portanto, era mesmo muito importante falarmos nisto. E foi, ao definirmos este território, que poderá depois vir a ter vários projetos de bandeira, parámos, isto foi no final do ano passado, e fomos olhar para dentro. Um processo que envolveu toda a equipa. Queríamos começar a trazer este tema quando tivéssemos a garantia que, de facto, tínhamos uma oferta que fizesse sentido.
Fomos olhar para a gama e é engraçado, na altura, escrevíamos menopausa na página da Wells e apareciam três ou quatro artigos, porque, por acaso, estavam registados com menopausa. Nem a nossa gama de Skinerie, que é uma gama específica para menopausa, aparecia porque não estava identificado assim. Portanto, foi um trabalho grande, que envolveu olhar para a gama, as áreas comerciais tiveram também com os fornecedores a ver que produtos fariam sentido entrar, os serviços, etc.

E porquê esta escolha? Porquê a menopausa?
A menopausa, nesta altura, é mais relevante porque é a área onde, de facto, há menos informação em Portugal.

Corrija-me se estou errada, a Wells, sem esquecer o seu negócio, quer liderar esta mudança de mentalidade e trabalhar com base neste propósito?
Queremos. E como uma marca da Sonae queremos ter um papel ativo. Falamos muito de desenvolvimento económico e social, não é? Na Wells queremos, efetivamente, ter um papel ativo no bem-estar em Portugal. O tema do giving back to community é importante.
Nós sentimos, por um lado, a responsabilidade de uma marca que, enquanto Wells, tem 14 anos e alguma dimensão, portanto, achamos que temos essa responsabilidade. Por outro lado, vemos também que, cada vez mais, os consumidores valorizam as marcas que têm este tipo de papel.
Já não é suficiente para o consumidor uma marca oferecer os melhores produtos, os melhores serviços e o melhor preço. Isso é a base, não é? E isso nós já o garantimos e trabalhamos todos os dias para isso. Isso não há dúvida e é completamente o nosso ADN: os melhores preços, os melhores produtos, os melhores serviços. Isso é aquilo que nós trabalhamos. Acreditamos que o consumidor pede mais e nós também queremos dar mais. Um exemplo disso é este estudo grande que nós estamos a fazer na área da menopausa.

Já tem data de lançamento?
Em princípio vamos lançá-lo no primeiro semestre deste ano. Já temos o estudo feito. Aliás, os conteúdos que nós temos no site já decorreram muito das aprendizagens.

Esta informação que querem que chegue às mulheres e aos homens, de todas as idades, foi pensada também para combater a desinformação que tem marcado os nossos dias?
Foi muito tida em conta, muito do ponto de vista, exatamente, de pôr toda a gente a conversar. Por dar muita visibilidade, e o podcast é muito virado para mulheres, como é óbvio, mas é para todos. A decisão de fazermos uma grande campanha de televisão é exatamente para envolver todos.
Nós começámos a sentir e as conversas foram surgindo. Foram tão ricas e é tão gratificante para nós, vermos que, de facto, estamos a fazer alguma coisa que faça sentido.

Em relação ao podcast, é importante mostrar que acontece a todas as mulheres?
É importantíssimo puxarmos as figuras públicas, pois figuras públicas são role models, não é? E nós sabemos, que quando a Bumba na Fofinha, a Jéssica Athayde e a Beatriz Gosta, toda essa geração chegar à menopausa, já não vai ser precisa esta conversa, porque elas próprias vão fazer isso, porque elas próprias fizeram o seu caminho. Por exemplo, a maternidade… Eu lembro-me, quando eu tive a minha primeira filha, eu cheguei a casa e disse ‘o que é que é isto?  Ninguém me contou’. E agora já não é assim, já se fala cada vez mais este tema da normalização, da conversa, etc. E porque algumas figuras públicas falaram!

É importante normalizar a menopausa…
É isso, é normalizar este assunto, é isso que nós queremos. É que não queremos que as mulheres cheguem à menopausa com o ‘ninguém me contou’. E há outro outro ponto que o torna bem mais difícil do que na maternidade. A maternidade, é uma coisa boa, não é? O nascimento de um bebé. A menopausa está associada ao fim produtivo da mulher e ao envelhecimento. Portanto, ninguém quer!
Há um caminho grande, até porque há um envelhecimento grande da população, e é essencial que se normalize.
E é para nós muito importante, que somos uma marca de retalho no segmento de saúde, bem-estar e beleza, que a informação seja credível, fidedigna e científica.

Marta Castro, head of brand & marketing da WellsVão lançar novos produtos?
Tivemos este ano todo as áreas a olhar para o ‘seu interior’.  A área comercial trabalhou todas as gamas: desenvolvemos a da menopausa e também a gama na área da puberdade, os copos e as cuecas menstruais, que agora são uma grande tendência. Mas é uma coisa que não pára, não é?
Na parte de marca própria também, vamos continuar a desenvolver cada vez mais produtos. Vamos lançar uma marca exclusiva de produtos de higiene íntima com nome giríssimo e que em breve vai sair, e que acreditamos também ser super relevante.

Na vertente de serviços também podemos esperar mudanças?
Vamos olhar também para os serviços. Estivemos a rever a nossa oferta na área de nutrição e temos agora consultas que são adaptadas às várias fases da vida.
Temos consultas de emagrecimento para quem quer emagrecer, mas temos consultas de nutrição de maternidade, para ajudar também no acompanhamento nesta fase. E temos consultas de nutrição no pós-parto para ajudar também. E também consultas nutricionais da menopausa.
Nós não queríamos fazer uma campanha de marketing a falar sobre um tema. Nós queríamos que a Wells entrasse de uma forma estruturada nesta área. E marketing, de facto, é isto.

Há outros temas a falar?
Há tantos outros temas para falar. O tema da maquilhagem, por exemplo, com tantas miúdas envolvidas. Há tantos outros temas que são importantes falarmos.
Não podemos ir a todo lado, claro, mas tenho uma vontade imensa de fazer coisas novas, estou constantemente a falar e eternamente a dizer ‘temos que abordar isto, temos que abordar aquilo’.
Acredito muito, naquela perspetiva de marketing a dois tempos, que é fazermos a ativação de vendas por um lado, que é uma ativação que é importantíssima – é importantíssimo continuar a posicionarmos enquanto líderes em preço, em promoção, em gama, em produtos, em serviços. Mas, por outro lado, trabalhar a construção de marca, que é mais longa, mas que traz muito valor também para o acionista, não é? Porque a marca também, o brand equity, traz muito valor.
Trabalhar muito bem estas duas componentes, acho que é o que, para mim e enquanto responsável desta marca, faz mais sentido.

A nível de evolução de marca e de lojas: vão mudar a forma de chegar ao vosso cliente? Mais ativações na loja ou aposta no online…

Temos uma estratégia omnicanal muito bem desenhada e muito clara. Acreditamos claramente que o cliente omnicanal é o cliente mais valioso, mas sabemos que o percurso do cliente cada vez mais é on e off. Não existe o cliente online, nem o cliente offline. Existe o cliente que compra online e pede para entregar na loja, ou o cliente que chega à loja com uma indicação e leva outro produto. O que nós acreditamos em termos de futuro de lojas é cada vez mais num espaço de bem-estar integrado e que inclui tudo: desde a beleza à saúde e à ótica.

Uma loja cada vez mais eclética onde posso comprar um comprimido para a dor de cabeça ou uns óculos, por exemplo…
É assim que nós queremos estar no mercado, como uma one stop shop para todos os produtos de bem-estar. Desde a suplementação, que é muito importante para nós e que é uma tendência, desde a parte de saúde com os medicamentos, que é um grande gerador de tráfego, como depois a área de beleza, que é muito importante, e a ótica.

A área de beleza tem crescido?
Tem ganho e tem sido uma área de grande aposta nossa. É uma área no online muito importante e o que nós estamos a fazer agora é abrir cada vez mais lojas com os três A’s. Já temos 20 lojas e queremos abrir, em média, 15 novas por ano e cada vez mais sempre nesta ideia…

Entre totalmente novas lojas e as que estão a reestruturar?
Não, 15 novas.

Vão abrir lojas de rua numa lógica de próximidade?
Abrimos em Braga recentemente, no centro histórico de Braga, no Rato em Lisboa e temos também previsto uma grande abertura no centro de Lisboa no final deste ano, portanto estamos mesmo muito focados em abrir lojas nos centros das principais cidades.

Trabalhar o eixo da responsabilidade social, é um orgulho para vocês enquanto, neste caso, trabalhadores da Wells?
É um orgulho gigante. Acho que podermos fazer aquilo que nós acreditamos, ou seja, podermos trabalhar, vender produtos e serviços, e ainda contribuir para a sociedade onde nós estamos e deixar um futuro melhor para as gerações seguintes.
Esta campanha está a chegar a muita gente, tenho raparigas a virem de licença de maternidade a dizer ‘que bom que estou a trabalhar numa empresa que diz isto’, portanto, eu acho que há um orgulho coletivo.

Seguem seguros do vosso caminho..
Somos a marca de bem-estar de referência em Portugal. Queremos continuar ao lado dos clientes.Percebemos muito bem o cliente, sabemos quais é que são as suas dores. Conseguirmos, por um lado, ajudar com produtos e serviços e, por outro lado, ajudar a normalizar, a sensibilizar e a informar sobre temas que são relevantes. Portanto, vamos querer sempre trabalhar nestes dois vetores. O vetor económico e o vetor social. E é isso mesmo aquilo que nos preocupa, que nos move e que nos dá energia.

“Sabemos que em ciclos de retração a marca própria é muito importante”

O preço é cada vez mais importante. Como é que gerem entre a marca própria/exclusiva e as marcas a que estamos habituados?
Nós vamos sempre continuar a apostar nas marcas. Aliás, a grande vantagem da Wells é a diversidade, é a abrangência da gama. Mas também estamos a investir muito na marca própria. Sabemos que em ciclos de retração a marca própria é muito importante.

Marca própria que também fez o seu caminho e ganhou protagonismo…
Dou o exemplo de uma marca exclusiva nossa, que é a Skinerie, uma marca dermocosmética, e que é um dos produtos mais vendidos.
Vamos lançar, como lhe disse, uma linha especial para higiene íntima.
Temos a Bloom, que é uma marca muito gira, muito jovem, cheia de muito Tik Tok. Temos a marca Baby Wells, que é uma marca que é super reconhecida pelas mães. As nossas marcas já ganharam inclusivamente o produto do ano, portanto, há uma aposta muito grande nas nossas marcas exclusivas.

Entrevista publicada na edição 422.

 

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Vinhos Código
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No Rules Wines quer promover o melhor do Dão e elevar esta região vitivinícola “a um patamar superior”

A No Rules Wines junta trio do Dão: o enólogo Tiago Macena, o empresário António Sousa Martins e o consultor internacional de vinhos, Cláudio Martins.

Hipersuper

Há dois anos no mercado, a No Rules Wines, fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena, nasceu com vontade de se distinguir pela irreverência e autenticidade de fazer “vinhos tranquilos do Dão sem regras”, honrando a tradição do Dão, mas procurando “elevar esta região vitivinícola a um patamar superior”.
Este é o terroir base do projeto, que surge com o objetivo principal de “expressar uma enologia que mostre a origem das uvas”, através de um investimento inicial de 1 milhão de euros.
“Temos alguns vinhos menos usuais, tirando partido do potencial enológico da região e da nossa vontade de arriscar em alguns vinhos. A maior parte dos vinhos são DOC Dão, mas também temos vinhos Indicação Geográfica Protegida (IGP), nos quais nos é permitido o trabalho com outras técnicas e castas”, afirma Tiago Macena, em comunicado.Código foi a primeira marca de vinhos apresentado ao mercado, com quatro propostas, entre brancos e tintos, e que em poucos meses, viu esgotado o stock de cerca de 3 mil garrafas de cada referência. Em breve, uma sala de provas, à porta fechada, na adega que a empresa tem em Nelas vai permitir receber entusiastas por experiências vínicas fora da caixa, avança a No Rules Wines.
A aquisição de uma vinha no Douro também está nos planos do trio.

A No Rules Wines foi fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena.

Autenticidade, Sustentabilidade e Transparência são os pilares principais da empresa, que já marca presença em alguns mercados internacionais, concretamente em Angola e Reino Unido. Para António Sousa Martins, o objetivo é “continuar a explorar novos mercados” e posicionar a No Rules Wines, com sede em Oliveira do Hospital, entre as melhores do setor vinícola. “Desde a produção de vinhos mais requintados, em poucas quantidades e valores mais elevados, a vinhos ‘simples’ e ‘descomplicados’, a preços mais acessíveis e em maiores volumes, a empresa quer ‘promover o melhor do Dão’”, sublinha
Encruzado, Granius, Origem, Solstício, Bical e Uva Cão são os seis vinhos que fazem parte da marca Código.

Vinhos que “mercado está a absorver de forma extraordinária”

O Código Origem Branco, Solstício e o Granius 22, chegaram ao mercado no segundo semestre 2023 e rapidamente foram absorvidos pelos consumidores. Seguiu-se um monovarietal, o Encruzado 2022, no início de 2023.
Em maio, chegaram ao mercado as novas colheitas (Código Origem Tinto 22 e Origem Branco 23) que “vieram reforçar a oferta para uma procura que o mercado está a absorver de forma extraordinária”, afirma Cláudio Martins.
Para os colecionadores especiais, há uma edição limitada, de seis garrafas.
Em julho, do Código serão lançadas novas colheitas de Bical e Uva Cão e duas novas referências Infusão Subtil e Manifesto.

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Alimentar

Faturação da ElPozo Alimentación cresce 8,5%

A El Pozo Alimentación, que celebra este ano o seu 70º aniversário, fechou o exercício de 2023 com uma faturação de 1.804,3 milhões de euros, um crescimento de 8,5% face […]

Hipersuper
tagsElPozo

A El Pozo Alimentación, que celebra este ano o seu 70º aniversário, fechou o exercício de 2023 com uma faturação de 1.804,3 milhões de euros, um crescimento de 8,5% face ao ano anterior. Esta evolução resulta do posicionamento de marca e da inovação em produtos de elevado valor acrescentado, refere a empresa em comunicado.

A El Pozo Alimentación refere que investiu 76,5 milhões de euros, tanto em ativos tangíveis quanto intangíveis e  tem concentrado os seus esforços na investigação, formação e desenvolvimento dos seus produtos e marca.
Segundo a empresa, entre os lançamentos mais importantes estão a linha +Proteínas ElPozo Bienstar, com produtos fatiados e semicozidos ricos em proteínas, um segmento em crescimento, a La Croquetería, uma gama de empanados gourmet e a marca ElPozo KING UPP,  anunciada como a proposta mais jovem e inovadora da empresa.

Renovação

A marca ElPozo renovou a sua imagem com o rebranding da sua linha mais artesanal, ElPozo 1954, incluindo um novo logótipo, designs, formatos e uma nova campanha de comunicação com a banda murciana Viva Suecia. A lista de embaixadores da empresa, que já incluía o tenista Carlos Alcaraz, foi ampliada com José Coronado para o Legado Ibérico e Olga Carmona para a ElPozo Bienstar.

A empresa, integrada na holding Grupo Fuertes,  lembra que realizou vários projetos de infraestruturas, entre os quais se destacam a implementação de uma unidade de biotecnologia, a construção de um parque fotovoltaico para autoconsumo elétrico e a criação de um novo centro de congelação de carne.

Exportação

A ElPozo, que encerrou o exercício de 2023 com uma equipa média de 5.159 pessoas, está presente em mais de 80 países e tem como objetivo continuar a aumentar a sua quota de exportações, consolidando a sua presença nas áreas geográficas com mais potencial, tendo alcançado este ano um volume de negócios no estrangeiro de cerca de 20 por cento da sua faturação.

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Produção

Marcelo Rebelo de Sousa inaugurou a Feira Nacional de Agricultura

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou este sábado a Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo (FNA 24), certame que decorre no Centro Nacional de Exposições, […]

Hipersuper

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou este sábado a Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo (FNA 24), certame que decorre no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, e que se prolonga até ao dia 16 de junho.
Este ano o evento comemora três aniversários: os 70 anos da Feira do Ribatejo, o 60º aniversário da Feira Nacional de Agricultura e os 30 anos de atividade do CNEMA.
Na entrada principal do CNEMA, o visitante é convidado a viajar numa exibição retrospetiva de todo o histórico do evento – a exposição “O Início”. E foi mesmo Marcelo Rebelo de Sousa o primeiro a fazer o percurso e a saudar a iniciativa.
Pecuária Extensiva, é o tema deste ano, atividade que ocupa uma área de 64% da superfície agrícola útil em território nacional, com um papel determinante na sustentabilidade e na preservação dos espaços rurais do país.

Presidente da República enaltece importância da FNA

No âmbito da exibição de um breve excerto alusivo ao documentário sobre a história e evolução do evento, o Presidente da República salientou a importância do certame para a “agricultura portuguesa” e para os agricultores.
O chefe de estado português afirmou que a “feira representa muito por Portugal, pela agricultura portuguesa, pela riqueza natural portuguesa, pela biodiversidade, raças autóctones, pelo labor pelos agricultores, e por aquilo que é uma componente fundamental da riqueza do nosso país”, disse Marcelo Rebelo de Sousa.

Santarém acordou em festa

Santarém recebeu logo de manhã o habitual desfile de campinos e de gado, que percorreu as ruas do centro da cidade e que contou com a presença de diversas entidades e grupos locais que animaram a manhã em pontos estrategicamente definidos.

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Distribuição

Auchan reforça compromisso com a proteção dos oceanos e junta-se à campanha da MSC

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta.” destaca Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

Hipersuper

A Auchan reforça a sua visão 2032 – Alimentar uma Vida Melhor e Preservar o Planeta – e junta-se à campanha da Marine Stewardship Council (MSC) que tem como mote ‘A Pesca Sustentável significa mais peixes’.

Com um compromisso assumido com a sustentabilidade, a Auchan assume, desde 2009,  uma política de comércio sustentável de pescado destacando-se dois compromissos da retalhista: a diminuição, suspensão ou cessação da comercialização das espécies que se identifiquem ameaçadas, tal como fez, em 2008, com todas as espécies de tubarão ameaçadas, tornando-se, assim, na primeira insígnia de distribuição internacional a implementar esta medida de resposta à situação de sobrevivência deste peixe emblemático; e, privilegiar a oferta de produtos provenientes de pesca sustentável ou com menor grau de risco para a biodiversidade. Exemplo disso são o Bacalhau Produção Controlada Auchan comercializado desde 2019 e a Pescada Congelada Auchan, ambos com uma certificação MSC, exemplifica a retalhista.

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta. Já temos uma oferta de produtos da nossa marca com certificação por parte de entidades com quem colaboramos na procura por alimentos que promovam uma vida melhor para os nossos clientes. A campanha da MSC, em defesa dos nossos oceanos e da pesca sustentável, está muito alinhada com os nossos objetivos e, por isso, fez todo sentido podermos juntar-nos a esta causa”, explica Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

“No MSC, valorizamos e apreciamos enormemente o apoio da Auchan Retail pela pesca sustentável e pelo trabalho que a nossa organização está a fazer em Portugal. Estamos convencidos de que, graças ao apoio de retalhistas como a Auchan Retail a iniciativas como o Dia Mundial dos Oceanos, avançamos para uma maior consciencialização da sustentabilidade do mar e dos seus produtos na sociedade em geral”, afirma Laura Rodríguez, diretora da MSC Portugal e Espanha.

Para assinalar e promover a preocupação com os oceanos, a MSC lançou uma campanha, que estará no ar até ao final de junho, e que pretende destacar o impacto positivo da pesca sustentável na preservação da vida marinha. Assim, na Auchan, existe uma seleção de produtos que têm o selo de certificação da MSC, que atestam a origem, confiança, credibilidade e manuseamento de peixes selvagens e outros produtos de mar.

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Mercadona promove conferência “Semear o Futuro” na Feira Nacional de Agricultura

A conferência Semear o Futuro é uma das iniciativas da Mercadona na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, de 8 a 16 de junho.

Hipersuper

A Mercadona volta a marcar presença, de 8 a 16 de junho, na Feira Nacional de Agricultura, em Santarém.

Tal como em anos anteriores, a empresa estará presente no espaço dedicado ao “Portugal Sou Eu”, iniciativa do Ministério da Economia que visa a dinamização e valorização da oferta nacional, criada há mais de uma década, reforçando o seu compromisso de colaboração com a produção nacional, iniciado já antes de a empresa ter presença física em Portugal, e reforçado com o acordo com a CAP, também parceiro deste programa.

“Marcar presença, uma vez mais, na FNA, representa uma excelente oportunidade de estar mais perto dos “Chefes” (clientes) e mostrar à Sociedade o nosso compromisso com o Sector Agroalimentar Nacional. A Mercadona continua a apostar na produção nacional, compromisso que temos vindo a reforçar ano após ano e que, em 2023, representou 1.178 milhões de euros em compras aos nossos 1.000 fornecedores nacionais.” sublinha Pedro Barraco, diretor de cadeia agroalimentar da Mercadona, em comunicado.

Cozinha com a Mercadona”

A Mercadona estará presente com ações de “showcooking” através de um conjunto de oito receitas criadas em parceria com a Chef Tia Cátia. A empresa convidou também alguns dos seus Fornecedores a estarem presentes e a fazerem provas com os seus produtos à venda nos supermercados Mercadona em território nacional.

1ª Conferência Semear o Futuro

Este ano, em parceria com a CAP, Confederação dos Agricultores de Portugal, a Mercadona criou o projeto “Semear o Futuro”, uma iniciativa dedicada a explorar e promover a importância do setor agroalimentar em Portugal e que culmina com uma conferência, no dia 13 de junho, na sala Ribatejo, no CNEMA.
Este evento, cujas inscrições se encontram abertas, contará com intervenções de especialistas no setor.

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Fotografia Fruit Attraction

Fotografia Fruit Attraction

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Fruit Attraction já tem mais de 90% do espaço de exposição ocupado

A Fruit Attraction, marcada para os dias 8, 9 e 10 de outubro, em Madrid, tem alocados 65.000 m² de espaço de exposição, um aumento de 39% em comparação com o mesmo período do ano passado. A organização antecipa a participação de mais de 2.000 empresas de 55 países, apresentando 70.000 m² com produtos frescos e mais de 100.000 profissionais de 145 países.

A Fruit Attraction, marcada para os dias 8,9 e 10 de outubro em Madrid, já tem mais de 90% do espaço de exposição ocupado.

A quatro meses do evento, a organização avança que foram alocados 65.000 m² de espaço de exposição, um aumento de 39% em comparação com o mesmo período do ano passado. A organização antecipa a participação de mais de 2.000 empresas de 55 países, apresentando 70.000 m² com produtos frescos e mais de 100.000 profissionais de 145 países.

A feira confirmou a participação de quase todas as áreas de produção e Comunidades Autónomas de Espanha, bem como a participação internacional de 45 países, incluindo novos mercados como a Arábia Saudita e Hong Kong.

Pela primeira vez, a Fruit Attraction 2024 vai ocupar dez pavilhões (1-10) na IFEMA Madrid, transformando a cidade num epicentro global para o marketing de produtos frescos. Inovação, qualidade e diversidade são atributos chave deste importante centro de negócios, reconhecido por operadores e retalhistas em todo o mundo como essencial para planearem as suas campanhas no crucial mês de outubro.

Sob o tema “Descubra a Essência do Setor”, este evento líder para o setor de frutas e vegetais será organizado em torno de quatro áreas de exposição. A mais representada será novamente Fresh Produce, que exibirá uma ampla variedade de produtos hortícolas, além da Auxiliary Industry, que reúne toda a cadeia de valor da indústria, e Fresh Food Logistics, o espaço dedicado à logística, transporte e gestão da cadeia de frio para alimentos.

Uma novidade desta edição é a Innova&Tech, a nova área que reunirá os setores Biotech Attraction e Smart Agro, proporcionando um espaço para empresas focadas na inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico em genómica

O abacate será o produto estrela deste ano, com várias iniciativas em torno deste superalimento, cujo sucesso tem crescido significativamente em Espanha nos últimos anos, tanto em termos de cultivo quanto de exportações. Além do Congresso “Abacate de Espanha”, a feira acolherá outras atividades, como uma liga na qual estudantes de escolas de hotelaria e catering espanholas competirão numa sessão de show cooking liderada por Daniel del Toro, bem como diferentes workshops e demonstrações.

Na sua próxima edição, a feira irá continuar a implementar iniciativas destinadas a impulsionar as vendas, promoção, desenvolvimento e crescimento das empresas expositoras. O Programa Internacional de Compradores será novamente acompanhado pela iniciativa de Países Importadores convidados, com foco principal na China e na Arábia Saudita. O objetivo passa por promover as relações comerciais entre os países da União Europeia e estes mercados fora da UE, apoiado por um programa completo de mesas redondas, visitas guiadas à feira e sessões B2B.

Mais uma vez, o The Innovation Hub e o Fruit Next serão as áreas dedicadas à inovação e novos desenvolvimentos comerciais na indústria. Neste contexto, a Fruit Attraction voltará a acolher os Innovation Hub Awards, que se tornaram um evento fundamental para apoiar o compromisso empresarial da indústria.

Como novidade, a Fruit Attraction apresentará os Best Stand Awards, reconhecendo os espaços de exposição que se destacam pela sua criatividade e design numa das três categorias: Comunidades Autónomas e Instituições, países e regiões, e empresas.

A feira também se irá tornar num centro de conhecimento, oferecendo um programa completo de sessões técnicas caracterizadas por uma grande variedade de conteúdos, bem como pelo elevado nível dos participantes e palestrantes. Entre outros, a Fruit Attraction irá acolher os congressos Grape Attraction, Biofruit Congress e Fresh Food Logistics The Summit.

Fotografia Fruit Attraction

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Ana Rita Almeida

Nuno Luz nomeado diretor-geral da FNAC Ibéria

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Distribuição

Nuno Luz nomeado diretor-geral da FNAC Ibéria

O atual diretor-geral da Fnac Portugal, Nuno Luz, foi nomeado diretor-geral da Fnac Ibéria – Portugal e Espanha –, cargo que assumiu no início deste mês. Nuno Luz passa, assim, a integrar o […]

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O atual diretor-geral da Fnac Portugal, Nuno Luz, foi nomeado diretor-geral da Fnac Ibéria – Portugal e Espanha –, cargo que assumiu no início deste mês. Nuno Luz passa, assim, a integrar o Comité Executivo do Grupo Fnac Darty e irá reportar diretamente ao CEO do Grupo Fnac Darty, Enrique Martinez.

Por sua vez, Domingo Guillén Figuerola, atual diretor de vendas omnical da Fnac Espanha, assumirá as funções de diretor-geral da Fnac Espanha, sucedendo a Annabel Chaussat, que ocupa a posição até 15 de junho de 2024. Domingo Guillén Figuerola ficará sob a responsabilidade hierárquica de Nuno Luz.

Nuno Luz iniciou o seu percurso na Fnac Portugal como diretor comercial, em maio de 2016, e assumiu a direção geral da empresa em outubro de 2017. Sob a sua liderança, a Fnac consolidou o seu crescimento e desenvolvimento de forma sustentada, impulsionados pela abertura de novas lojas FNAC e Nature & Découvertes, pela aquisição da PC Clinic e pelo aumento da venda de serviços. Recentemente, encabeçou, com sucesso, a operação de aquisição da MediaMarkt, em Portugal. 

É de recordar que o mercado ibérico é um mercado estratégico para o Grupo Fnac Darty, tendo registado 732 milhões de euros de vendas, em 2023. Na Península Ibérica, o Grupo conta com 88 lojas do universo Fnac.

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Bebidas

Ervideira lança o 15º Invisível e celebra mais de um milhão de garrafas deste monocasta

A Ervideira lançou a 15ª edição do seu vinho de maior sucesso. O Invisível, um branco, feito a partir de uvas tintas da casta Aragonez, foi um marco inovador no setor em 2009.

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A Ervideira lançou a 15ª edição do seu vinho de maior sucesso. O Invisível, um branco, feito a partir de uvas tintas, foi um marco inovador no setor em 2009.

Este monocasta elaborado a partir da casta Aragonez, com vindima mecânica e noturna, deu origem a uma nova categoria de vinhos que se consolidou junto dos consumidores e até aos dias de hoje vendeu mais de 1 milhão de garrafas, contando já com 10 milhões de euros no mercado.

“Um milhão de garrafas vendidas em 15 anos é algo de que a Ervideira tem que se orgulhar”, assume Duarte Leal da Costa, diretor executivo da empresa vitivinícola sediada no Alentejo.

Apenas em 2024, o Invisível, da qual a Ervideira produz 125 mil garrafas/ano, representa 400 mil euros de faturação.

Uma das particularidades do Invisível é ser um vinho que pode ser servido a diversas temperaturas e a acompanhar os mais diferentes pratos, permitindo uma enorme versatilidade: desde como welcome drink, até ao acompanhamento de petiscos, pratos de peixe e de carne.

“O Invisível tornou-se um caso de estudo no setor, pois deu origem a um novo estilo de vinho. Este novo estilo não se prende apenas com o facto de ser um ‘blanc de noir’- vinho branco feito a partir de uvas tintas – mas também pela particularidade que traz ao ser um vinho adequado a ser servido e apreciado a uma multiplicidade de temperaturas e em momentos tão diferentes, bem como é um vinho que agrada 100% dos consumidores, o que é um facto extraordinário”, apresenta Duarte Leal da Costa.

Nelson Rolo, enólogo responsável pela produção deste monocasta, sublinha que “um bom vinho, hoje, é um vinho com qualidade, que seja prazeroso, mas que tenha a capacidade de harmonizar com pratos diferentes. Isto é estar atualizado para produzir um vinho versátil”.

O enólogo da Ervideira destaca que o que permite ao Invisível ter esta elasticidade térmica na hora de servir “é a sua casta Aragonez e a tecnologia utilizada no seu processo de criação”. “À semelhança das edições anteriores, a vindima do Invisível é feita à noite, para haver menos luz e temperaturas mais baixas – fatores muito importantes para reduzir a oxidação e anular fermentações indesejadas”, explica.

O Invisível é elaborado com base nos melhores lotes de Aragonez. O mosto é transportado em camião frigorífico até à adega, onde é conduzido por gravidade para uma câmara de frio. Ali permanece a decantar durante 24h a baixas temperaturas. Após esse processo, o mosto é inoculado com leveduras selecionadas e a fermentação decorre a uma temperatura controlada de 12ºC, durante 15dias.

A 15ª edição do Invisível está disponível nos pontos de venda habituais.

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Distribuição

Associações de Portugal e Espanha pedem maior reconhecimento do setor da distribuição na Europa

APED, ASEDAS e ANGED lançaram um manifesto com as prioridades do setor da distribuição que devem ser tidas em conta pelos decisores políticos na próxima legislatura europeia.

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A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), a Asociación Española de Distribuidores, Autoservicios y Supermercados (ASEDAS) e a Asociación Nacional de Grandes Empresas de Distribución (ANGED) lançaram um manifesto com as prioridades do setor da distribuição que devem ser tidas em conta pelos decisores políticos na próxima legislatura europeia.

A poucos dias das eleições para o Parlamento Europeu, que se realizam a 9 de junho, as associações signatárias apelam a um maior diálogo dos atores políticos europeus com este setor, que “está no centro da economia europeia e do bem-estar dos cidadãos deste território”, sendo um dos 14 ecossistemas estratégicos definidos pela Comissão Europeia na sua proposta de reforma da política industrial europeia.

“É o elo de ligação entre fabricantes e 450 milhões de consumidores, o maior empregador do setor privado na Europa – 26 milhões de pessoas -, gera 10% do PIB da União Europeia, com mais de 99% das cinco milhões de empresas retalhistas e grossistas na Europa a serem Pequenas e Médias Empresas (PME)”, destacam.

O aumento dos preços da energia e dos combustíveis, constrangimentos no transporte internacional, impactos decorrentes de conflitos armados, escassez de matérias-primas e inflação são os principais desafios apontados ao setor pelas associações signatárias do manifesto.

A estes, acrescentam “um verdadeiro ‘tsunami’ regulatório, com mais de 3.000 normas regulamentares em constante evolução e alteração, que aumentou consideravelmente os custos de funcionamento das empresas”.

A partir deste cenário, APED, ASEDAS e ANGED apontam a necessidade de serem criadas novas soluções e maior flexibilidade na regulamentação laboral para responder às novas necessidades do mundo do trabalho e aos novos estilos de vida e necessidades dos consumidores.

Defendem ainda uma regulamentação que garanta segurança jurídica e um ambiente empresarial estável, que assegure condições de concorrência e acesso a um mercado que permita o desenvolvimento dos seus modelos de negócio.

E apelam a que o quadro regulamentar garanta a segurança alimentar em todas as circunstâncias, relações comerciais estáveis na cadeia, utilização de tecnologias que reforcem a segurança dos estabelecimentos comerciais e deem uma garantia da qualidade dos produtos e a rotulagem adequada, aliada ao combate ao desperdício alimentar.

“Perante um mercado cada vez mais globalizado e que permite que comerciantes de países terceiros obtenham uma vantagem competitiva sobre empresas da União Europeia, os signatários defendem a necessidade de estabelecer condições de concorrência equitativas entre as empresas europeias e os operadores internacionais, bem como garantir um level playing field, com as mesmas regras para todos os operadores, independentemente de operarem em ambiente físicos ou digitais”, alertam ainda.

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Missão Continente doou em 2023 mais de 360 mil euros através do projeto Sacos Solidários

No total, desde o início do projeto, em 2021, já foram angariados, com a ajuda dos consumidores, mais de 810 mil euros através da venda de mais de 1,5 milhões de sacos.

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Em 2023, a Missão Continente doou mais de 360 mil euros, através do projeto ‘Sacos Solidários’, a 20 instituições que atuam em áreas vitais como apoio à infância e juventude, o apoio animal, organizações internacionais, a diversidade e inclusão e o combate à fome, pela venda de 721 165 sacos. No total, desde o início do projeto, em 2021, já foram angariados, com a ajuda dos consumidores, mais de 810 mil euros através da venda de mais de 1,5 milhões de sacos.

A Missão Continente realizou esta terça-feira a entrega simbólica do valor angariado em 2023, entregues a 20 instituições, que totalizaram um apoio de 360 582,50 euros.

As 20 instituições apoiadas são: o Movimento Transformers, a Obra do Frei Gil, a CrescerSer, a Casa S. Francisco Assis, a PRAVI, a Liga Port, a Direitos Animal, a Associação Animais de Rua, a Animalife, a UNICEF, a Um pequeno gesto, a Hope for fulanis, a The Big Hand, o Espaço T, a Corações com Coroa, o Teatro do Vão, a Associação Salvador, a Refood, a Comunidade Vida e Paz, a Porta Solidária e as Cáritas Paroquial Matriz Portimão.

“O projeto ‘Sacos Solidários’ é um símbolo do compromisso contínuo da Missão Continente com o bem-estar das nossas comunidades. Através da colaboração dos nossos clientes e parceiros, conseguimos alcançar resultados incríveis e continuar a construir um futuro mais solidário e sustentável. Estamos muito satisfeitos com o impacto positivo que esta iniciativa tem tido e estamos entusiasmados por continuar a trabalhar em conjunto para fazer a diferença na vida de muitas pessoas.”, sublinha Rita Barrocas, coordenadora de responsabilidade social do Continente.

Durante o evento de divulgação dos resultados da edição anterior, foi ainda apresentada a nova coleção dos ‘Sacos Solidários’ para 2024. A edição deste traz novos temas e parcerias, reafirmando o compromisso da Missão Continente com a construção de um mundo mais solidário e sustentável. Os temas selecionados para esta edição incluem a Saúde Mental, o Acesso a Cuidados e Bens Essenciais, a Educação e o Envelhecimento Ativo. Estas áreas foram identificadas como prioritárias durante a Sessão Plenária do Conselho Estratégico da Missão Continente de 2022.

A Saúde Mental continua a ser uma área de foco para a Missão Continente, com apoios a instituições como a ASMAL, a CAPITI, o Centro Dr. João dos Santos e o Gondomar Social. O objetivo é promover o bem-estar psicológico e combater estigmas associados a esta área.

No âmbito do Acesso a Cuidados e Bens Essenciais, a Missão Continente colaborará com a Associação Cais, Associação Crescer, a Associação Just a Change e a Misericórdia de Gaia, garantindo que todos possam viver com dignidade e segurança.

Para a área da Educação, a Missão Continente apoia instituições como a Academia Johnson Semedo, a ADCE, o Grupo Social de Sto. Agostinho e a Santa Casa da Misericórdia de Cascais, assegurando oportunidades educacionais de qualidade para todas as crianças.

O Envelhecimento Ativo será promovido através de parcerias com a Pedalar sem Idade Portugal, o Centro Cultural e Social de Sto. Adrião, o Centro Paroquial da Mexilhoeira Grande e o Centro Social Paroquial de Sta. Margarida de Abrã, garantindo um envelhecimento com dignidade e vitalidade.

Os sacos solidários, disponíveis por 1,50€ nas lojas Continente, Continente Modelo e Continente Bom Dia, destinam-se a apoiar causas sociais considerados relevantes e fraturantes, revertendo 0,50€ por cada saco vendido para as instituições parceiras.

 

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