Edição digital
PUB
Alípio Pereira, diretor comercial SagalExpo

Alípio Pereira, diretor comercial SagalExpo

Exportação

SagalExpo cresce: mais de 380 empresas confirmadas na 3ª edição marcada para abril

Alípio Pereira, diretor comercial para o mercado nacional da SagalExpo, enaltece o crescimento da feira que vai ter lugar de 15 a 17 de abril, na FIL, em Lisboa. “Vão estar presentes mais de 380 empresas, o que representa um aumento significativo, com mais de 30 por cento, em relação à última edição” sublinha.

Ana Rita Almeida
Alípio Pereira, diretor comercial SagalExpo

Alípio Pereira, diretor comercial SagalExpo

Exportação

SagalExpo cresce: mais de 380 empresas confirmadas na 3ª edição marcada para abril

Alípio Pereira, diretor comercial para o mercado nacional da SagalExpo, enaltece o crescimento da feira que vai ter lugar de 15 a 17 de abril, na FIL, em Lisboa. “Vão estar presentes mais de 380 empresas, o que representa um aumento significativo, com mais de 30 por cento, em relação à última edição” sublinha.

Sobre o autor
Ana Rita Almeida
Artigos relacionados
45% dos consumidores dizem que o seu poder de compra diminuiu
Consumo
7ª edição do UVVA celebra vinhos verdes e gastronomia em Amarante
Bebidas
“Temos que apostar mais nas marcas portuguesas”
Entrevista
Pedro Pimentel, diretor geral da Centromarca
Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR
Bebidas
Grupo vimaranense Cães de Pedra adquire a Giovanni Galli
Não Alimentar
Ringana lança novos produtos solares
Não Alimentar
Conde de Vinhó apresenta três novos produtos biológicos
Alimentar
Conde de Vinhó lançou em Santarém três novos produtos biológicos: Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio.
Continente com nova campanha de apoio à nossa seleção
Retalho
Action leva o seu conceito discount store a Barcelos
Retalho
Auchan apresenta cerveja feita com sobras de pão para combater desperdício alimentar
Bebidas

A FIL volta a receber em abril a SagalExpo, feira que promove a internacionalização das empresas portuguesas, e que este ano conta com a presença de mais de 380 empresas que querem reforçar ou abrir portas à exportação dos seus produtos.

Alípio Pereira, diretor comercial para o mercado nacional da SagalExpo, confirma o crescimento da feira que vai ter lugar de 15 a 17 de abril, em Lisboa. “Vão estar presentes mais de 380 empresas, o que representa um aumento significativo, com mais de 30 por cento, em relação à última edição” sublinha. “Estes números são demonstrativos do interesse e a relevância da SagalExpo como uma plataforma importante para as empresas portuguesas mostrarem os seus produtos e serviços, estabelecerem contactos e expandirem os seus negócios para o importante mercado internacional.” acrescenta.
O número de importadores e, como tal, de mercados internacionais, também vai crescer nesta 3ª edição da feira, com a presença de mais de 1 100 profissionais que viajam até Portugal para conhecer e negociar aquilo que de melhor se produz no setor alimentar português.

PUB

“A SagalExpo promove a internacionalização das empresas portuguesas, dando-lhes visibilidade e acesso a novos mercados” lembra, acrescentando que  o objetivo passa por valorizar as marcas e produtos portugueses, incentivando o crescimento das exportações e contribuindo para o desenvolvimento económico do país. “Através da SagalExpo, as empresas têm a oportunidade de fortalecer sua presença no mundo e estabelecer parcerias estratégicas para levarem os seus negócios além-fronteiras” afirma.

O crescimento no número de empresas e profissionais presentes nesta feira é para o diretor comercial um reconhecimento do trabalho efetuado. “As empresas reconhecem a SagalExpo como a única plataforma essencial para a internacionalização devido às inúmeras oportunidades que o evento oferece. Além de dar a conhecer centenas de produtos portugueses a clientes internacionais de grande relevância e prestígio, a SagalExpo é percecionada como tendo um ambiente propício ao networking, a promoção da inovação e o fortalecimento da presença das empresas portuguesas no cenário internacional”.

A SagalExpo está marcada para os dias 15, 16 e 17 de abril e reúne na FIL, em Lisboa, empresas e marcas portuguesas e importadores de todo mundo. “Os setores representados na feira abrangem uma ampla gama de indústrias, desde o setor agroalimentar (azeite + 35 empresas, vinho + 120 empresas, pescado + 30 empresas, carnes e enchidos + 50 empresas, queijos + 20 empresas, doçaria e pastelaria + 30 empresas, produtos biológicos + 20 empresas) e até serviços complementares (como logística, transporte e serviços financeiros + 30 empresas, entre outros)” avança Alípio Pereira. “A diversidade dos setores em exposição reflete a riqueza e variedade dos produtos portugueses, destacando a qualidade e a inovação presentes na indústria nacional” conclui.

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

Artigos relacionados
45% dos consumidores dizem que o seu poder de compra diminuiu
Consumo
7ª edição do UVVA celebra vinhos verdes e gastronomia em Amarante
Bebidas
Pedro Pimentel, diretor geral da Centromarca
“Temos que apostar mais nas marcas portuguesas”
Entrevista
Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR
Bebidas
Grupo vimaranense Cães de Pedra adquire a Giovanni Galli
Não Alimentar
Ringana lança novos produtos solares
Não Alimentar
Conde de Vinhó lançou em Santarém três novos produtos biológicos: Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio.
Conde de Vinhó apresenta três novos produtos biológicos
Alimentar
Continente com nova campanha de apoio à nossa seleção
Retalho
Action leva o seu conceito discount store a Barcelos
Retalho
Auchan apresenta cerveja feita com sobras de pão para combater desperdício alimentar
Bebidas
PUB
Consumo

45% dos consumidores dizem que o seu poder de compra diminuiu

Segundo um estudo do Observador Cetelem, 45% dos portugueses afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a afirmarem que diminuiu significativamente. De referir que é nas faixas etárias entre os 35 e os 54 anos que há um maior sentimento da perda do poder de compra, assim como entre as mulheres e os com menor rendimento.

O aumento contínuo dos preços dos bens essenciais, de serviços e prestações das casas tem vindo a pressionar os orçamentos familiares de milhares de cidadãos portugueses. Segundo dados do Barómetro Europeu, um inquérito realizado no final do ano passado, 95% dos portugueses revelavam estar preocupados com esta situação, com 58% a afirmarem que o seu poder de compra tinha diminuído. Meio ano depois, num novo estudo do Observador Cetelem, marca do grupo BNP Paribas Personal Finance, 45% dos inquiridos afirmam que o seu poder de compra sofreu uma quebra, com 17% destes a indicarem que diminuiu significativamente. As faixas etárias entre os 35 e os 54 anos, assim como as mulheres e os indivíduos com menores rendimentos, são os mais afetados por esta redução.

Por outro lado, 38% dos portugueses consideram que o seu poder de compra permaneceu estável, especialmente entre aqueles com idades entre os 55 e os 74 anos. Além disso, há uma percentagem que registou um aumento no poder de compra: 12% afirmam que aumentou ligeiramente e 4% que aumentou significativamente. Esta perceção é mais comum entre os jovens adultos dos 18 aos 34 anos, diminuindo com o avanço da idade.

O estudo do Observador Cetelem, conduzido através de entrevistas online entre 30 de abril e 8 de maio de 2024, revela ainda que 6 em cada 10 portugueses afirmam viver de forma moderadamente confortável. No entanto, 32% dos inquiridos dizem viver de forma pouco confortável e 7% consideram a sua situação nada confortável. Apenas 5% dos portugueses sentem que vivem de forma totalmente confortável. A maior parte daqueles que se sentem desconfortáveis pertence à faixa etária dos 45 aos 54 anos e às classes sociais de menores rendimentos.

O Barómetro Europeu destacou que a moral dos portugueses estava abaixo da média europeia no final do ano passado. Em termos de perceção da situação do país, os inquiridos atribuíram uma pontuação de 4,8 em 10, o valor mais baixo entre os 10 países analisados, e 0,3 pontos abaixo da média europeia. No que toca à moral pessoal, os portugueses mantiveram a pontuação do ano anterior, com um valor de 5,7.

Para este estudo foram realizadas 1000 entrevistas, representativas da população portuguesa (quotas de género, idade e região de acordo com os dados do INE), a indivíduos de ambos os géneros, de idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos, residentes em Portugal Continental. O erro máximo associado à amostra é de +3.1 p.p. para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram conduzidas por intermédio de questionário estruturado de perguntas fechadas, semi-fechadas e abertas, fornecido pelo Observador Cetelem, com a duração máxima de 13 minutos.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Bebidas

Empresas europeias familiares de café apelam à prorrogação do prazo de implementação do EUDR

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR).

A Delta Cafés, de Portugal, a Franck, da Croácia, a Joh. Johannson, da Noruega, a Lavazza, da Itália, a Löfbergs, da Suécia, a Neumann Kaffee Gruppe, da Alemanha e a Tchibo, da Alemanha, membros da International Coffee Partners (ICP), estão a apelar à prorrogação do prazo de implementação do Regulamento Anti Desflorestação da União Europeia (EUDR), para que os pequenos produtores tenham tempo, estruturas e recursos para o cumprirem.

Num comunicado da ICP, estas empresas familiares europeias de café afirmam o seu apoio aos objetivos do EUDR, defendendo que as florestas devem ser protegidas nas regiões de produção de café, mas alertam que o cumprimento da EUDR representa um “grande desafio”.

“É prioritário aumentar a consciencialização sobre o tema nos países produtores, protegendo o ambiente e investindo na reflorestação. A situação dos pequenos produtores de café merece particular atenção, visto estes necessitarem de sistemas de fornecimento, de condições adequadas, de um período de transição apropriado e de recursos financeiros adicionais para cumprir a nova lei”, referem no comunicado.

Risco de exclusão do mercado europeu

As sete empresas familiares europeias do setor do café afirmam que os 12,5 milhões de pequenos produtores de café no mundo, que produzem até 80% do café mundial, dependem da volatilidade dos mercados e estão expostos a riscos climáticos crescentes, ao aumento dos preços de produção e a outros fatores económicos externos. A estes desafios, apresenta-se agora o do cumprimento da EUDR. “Muitos produtores não conseguirão responder a todos os requisitos necessários até ao final de 2024 pelo que, podem ser excluídos do mercado da União Europeia”, alertam.

“Embora a EUDR seja um passo importante para uma produção de café livre de desflorestação, deve também privilegiar os interesses dos pequenos produtores. Caso contrário, a EUDR arrisca-se a reduzir os rendimentos e as quotas de mercado dos pequenos produtores e a aumentar a sua vulnerabilidade à pobreza, impedindo a sua transição para uma agricultura mais sustentável. Para se adaptarem, é provável que os agricultores transfiram a comercialização dos seus produtos para países fora da União Europeia. Estes resultados não contribuem para a redução do risco de desflorestação”, acrescentam.

EUDR obriga a “ investimento inicial significativo”

De acordo com uma avaliação realizada ao grau de preparação no Uganda, uma das regiões do projeto da ICP, esta revelou que os produtores de café do país ainda não estão preparados para cumprir o EUDR. Atualmente, apenas cerca de 10% dos produtores de café do Uganda têm o seu café rastreado. “Para cumprir os requisitos do EUDR, os agricultores ugandeses terão de desenvolver um sistema de rastreabilidade eficaz, que provavelmente exigirá anos de planeamento, aperfeiçoamento e melhoria das competências, bem como um investimento inicial significativo. Além disso, a manutenção desse sistema exigirá recursos financeiros contínuos todos os anos”, sublinha a ICP no comunicado.

As empresas familiares europeias estão, nesse sentido, a sensibilizar para a necessidade de prorrogação do EUDR, integrando uma fase de transição. Defendem o apoio e a criação das estruturas e requisitos e a disponibilização de recursos financeiros para que as famílias de pequenos produtores de café desenvolvam a capacidade técnica e os conhecimentos necessários.

“Esta é a única forma de assegurar uma transição equilibrada das cadeias de abastecimento mais sustentáveis e de travar a desflorestação sem efeitos adversos”, afirmam, acrescentando que o processo de verificação do EUDR deve ser “suficientemente simples e acessível” para que possa ser cumprido pelos pequenos produtores de café. “É necessário tempo, capacidade técnica e recursos para que estes se consigam adaptar e cumprir com os novos requisitos”.

A International Coffee Partners é uma organização sem fins lucrativos formada pelas sete empresas familiares europeias de café e que tem como objectivo contribuir com know-how para estabelecer um setor cafeeiro sustentável em países estratégicos através da implementação de projetos de melhores práticas em comunidades de pequenos produtores de café. Desde 2001, a ICP já atingiu mais de 118 mil famílias de pequenos produtores em 13 países.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Conde de Vinhó lançou em Santarém três novos produtos biológicos: Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio.

Conde de Vinhó lançou em Santarém três novos produtos biológicos: Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio.

Alimentar

Conde de Vinhó apresenta três novos produtos biológicos

Conde de Vinhó lançou três novos produtos biológicos. Dois deles, a Queijeta e o Kefir, são os primeiros produtos bio produzidos em Portugal. Em breve chegará também o Queijo Serra da Estrela DOP em versão bio.

No final do ano passado, a Queijaria da Caramuja viu o seu Queijo de Cabra Conde de Vinhó ser eleito o Melhor Queijo de Portugal, na categoria de Cura Prolongada. Agora apresentou, na Feira Nacional de Agricultura, três novos produtos biológicos. Dois deles, a Queijeta e o Kefir, são os primeiros produtos bio produzidos em Portugal.

Paulo Mota, que gere a Queijaria da Caramuja, reconhece que este período foi “uma época muita rica em termos de aprendizagens sobre a produção de queijo, mas também de procura e sempre com o objetivo principal de criar novos produtos”. Foi com isto em mente que surgiram a Queijeta Bio, Kefir Bio e Queijo de Cabra Bio, da marca Conde de Vinhó, todos eles produzidos em modo de produção biológica.

Os produtos estarão à venda, para já, na própria queijaria, que se situa perto de Gouveia, mas em breve chegarão também a outras superfícies comerciais, nomeadamente a algumas lojas gourmet.
Em breve chegará também o Queijo Serra da Estrela DOP em versão bio, avança a produtora.

A Queijaria da Caramuja está inserida num projeto de Turismo Rural, conta com um rebanho de 140 ovelhas da raça Serra da Estrela e cerca de 70 hectares, constituídos por pastagens permanentes e áreas de cultivo de forragens, olival e vinha, tudo em agricultura biológica.

“Recentemente lançámos também uns bombons de chocolate com recheio de queijo Serra da Estrela DOP e, além disso, na propriedade produzimos vinho e azeite, comercializados com a marca Caramuja ou Conde de Vinhó, ambos concebidos num modelo de produção biológica”, explica Paulo Mota, que pretende continuar a apostar em produtos diferenciadores e que seguem este modelo de produção.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Retalho

Continente com nova campanha de apoio à nossa seleção

“Ao patrocinarmos as Seleções Nacionais de Futebol, incluindo a participação da Seleção Masculina no Euro 2024, o Continente demonstra o seu compromisso com o desporto e fortalece a sua ligação emocional com os adeptos”, sublinha Filipa Appleton, head of brand & marketing do Continente.

O Continente lançou uma nova campanha multimeios intitulada “Fome de Vencer”, que estará presente em televisão, rádio, exterior, digital e nas lojas da marca. A campanha foi desenvolvida pela agência Fuel e integra a nova plataforma de comunicação sob o mote “O Continente é de toda a gente”.

Juntando duas grandes paixões dos adeptos portugueses – o futebol e a comida – o filme publicitário da campanha combina o universo da alimentação com o entusiasmo pelo futebol, destacando a mobilização dos portugueses em torno destes momentos.

Além da campanha publicitária, o Continente introduziu o ‘Período de Descontos’, uma ação exclusiva para utilizadores da App Cartão Continente, que decorre até 14 de julho. Nesta iniciativa, os clientes que realizarem compras estão habilitados a ganhar até 1000€ em saldo no Cartão Continente, produtos da Seleção Nacional, e cupões de desconto válidos no Continente e em outras marcas parceiras do Cartão.

“Temos vindo a trabalhar em parceria com a Federação Portuguesa de Futebol com o objetivo de democratizar o acesso aos jogos da Seleção, tornando estes eventos desportivos mais acessíveis às famílias, materializando a promessa da marca Continente de que o futebol ‘É para toda a gente’. Ao patrocinarmos as Seleções Nacionais de Futebol, incluindo a participação da Seleção Masculina no Euro 2024, o Continente demonstra o seu compromisso com o desporto e fortalece a sua ligação emocional com os adeptos. É nesta ligação aos momentos especiais de convívio e de partilha impulsionados pelo futebol que a nossa marca especialista se junta à ‘Fome de Vencer’ para poder criar memórias que celebrem os momentos que unem Portugal, seja num estádio, ao ar livre ou mesmo em torno de uma mesa”, sublinha Filipa Appleton, head of brand & marketing do Continente, em comunicado.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Vinhos Código
Bebidas

No Rules Wines quer promover o melhor do Dão e elevar esta região vitivinícola “a um patamar superior”

A No Rules Wines junta trio do Dão: o enólogo Tiago Macena, o empresário António Sousa Martins e o consultor internacional de vinhos, Cláudio Martins.

Hipersuper

Há dois anos no mercado, a No Rules Wines, fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena, nasceu com vontade de se distinguir pela irreverência e autenticidade de fazer “vinhos tranquilos do Dão sem regras”, honrando a tradição do Dão, mas procurando “elevar esta região vitivinícola a um patamar superior”.
Este é o terroir base do projeto, que surge com o objetivo principal de “expressar uma enologia que mostre a origem das uvas”, através de um investimento inicial de 1 milhão de euros.
“Temos alguns vinhos menos usuais, tirando partido do potencial enológico da região e da nossa vontade de arriscar em alguns vinhos. A maior parte dos vinhos são DOC Dão, mas também temos vinhos Indicação Geográfica Protegida (IGP), nos quais nos é permitido o trabalho com outras técnicas e castas”, afirma Tiago Macena, em comunicado.Código foi a primeira marca de vinhos apresentado ao mercado, com quatro propostas, entre brancos e tintos, e que em poucos meses, viu esgotado o stock de cerca de 3 mil garrafas de cada referência. Em breve, uma sala de provas, à porta fechada, na adega que a empresa tem em Nelas vai permitir receber entusiastas por experiências vínicas fora da caixa, avança a No Rules Wines.
A aquisição de uma vinha no Douro também está nos planos do trio.

A No Rules Wines foi fundada por António Sousa Martins, Cláudio Martins e Tiago Macena.

Autenticidade, Sustentabilidade e Transparência são os pilares principais da empresa, que já marca presença em alguns mercados internacionais, concretamente em Angola e Reino Unido. Para António Sousa Martins, o objetivo é “continuar a explorar novos mercados” e posicionar a No Rules Wines, com sede em Oliveira do Hospital, entre as melhores do setor vinícola. “Desde a produção de vinhos mais requintados, em poucas quantidades e valores mais elevados, a vinhos ‘simples’ e ‘descomplicados’, a preços mais acessíveis e em maiores volumes, a empresa quer ‘promover o melhor do Dão’”, sublinha
Encruzado, Granius, Origem, Solstício, Bical e Uva Cão são os seis vinhos que fazem parte da marca Código.

Vinhos que “mercado está a absorver de forma extraordinária”

O Código Origem Branco, Solstício e o Granius 22, chegaram ao mercado no segundo semestre 2023 e rapidamente foram absorvidos pelos consumidores. Seguiu-se um monovarietal, o Encruzado 2022, no início de 2023.
Em maio, chegaram ao mercado as novas colheitas (Código Origem Tinto 22 e Origem Branco 23) que “vieram reforçar a oferta para uma procura que o mercado está a absorver de forma extraordinária”, afirma Cláudio Martins.
Para os colecionadores especiais, há uma edição limitada, de seis garrafas.
Em julho, do Código serão lançadas novas colheitas de Bical e Uva Cão e duas novas referências Infusão Subtil e Manifesto.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Distribuição

Auchan reforça compromisso com a proteção dos oceanos e junta-se à campanha da MSC

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta.” destaca Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

Hipersuper

A Auchan reforça a sua visão 2032 – Alimentar uma Vida Melhor e Preservar o Planeta – e junta-se à campanha da Marine Stewardship Council (MSC) que tem como mote ‘A Pesca Sustentável significa mais peixes’.

Com um compromisso assumido com a sustentabilidade, a Auchan assume, desde 2009,  uma política de comércio sustentável de pescado destacando-se dois compromissos da retalhista: a diminuição, suspensão ou cessação da comercialização das espécies que se identifiquem ameaçadas, tal como fez, em 2008, com todas as espécies de tubarão ameaçadas, tornando-se, assim, na primeira insígnia de distribuição internacional a implementar esta medida de resposta à situação de sobrevivência deste peixe emblemático; e, privilegiar a oferta de produtos provenientes de pesca sustentável ou com menor grau de risco para a biodiversidade. Exemplo disso são o Bacalhau Produção Controlada Auchan comercializado desde 2019 e a Pescada Congelada Auchan, ambos com uma certificação MSC, exemplifica a retalhista.

“Na Auchan, a sustentabilidade é um pilar estratégico e, por isso, aliamos a qualidade dos nossos produtos à necessidade de preservação do planeta. Já temos uma oferta de produtos da nossa marca com certificação por parte de entidades com quem colaboramos na procura por alimentos que promovam uma vida melhor para os nossos clientes. A campanha da MSC, em defesa dos nossos oceanos e da pesca sustentável, está muito alinhada com os nossos objetivos e, por isso, fez todo sentido podermos juntar-nos a esta causa”, explica Rita Cruz, diretora de responsabilidade corporativa ambiental e social da Auchan Retail.

“No MSC, valorizamos e apreciamos enormemente o apoio da Auchan Retail pela pesca sustentável e pelo trabalho que a nossa organização está a fazer em Portugal. Estamos convencidos de que, graças ao apoio de retalhistas como a Auchan Retail a iniciativas como o Dia Mundial dos Oceanos, avançamos para uma maior consciencialização da sustentabilidade do mar e dos seus produtos na sociedade em geral”, afirma Laura Rodríguez, diretora da MSC Portugal e Espanha.

Para assinalar e promover a preocupação com os oceanos, a MSC lançou uma campanha, que estará no ar até ao final de junho, e que pretende destacar o impacto positivo da pesca sustentável na preservação da vida marinha. Assim, na Auchan, existe uma seleção de produtos que têm o selo de certificação da MSC, que atestam a origem, confiança, credibilidade e manuseamento de peixes selvagens e outros produtos de mar.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Data Center

IA no trabalho aumentou 23% mas profissionais precisam de formação e acompanhamento

A utilização da IA no local de trabalho já subiu 23% desde o início deste ano, com quase metade dos profissionais de escritório inquiridos (47%) a dizerem-se entusiasmados com o uso da tecnologia no fluxo de trabalho diário.

Hipersuper

É o que indica o mais recente relatório mundial Slack Workforce Index, realizado pela Salesforce, CRM de Inteligência Artificial (IA). A utilização da IA no local de trabalho já subiu 23% desde o início deste ano, com quase metade dos profissionais de escritório inquiridos (47%) a dizerem-se entusiasmados com o uso da tecnologia no fluxo de trabalho diário.

O estudo agora apresentado revela ainda que, sem a formação e acompanhamento necessários, os colaboradores de empresas não serão capazes de capitalizar toda a eficiência que a IA permite. “Em vez de alocarem o tempo que poupam com o uso da IA em tarefas mais estratégicas e de valor acrescentando, os profissionais estão a gastar 37% mais tempo em tarefas de rotina e administrativas”, alerta a Salesforce.

O novo relatório demonstra que os profissionais planeiam dedicar o tempo livre que a tecnologia lhes deu, nas tarefas que deveriam estar a delegar na IA, relegando tarefas de valor acrescentado como a inovação, criatividade e desenvolvimento profissional para o fim da lista. “Mas o estudo demonstra também que aqueles que receberam a devida formação para uma utilização correta da IA, têm 19 vezes maior probabilidade de reportar ganhos de produtividade”, indica ainda a Salesforce.

Estas são algumas das principais conclusões do relatório:

– Trabalhadores de escritório sofrem com tarefas repetitivas e burnout: Os profissionais em causa estão a sentir desgaste e relatam passar grande parte dos seus dias em tarefas sem valor acrescentado. A maioria dos trabalhadores (64%) tem sintomas de burnout uma vez por mês, ou mais.

– Cerca de um terço dos trabalhadores afirmam estar regularmente stressados. 30% dos inquiridos não sentem atração pelo seu trabalho

– Os profissionais inquiridos passam um terço do seu dia em tarefas que “não são significativas para o seu trabalho”, como reuniões desnecessárias, e-mails de baixo valor e excesso de burocracia ou inserção de dados.

– Tarefas de alto valor, como inovação, criação e networking com colegas ficaram mais abaixo na lista.

– 93% dos trabalhadores de escritório a nível global não consideram os resultados da IA totalmente confiáveis para tarefas relacionadas com o trabalho.

– Apenas 15% dos trabalhadores concorda plenamente que têm a formação necessária para usar a IA de forma eficaz.

– As empresas devem capacitar os seus trabalhadores para a utilização da IA de forma eficaz: Para que os profissionais confiem e deleguem tarefas à IA, as empresas devem formar os seus trabalhadores para que consigam tirar dela o maior partido.

O inquérito incluiu 10.045 trabalhadores nos Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Japão e Reino Unido, e foi realizado entre 6 e 22 de março de 2024.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Distribuição

Associações de Portugal e Espanha pedem maior reconhecimento do setor da distribuição na Europa

APED, ASEDAS e ANGED lançaram um manifesto com as prioridades do setor da distribuição que devem ser tidas em conta pelos decisores políticos na próxima legislatura europeia.

Hipersuper

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), a Asociación Española de Distribuidores, Autoservicios y Supermercados (ASEDAS) e a Asociación Nacional de Grandes Empresas de Distribución (ANGED) lançaram um manifesto com as prioridades do setor da distribuição que devem ser tidas em conta pelos decisores políticos na próxima legislatura europeia.

A poucos dias das eleições para o Parlamento Europeu, que se realizam a 9 de junho, as associações signatárias apelam a um maior diálogo dos atores políticos europeus com este setor, que “está no centro da economia europeia e do bem-estar dos cidadãos deste território”, sendo um dos 14 ecossistemas estratégicos definidos pela Comissão Europeia na sua proposta de reforma da política industrial europeia.

“É o elo de ligação entre fabricantes e 450 milhões de consumidores, o maior empregador do setor privado na Europa – 26 milhões de pessoas -, gera 10% do PIB da União Europeia, com mais de 99% das cinco milhões de empresas retalhistas e grossistas na Europa a serem Pequenas e Médias Empresas (PME)”, destacam.

O aumento dos preços da energia e dos combustíveis, constrangimentos no transporte internacional, impactos decorrentes de conflitos armados, escassez de matérias-primas e inflação são os principais desafios apontados ao setor pelas associações signatárias do manifesto.

A estes, acrescentam “um verdadeiro ‘tsunami’ regulatório, com mais de 3.000 normas regulamentares em constante evolução e alteração, que aumentou consideravelmente os custos de funcionamento das empresas”.

A partir deste cenário, APED, ASEDAS e ANGED apontam a necessidade de serem criadas novas soluções e maior flexibilidade na regulamentação laboral para responder às novas necessidades do mundo do trabalho e aos novos estilos de vida e necessidades dos consumidores.

Defendem ainda uma regulamentação que garanta segurança jurídica e um ambiente empresarial estável, que assegure condições de concorrência e acesso a um mercado que permita o desenvolvimento dos seus modelos de negócio.

E apelam a que o quadro regulamentar garanta a segurança alimentar em todas as circunstâncias, relações comerciais estáveis na cadeia, utilização de tecnologias que reforcem a segurança dos estabelecimentos comerciais e deem uma garantia da qualidade dos produtos e a rotulagem adequada, aliada ao combate ao desperdício alimentar.

“Perante um mercado cada vez mais globalizado e que permite que comerciantes de países terceiros obtenham uma vantagem competitiva sobre empresas da União Europeia, os signatários defendem a necessidade de estabelecer condições de concorrência equitativas entre as empresas europeias e os operadores internacionais, bem como garantir um level playing field, com as mesmas regras para todos os operadores, independentemente de operarem em ambiente físicos ou digitais”, alertam ainda.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Distribuição

Missão Continente doou em 2023 mais de 360 mil euros através do projeto Sacos Solidários

No total, desde o início do projeto, em 2021, já foram angariados, com a ajuda dos consumidores, mais de 810 mil euros através da venda de mais de 1,5 milhões de sacos.

Hipersuper

Em 2023, a Missão Continente doou mais de 360 mil euros, através do projeto ‘Sacos Solidários’, a 20 instituições que atuam em áreas vitais como apoio à infância e juventude, o apoio animal, organizações internacionais, a diversidade e inclusão e o combate à fome, pela venda de 721 165 sacos. No total, desde o início do projeto, em 2021, já foram angariados, com a ajuda dos consumidores, mais de 810 mil euros através da venda de mais de 1,5 milhões de sacos.

A Missão Continente realizou esta terça-feira a entrega simbólica do valor angariado em 2023, entregues a 20 instituições, que totalizaram um apoio de 360 582,50 euros.

As 20 instituições apoiadas são: o Movimento Transformers, a Obra do Frei Gil, a CrescerSer, a Casa S. Francisco Assis, a PRAVI, a Liga Port, a Direitos Animal, a Associação Animais de Rua, a Animalife, a UNICEF, a Um pequeno gesto, a Hope for fulanis, a The Big Hand, o Espaço T, a Corações com Coroa, o Teatro do Vão, a Associação Salvador, a Refood, a Comunidade Vida e Paz, a Porta Solidária e as Cáritas Paroquial Matriz Portimão.

“O projeto ‘Sacos Solidários’ é um símbolo do compromisso contínuo da Missão Continente com o bem-estar das nossas comunidades. Através da colaboração dos nossos clientes e parceiros, conseguimos alcançar resultados incríveis e continuar a construir um futuro mais solidário e sustentável. Estamos muito satisfeitos com o impacto positivo que esta iniciativa tem tido e estamos entusiasmados por continuar a trabalhar em conjunto para fazer a diferença na vida de muitas pessoas.”, sublinha Rita Barrocas, coordenadora de responsabilidade social do Continente.

Durante o evento de divulgação dos resultados da edição anterior, foi ainda apresentada a nova coleção dos ‘Sacos Solidários’ para 2024. A edição deste traz novos temas e parcerias, reafirmando o compromisso da Missão Continente com a construção de um mundo mais solidário e sustentável. Os temas selecionados para esta edição incluem a Saúde Mental, o Acesso a Cuidados e Bens Essenciais, a Educação e o Envelhecimento Ativo. Estas áreas foram identificadas como prioritárias durante a Sessão Plenária do Conselho Estratégico da Missão Continente de 2022.

A Saúde Mental continua a ser uma área de foco para a Missão Continente, com apoios a instituições como a ASMAL, a CAPITI, o Centro Dr. João dos Santos e o Gondomar Social. O objetivo é promover o bem-estar psicológico e combater estigmas associados a esta área.

No âmbito do Acesso a Cuidados e Bens Essenciais, a Missão Continente colaborará com a Associação Cais, Associação Crescer, a Associação Just a Change e a Misericórdia de Gaia, garantindo que todos possam viver com dignidade e segurança.

Para a área da Educação, a Missão Continente apoia instituições como a Academia Johnson Semedo, a ADCE, o Grupo Social de Sto. Agostinho e a Santa Casa da Misericórdia de Cascais, assegurando oportunidades educacionais de qualidade para todas as crianças.

O Envelhecimento Ativo será promovido através de parcerias com a Pedalar sem Idade Portugal, o Centro Cultural e Social de Sto. Adrião, o Centro Paroquial da Mexilhoeira Grande e o Centro Social Paroquial de Sta. Margarida de Abrã, garantindo um envelhecimento com dignidade e vitalidade.

Os sacos solidários, disponíveis por 1,50€ nas lojas Continente, Continente Modelo e Continente Bom Dia, destinam-se a apoiar causas sociais considerados relevantes e fraturantes, revertendo 0,50€ por cada saco vendido para as instituições parceiras.

 

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Ciberataques à cadeia de abastecimento aumentaram 68%

A empresa americana Verizon publicou a 17.ª edição do Data Breach Investigations Report (DBIR). O relatório assegura que a cadeia de abastecimento está a tornar-se um alvo cada vez mais explorado pelos ciberataques, e que, em 2023, houve um aumento de 68% face ao ano anterior nos ataques dirigidos contra os agentes que compõem a cadeia de abastecimento

Hipersuper

A empresa americana Verizon publicou a 17.ª edição do Data Breach Investigations Report (DBIR), que examina as tendências relevantes do cibercrime através da análise de 30.458 incidentes de segurança, dos quais 10.626 foram data breaches confirmados em 94 países diferentes.

O relatório assegura que a cadeia de abastecimento está a tornar-se um alvo cada vez mais explorado pelos ciberataques, e que, em 2023, houve um aumento de 68% face ao ano anterior nos ataques dirigidos contra os agentes que compõem a cadeia de abastecimento. O relatório discrimina a tipologia dos atacantes, sendo que 65% destas fugas são levadas a cabo por atores externos e os restantes 35% foram promovidos por agentes internos, número que sofreu um aumento significativo de 20% no último ano.

Da mesma forma, verifica-se um crescimento substancial na exploração de vulnerabilidades de segurança para a execução de ciberataques, 180% face ao ano anterior, sendo que na maioria das vezes o principal vetor de entrada foram as aplicações web.

Por outro lado, o estudo identifica que os erros humanos são um dos principais motivos pelos quais os ciberataques concluem as suas ações com sucesso, e que 68% das quebras de segurança são atribuídas a um maior descuido na utilização dos dispositivos. Em 2023, mais de metade dos incidentes foram causados por emails enviados para destinatários errados, que aproveitaram falhas de segurança para roubar informações confidenciais. O seguinte erro humano mais comum é a perda de dispositivos, seguido pela falta de consciencialização sobre a importância de manter os sistemas operativos atualizados.

“A principal motivação dos atacantes para o roubo de informações é o ganho financeiro (93%), embora também existam alguns que atuam exclusivamente para fins de espionagem (7%). Devido ao aumento de ciberataques, que cresceram 12% de acordo com o relatório Threat Landscape Report, é necessário garantir uma infraestrutura de cibersegurança que minimize as ameaças crescentes a que estamos expostos. Para tal, é necessário investir na consciencialização sobre a cibersegurança e em serviços apropriados para enfrentar os atacantes e proteger os sistemas”, afirma Igor Unanue, Chief Technology Officer (CTO) da S21sec na Península Ibérica, uma das 79 organizações de todo o mundo que participaram neste estudo, entre as quais a S21sec.

O relatório destaca a prevalência de ataques de negação de serviço (DDoS) – que visam desabilitar o sistema através do colapso do tráfego do servidor -, presentes em 59% dos incidentes registados. Esta metodologia de ataque é uma das opções preferidas dos cibercriminosos devido à sua elevada probabilidade de sucesso e ao baixo custo, sendo que 50% destes ataques demoram menos de cinco minutos a serem executados.

Embora os ataques de ransomware tenham diminuído em relação ao ano passado, estes posicionam-se como a segunda opção preferida dos cibercriminosos, estando presente em 12% dos incidentes. No entanto, a sua combinação com outras técnicas de extorsão aproxima-o dos 15% registados há um ano, avança o estudo.

Em relação às restantes técnicas de ataque, destacam-se as cometidas através de phishing, tendo o email como principal vetor de entrada. O tempo médio para os utilizadores serem enganados através de uma técnica de phishing é inferior a 60 segundos, sendo necessários aproximadamente 21 segundos para abrir um link malicioso e 28 segundos para o utilizador inserir os seus dados. 95% destes ataques são direcionados e têm objetivos financeiros.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2023 Hipersuper. Todos os direitos reservados.