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Campanha ‘Vinhos que vão bem com o ambiente’ vai plantar 5.704 árvores

A segunda edição da campanha ‘Vinhos que vão bem com o ambiente’, organizada de 5 de junho a 31 de outubro de 2023, pelos produtores da José Maria da Fonseca […]

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Campanha ‘Vinhos que vão bem com o ambiente’ vai plantar 5.704 árvores

A segunda edição da campanha ‘Vinhos que vão bem com o ambiente’, organizada de 5 de junho a 31 de outubro de 2023, pelos produtores da José Maria da Fonseca […]

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A segunda edição da campanha ‘Vinhos que vão bem com o ambiente’, organizada de 5 de junho a 31 de outubro de 2023, pelos produtores da José Maria da Fonseca Distribuição (José Maria da Fonseca, Ravasqueira, Lima & Smith e Quinta da Lagoalva), vai permitir plantar mais de cinco mil árvores autóctones no Parque Natural da Arrábida.

A campanha, associada ao projeto Green Cork da Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, tinha como objetivo promover a reciclagem de rolhas e contribuir para a recuperação da floresta autóctone portuguesa. A iniciativa conseguiu arrecadar um total de 57.004 rolhas de cortiça, informa a José Maria da Fonseca.

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Como resultado desta campanha, serão plantadas 5.704 árvores de diversas espécies, incluindo amieiros, azinheiras, bordos, carvalhos, freixos, lódãos, loureiros, medronheiros, pilriteiros, salgueiros, entre outras. A área exata para a plantação será definida em breve, mas estará localizada no Parque Natural da Arrábida.

Durante os cinco meses da campanha, diversos supermercados disponibilizaram mini-rolhões para que os clientes pudessem levar para casa e depositassem rolhas de cortiça usadas. Os participantes deviam devolver depois os rolhões cheios às lojas, depositando as rolhas nos recipientes localizados junto ao espaço das marcas participantes. A entrega era ilimitada, permitindo aos participantes contribuir várias vezes ao longo da campanha. Para cada conjunto de 10 rolhas de cortiça recolhidas, uma árvore seria plantada.

“Pelo segundo ano consecutivo, obtivemos resultados extraordinários na recolha de rolhas de cortiça, contribuindo assim para a reflorestação de uma zona protegida que nos é tão querida e familiar”, destaca António Maria Soares Franco, co-CEO da José Maria da Fonseca.

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Delta é a marca para a qual a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro

Segundo a OnStrategy, a EDP e a Delta lideram o ranking das marcas com mais valor de ESG em Portugal. O estudo conclui que sustentabilidade já devia contribuir com 19,8% para o valor financeiro das marcas portuguesa mas nas 100 mais valiosas o contributo direto é de apenas 12,7%.

Quando falamos de sustentabilidade e de marcas portuguesas, a EDP e Delta lideram o ranking de valor financeiro. Os dados são da OnStrategy que desenvolveu um trabalho que analisa o impacto económico da sustentabilidade no valor financeiro das marcas. Este estudo segue as normas ISO10668 (avaliação financeira de marca) e ISO20671 (avaliação de estratégia e força de marca).

A sustentabilidade deveria representar 19,8% do valor financeiro das marcas portuguesas mas as 100 marcas mais valiosas do país registam apenas uma contribuição de 12,7%. Para a consultora multidisciplinar focada na criação e otimização do valor financeiro das marcas e organizações dos seus clientes e parceiros, este desfasamento revela o potencial inexplorado no impacto económico da sustentabilidade.

A EDP destaca-se como a marca portuguesa com o maior valor financeiro associado à sustentabilidade, totalizando 406 milhões de euros. A Galp Energia, Pingo Doce, Continente, Super Bock, The Navigator Company, CTT, Worten, Parfois, Sagres fazem parte do Top25 deste ranking divulgado pela OnStrategy.

A Delta é a marca onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro, com 16,8%, estando mais próxima do seu valor potencial de contribuição.

Ranking_ESG_ OnStrategy

De acordo com João Baluarte, partner da OnStrategy, as organizações enfrentam quatro grandes desafios no âmbito da sustentabilidade: o que fazer, como fazer, o que comunicar e como comunicar que são essenciais num contexto em que as questões de sustentabilidade se tornaram uma obrigatoriedade legislativa.

“O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores e que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações até por via legislativa, e nos últimos anos foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações têm de cumprir no âmbito da agenda de sustentabilidade”, sublinha.

Os quatro desafios são: o que fazer, porque “independentemente do esforço financeiro a que as empresas são chamadas, já existem regras definidas para todos os setores de atividade com calendários de implementação e informação (report) definidos” e como fazer, como vários especialistas “em campo a desenvolver planos de implementação” começa por enumerar.

O que comunicar é também apontado, porque “aquilo que são as obrigações e imposições não coincidem no todo com aquilo que é relevante para os diferentes stakeholders. Há muitos assuntos da agenda de sustentabilidade que têm de ser concretizados mas não têm de ser comunicados no seu todo e de forma igual aos diferentes stakeholders, e aqui reside outro desafio para as organizações sobre os conteúdos relevantes para cada stakeholder (ambiente ecológico e de trabalho, cidadania, governo)”.

Por último, como informar, já que “se estamos a falar de diferentes stakeholders e diferentes contéudos de comunicação, há um último desafio que reside na efetividade da comunicação (inclusive do ponto de vista financeiro) através da seleção dos touchpoints mais eficientes (meios tradicionais e digitais, eventos, patrocínios, marketing direto, ponto de venda)”, conclui João Baluarte.

 

 

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Salesforce e FEM lançam projeto de reflorestação na Europa

A Salesforce e o Fórum Económico Mundial (FEM) lançaram a a 1t.org, um projeto que pretende conservar, restaurar e plantar um bilião de árvores até 2030.

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No âmbito do projeto, que junta a Salesforce e o Fórum Económico Mundial (FEM), a empresa norte-americana prevê investir 200 mil dólares para apoiar o Capítulo europeu da 1t.org e o lançamento de um novo projeto florestal em França.

A iniciativa pretende impulsionar a resiliência e biodiversidade florestal na Europa e foi criada com o objetivo de conservar, restaurar e plantar um bilião de árvores até 2030.

No âmbito do 1t.org, a Salesforce “irá doar 100 mil dólares para apoiar a expansão e 100 mil dólares adicionais para lançar um novo projeto florestal em França”, informa a CRM de Inteligência Artificial (IA).

O novo projeto florestal em França estará focado no apoio à manutenção, cuidado e planeamento, a longo prazo, de árvores, ajudando ainda a restaurar e conservar a floresta de Festigny, na região de Marne, em França.

Em cooperação com a Reforest’Action, a empresa norte-americana de software irá apoiar a reflorestação através da plantação de cerca de 27.000 árvores de cinco espécies diferentes, em mais de 12 hectares, para criar um ecossistema florestal próspero, resiliente e multifuncional. “Este é o segundo projeto florestal que a Salesforce apoia em França, como parte do seu compromisso global de ajudar a conservar e restaurar 100 milhões de árvores até 2030” destaca a multinacional.

“O lançamento agora anunciado é mais do que um marco — é um apelo claro ao setor privado europeu para a ação climática, assim como um compromisso para com a preservação dos importantes recursos do nosso planeta,” afirma Julie Ravillon, líder de sustentabilidade e representante da Salesforce no conselho de stakeholders europeu da 1t.org.

Já Florian Vernaz, diretor do 1t.org no Fórum Económico Mundial, reconhece que está muito entusiasmado “em ver o crescimento contínuo da 1t.org, com o lançamento deste nosso capítulo na Europa, outra área crítica para a restauração florestal”.

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50% dos portugueses mais conscientes do desperdício alimentar no verão

50% dos portugueses estão mais conscientes e esforçam-se por evitar deitar comida fora durante o verão. Frutas, legumes e vegetais entre os produtos mais desperdiçados durante estes meses.

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É a conclusão de um estudo da Too Good To Go que lembra que embora o verão e, sobretudo, as férias sejam um convite à desconexão, é muito importante não desvalorizar um assunto tão sério como o desperdício alimentar.

E quem está mais consciente do desperdício alimentar no verão? De acordo com o estudo, as pessoas com idades compreendidas entre os 55 e os 65 anos são os que apresentam maiores preocupações em mudar os seus hábitos, mas a geração entre os 18 e os 24 anos está a alterar os seus hábitos de consumo devido à inflação.

Com a chegada oficial do verão, 64% dos portugueses reconhecem que as temperaturas elevadas contribuem e aceleram a deterioração dos alimentos. Por outro lado, associam o aumento de eventos sociais e festas nesta época como momentos que levam a excedentes alimentares (53%), o aumento do consumo de produtos frescos que são mais perecíveis (42%), ou até o armazenamento incorreto dos alimentos (40%), como outras causas para o desperdício alimentar no verão.

Os consumidores identificam dois tipos de alimentos que mais rapidamente se desperdiçam, face a outros. 48% dos inquiridos desperdiçam mais fruta no verão do que noutras épocas do ano, enquanto 28% indicam que também os legumes e vegetais se estragam mais nesta altura. Mas há quem também aponte os produtos lácteos (27%), padaria, carne e peixe (20%, 15% e 12%, respetivamente) como outros alimentos que também se desperdiçam mais com o calor.

O estudo lembra também, durante o verão, os portugueses tendem a fazer mais refeições fora de casa e, cada vez mais, pedem aos restaurantes para poderem levar para casa a comida que sobrou: são 77% os que pedem para levar o resto da refeição, enquanto apenas 10% dizem não o fazer por vergonha.

Por outro lado, o verão também combina com viagens e buffets livres nos hotéis ou resorts. Como é que os portugueses gerem o desperdício quando estão de férias e com acesso a buffets? 80% dizem fazer um esforço para evitá-lo – com as mulheres a mostrarem-se mais sensíveis a esta temática do que os homens (84% contra 76%, respetivamente). Concretamente, nos buffets, 71% dos respondentes dizem servir-se apenas com o que vão comer, enquanto 23% afirmam que, às vezes, levam mais comida do que conseguem comer, mas fazendo o possível para que não reste.

“City Guides” para viajar de forma sustentável e evitar o desperdício alimentar

A Too Good To Go lançou os seus “City Guides”, uma nova funcionalidade que ajuda os utilizadores que viajam por algumas das principais cidades da Europa e da América do Norte a descobrirem-nas de forma diferente durante as férias.

Roma, Lisboa, Londres, Berlim, Barcelona, Nova Iorque e Toronto, entre outras cidades, fazem parte desta série de guias, estando disponíveis na aplicação até ao final da época de verão.

Através destes guias, os viajantes podem explorar estas cidades, vendo simultaneamente recomendações de estabelecimentos onde é possível reservar cabazes de comida para o pequeno-almoço, almoço, jantar ou um lanche rápido. Assim, é possível a degustação de comida local a um preço mais baixo, e fazendo também a diferença ao estar a contribuir para o esforço global de combate ao desperdício alimentar. Por cada Surprise Bag reservada, a aplicação informa os utilizadores do impacto positivo gerado, contribuindo assim para umas férias mais sustentáveis e um planeta mais verde.

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Campanha conjunta dos CTT e da QUERCUS “Uma Árvore pela Floresta” está de volta

“Passados 10 anos, é com enorme orgulho que olhamos para a extraordinária contribuição que este projeto já deu ao nosso país” sublinha o CEO dos CTT, João Bento.

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A campanha conjunta dos CTT e da QUERCUS “Uma Árvore pela Floresta” está de volta para comemorar a sua 11.ª edição com novidades: o kit físico é agora um saco de pano (tote bag) ecológico, feito de algodão orgânico, que vem substituir a árvore miniatura em cartão.

Lançada em 2013, esta iniciativa já permitiu plantar mais de 135 mil árvores de espécies autóctones em várias Áreas Protegidas e Zonas Classificadas do país, contribuindo para a reflorestação e preservação das florestas de Portugal, em especial as mais afetadas pelos incêndios.

Além da novidade do tote bag ecológico com ilustração da floresta Laurissilva, representativa dos Açores e Madeira, e que é a nova imagem desta edição, os CTT e a QUERCUS vão, pela primeira vez, realizar uma ação de plantação no Algarve. Serão palco de novas plantações também os arquipélagos da Madeira e dos Açores.

“Passados 10 anos, é com enorme orgulho que olhamos para a extraordinária contribuição que este projeto já deu ao nosso país. Começamos uma nova década renovando e reforçando, em parceria com a QUERCUS, o nosso compromisso com a biodiversidade e apelamos à participação de todos na preservação das nossas florestas”, destaca o CEO dos CTT, João Bento.

De acordo com a QUERCUS, “o lançamento da 11ª edição da campanha “Uma Árvore pela Floresta” surge marcado por muitas novidades e pela imagem renovada do projeto, que vai ocorrer tanto no digital como nas lojas físicas.  São muitas iniciativas que estão a ser preparadas para interagirmos com os cidadãos ao longo de todo o ano, em particular na vertente do voluntariado.  Por outro lado, tem para nós um enorme significado a homenagem prestada pela campanha à floresta Laurissilva, característica dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, e o facto de termos programada a primeira plantação no Algarve”.

A campanha conta este ano com um novo embaixador, o músico e vocalista dos D’Alva, Alex D’Alva Teixeira,  que se junta aos também embaixadores Paulo Furtado, mais conhecido por The Legendary Tigerman, ao Chef António Alexandre, à jornalista e apresentadora Fernanda Freitas, à apresentadora de televisão Joana Teles e à atriz e ativista Sandra Cóias, que serão  os rostos da 11ª edição “Uma Árvore pela Floresta”.

Todos os kits vendidos serão convertidos em árvores e arbustos autóctones e as plantações serão abertas à participação ativa de todas as pessoas que se registarem no site da campanha ou através do email voluntá[email protected].

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Edenred planta mais de 1500 árvores com ação no Rock in Rio Lisboa

A Edenred Portugal acaba de plantar mais de 1500 árvores na sequência da sua participação no Rock in Rio Lisboa. Na primeira vez que se associou ao festival, permitindo que […]

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A Edenred Portugal acaba de plantar mais de 1500 árvores na sequência da sua participação no Rock in Rio Lisboa. Na primeira vez que se associou ao festival, permitindo que os seus utilizadores a possibilidade de utilizar o cartão Edenred Refeição em despesas de alimentação no interior do recinto.

Assumindo uma vez mais o seu empenho com a sustentabilidade, a empresa comprometeu-se a plantar uma árvore por cada 40 euros gastos com o Edenred Refeição no evento, com cartão físico ou através do MB WAY. As árvores foram plantadas em diferentes localizações dos Eden Reforestation Projects, através plataforma Tree-Nation.

“A parceria com o Rock in Rio Lisboa surgiu com o objetivo de celebrar a música e a cultura, mas também de reforçar a missão da Edenred de ser a companheira diária dos seus utilizadores e de criar valor com responsabilidade”, sublinha Filipa Martins, CEO da Edenred Portugal.

A Edenred refere em comunicado que aproveitou ainda o festival para iniciar as comemorações dos seus 40 anos em Portugal, proporcionando a todos os seus colaboradores um dia diferente no Rock in Rio Lisboa.

“A história da Edenred foi escrita pela mão dos seus colaboradores, que diariamente se empenham para tornar o mundo do trabalho um lugar melhor. Por isso, fazia sentido que o primeiro momento de comemoração dos nossos 40 anos fosse precisamente uma celebração das suas pessoas”, revela Filipa Martins.

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Digital with Purpose Global Summit 2024 vai discutir o futuro da biodiversidade

Entre os dias 9 e 11 de julho, o Digital with Purpose Global Summit 2024 vai reunir mais de 300 líderes mundiais para discutir o “Futuro da Biodiversidade”. Esta cimeira […]

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Entre os dias 9 e 11 de julho, o Digital with Purpose Global Summit 2024 vai reunir mais de 300 líderes mundiais para discutir o “Futuro da Biodiversidade”. Esta cimeira global, que vai acontecer no Centro de Congressos do Estoril, vai promover um conjunto de debates e apresentação de trabalhos, que serão reunidos num único documento de recomendações para ser entregue às Nações Unidas e apresentado no no ‘The Summit of the Future’, em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, nos Estados Unidos.

A investigação ligada à prática da biodiversidade foi das primeiras áreas a adotar as agendas digitais e, por isso, é um dos quatro grandes temas chave do evento: educação, smart and sustainable cities, finanças sustentáveis e biodiversidade.

Ao longo dos três dias, o programa “Biodiversity Futures” destaca o Quadro Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal (GBF), que foi adotado na décima quinta reunião da Conference of the Parties (COP 15), em dezembro de 2022. Este quadro delineia um plano abrangente para conservar e restaurar os ecossistemas do planeta até 2050, trabalhando para 23 metas ambiciosas até 2030.

O “Biodiversity Futures” foi ainda o mote para a criação de um documento de recomendações, saídas da última edição do Digital with Purpose com o objetivo de acelerar a concretização de projetos que abordem as soluções digitais como contributo para a proteção da biodiversidade. Este documento está agora mais integrado com o protocolo de Montreal, um acordo global que visa proteger a camada de ozono, assinado em 1989, tendo a ambição de cruzar estas metas com a agenda digital. Na edição pretende-se que surjam orientações para que esta convergência aconteça num futuro próximo.

O Digital with Purpose Global Summit realiza-se pela terceira vez em Portugal e vai reunir líderes, empresas e organizações globais e nacionais desafiando-os a acelerar a adoção de soluções digitais sustentáveis que permitam cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU para 2030.

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Pingo Doce reforça compromisso com a redução do uso de embalagens de utilização única

O novo saco para o pão reutilizável, produzido em Portugal, está disponível junto à secção de padaria, em dois padrões diferentes. “São feitos em 100 % algodão, resistentes e produzido por uma empresa portuguesa, assegurando um baixo impacto ambiental do transporte do produto e, ainda, promovendo a economia nacional.” explica Filipa Pimentel, diretora de desenvolvimento sustentável e impacto local do Pingo Doce.

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O Pingo Doce reforça o seu compromisso com a redução do uso de embalagens de utilização única e com a promoção da economia circular com uma nova solução reutilizável: o saco para o pão 100% algodão.

“Os novos sacos de pão reutilizáveis do Pingo Doce são mais uma alternativa sustentável e prática, que disponibilizamos aos nossos clientes, e foram também desenvolvidos a pensar no ambiente. São feitos em 100 % algodão, resistentes e produzido por uma empresa portuguesa, assegurando um baixo impacto ambiental do transporte do produto e, ainda, promovendo a economia nacional.” explica Filipa Pimentel, diretora de desenvolvimento sustentável e impacto local do Pingo Doce.

O novo saco, produzido em Portugal, está disponível junto à secção de padaria, em dois padrões diferentes.

São várias as opções reutilizáveis para acondicionamento e transporte dos produtos que o Pingo Doce disponibiliza nas suas lojas, nomeadamente os eco mesh bags, sacos reutilizáveis feitos com 100% algodão e produzidos em Portugal, os sacos de ráfia (com 60% de plástico reciclado), os sacos de papel (com 70% de fibras recicladas e cuja matéria-prima virgem é proveniente de florestas geridas de forma responsável), sacos de rede para frutas e legumes e os trolleys, que são uma solução muita adaptada pelos clientes que vão fazer as suas compras a pé.

O Pingo Doce lembra em comunicado que foi o primeiro retalhista alimentar em Portugal a permitir que os clientes utilizem as próprias embalagens em todos os balcões de atendimento da loja – peixaria, talho, padaria, take-away ou charcutaria, – evitando o uso de embalagens descartáveis.

Outra iniciativa, alinhada com esta preocupação ambiental, é o projeto ECO Água Filtrada, já disponível em mais de 296 lojas Pingo Doce e que, desde 2018, já permitiu evitar cerca 510 toneladas de embalagens de plástico descartáveis. A ECO Água Filtrada permite um consumo de água, de forma sustentável e económica, através da reutilização de uma garrafa resistente e especificamente concebida com esse propósito, promovendo, assim, a redução do plástico descartável e a proteção do ambiente.

“Estas iniciativas têm contribuído para uma diminuição do consumo de sacos de plástico descartáveis e para a adoção de novos hábitos por parte do consumidor aos longo dos anos e não queremos ficar por aqui. Vamos continuar a inovar e a trazer alternativas mais sustentáveis e acessíveis para os nossos clientes, tendo sempre em consideração os impactos ambientais ao longo do ciclo de vida das embalagens dos produtos.” acrescenta Filipa Pimentel.

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Lidl e WWF lançam parceria mundial centrada na sustentabilidade

O objetivo comum desta parceria é permitir que os clientes o Lidl façam escolhas ainda mais sustentáveis.

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O Lidl, um dos maiores retalhistas mundiais, e a WWF, uma das maiores organizações independentes de conservação a nível global, criaram uma parceria internacional que estará presente em 31 países.

A cooperação de longo prazo vai centrar-se ao longo da cadeia de valor do Lidl, “ajudando a enfrentar os desafios ecológicos globais da atualidade, garantindo que mais famílias tenham acesso a escolhas mais sustentáveis e incentivando modelos de negócio que funcionem em harmonia com a natureza, respeitando os limites do nosso planeta”, explica a cadeia de retalho alemã.

O Lidl apresenta esta parceria como um marco importante no compromisso que a empresa tem vindo a impulsionar ao longo dos últimos anos, como parte da sua estratégia internacional de sustentabilidade. O objetivo comum desta parceria é permitir que os clientes façam escolhas ainda mais sustentáveis.

A parceria com a WWF irá contribuir foi focar-se nas áreas de conservação e promoção da biodiversidade, gestão responsável dos recursos hídricos, proteção climática através de metas climáticas baseadas na ciência, construção e expansão de cadeias de fornecimento rastreáveis, livres de desflorestação e de conversão, fornecimento responsável de matérias-primas essenciais, como óleo de palma, soja, cacau, chá, café, madeira e produtos derivados de papel, aprovisionamento responsável de peixe e marisco e salvaguarda de zonas de pesca e stocks críticos, envolvimento na defesa de dietas e consumo mais conscientes e sustentáveis e redução do desperdício de alimentos.

Além do envolvimento do Lidl ao longo da sua própria cadeia de valor, a empresa apoiará vários projetos de conservação da WWF para ajudar a proteger o ambiente nas regiões de origem.

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Missão Continente distribuiu mais de 7,6 milhões de euros em produtos alimentares e não alimentares

“A Missão Continente, apoia quem mais precisa e cria uma das formas mais eficientes de combate ao desperdício alimentar, reforçando o seu papel, enquanto agente ativo, na criação de valor social positivo, junto das comunidades que apoia”, sublinha Nádia Reis, diretora de comunicação e responsabilidade social do Continente.

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No primeiro trimestre de 2024, a Missão Continente distribuiu mais de 7,6 milhões de euros em produtos alimentares e não alimentares a 1033 instituições de solidariedade social e de apoio a animais, por todo o país. Só em excedentes alimentares esse apoio totalizou mais de 7 milhões de euros, o equivalente a mais de 2 milhões de refeições salvas.

“O trabalho de reaproveitamento e redistribuição de excedentes remonta a 1994 e, atualmente, são centenas as instituições de solidariedade social e associações de bem-estar animal que são apoiadas, pois todas as lojas Continente têm parceria com instituições locais para a doação dos seus excedentes. Estas recolhas são feitas diariamente e, ano após ano, temos vindo a alargar o número de instituições beneficiadas, de modo a reforçar e robustecer a nossa presença nas comunidades. Desta forma, a Missão Continente, apoia quem mais precisa e cria uma das formas mais eficientes de combate ao desperdício alimentar, reforçando o seu papel, enquanto agente ativo, na criação de valor social positivo, junto das comunidades que apoia”, explica Nádia Reis, diretora de comunicação e responsabilidade social do Continente.

Os artigos alimentares doados são considerados excedentes quando perdem o seu caráter comercial, mas preservam todas as condições necessárias de consumo seguro, evitando o desperdício alimentar numa lógica de economia circular. Estes incluem produtos frescos como fruta, legumes mercearia e artigos de padaria, entre outros bens alimentares, bem como, bens não alimentares. Estas doações ocorrem durante todo o ano, abrangendo as mais de 350 lojas Continente, localizadas de norte a sul do território continental e arquipélagos.

O ano passado, a Missão Continente doou 30,8 milhões de euros em produtos alimentares e não alimentares a 1097 instituições de solidariedade social de todo o país. Só em excedentes alimentares, esse apoio totalizou 27,4 milhões de euros, o equivalente a mais de 7,8 milhões de refeições salvas. Para além das doações regulares a instituições, a Missão Continente disponibiliza ainda bens alimentares aos seus colaboradores para consumo nas áreas sociais das lojas e entrepostos da MC.

A contar com os excedentes das lojas Continente, Entrepostos, Wells, ZU, Bagga, Go Natural, Continente LABS e Note! a doação total representa mais de 7,9 milhões de euros.

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O Lidl e o Electrão juntaram-se para mais uma edição do programa TransforMAR

O Lidl e o Electrão juntaram-se para mais uma edição do programa TransforMAR

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Programa TransforMAR vai premiar três projetos que contribuam para a proteção dos oceanos e dos ecossistemas aquáticos

O Lidl e o Electrão juntaram-se para mais uma edição do programa TransforMAR.

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O programa TransforMAR está de regresso para sensibilizar para a importância de uma boa conduta ambiental e para os princípios da economia circular, através da reciclagem e redução do desperdício dos resíduos de plástico e metal. Este programa surge de uma iniciativa pioneira do Lidl Portugal, juntamente com o Electrão, em parceria com a Marinha Portuguesa e Brigada do Mar, contando com com o apoio da  Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e Quercus.

Depois de nos últimos seis anos ter recolhido mais de 227 toneladas de resíduos plásticos e metal das praias e mares e rios portugueses, transformando-os em benefício da comunidade, o programa promove este ano o Prémio TransforMAR, que premiará com 30 mil euros três projetos que contribuam para a proteção dos oceanos e dos ecossistemas aquáticos. As inscrições já estão abertas em programatransformar.pt e decorrem até ao dia 10 de setembro. Podem candidatar-se projetos nas seguintes áreas: redução de plástico nos oceanos, limpeza dos mares e orla costeira, transformação e/ou reciclagem de resíduos marinhos, proteção das espécies marinhas e sensibiluzação e/ou educação ambiental.

A par do Prémio TransforMAR, o programa irá estar presente em 10 praias de norte a sul do país, durante o mês de agosto, com a dinamização de atividades de sensibilização para toda a família, e prossegue com a sua  aproximação à comunidade escolar, promovendo ações lúdico-pedagógicas para crianças em colónias de férias.

Adicionalmente, em parceria com a ONG Brigada do Mar, que se associa pelo 5ª ano consecutivo ao TransforMAR,  serão realizadas 18 ações de limpeza tanto da costa portuguesa, em praia, como dos rios, com o objetivo de recolher grandes quantidades de resíduos plástico, contribuindo para a descontaminação e proteção daquelas zonas, bem como dos ecossistemas aquáticos.

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