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Pedro Soares dos Santos, líder do grupo Jerónimo Martins

Distribuição

Jerónimo Martins aumenta lucro em 3,5% até setembro

O lucro da Jerónimo Martins (JM) nos primeiros nove meses do ano cifra-se em 302 milhões de euros, o que traduz uma evolução de 3,5% face a igual período do […]

Ana Catarina Monteiro

Pedro Soares dos Santos, líder do grupo Jerónimo Martins

Distribuição

Jerónimo Martins aumenta lucro em 3,5% até setembro

O lucro da Jerónimo Martins (JM) nos primeiros nove meses do ano cifra-se em 302 milhões de euros, o que traduz uma evolução de 3,5% face a igual período do […]

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Ana Catarina Monteiro
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Pedro Soares dos Santos, líder do grupo Jerónimo Martins

O lucro da Jerónimo Martins (JM) nos primeiros nove meses do ano cifra-se em 302 milhões de euros, o que traduz uma evolução de 3,5% face a igual período do ano passado, de acordo com o relatório e contas apresentado esta quinta-feira. O resultado líquido por ação fixa-se em 0,48 euros.

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O EBITDA do grupo cresceu 6% no terceiro trimestre do ano, em termos homólogos, para os 285 milhões de euros. No total dos nove meses o aumento foi de 6,7%, para os 757 milhões de euros.

No que diz respeito às vendas consolidadas e prestação de serviços, o grupo com operações em Portugal, Polónia e Colômbia gerou até setembro um total de 13,7 mil milhões de euros, um crescimento de 6,7% face ao período homólogo anterior. No terceiro trimestre o mesmo indicador subiu 8,7% (6,2% numa base comparável like for like – LFL) para os 4.754 milhões de euros.

Até ao final de setembro, a empresa dona das insígnias Pingo Doce e Recheio investiu 405 milhões de euros, sendo que 55% do valor foi aplicado na cadeia polaca Biedronka. A expansão da Ara, na Colômbia, absorveu cerca de 14% do total.

A JM reduziu as previsões de investimento, de um intervalo de 700 a 750 milhões de euros para os 650 milhões de euros agora previstos para o total do ano.  Espera terminar 2019 com 110 novas aberturas a nível global.

Na Polónia, o maior mercado para a empresa, as vendas da Biedronka atingiram os 9,2 mil milhões de euros, um crescimento de 7,0% face aos nove primeiros meses  de 2018. Numa base LFL, o crescimento foi de 5,1%.

No terceiro trimestre de 2019, a cadeia de supermercados polaca regista um aumento de 10,5% das vendas, em termos homólogos, para os 3,2 mil milhões de euros (o desempenho LFL foi de 7,8%), “impulsionado também pelo acelerar da inflação alimentar”, explica o grupo.

A Biedronka abriu 46 novas lojas até setembro e encerrou 14, detendo atualmente 2.932 localizações no país.

No mesmo país, a cadeia de saúde e beleza Hebe, por sua vez, registou vendas de 180 milhões de euros nos nove meses do ano, um crescimento de 25%, em euros (8% em termos LFL). No trimestre, a insígnia atingiu vendas de 63 milhões de euros, um aumento de 26,4%, com o respectivo desempenho LFL a cifrar-se nos 8,1%. Nos primeiros nove meses, a Hebe abriu 26 lojas, aumentando o número de espaços para 255.

Já em Portugal, o Pingo Doce obteve um crescimento de vendas de 2,9% para 2,9 mil milhões de euros, com um desempenho LFL de 2,4%. No último trimestre as vendas da cadeia atingiram os mil milhões de euros (+0,8%). Até setembro deste ano, conta-se cinco aberturas do Pingo Doce.

Por sua vez, a cadeia grossista Recheio aumentou as vendas em 2,5% para 757 milhões de euros (+3,4% numa base LFL). No trimestre, o aumento foi de 3,4% para os 291 milhões de euros.

“Em Portugal, a inflação alimentar, que se manteve baixa ao longo dos nove meses, desacelerou nos últimos meses do período, tendo-se cifrado em 0,3%”, dá conta o grupo.

Por último, na Colômbia, a cadeia Ara regista um aumento de 27,6% das vendas, que atingiram os 560 milhões de euros. No terceiro trimestre, a faturação da insígnia colombiana cresceu 30,6% para os 204 milhões de euros.

A Ara abriu 46 novas localizações nos primeiros nove meses do ano, contabilizando 578 lojas no final de setembro.

Sobre o autorAna Catarina Monteiro

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Já pode ler a edição 424

João Melo, diretor-geral do Meu Super, está em destaque na edição 424 do Hipersuper. Em entrevista ao nosso jornal partilha as estratégias que têm levado ao crescimento e expansão da cadeia de supermercados Meu Super, que se tornou uma referência quando falamos de proximidade.

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Nesta edição pode também ler uma entrevista com a diretora executiva da ACIBEV. Ana Isabel Alves fala sobre o impacto socioeconómico do setor do vinho em Portugal, que gera 168 mil empregos e contribui significativamente para as receitas fiscais do país. A entrevista aborda ainda as políticas de preço, a importância da PAC e as novas tendências de consumo.

Estivemos na apresentação da Cofidis Portugal que revelou as conclusões do estudo europeu que analisa os hábitos de compra e pagamento dos consumidores. Carla Monteiro, responsável comercial da CofidisPay, destaca os principais resultados desse estudo fala sobre os objetivos e valores que a empresa continuará a defender.

A Missão Continente apresentou o Relatório de Impacto Social, que demonstra o compromisso da marca com a inclusão social, saúde e educação. Mais de 11 mil pessoas foram beneficiadas através de diversos projetos, mostrando a importância da transparência e do envolvimento comunitário. Fomos falar com Nádia Reis, diretora de comunicação e responsabilidade social do Continente, que sublinha: a transparência é mesmo “pedra basilar, é estrutura central naquilo que é a atuação da Missão Continente”.

Nesta edição de junho leia também a entrevista com Leonor Assunção, brand manager da marca Nacional do Grupo Cerealis, que destaca o papel significativo da marca no grupo e como tem equilibrado a sua herança com a necessidade de inovação para se manter relevante num mercado em constante mudança.

Esta edição, inclui também com um artigo sobre as bebidas de verão que combinam sabor, conveniência e responsabilidade ambiental, refletindo as mudanças nos hábitos de consumo e a crescente preocupação com a sustentabilidade. Escrevemos ainda sobre a importância das conservas no verão, enfatizando a conveniência e a praticidade desses produtos e a importância dos molhos e condimentos, especialmente em saladas e grelhados.

Também estivemos na apresentação das tendências de consumo nos setores da panificação, pastelaria e chocolate para 2024, com foco em sustentabilidade, saúde e inovação. O estudo “Taste Tomorrow” identifica as preferências dos consumidores por produtos naturais, saudáveis e sustentáveis​​.

Fomos ouvir Bruno Borges, CEO da iServices, que fala sobre a evolução da empresa, os planos de expansão e as tendências no setor de tecnologia e Gonçalo Morais Tristão, presidente do CEPAAL, que entrevistamos, na sequência do 7º Congresso Nacional do Azeite. O responsável aponta a criação de mais valor à produção nacional como um dos grandes desafios do setor e a questão da água como um grande obstáculo.

Pode ler ainda como as alterações ao estilo de consumo moldam inovação nas águas e os artigos de opinião de Emanuele Soncin, business unit director de Portugal, Espanha e França da Checkpoint Systems, Sara Monte e Freitas partner da Monte e Freitas | ERA Group, Filipe Luz head of sales strategy & team performance da CEGOC, Vitor Ribeiro Gomes, CEO da Pendular e Patrícia Martins, consultora industrial na Bosch Industry Consulting e a análise de César Valencoso Consumer Insights Director da Kantar sobre as Oito regras para uma inovação bem sucedida no Grande Consumo.

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Alimentar

Queijos Santiago lança o primeiro queijo fresco com fruta no mercado nacional

A Queijos Santiago lança o primeiro queijo fresco com fruta no mercado nacional, uma edição limitada para este verão nas versões sabor a ananás, mirtilo e maçã com canela.

Teresa Moniz, marketing & communications manager da Queijos Santiago, destaca a importância de saber reinventar o mercado de forma a nunca perder a sua essência tradicionalmente portuguesa, “o prazer de ser saudável não é um conceito novo para a Queijos Santiago, mas gostamos sempre de inovar e trazer sabores únicos para o mercado, mesmo que pareçam combinações improváveis. O queijo fresco é um queijo que já sabe naturalmente a verão, adicionar fruta era toque especial que faltava.”.

Rico em proteína e vitaminas, tendo um baixo teor de gordura, a Queijos Santiago lança aquele que considera ser o snack ideal para este verão.

Para o lançamento dos novos Queijos Frescos com sabor a agência criativa Happy Brands desenvolveu uma campanha multimeios, assente numa estratégia de evolução do conceito “o prazer de ser saudável”, mantendo as principais linhas de identidade da marca

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Exportação

Inscrições para a Fruit Logistica 2025 estão abertas até 31 de julho

A última edição do certame reuniu 2.700 expositores de 91 países e recebeu 66 mil visitantes de 145 países. Portugal esteve representado por 21 empresas, incluindo um stand coletivo organizado pela Portugal Fresh, com uma área total de exposição 556 m2.

A Fruit Logistica, uma das feiras internacionais mais importante para o setor da fruta fresca, regressa a Berlim, Alemanha, de 5 a 7 de Fevereiro de 2025. As inscrições para as empresas que queiram apresentar produtos, maquinaria e soluções naquele certame, estão abertas até 31 de julho no site da Fruit Logistica.

A edição de 2024 do certame reuniu 2.700 expositores de 91 países e recebeu 66 mil visitantes de 145 países. Portugal esteve representado por 21 empresas, incluindo um stand coletivo organizado pela Portugal Fresh – Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal, com uma área total de exposição 556 m2.

A presença em feiras internacionais do setor agroalimentar é uma das ações chave da Portugal Fresh no âmbito do seu Projeto Conjunto de Internacionalização para 2023-2025.

Prevê ainda a realização de missões empresariais e ações de prospeção em quatro novos mercados – Estados Unidos, Chile, Índia e Polónia (neste último caso, em 2025) – e iniciativas de promoção para acelerar a presença internacional do setor.

Apoiado pelo Portugal 2030 – Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, o projeto prevê um investimento global de 1.561.663€, financiado em 48,8% pelo FEDER. O objetivo da Portugal Fresh é reforçar a competitividade das empresas nos mercados internacionais e atingir os 2500 milhões de euros de exportações de frutas, legumes e flores em 2030. Espanha, França, Países Baixos, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os principais mercados e a União Europeia absorve 81% do valor exportado.

As exportações portuguesas de frutas, legumes, flores e plantas ornamentais atingiram um novo recorde em 2023 e somaram 2300 milhões de euros. Em comparação com o ano anterior, registou-se um aumento de 11,4% em valor, revelou o INE em fevereiro deste ano. Espanha, França, Países Baixos, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os principais mercados e a União Europeia absorve 80% do valor exportado.

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Bebidas

Prova vertical de Tannat assinalou 25 anos de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil

Os 25 anos da gestão de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil foram o mote para uma prova vertical do Tannat, um dos principais vinhos daquela adega e, até 2021, o único Tannat monovarietal da região vitivinícola de Lisboa.

Os 25 anos da gestão de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil foram o mote para uma prova vertical do Tannat, um dos principais vinhos daquela adega e, até 2021, o único Tannat monovarietal da região vitivinícola de Lisboa.

Lançado no mercado em 2009, o Quinta do Gradil Tannat é fruto do investimento e inovação feito por Luís Vieira na vitivinícola do Cadaval, que passou por um trabalho de replantação de vinhas. Entre as variedades plantadas estavam 30 hectares do que o produtor classifica como “as castas mais improváveis, que a região de Lisboa ainda não tinha, mas que eram possíveis de fazer em Lisboa”, como a Tannat.

Os vinhos Tannat da Quinta do Gradil provêm de dois hectares de vinha desta casta plantada em 2006. Em 2022 e 2023, Luís Vieira plantou mais cinco hectares desta casta francesa o que vai permitir aumentar a produção de garrafas, neste momento situada entre as seis e as oito mil por colheita, como revelou Ana Penha, enóloga da Quinta do Gradil.

A prova vertical destacou quatro colheitas do Tannat – 2019, que acompanhou um tártaro de atum, 2018, que harmonizou com um carpaccio de vitela, 2015, a acompanhar um magret de pato e a primeira colheita, 2009, a acompanhar um bolo de chocolate de São Tomé.

Antes da prova vertical, foi revelado o ‘semiacabado’ Quinta do Gradil Tannat 2022, engarrafado há cerca de oito meses e que deverá chegar aos consumidores em novembro deste ano. No mercado está atualmente a colheita de 2021, vinho que foi dado a provar a seguir à prova vertical.

“Esta é uma casta com comportamentos completamente distintos em função do terroir onde está plantada”, explicou o enólogo António Ventura, consultor do Grupo Parras, ao qual pertence a Quinta do Gradil, acrescentando que o Tannat gosta de poda curta, de calor e de anos quentes. “É a casta ícone da Quinta do Gradil e uma das que mais acarinhamos”, sublinhou.

Implantada no Cadaval, entre a Serra de Montejunto e o mar, a Quinta do Gradil é uma propriedade que remonta a 1492, data dos seus mais antigos documentos. Ocupa uma área de 200 hectares dos quais 120 plantados com vinha, que dá origem uma gama com 19 referências, entre tintos, brancos, rosés, monocastas, e ainda reservas, um espumante, uma colheita tardia e uma aguardente.

Fotos: Quinta do Gradil

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Retalho

Mercadona inaugura a sua maior instalação fotovoltaica e atinge os 100 MW de energia renovável em toda a cadeia

A Mercadona atinge os 100 MW de energia renovável em toda a sua cadeia depois de concluir aquela que é até agora a sua maior instalação fotovoltaica: localizada no bloco logístico de Abrera (Barcelona), esta nova instalação conta com 16.500 painéis solares, uma potência de 8 MW e uma capacidade de gerar 9,5 GWh por ano, o que evitará a emissão de 1.270 toneladas de CO2 por ano.

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A Mercadona atinge os 100 MW de energia renovável em toda a sua cadeia depois de concluir aquela que é até agora a sua maior instalação fotovoltaica e está localizada no bloco logístico Abrera (Barcelona). A soma de instalações nos seus telhados com energia fotovoltaica pressupõe uma energia anual de aproximadamente 125 GWh, equivalente ao consumo anual de 40.000 residências. Com esta energia produzida, evita-se a emissão de 16.000 toneladas de CO2 por ano, semelhante à quantidade neutralizada por 350.000 árvores.

A instalação dos painéis solares no Bloco Logístico de Abrera, que começou no final do ano passado e ficou concluída em maio, envolveu um investimento de quase 7 M€. Segundo a Mercadona, o telhado deste Bloco Logístico conta com 16.500 painéis solares, uma potência instalada de 8 MW que gera 9,5 GWh/ano e evita a emissão de 1.270 toneladas de CO2 por ano. É a maior central fotovoltaica da empresa na Península Ibérica. Este bloco logístico produzirá autonomamente 25% do seu consumo anual de energia.

A Mercadona, que desde 2020 iniciou o seu plano de energia sustentável com uma aposta firme na energia fotovoltaica, investiu mais de 75 milhões de euros na instalação de painéis solares, um investimento que possibilitou a instalação de cerca de 200 mil módulos solares, que produzirão 6% da energia consumida por toda a cadeia.

No total são mais de 400 lojas, 8 blocos logísticos e colmeias, bem como os edifícios das suas sedes localizadas em Valência, Espanha e em Vila Nova de Gaia, Portugal, que têm painéis solares nos seus telhados. Com toda essa potência instalada, a empresa espera economizar energia equivalente ao consumo anual acumulado de mais de 125 lojas.

Em Portugal, existem já 33 lojas com painéis solares nos seus telhados e que somam uma potência instalada de 7,6 MW, poupando cerca de 15% do consumo total da empresa no país. Além disso e até ao final de 2025, todas as lojas da Mercadona em Portugal que reúnam as condições necessárias para a instalação de painéis contarão com energia fotovoltaica.

Nos próximos anos, a Mercadona planeia continuar a promover a utilização de energias limpas e mais amigas do ambiente, com o objetivo de ter uma potência fotovoltaica total de 250 MW, o que significaria uma capacidade de autoconsumo de 15% do total de energia consumida anualmente.

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Bebidas

Central de Cervejas e Bebidas celebra 90 anos

A Central de Cervejas e Bebidas celebra 90 anos nexta sexta-feira, 21 de junho e sob o mote ‘Brindamos a todos os brindes’, a empresa “comemora com todos aqueles que fazem parte desta história e que continuam a contribuir, diariamente, para esta jornada de sucesso”.

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A Central de Cervejas e Bebidas está a celebrar 90 anos e sob o mote ‘Brindamos a todos os brindes’, a empresa “comemora com todos aqueles que fazem parte desta história e que continuam a contribuir, diariamente, para esta jornada de sucesso”.

Fundada em 1934, a Central de Cervejas e Bebidas nasce da união das marcas Portugália, Estrela, Coimbra e Jansen. A adaptação, evolução e o acompanhamento das diferentes tendências de mercado fazem da Central de Cervejas e Bebidas uma das principais empresas do setor de bebidas em Portugal.

A Cerveja Sagres, a Heineken, a Água de Luso e outras que são referências pelo seu valor e pelo seu posicionamento, como a sidra Bandida do Pomar ou a centenária água Castello, são algumas das marcas do seu portfólio.

Integra o Grupo Heineken desde 2008 e atua na produção, comercialização e distribuição de cervejas, sidras, refrigerantes e águas, contado com três unidades de produção – a Cervejeira de Vialonga, onde são produzidas e engarrafadas as cervejas da marca Sagres e as suas variantes com e sem álcool, e duas unidades onde são captadas e engarrafadas, por um lado, a água mineral natural de Luso e a água de nascente do Cruzeiro e, por outro lado, a água mineral natural gaseificada Castello.

“A força do legado, a paixão pelos consumidores e clientes, o cuidado pelo planeta, a par da promoção da alegria de viver e da coragem para sonhar e ser pioneiro têm sido e continuarão a ser os ingredientes necessários para inspirar a nossa atuação e contribuir para um futuro melhor”, refere Salomé Faria, diretora de comunicação e relações institucionais da Central de Cervejas. “É, por isso, com orgulho que celebramos 90 anos. Queremos brindar à história e ao futuro da Central de Cervejas e Bebidas. Comemoramos juntos, com as nossas pessoas, mas também com todos aqueles que contribuíram para esta jornada de sucesso”, conclui.

As celebrações dos 90 anos da Central de Cervejas e Bebidas estender-se-ão ao longo do ano, envolvendo especialmente os colaboradores e reforçando a sua ligação à empresa.

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Logística

DPD investe no alargamento da sua frota 100% elétrica

Já foi assinado o acordo que irá permitir á à DPD alcançar o marco dos 287 veículos elétricos até ao final do ano. A empresa vai incorporar 80 viaturas eléctricas Ford E-Transit, que vão fazer a entrega de encomendas em 14 cidades portuguesas.

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A DPD reforça o seu compromisso com a sustentabilidade do seu negócio, anunciando a terceira fase do processo de descarbonização da sua frota com o investimento na compra de 80 Ford E-Transit, furgões 100% elétricos, até ao final deste ano. As novas viaturas juntam-se assim à atual frota de veículos totalmente elétricos, que totaliza 207 viaturas em 14 cidades em todo o país.

Este investimento vem dar continuidade ao processo de transformação da frota da DPD em Portugal, sendo esta uma das principais medidas da estratégia de sustentabilidade definidas pela Geopost (grupo do qual a DPD faz parte), e com a qual a empresa de last mile pretende ser Net Zero até 2040, antecipando em 10 anos o cumprimento dos objetivos do Acordo Climático de Paris, garantindo uma redução em 90% das emissões poluentes, sendo os restantes 10% compensados através de outras medidas e projetos implementados pelo Grupo.

“A DPD está consciente do impacto ambiental da sua atividade e do setor das entregas como um todo, pelo que está comprometida em estar na vanguarda da sustentabilidade. Este novo investimento vem reafirmar a nossa missão de descarbonizar o mercado doméstico do transporte expresso, enquanto impulsionadores de uma mobilidade mais verde e de um planeta mais sustentável”, refere Olivier Establet, CEO da DPD Portugal.

Segundo a DPD, a escolha das viaturas recaiu nas suas características distintivas: mais de 300 quilómetros de autonomia, e até 15,1 m3 de capacidade de carga assim como soluções avançadas de conectividade, que fizeram da Ford E-Transit a viatura mais vendida do seu segmento em 2023 na Europa e a resposta idónea às necessidades de mobilidade actuais das empresas.

“Com a produtividade e a sustentabilidade como eixos principais de ambas as empresas, para a Ford Pro é um orgulho poder colaborar com a DPD no seu objetivo de maximizar a inovação da sua frota. Para tal, contamos com a gama de veículos comerciais líder em vendas na Europa nos últimos nove anos, cujo ponta de lança é a E-Transit, a viatura eléctrica de duas toneladas mais vendida da Europa em 2023”, refere Marta Henríquez, diretora da Ford Pro para Espanha e Portugal.

Atualmente, a DPD já conta com 30% da sua frota elétrica, depois do processo de descarbonização da frota da DPD ter início em 2019 quando foram incorporadas 55 viaturas elétricas em Lisboa. A empresa de transporte expresso, avança que, com o investimento previsto para este ano, essa percentagem deve crescer para os 35%, passando assim a existir em circulação em Lisboa, no Porto, no Seixal, na Guarda, em Coimbra, em Évora, em Viseu, em Leiria, em Faro e no Funchal.

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Krohn Vintage 2017

Krohn Vintage 2017

Bebidas

Vintage 2017 da Krohn considerado um dos melhores vinhos do Decanter World Wine Awards 2024

O Vintage 2017 da Krohn foi considerado um dos melhores vinhos do Decanter World Wine Awards 2024, alcançando a distinção “Best in Show”. Recebeu do exigente júri internacional uma nota final de 97 pontos. Foram avaliados 18.143 vinhos, provenientes de 57 países, provados e classificados por um júri que reuniu 243 especialistas.

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O Krohn Vintage 2017 foi considerado “Best in Show” no Decanter World Wine Awards 2024, classificação atribuída aos 50 melhores vinhos a concurso, tendo terminado com uma nota final de 97 pontos na prestigiada competição internacional, cuja lista de vencedores desta edição foi publicada esta quarta-feira.

O Decanter World Wine Awards contou com 18.143 vinhos a concurso, provenientes de 57 países, provados e classificados por um júri que reuniu 243 especialistas em vinho, incluindo vários Master of Wine e Master Sommelier.

No final, apenas 50 vinhos foram pontuados com nota igual ou superior a 97 pontos e considerados “Best in Show”, sendo o Krohn Vintage 2017 um deles.

David Baverstock, chairman winemaker da WineStone, grupo que detém a secular marca Krohn, destaca este prémio como “um reconhecimento exemplar, por parte de um conjunto de jurados muito exigentes e entre excelentes vinhos de todo o mundo, de um Porto que expressa bem o património vínico e a qualidade da Krohn, prestes a celebrar 160 anos de uma história marcada por vintage e colheitas esplendorosos.”

Para o  enólogo, o vintage premiado é “um Porto maravilhosamente expressivo fino e perfumado, mas com a profundidade e intensidade características da vindima de 2017. Um vinho que, sem dúvida, corporiza a excelência desta marca”.

 

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ESG

Aumento dos preços dos alimentos impulsiona sensibilização para o desperdício alimentar

Um estudo da Too Good To Go e do ISIC (International Student Identity Card) revela que 77% da Geração Z mostra preocupados com o futuro do planeta e com a sustentabilidade. Neste sentido, o combate ao desperdício alimentar é identificado pelos jovens como uma questão decisiva, já que 2 em cada 3 considera fundamental enfrentar este desafio para garantir um futuro mais verde

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Um estudo da Too Good To Go e do ISIC (International Student Identity Card) revela que 68% dos estudantes em Portugal, entre os 18 e os 25 anos, considera essencial evitar o desperdício alimentar para travar as alterações climáticas e e conclui que a inflação teve um impacto significativo nos orçamentos dos estudantes.

O estudo, realizado em maio e que envolveu  1600 estudantes portugueses, revela que 77% estão preocupados com o futuro do planeta e com a sustentabilidade. Neste sentido, o combate ao desperdício alimentar é identificado pelos jovens como uma questão decisiva, já que 2 em cada 3 considera fundamental enfrentar este desafio para garantir um futuro mais verde. Quando os alimentos são deitados fora, todos os recursos naturais utilizados para os produzir são desperdiçados. 24% da água utilizada para produzir alimentos é desperdiçada, enquanto 30% das terras cultivadassão ocupadas por produtos que nunca serão consumidos. Além disso, este problema é responsável por cerca de 10% de todas as emissões globais de gases com efeito de estufa.

Para além das preocupações ambientais, a crescente sensibilização para o desperdício alimentar tem sido impulsionada pelo aumento dos preços dos alimentos. De acordo com os dados do estudo, conduzido pela Too Good To Go e pelo ISIC, a inflação teve um impacto significativo nos orçamentos dos estudantes, com 76% a afirmarem não terem dinheiro para comer bem no final do mês.

Desta forma, os jovens estão a procurar alternativas para cobrir as suas necessidades básicas. Assim, 94% afirma ter alterado os seus hábitos de consumo alimentar e, destes, 20% considera estar mais atento para evitar o desperdício alimentar.

Tal demonstra que as gerações mais jovens reconhecem a necessidade de adotar uma abordagem mais responsável para preservar o ambiente e também para poupar dinheiro. Embora mais de 50% dos respondentes afirmem desperdiçar sempre uma parte da comida que adquirem, também indicam que se trata de uma quantidade pequena – menos de 5% dos alimentos.

Esta preocupação para cuidar tanto do ambiente como das finanças pessoais é reforçada por certos hábitos de compra. Assim, 28% dos estudantes dizem preparar uma lista de compras, enquanto 23% estabelecem um orçamento máximo que não ultrapassam e 22% planeiam as suas refeições.

O estudo também reflete a perceção que os jovens têm das ações dos intervenientes na cadeia alimentar ou das administrações públicas. 59% dos estudantes acredita que a Europa pode resolver o problema das alterações climáticas e 57% considera que tal só será possível através de legislação e medidas ambiciosas.

Quanto às ações dos governos e das administrações públicas no domínio do desperdício alimentar, 62% considera que não estão a fazer a sua parte e que é necessária mais ação e empenho. O mesmo não acontece quando a pergunta recai na perceção que têm das empresas do setor alimentar, pois mais de metade dos respondentes considera que as mesmas estão a fazer esforços, embora ainda haja muito a fazer.

“A realidade e os hábitos dos jovens são essenciais para compreendermos o problema do desperdício alimentar e para encontrarmos soluções para este flagelo mundial. É fundamental a colaboração entre todas as partes envolvidas na cadeia de valor, desde o produtor até ao consumidor, incluindo os distribuidores, o setor da restauração e até a administração pública. Esta é a chave para atingir os objetivos de redução do desperdício alimentar. Se encorajarmos a ação coletiva e unirmos forças, faremos progressos em direção a este objetivo de desperdício zero”, comenta Maria Tolentino, diretora da Too Good to Go em Portugal

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ESG

Sustentabilidade apresenta desafios e oportunidades para o setor das máquinas

Para reduzir a sua pegada de carbono ao longo de toda a sua cadeia de valor, os fabricantes de máquinas e equipamentos terão que aprofundar a economia circular da sua cadeia de valor sob o método cradle to cradle, aponta um relatório divulgado pela Crédito y Caución.

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A maioria dos fabricantes de máquinas e equipamentos ainda não adotou a sustentabilidade como prioridade estratégica, já que o setor é diretamente responsável por apenas 0,5% das emissões globais de gases com efeito de estufa. No entanto, o último relatório divulgado pela Crédito y Caución lembra que, a grande maioria das máquinas do mundo são fabricadas com metais, cuja produção é responsável por 7% das emissões globais. Além disso, a maioria das máquinas precisará de energia para operar, muitas delas de forma intensiva.

Para reduzir a sua pegada de carbono ao longo de toda a cadeia de valor, o setor terá de aprofundar a economia circular em toda a cadeia de valor sob o método cradle to cradle, segundo o qual as máquinas são concebidas para serem reparadas, reutilizadas e, finalmente, recicladas para a produção de novas máquinas sem a necessidade de extrair novos minérios metálicos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Crédito y Caución, o setor enfrentará três desafios urgentes nos próximos três anos relacionados com a sustentabilidade. Em primeiro lugar, a escassez de mão de obra qualificada em muitas regiões do mundo para assegurar a transição do setor para as energias limpas. Em segundo lugar, a evolução dos custos de transição e a queda da rendibilidade, num contexto de taxas de juro elevadas, o que é identificado como um desafio por analistas na Bélgica, China, Coreia do Sul, Japão, Polónia, República Checa e Taiwan. Em terceiro lugar, o aprovisionamento energético. A fiabilidade das energias renováveis e a capacidade das redes nacionais para fazer face ao aumento da procura de eletricidade é uma preocupação partilhada por grande parte do setor. Na verdade, algumas grandes empresas de máquinas estão a considerar tornar-se empresas de energia que fornecem uma gama diversificada de serviços.

Segundo Crédito y Caución, a agenda da sustentabilidade apresenta oportunidades para o setor. Máquinas de maior precisão, inteligentes e energeticamente eficientes representam uma oportunidade para a indústria. Os fabricantes de máquinas que usem energias limpas poderão beneficiar de novos mercados geográficos e setoriais e de um ativo reputacional que pode incentivar novos investimentos e a captação de novos clientes. Prevê-se que esse possa ser o caso dos fabricantes na Áustria ou da Suíça, que fazem investimentos significativos em I+D, o que poderá representar uma vantagem competitiva.

Especialmente na China, Hong Kong e Taiwan, o setor espera beneficiar da evolução da procura, expandindo-se para a fabricação de componentes para painéis solares, turbinas eólicas e outros sistemas de energia renovável. Em alguns mercados, o setor beneficiará de incentivos públicos, tais como subsídios, apoios ou benefícios fiscais para as empresas que invistam em energias limpas. Além disso, o setor pode estabelecer alianças com empresas de energia limpa, instituições de pesquisa e administrações públicas para desenvolver e implementar conjuntamente soluções inovadoras, avança ainda a Crédito y Caución.

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