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Exportações de vinho verde crescem 6% até novembro para 30 milhões de litros

Os vinhos da região dos vinhos verdes são vendidos em 117 mercados, entre os quais se destacam Estados Unidos, Canadá, Brasil e Alemanha

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Exportações de vinho verde crescem 6% até novembro para 30 milhões de litros

Os vinhos da região dos vinhos verdes são vendidos em 117 mercados, entre os quais se destacam Estados Unidos, Canadá, Brasil e Alemanha

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As exportações da região dos vinhos verdes aumentaram 6% até novembro de 2022 para 30 milhões de litros.

Os néctares desta região são vendidos em 117 mercados, entre os quais se destacam Estados Unidos, Canadá, Brasil e Alemanha, “reforçando a estratégia de valorização da Denominação de Origem (DO) Vinho Verde”, salienta a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), em comunicado.

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“Os números de 2022 até novembro são bastante animadores, pelo que a região dos vinhos verdes mantém a expectativa de fechar o ano com um novo recorde de exportações”, avança Dora Simões, presidente da direção da CVRVV.

Com o arranque do novo ano, a comissão soma três geografias aos mercados de promoção: a estreia da Polónia e da Coreia do Sul e o regresso do Reino Unido ao plano anual de promoção.

Para 2023, apostamos em novos mercados de promoção como a Coreia do Sul que, à semelhança do México, é um mercado pequeno com um grande potencial e no qual assistimos a um crescimento de mais de 30% em volume e de 48% em valor até novembro”, sublinha a responsável.

Com base no incremento das exportações em anos anteriores para estes países, a comissão definiu um conjunto de ações educativas, “apresentações dirigidas a líderes de opinião e trade, provas e eventos de posicionamento destinados a reforçar a comunicação de valor nos vários segmentos de vinhos verdes, dos brancos aos rosados, monocastas e verdes com potencial de guarda”, explica.

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Buy Now Pay Later já entrou nos hábitos de consumo dos portugueses

Portugal é, atualmente, o segundo país europeu onde o BNPL é mais adotado, ficando apenas atrás da Alemanha, recorrendo ligeiramente mais aos pagamentos a prestações (59%) do que aos pagamentos diferidos (57%).

O mercado do Buy Now Pay Later (BNPL) tem vindo a crescer em toda a Europa, com quase 7 em cada 10 dos consumidores a utilizarem este método de pagamento (68%). Esta é uma das conclusões do estudo anual sobre as tendências no setor dos pagamentos, realizado pela FLOA em parceria com a Kantar, que revela que o pagamento fracionado e o pagamento diferido são amplamente adotados como solução de pagamento e esperados pelos consumidores aquando do planeamento de uma compra.

De acordo com o mesmo estudo, 71% dos portugueses já utilizaram o BNPL no mercado nacional, 41% dos quais são utilizadores regulares. Esta percentagem está alinhada com a tendência geral de utilização na Europa: 68% dos europeus utilizam o BNPL e 44% são utilizadores regulares.

Portugal é, atualmente, o segundo país europeu onde o BNPL é mais adotado, ficando apenas atrás da Alemanha, recorrendo ligeiramente mais aos pagamentos a prestações (59%) do que aos pagamentos diferidos (57%).

Além disso, 51% dos utilizadores nacionais fazem uma a três compras por ano recorrendo a estas soluções (40% à escala europeia). 26% dos portugueses fazem oito compras ou mais (40% dos utilizadores europeus) por ano com soluções BNPL.

O estudo destaca o uso crescente de BNPL para compras de eletrodomésticos (50%), que é a primeira categoria de produtos pagos com soluções BNPL em 2023. Os produtos tecnológicos estão em segundo lugar (44%) e as viagens (34%) em terceiro lugar.

O BNPL é utilizado pelos portugueses, em primeiro lugar, como uma solução para fazer face a acontecimentos inesperados (64%), mas é também uma forma de comprar produtos mais qualitativos ou sustentáveis (49%) ou de se agradar a si próprios (39%).

Alexandre Carrera Lejeune, responsável da FLOA para a Península Ibérica, declara que “os estudos realizados anualmente em conjunto com a Kantar desempenham um papel fundamental para conhecer a opinião dos portugueses sobre os diferentes meios de pagamento e, em particular, sobre o uso de soluções BNPL”.

“Os resultados mostram que, tanto online como nos pontos de venda físicos, a utilização de métodos de pagamento digitais está a aumentar, e o BNPL não é exceção. Devido à sua capacidade de proporcionar maior flexibilidade orçamental, esta solução está a ser adotada por um número crescente de portugueses”, acrescenta.

Método de pagamento é o segundo critério mais importante para os consumidores na escolha de uma marca em Portugal

A importância do BNPL está muito ligada à experiência do cliente e prova disto é que o tipo de método de pagamento disponível é o segundo critério mais importante para os consumidores na escolha de uma marca em Portugal (37%), a par da notoriedade da mesma. É também um fator valorizado na medida em que mais de metade dos utilizadores portugueses de soluções BNPL (54%) mudaria de ponto de venda se este método de pagamento não lhe fosse disponibilizado.

Online, os consumidores portugueses continuam a enfrentar algumas situações incómodas: a recusa de uma facilidade de pagamento (95%) e a necessidade de descarregar uma aplicação (90%) continuam a ser as mais incómodas e podem mesmo levá-los a desistir da mesma (56% e 57%, respetivamente).

Já em pontos de venda físicos, a recusa de uma facilidade de pagamento (93%) ou de um método de pagamento (92%) e a necessidade de comunicar informações pessoais (90%) são as mais incómodas e podem levá-los a abandonar o estabelecimento (mais de 40%).

Sensíveis à qualidade dos produtos que escolhem, 74% dos portugueses estão dispostos a pagar mais por produtos de melhor qualidade ou mais sustentáveis.

Neste sentido, o BNPL pode ajudar no caminho para um consumo mais sustentável, uma vez que 49% dos utilizadores portugueses o consideram como uma forma de adquirir bens de maior qualidade ou mais responsáveis do ponto de vista ambiental.

Além disso, mais de um terço (37%) sentir-se-ia encorajado a comprar em segunda mão se soluções de BNPL estivessem disponíveis facilmente para este tipo de compra.

O estudo Payment Trends, realizado pela FLOA em parceria com a Kantar em 2023, envolveu mais de 4.000 inquiridos distribuídos geograficamente em França, Espanha, Bélgica, Itália, Portugal, Alemanha e Países Baixos.

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Logística

InPost implementa envios sem etiquetas para encomendas enviadas ou devolvidas

Os utilizadores que levantem ou enviem encomendas para um ‘ponto pack’ da InPost não precisam imprimir etiquetas em casa, basta mostrar no ecrã do telemóvel um código QR.

A InPost vai implementar em Portugal o ‘Envio sem etiquetas’, um programa que permite aos utilizadores não imprimir qualquer etiqueta para levantar as suas encomendas, bastando mostrar um código QR no ecrã do telemóvel.

O novo programa centra-se na redução do uso de papel e tinta utilizados para etiquetas que acompanham as encomendas enviadas ou devolvidas.

“A partir de agora, os utilizadores que levantem ou enviem as suas encomendas para um ‘ponto pack’ da InPost não precisam imprimir etiquetas em casa. Para o fazerem, basta mostrar no ecrã do telemóvel um código QR”, informa a empresa de logística especializada em entregas não domiciliárias.

O sistema sem papel tem ainda a particularidade de simplificar os procedimentos para levantar uma encomenda ou fazer uma devolução.

“Acreditamos que gestos tão simples como eliminar o papel de algumas das nossas operações comuns têm um grande impacto na redução das emissões e na melhoria da sustentabilidade no nosso quotidiano como empresa e como utilizadores”, referiu a propósito Nicola D’Elia, CEO para Portugal Espanha e Itália do Grupo InPost.

Como parte deste novo programa, a InPost vai fornecer aos ‘ponto pack’ impressoras, papel e tintas sustentáveis que serão utilizadas para imprimir os itens necessários nos casos em que não seja possível eliminar as etiquetas de papel.

“Através da nossa rede, imprimimos com papel e tinta sustentáveis todas aquelas etiquetas que o utilizador imprimia anteriormente em casa. Uma das muitas medidas que foram implementadas na nossa empresa para alcançar o nosso objetivo de ser Net Zero até 2040″, revela Nicola D’Elia.

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Retalho

Leroy Merlin e Staples aliados no regresso às aulas

A Leroy Merlin e a Staples acabam de lançar uma campanha especial que pretende fazer a diferença na lista de compras e preparação deste regresso às aulas.

Até dia 20 de agosto, todos os clientes com cartão da Casa ou clube Leroy Merlin Pro que fizerem compras iguais ou superiores a 100€, em qualquer loja, site ou app da retalhista, recebem um vale de 20€ para gastar nas lojas físicas e online da Staples.

Ana André, diretora de marca, aquisição e growth da Leroy Merlin Portugal, reconhece “que a preparação para o novo ano letivo envolve uma série de despesas significativas” e por isso “esta campanha tem potencial para fazer a diferença. A nossa missão é estar ao lado dos portugueses em todos os momentos da sua vida, e numa altura de regresso às aulas, reforçamos ainda mais esse compromisso. Sabemos que são muitos os pais que aproveitam esta altura para preparar as suas casas, para iniciar a época de estudos, e é por isso que nos juntámos à Staples, de forma a garantir tudo o que precisam para conseguir um ambiente de estudo e trabalho mais funcional e agradável. Juntos, lançamos o toque de entrada para um regresso às aulas mais tranquilo, acessível e vantajoso para todos os clientes da Leroy Merlin.”

Já João Paulo Peixoto, diretor geral da Staples, acrescenta que “temos levado a cabo parcerias táticas em momentos-chave do ano, como esta, com a Leroy Merlin, uma marca forte, reconhecida a nível nacional e com forte abrangência geográfica. Esta campanha visa impactar uma tipologia de clientes com necessidades de compra que se complementam entre as marcas, numa altura do ano relevante do ponto de vista de orçamento das famílias, que ficarão certamente felizes por receberem descontos para as suas compras de regresso às aulas, em compras na Leroy Merlin”.

 

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Não Alimentar

Refurbed abre em Portugal marketplace de produtos recondicionados

A Refurbed, marca mundial de equipamentos recondicionados, entrou agora em Portugal, que passa a ser o seu 11º mercado europeu.

A Refurbed afirma que vai aplicar em Portugal o conceito de compras sustentáveis, de economia circular e de um marketplace de produtos eletrónicos e de desporto, até 40% mais baratos.

Com Portugal a integrar o seu portefólio, o marketplace online de produtos recondicionados, fundado em 2017 na Austria, passa a estar representada em 11 países europeus.

Kilian Kaminski, co-fundador da marca esteve em Portugal para o seu lançamento e disse acreditar que Portugal “tem todas as condições para abraçar este tipo de consumo, mais consciente, observamos compradores com fortes preocupações ambientais, com elevados níveis de confiança nos comerciantes de eletrónicos e com hábitos de compras online cada vez mais consistentes”.

A marca afirma que uma das suas apostas é na literacia dos consumidores. “É importante perceber a diferença entre produtos em segunda mão e recondicionados. Estes últimos passam por um rigoroso processo de restauro e verificação, que lhes garante qualidade e desempenho comparáveis a produtos novos, e com garantia”, afirma Francisco Esteves, country manager da Refurbed Portugal.

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ESG

Delta é a marca para a qual a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro

Segundo a OnStrategy, a EDP e a Delta lideram o ranking das marcas com mais valor de ESG em Portugal. O estudo conclui que sustentabilidade já devia contribuir com 19,8% para o valor financeiro das marcas portuguesa mas nas 100 mais valiosas o contributo direto é de apenas 12,7%.

Quando falamos de sustentabilidade e de marcas portuguesas, a EDP e Delta lideram o ranking de valor financeiro. Os dados são da OnStrategy que desenvolveu um trabalho que analisa o impacto económico da sustentabilidade no valor financeiro das marcas. Este estudo segue as normas ISO10668 (avaliação financeira de marca) e ISO20671 (avaliação de estratégia e força de marca).

A sustentabilidade deveria representar 19,8% do valor financeiro das marcas portuguesas mas as 100 marcas mais valiosas do país registam apenas uma contribuição de 12,7%. Para a consultora multidisciplinar focada na criação e otimização do valor financeiro das marcas e organizações dos seus clientes e parceiros, este desfasamento revela o potencial inexplorado no impacto económico da sustentabilidade.

A EDP destaca-se como a marca portuguesa com o maior valor financeiro associado à sustentabilidade, totalizando 406 milhões de euros. A Galp Energia, Pingo Doce, Continente, Super Bock, The Navigator Company, CTT, Worten, Parfois, Sagres fazem parte do Top25 deste ranking divulgado pela OnStrategy.

A Delta é a marca onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro, com 16,8%, estando mais próxima do seu valor potencial de contribuição.

Ranking_ESG_ OnStrategy

De acordo com João Baluarte, partner da OnStrategy, as organizações enfrentam quatro grandes desafios no âmbito da sustentabilidade: o que fazer, como fazer, o que comunicar e como comunicar que são essenciais num contexto em que as questões de sustentabilidade se tornaram uma obrigatoriedade legislativa.

“O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores e que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações até por via legislativa, e nos últimos anos foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações têm de cumprir no âmbito da agenda de sustentabilidade”, sublinha.

Os quatro desafios são: o que fazer, porque “independentemente do esforço financeiro a que as empresas são chamadas, já existem regras definidas para todos os setores de atividade com calendários de implementação e informação (report) definidos” e como fazer, como vários especialistas “em campo a desenvolver planos de implementação” começa por enumerar.

O que comunicar é também apontado, porque “aquilo que são as obrigações e imposições não coincidem no todo com aquilo que é relevante para os diferentes stakeholders. Há muitos assuntos da agenda de sustentabilidade que têm de ser concretizados mas não têm de ser comunicados no seu todo e de forma igual aos diferentes stakeholders, e aqui reside outro desafio para as organizações sobre os conteúdos relevantes para cada stakeholder (ambiente ecológico e de trabalho, cidadania, governo)”.

Por último, como informar, já que “se estamos a falar de diferentes stakeholders e diferentes contéudos de comunicação, há um último desafio que reside na efetividade da comunicação (inclusive do ponto de vista financeiro) através da seleção dos touchpoints mais eficientes (meios tradicionais e digitais, eventos, patrocínios, marketing direto, ponto de venda)”, conclui João Baluarte.

 

 

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Nespresso abre em Lisboa um novo formato de boutique

A Nespresso acaba de abrir no Centro Comercial Colombo, um novo formato de boutique focado na experiência do consumidor.

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O novo conceito de boutique, que se estreia em Portugal, tem como mote ‘Cultivar o café como uma arte para fazer crescer o que há de melhor em cada um de nós’ e foi criado para aproximar mais a Nespresso do consumidor. A marca tem como objetivo alargar o novo conceito a várias boutiques do país.

O novo modelo de loja apresenta espaços diferenciados, entre os quais um lounge onde o consumidor “pode provar e descobrir o café como uma arte”, uma zona “focada na circularidade, sustentabilidade”, a área Nespresso&You dedicada à personalização, e uma área de seleção e compra de café, máquinas e outros acessórios, adianta a marca.

“Na Nespresso continuamos a apostar no formato físico, proporcionando a todos os amantes de café uma experiência mais emocional e próxima, que por momentos lhes permita escapar da azáfama do dia-a-dia. Esperamos que esta nova boutique seja apenas o início de um conceito cada vez mais focado na experiência”, explica Jaime de la Rica, business executive officer (BEO) da Nespresso Portugal.

A marca vai lançar um calendário de eventos a realizar no novo espaço, com masterclasses, momentos de degustação, ‘Coffee Talks’ com parceiros da marca sobre projetos relevantes, exibições de arte focadas em café e ações de personalização de máquinas e acessórios.

A 23 e 25 de julho, a marca expande o novo conceito, com a abertura de duas novas boutiques Nano, em Vila Real e Viana do Castelo, respetivamente. Nestes espaços pode ser encontrada uma enorme variedade de café e uma seleção de máquinas e acessórios Nespresso. Os clientes podem ainda entregar as cápsulas Nespresso usadas, que serão posteriormente recicladas, e realizar a degustação dos cafés que tiverem mais curiosidade em experimentar.

A Nespresso conta agora com 28 boutiques em Portugal, sendo a loja do Colombo a primeira a englobar o novo conceito imersivo

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ESG

Salesforce e FEM lançam projeto de reflorestação na Europa

A Salesforce e o Fórum Económico Mundial (FEM) lançaram a a 1t.org, um projeto que pretende conservar, restaurar e plantar um bilião de árvores até 2030.

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No âmbito do projeto, que junta a Salesforce e o Fórum Económico Mundial (FEM), a empresa norte-americana prevê investir 200 mil dólares para apoiar o Capítulo europeu da 1t.org e o lançamento de um novo projeto florestal em França.

A iniciativa pretende impulsionar a resiliência e biodiversidade florestal na Europa e foi criada com o objetivo de conservar, restaurar e plantar um bilião de árvores até 2030.

No âmbito do 1t.org, a Salesforce “irá doar 100 mil dólares para apoiar a expansão e 100 mil dólares adicionais para lançar um novo projeto florestal em França”, informa a CRM de Inteligência Artificial (IA).

O novo projeto florestal em França estará focado no apoio à manutenção, cuidado e planeamento, a longo prazo, de árvores, ajudando ainda a restaurar e conservar a floresta de Festigny, na região de Marne, em França.

Em cooperação com a Reforest’Action, a empresa norte-americana de software irá apoiar a reflorestação através da plantação de cerca de 27.000 árvores de cinco espécies diferentes, em mais de 12 hectares, para criar um ecossistema florestal próspero, resiliente e multifuncional. “Este é o segundo projeto florestal que a Salesforce apoia em França, como parte do seu compromisso global de ajudar a conservar e restaurar 100 milhões de árvores até 2030” destaca a multinacional.

“O lançamento agora anunciado é mais do que um marco — é um apelo claro ao setor privado europeu para a ação climática, assim como um compromisso para com a preservação dos importantes recursos do nosso planeta,” afirma Julie Ravillon, líder de sustentabilidade e representante da Salesforce no conselho de stakeholders europeu da 1t.org.

Já Florian Vernaz, diretor do 1t.org no Fórum Económico Mundial, reconhece que está muito entusiasmado “em ver o crescimento contínuo da 1t.org, com o lançamento deste nosso capítulo na Europa, outra área crítica para a restauração florestal”.

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Gama de fiambres fatiados da Izidoro com mais 30 gramas grátis para ajudar famílias

A Izidoro reforça o seu compromisso com os consumidores ao disponibilizar toda a sua gama de fiambres fatiados, incluindo perna extra, peito de peru e peito de frango, nas variantes gourmet e original, com mais 30 gramas grátis.

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“Com esta iniciativa, estamos a responder às necessidades dos consumidores por soluções económicas e de qualidade, enquanto procuramos reforçar a nossa quota de mercado. A oferta de mais 30 gramas grátis em cada embalagem de fiambre é uma forma de recompensar a fidelidade dos consumidores e incentivar novos clientes a experimentarem os nossos produtos”, sublinha Inês Silva, brand manager da Izidoro.

“Acreditamos que esta estratégia aumentará a satisfação dos nossos clientes e ajudará na poupança familiar, tornando os nossos produtos ainda mais atrativos.”, reforça.

Abrangidas nesta nova oferta está a gama gourmet, que inclui fiambre perna extra Forno a Lenha (110g + 30g), peito de peru Forno a Lenha (110g + 30g) e peito de frango Forno a Lenha (110g + 30g) e a gama original que inclui fiambre perna extra (120g + 30g), peito de peru (120g + 30g) e peito de frango (120g + 30g).

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Renova lança campanha ‘1 Ano de Casa Paga’

A campanha ‘1 Ano de Casa Paga’ decorre até 31 de outubro de 2024

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tagsRenova

A Renova está a lançar a campanha ‘1 Ano de Casa Paga’, que se propõe a oferecer aos cidadãos “a oportunidade de ganhar um ano da prestação da casa ou renda paga, até ao valor máximo de 750 euros mensais”; indica a marca.

No âmbito da campanha, até 31 de outubro de 2024, ao adquirir pelo menos dois produtos da marca Renova, os participantes devem submeter os respetivos talões de compra no site https://www.casapagarenova.com/, onde está também disponível o regulamento da campanha.

A comunicação de ‘1 Ano de Casa Paga’ vai materializar-se através de iniciativas de ativação de marca no ponto de venda, redes sociais e nas embalagens de produtos Renova.

A Renova é uma marca portuguesa de produtos de grande consumo no segmento dos produtos de papel tissue. Está presente nos cinco continentes, com uma estratégia de inovação constante e lançamento de novas soluções.

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No primeiro semestre foram criadas 27.263 novas empresas

O número representa um recuo de 3% na criação de empresas, comparativamente ao mesmo período de 2023.

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No primeiro semestre de 2024 foram criadas em Portugal 27.263 novas empresas. São menos 844 do que em igual período do ano passado, o que representa um recuo de 3% na constituição de empresas. “Uma tendência que se verificou nos dois trimestres deste ano”, indica o mais recente barômetro da Informa D&B.

A construção de edifícios (residenciais e não residenciais) é a atividade com o maior número de constituições de novas empresas no semestre – foram 2.049 – registando igualmente o maior crescimento face ao semestre homologo: mais 188 empresas, um crescimento de 10%. 

Os setores dos serviços gerais (+118 empresas, um aumento de 3% nas constituições), tecnologias da informação e comunicação (+85; +5,1% constituições) e retalho (+77; +3,1% constituições) também contrariaram a tendência geral e registaram um aumento no número de constituições de empresas.

Por outro lado, o empreendedorismo no setor das atividades imobiliárias, responsável por muitas das novas empresas em períodos recentes, está em queda há quatro semestres consecutivos, com menos 179 constituições de empresas (-6,7% constituições) do que no período homólogo.

E depois do aumento acentuado nos últimos anos, a atividade do transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros caiu pelo sétimo mês consecutivo, sendo responsável por grande parte da descida do semestre (-899; -32% constituições de empresas).

Mais insolvências em 2024

O barômetro da Informa D&B indica ainda que 1.074 empresas iniciaram um processo de insolvência no primeiro semestre deste ano, o que corresponde a um aumento de 11% face ao primeiro semestre do ano anterior: houve mais 110 processos de insolvência de pessoas coletivas.

“Este aumento não é transversal a todos os setores, estando maioritariamente concentrado nas indústrias de têxtil e moda”, revela. No acumulado do semestre, este subsetor registou 196 empresas em insolvência (+110; +128% processos de insolvência), destacando-se a fabricação de calçado (+58; +414% processos de insolvência) e a confeção de outro vestuário exterior em série (+31; +78% processos de insolvência). As insolvências desta atividade ocorreram maioritariamente nos concelhos de Guimarães e Felgueiras, refere o barômetro.

Em relação aos encerramentos de empresas, no primeiro semestre fecharam 6.022, menos 5,3% que no semestre homólogo, sendo que à data de hoje ainda existem publicações a ser efetuadas pelo Registo Comercial, indica o estudo da Informa D&B.

Mas se nos primeiros seis meses deste ano a percentagem de encerramentos foi menor do que no primeiro semestre de 2023, no acumulado dos últimos 12 meses, o número de encerramentos aumentou ligeiramente 0,9% (+137 encerramentos) face aos 12 meses anteriores, atingindo um total de 15.020.

A atividade do transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros é, também nos encerramentos, a principal responsável pelo aumento dos últimos 12 meses, registando neste período 477 encerramentos, o que corresponde a um aumento de 41% face aos 12 meses anteriores (+139 encerramentos).

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