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Mercadona aposta em startup de “carne vegetal” em parceria com incubadora de Juan Roig

Por a 15 de Janeiro de 2020 as 17:35
Juan Roig, presidente da Mercadona
Juan Roig, presidente da Mercadona
Juan Roig, presidente da Mercadona

Juan Roig, presidente da Mercadona

A Lanzadera, projeto de incubação de empresas impulsionado pelo presidente da Mercadona, Juan Roig, arrancou o ano com a incorporação de 21 startups, às quais irá garantir desenvolvimento sob o assessoramento de grandes empresas, como PlayStation, Abanca ou a própria Marcadona.

Em conjunto com a retalhista espanhola, e sob o Programa Corporate, a Lanzadera irá conduzir o crescimento da empresa de substitutos vegetais para carne Heura, um dos projetos que integram a incubadora.

“A Lanzadera criou com a Mercadona, em setembro de 2019, um Programa Corporate. Este novo programa dá suporte a projetos empresariais que aportem soluções em áreas como a redução e eliminação de plásticos, poupança de energia, gestão de resíduos, produtos saudáveis ou a distribuição urbana”, explica fonte da Mercadona, ao Hipersuper.

A Heura, detida pela empresa Foods for Tomorrow, desenvolveu um processo para extrair proteína da soja, obtendo com um concentrado proteico que transforma num produto cuja textura se assimila ao da carne, explica o título espanhol Cinco Días, salientando que a empresa trabalha com distribuidores em Espanha, como Pans&Company, Carrefour, El Corte Inglés e Makro.

Com uma estimativa de produção de 1.100 toneladas, a “carne vegetal” da Heura poderá poupar ao matador mais de 730.000 frangos em 2020, lê-se na página do projeto. Nos seus planos de expansão, está o mercado do sudoese asiático, onde a produção de frango cresceu 56% na última década, explica.

Outros projetos envolvidos na Lanzadera são a Saigu Cosmetics, um serviço de  e-commerce de produtos maquilhagem naturais e ecológicos, que privilegia a “proximidade” e a “sustentabilidade” no processo produtivo; a Naiz Fit, que desenvolve soluções para recomendação de tamanhos para a venda online de vestuário; ou a BooBoo, que se afirma como a “primeira rede de otimização coletiva do setor de transporte e logística”, dá conta o Cinco Días.

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