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Continente testa venda de excedentes alimentares em cerca de dez lojas

Por a 26 de Fevereiro de 2020 as 17:37

Continente Barbosa du Bocage (5)O projeto foi lançado há “cerca de um mês”, cobrindo cerca de dez hipermercados da cadeia, entre eles as lojas de Matosinhos e Vila Nova de Gaia, revelou Pedro Lago, diretor de Sustentabilidade e Economia Circular da Sonae MC, em declarações ao Hipersuper, por ocasião do Innovation Day realizado pela Universidade Católica no Porto, no dia 21 de fevereiro.

O projeto-piloto para reduzir o desperdício alimentar consiste na venda de caixas com excedentes de alimentos no final de cada dia.

As caixas são colocadas à venda na zona de frescos dos estabelecimentos, com as frutas e legumes que já não apresentam valor comercial.

A Sonae MC está ainda a ajustar preços. Neste momento os clientes podem adquirir uma caixa 0% desperdício, de cinco quilos, por 2,49 euros.

Segundo Pedro Lago,  a cadeia está a focada em encontrar formas de prevenir o desperdício alimentar.

Além deste projeto, o Continente está a desenvolver produtos  feitos a partir de alimentos sem valor comercial. O Panana, bolo feito com bananas retiradas dos lineares, por estarem demasiado maduras,  é um exemplo deste esforço. Este produto, especificamente, resulta de uma parceria com a Frulact.

“Mais de 80% dos produtos da marca Continente proveem de fornecedores portugueses e são micro e pequenas empresas”, salienta o responsável.

*Atualização às 14 horas do dia 27 de fevereiro – o preço das caixas é neste momento de 2,49 euros.

4 comentários

  1. Pedro Gomes Machado

    28 de Fevereiro de 2020 at 18:48

    Seria muiito mais facil crear lojas de €1, incluindo alimentos, e artigos chinos que ajudam no dia a dia de uma senhora de casa.
    Most developed countries have it.
    Just a thought.

  2. Teresa

    27 de Fevereiro de 2020 at 17:24

    Excelente ideia. Chega de deitar fora comida, quando a pudemos aproveitar por um preço mais baixo.
    Nas Ilhas- Madeira e Açores, quando começar?

  3. Alice Barata

    27 de Fevereiro de 2020 at 15:02

    No Continente de Matosinhos, é difícil encontrar batatas, cebolas, alhos, limões, espargos de origem portuguesa!!!

  4. Nuno Ferreira

    27 de Fevereiro de 2020 at 9:08

    Boas
    Eu acho muito bem e muito boa ideia …
    Quais as lojas que estão a fazer isso ?

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