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Continente elimina embalagens de cartão de pastas dentífricas

A partir de setembro, as pastas dentífricas da marca Continente deixam de ser vendidas em caixas de cartão, anunciou a Sonae.

Ana Catarina Monteiro
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Continente elimina embalagens de cartão de pastas dentífricas

A partir de setembro, as pastas dentífricas da marca Continente deixam de ser vendidas em caixas de cartão, anunciou a Sonae.

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A partir de setembro, as pastas dentífricas da marca Continente deixam de ser vendidas em caixas de cartão, anunciou a Sonae prevendo com esta eliminação poupar cerca de oito toneladas de papel anuais.

A cadeia de retalho assumiu o compromisso de converter todas as suas embalagens, até 2025, em materiais reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, como anunciado em março deste ano pelo CEO do grupo, Paulo Azevedo.

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Na mesma altura, a Sonae tornava-se a primeira retalhista nacional a assinar o pacto internacional para reduzir o plástico “New Plastics Economy Global Commitment”, liderado pela Fundação Ellen MacArthur em colaboração com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Desde então, o Continente tem vindo a fazer o levantamento das embalagens dos cerca de 20 mil produtos exclusivos e de marca própria à venda nos seus lineares, no sentido de encontrar alternativas mais sustentáveis para cada caso.

“Já identificámos e reformulámos as nossas garrafas de água (diminuindo a espessura), as embalagens das pilhas Boost (eliminado o plástico desnecessário) ou as cuvetes da seção de talho (aumentando o percentual de matéria-prima reciclada), apenas para dar alguns exemplos”, explica em comunicado Ana Alves, diretora Comercial de Marcas Próprias do Continente.

Como resultado das iniciativas já implementadas, o Continente prevê uma redução em 2019 de mais de duas mil toneladas de plástico.

Para incentivar a redução dos materiais nocivos para o Meio Ambiente, a cadeia tem vindo a aplicar “diversas medidas sobre o uso responsável de plástico ao nível da marca própria, da logística, dos fornecedores, do apoio à inovação – através de parcerias estabelecidas com universidades nacionais e internacionais para o desenvolvimento de projetos de investigação – e também ao nível da sensibilização junto dos consumidores”, destaca a empresa.

Com o desígnio de chamar a atenção da população para a importância do tema, a retalhista lançou em abril deste ano a plataforma “Plástico Responsável”, que apresenta notícias, sugestões e medidas para redução deste material.

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Exportação

Há 40.451 empresas exportadoras em Portugal

Há empresas a vender para os mercados externos em todos os setores de atividade, mas é visível uma maior concentração nos das indústrias (23%), dos serviços empresariais (18%) e dos grossistas (16%), que representam 57% das exportadoras nacionais.

A Informa D&B realizou uma análise às empresas exportadoras portuguesas e concluiu que há 40.451 empresas que vendem para mercados externos.

A consultora baseou o estudo no universo das empresas exportadoras, com contas entregues até final de 2023, que vendem para os mercados externos o equivalente a pelo menos 5% do seu volume de negócios ou mais de um milhão de euros.

A análise permitiu perceber que na última década o número aumentou em mais dez mil empresas exportadoras (eram 30.559 em 2013). Apenas entre 2020 e 2022, surgiram 4.205 novas empresas a fazer negócios com o exterior, mas a taxa de exportadoras mantém-se. “De 2012 e 2022, a percentagem de empresas no nosso tecido empresarial manteve-se sempre entre os 10% e os 11%”, revelou Rita Neves, analista de estudos e inovação de produto da Informa D&B, na apresentação do estudo, que decorreu no âmbito de um webinar realizado pela CCIP (Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa).

Há empresas a vender para os mercados externos em todos os setores de atividade, mas é visível uma maior concentração nos das indústrias (23%), dos serviços empresariais (18%) e dos grossistas (16%), que representam 57% das exportadoras nacionais.

No setor das indústrias, é nos subsetores do têxtil e moda (23%), da metalurgia (21%) e dos materiais (18%) que se concentra a maior parte das empresas exportadoras. Quanto ao valor das exportações, são as indústrias de materiais que exportam quase um quarto do total do setor.

Setor das TIC em crescimento

Quanto à vocação exportadora, é o setor das tecnologias de informação e comunicação que tem registado, desde 2019, a maior taxa de empresas que exportam: 28% das empresas deste setor são exportadoras, mas o peso das exportações nos negócios destas empresas “corresponde a pouco mais e um terço”, referiu Rita Neves.

Já na agricultura e outros recursos naturais, apesar das empresas exportadoras representarem apenas 9% do universo empresaria do setor – são 1.374 – as suas exportações são 60% do volume de negócios.

É no Norte do país que estão quase metade das empresas exportadoras portuguesas (43%), fruto da região concentrar mais de metade das indústrias do país. Segue-se a Grande Lisboa (25%) e o Centro (15%). Oeste e Vale do Tejo (6%), Península de Setúbal (4%), Alentejo (3%), Algarve (2%) e Região Autónoma da Madeira (1%) completam o quatro das empresa exportadoras por região. A Região Autónoma dos Açores não apresenta nenhuma exportadora segundo os critérios de pelo menos 5% do volume de negócios ou mais de um milhão de euros exportados.

Exportadoras em todas as dimensões

O estudo indica ainda que há exportadoras em todas as dimensões de volume de negócios, desde as micro às grandes empresas, mas, como é previsível, quando maior a dimensão, maior é a taxa exportadora. As grandes empresas são responsáveis por 58% do total das exportações do tecido empresarial, enquanto as micro representam 9%, as pequenas, 30% e as médias, 44%.

“As pequenas, médias e grandes exportadoras têm, de facto um grande peso. Estamos a falar de apenas oito mil empresas, mas estes três escalões, no seu conjunto, representam 93% das exportações”, sublinha a analista de estudos e inovação de produto da Informa D&B.

Quanto à idade das empresas, as consideradas maduras – fundadas há 20 ou amis anos – concentram 72% do volume total das exportações, com as empresas com idades entre seis e 19 anos a representarem 20%.

Outra variável relevante no estudo refere-se à nacionalidade do capital das empresas exportadoras: a maioria das empresas são de capital nacional, mas as empresas de capital estrangeiro têm um perfil mais exportador, já que mais de um terço das empresas de capital internacional é exportadora (34%) e representam 43% das exportações nacionais. As empresas nacionais exportadoras, que representam cerca de 10% a 11% do universo empresarial português, são responsáveis por 48% das exportações. As restantes 9% foram realizadas por empresas de capital disperso.

Um pouco mais de metade de todas as exportadoras (52%) exportam apenas serviços, enquanto 29% exportam apenas bens, e as restantes 19% exportam bens e serviços. Os bens são, entretanto, a maior fatia do valor das exportações, com 74% do total.

Mais da metade para mercados da UE

Quanto aos mercados de destino, 46% das empresas exportadoras vende exclusivamente para os mercados da União Europeia, mais de um terço (36%) exportada para mercados comunitários e extra comunitários e apenas 18% exporta apenas para mercados fora da UE.

Há uma maior concentração setorial no mercado comunitário, com 85% das exportações oriundas apenas de quatro setores: indústrias (57%), grossistas (13%), energias e ambiente (8%) e transportes (7%). Este mercado representa 64,7 milhões de euros em volume de exportações.

Já os mercados extra comunitários, responsáveis por 29 milhões de euros das exportações nacionais, 72% das empresas estão concentradas nos mesmos quatro setores, com o peso das indústrias a descer um pouco (43%).

O estudo destaca ainda o facto das empresas exportadoras demonstrarem ser mais resilientes financeiramente, já que 57% das exportadoras têm uma resiliência elevada (22%) ou média alta (35%), enquanto esta percentagem não chega a metade nas empresas que vendem em exclusivo para o mercado nacional (19% elevada e 30% média alta). As exportadoras são também as empresas com menor risco de ‘failure’: 49% têm risco mínimo de cessar a atividade nos próximos 12 meses, com dívidas por liquidar.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Retalho

Lidl abre nova loja em Torres Vedras e reabre a loja do Bombarral

O Lidl Portugal abriu uma nova loja em Torres Vedras, agora na freguesia de Silveira, e reabriu a loja do Bombaral, implantada num edifício histórico.

A abertura de um novo supermercado em Torres Vedras vem reforçar a aposta da insígnia naquele concelho. A loja na freguesia de Silveira resulta de um investimento de mais de 7,5 milhões de euros, que incluiu alterações no espaço público e criou 18 postos de trabalho, informa o Lidl.

Com mais de 1400m² de área de loja, e um variado portefólio de produtos alimentares e não alimentares, o espaço conta com uma máquina de sumo de laranja, uma máquina de corte de pão, frango assado pronto a levar e seis caixas de pagamento rápido para cestos e carrinhos, para os clientes que preferem esta opção.

Lidl abre loja em Silveira

O parque de estacionamento inclui lugares dedicados a autocaravanas, bem como dois postos de carregamento para veículos elétricos, que possibilitam uma recarga de 80% da bateria em 30 minutos. Aos 18 novos colaboradores recrutados, juntam-se oito colaboradores provenientes de outras lojas, perfazendo um total de 26.

Já a loja do Lidl no Bombarral, instalada num edifício histórico, reabriu com mais espaço e com novas opções. Para além de novos serviços na zona de padaria, como uma máquina de corte de pão e uma máquina de sumo de laranja natural, inclui uma zona de bacalhau a corte e de frango assado, pronto a levar.

A par dos artigos de alimentação, a loja conta com artigos não alimentares, entre os quais ferramentas, têxteis e utensílios de cozinha. Das 11 caixas de pagamento, seis são de pagamento rápido. “Esta é a única loja do concelho e emprega um total de 27 colaboradores, tendo sido criados oito novos postos de trabalho“, informa o Lidl.

Com uma área de mais de 1400 m2, a loja do Lidl no Bombarral está implantada no antigo armazém de vinho que pertencia à Sociedade Abel Pereira da Fonseca e foi considerada, em 2021, pelo jornal britânico ‘The Sun’, como um dos supermercados mais bonitos do mundo.

A nova loja de Silveira irá colaborar com o Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Luz, em A-dos-Cunhados, parceiro do Lidl desde 2017 no âmbito do programa ‘Realimenta’, que faz chegar diariamente, mediante a doação de artigos em perfeitas condições de consumo, higiene e segurança, produtos a quem mais precisa.

Já a loja do Bombarral irá beneficiar o Centro Social Paroquial Senhora da Luz A-dos-Cunhados, instituição a quem o Lidl presta apoio também desde 2017 e que, no ano de 2023, recolheu um total de 22,31 toneladas de bens para um total de 70 beneficiários.

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Bebidas

Sogrape lança nova colheita do vinho que homenageia Dona Antónia

A nova edição do Antónia Adelaide Ferreira DOC Douro Tinto 2020 está limitada a apenas 4.346 garrafas

A Sogrape fez chegar ao mercado o Antónia Adelaide Ferreira DOC Douro Tinto 2020, a nova colheita de um vinho que celebra Dona Antónia e é lançado anualmente por altura do seu aniversário.

Limitada a apenas 4.346 garrafas esta edição especial reúne os terroirs Cima Corgo e Douro Superior.

“Antónia Adelaide Ferreira Tinto 2020 tem uma cor rubi, um aroma elegante e de grande complexidade, com fruta vermelha bem madura, notas de especiarias, a pimenta e a cravinho, notas balsâmicas a trufas e sous-bois, ligeiramente pedregoso, com uma madeira discreta e bem integrada”, apresenta a Sogrape.

Em 2011, deu-se início a um tributo para celebrar o 200º aniversário do nascimento de Antónia Adelaide Ferreira, uma das personalidades incontornáveis à história da Região do Douro Vinhateiro, através da criação de um vinho com o seu nome.

“Este é um vinho intenso, encorpado, volumoso e com grande complexidade. Após vinificação, os lotes finais foram criteriosamente escolhidos, de modo a mostrar a qualidade de cada terroir e, desse modo, podermos engarrafar o melhor do Douro, prestando o devido tributo a Dona Antónia que tanto fez por esta região”, refere Luís de Sottomayor.

A par deste lançamento, a Sogrape atribui anualmente os Prémios Dona Antónia, que destacam mulheres portuguesas com percursos de vida associados aos valores de liderança, empreendedorismo, inovação, humanismo e responsabilidade social.

Fundada em 1942 por Fernando Van Zeller Guedes, a Sogrape está presente em mais de 120 mercados, detendo hoje mais de 1.600 hectares de vinha distribuídos por Portugal, Espanha, Chile, Argentina e Nova Zelândia.

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Retalho

Nhood Portugal comercializa mais de 240 lojas nos primeiros seis meses do ano

No total foram 242 lojas, entre aberturas e renovações, com uma taxa de ocupação próxima dos 100% nos ativos geridos. “Prosseguimos com a nossa estratégia de proporcionar uma melhor experiência ao consumidor, seja através da consolidação e constante reforço do portefólio de marcas que temos, seja fruto da melhoria da experiência de quem nos visita”, afirma Susana Maia Antunes, head of leasing da Nhood Portugal.

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A Nhood Portugal concluiu o primeiro semestre de 2024 com mais de 240 lojas comercializadas nos ativos sob a sua gestão, que incluem os centros comerciais Alegro, Alfragide, Castelo Branco, Montijo, Setúbal e Sintra, e outros ativos imobiliários.

No total foram 242 lojas, entre aberturas e renovações, com uma taxa de ocupação próxima dos 100% nos ativos geridos.

A plataforma de soluções imobiliárias para projetos mistos, detida pela Associação Familiar Mulliez (AFM), informa em comunicado que foram estabelecidos 44 novos contratos de abertura de loja com 35 marcas. Ao seu  portefólio acrescentou oito novas marcas, como a Primor, a A-100 ou a Fábrica dos Óculos.

“Prosseguimos com a nossa estratégia de proporcionar uma melhor experiência ao consumidor, seja através da consolidação e constante reforço do portefólio de marcas que temos, seja fruto da melhoria da experiência de quem nos visita”, afirma Susana Maia Antunes, head of leasing da Nhood Portugal.

“As novidades nas marcas que já registámos em 2024 demonstram o trabalho que temos vindo a desenvolver, sempre com o objetivo de responder às preferências e necessidades do consumidor, como atesta a aposta em marcas como a Normal ou a Pepco. Adicionalmente, o facto de já contarmos com contratos fechados para cinco novas aberturas em breve é um indicador da robustez da nossa estratégia e da atratividade dos ativos que gerimos na Nhood Portugal”, acrescenta.

 

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Bebidas

José Maria da Fonseca recebe distinção do Tripadvisor pelo 10.º ano consecutivo

No ano em que celebra 190 anos a produtora de Azeitão recebe duas distinções: o enoturismo da Casa Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, e da Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz, estão entre as preferência dos utilizadores da plataforma de viajantes.

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No ano em que celebra 190 anos a produtora de Azeitão recebe duas distinções: o enoturismo da Casa Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, e da Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz, estão entre as preferência dos utilizadores da plataforma de viajantes.

Os Travellers’ Choice Award, atribuídos pelo Tripadvisor, distinguem a Casa Museu José Maria da Fonseca pelo 10.º ano consecutivo. O enoturismo da produtora portuguesa conta com mais de três centenas de avaliações e obteve uma média de 4,5 estrelas em 5 possíveis, sendo considerada a primeira atração em Azeitão pelos utilizadores desta plataforma de referência. A marca José Maria da Fonseca vê a sua Adega José de Sousa, situada em Reguengos de Monsaraz, também distinguida, igualmente com uma pontuação de 4,5 estrelas.

Este prémio pretende reconhecer os alojamentos, atrações e restaurantes que receberam excelentes avaliações por parte dos viajantes no último ano e estão entre os 10% das propriedades com melhor classificação do website.

“Ficamos muito felizes por recebermos a distinção do Tripadvisor há precisamente uma década. Este ano tem um significado especial – além da Casa Museu recebemos, pela segunda vez, a distinção para a Adega José de Sousa, precisamente no ano em que celebramos 190 anos. Um reconhecimento que reflete o nosso esforço e empenho para nos reinventarmos com quase dois séculos. Também no enoturismo o trabalho e dedicação diários da nossa equipa são valorizados pelos nossos visitantes, que nos atribuem excelentes avaliações. Temos criado, ano após ano, uma oferta diferenciadora, de forma a proporcionarmos experiências únicas e autênticas a quem nos visita”, refere Sofia Soares Franco, responsável pelo Enoturismo da José Maria da Fonseca.

 

 

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Pingo Doce

Pingo Doce

Retalho

Distribuição e retalho entre os setores que mais valorizaram em 2024

Entre as marcas líder de setor, com mais valorização em 2024 destacam-se a CGD (988 milhões de euros) com uma valorização de 47%, o Pingo Doce (1,14 milhões de euros) com uma valorização de 38,4%, a Parfois (228 milhões de euros) com uma valoração de 34,1% e os CTT (227 milhões de euros) com uma valorização de 29,6%.

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A Consultora OnStrategy apresenta os resultados do estudo anual das Marcas Portuguesas Mais Valiosas de 37 setores de atividade, desenvolvido recorrendo à metodologia de Royalty Relief.

A OnStrategy sublinha que a análise permitiu obter uma visão abrangente e segmentada sobre a forma como as marcas evoluem, deixando perceber as variáveis que formam o seu valor. De acordo com João Baluarte, sócio responsável pelos estudos financeiros na OnStrategy, “este trabalho é o culminar de uma sequência de estudos de Marca que a OnStrategy tem vindo a divulgar desde o início do ano e que analisam a Reputação, Força e Energia de Marca e agora a Avaliação Financeira. Através da Avaliação Financeira, uma rigorosa análise certificada, conseguimos quantificar o valor financeiro de uma marca, e compreender, de uma forma muito concreta, o seu peso e a sua importância na atividade das organizações em diferentes setores, não apenas enquanto imagem, mas como um ativo intangível, um dos ativos mais importantes para as organizações”.

Entre as 37 marcas líderes setoriais, identificadas a partir da totalidade das 100 marcas portuguesas mais valiosas, a CGD (+47%), o Pingo Doce (+38,4%), a Parfois (+34,12%), os CTT (+29,6%), a Wells (+29,4%) e a Portugalia (+28,6%) destacaram-se como as marcas que mais valorizaram face a 2023.

Distribuição & Consumo Alimentar

Relativamente aos setores de produção, distribuição e retalho alimentar, as marcas líderes em 2024 foram o Pingo Doce no segmento de “Retail Food”, cuja proprietária Jerónimo Martins se destacou também como a marca de Holdings mais valiosa, a Delta, no segmento de “Beverages Non Alcohol”, a Super Bock, no segmento de “Beverages Alcohol”, a Lactogal, no segmento de “Food”, e a Portugália, no segmento de “Retail Restaurants”.

Indústria

O setor Indústria, que na comparação homóloga em abril de 2024 registou um crescimento de 3,4% em contraciclo com a tendência europeia, é liderado pela Navigator Company, que se assumiu como a marca mais valiosa do segmento de “Industrial Products” (281 milhões de euros).

Retalho

O setor de Retalho é liderado pela Parfois, a marca mais valiosa de “Retail Specialist”, seguida da Salsa, líder do segmento de “Retail Textile”, da Vista Alegre, a marca mais valiosa do segmento de “Luxury”, e do Gato Preto, líder do segmento de “Retail Home”.

Serviços

No segmento “Professional Services”, os CTT assumiram-se como a marca mais valiosa (227 milhões de euros).

Tecnologia

No setor de tecnologia destacaram-se, no período em análise, a Worten, a marca mais valiosa de “Retail Technology”, seguida da Novabase, líder do segmento de “Technology & Software”.

Esta metodologia está em conformidade com as normas ISO20671 (avaliação de estratégia e força) e ISO10668 (avaliação financeira), em que todas as marcas são auditadas e avaliadas com base em informação pública, nomeadamente relatórios e contas, dados de mercado e indicadores de força de marca.

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Logística

Smurfit Westrock passa a estar cotada em Londres e Nova Iorque

A Smurfit Westrock estreou-se nas bolsas de Londres e Nova Iorque na sequência da fusão entre a Smurfit Kappa e a Westrock.

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A Smurfit Westrock plc, fornecedora de soluções de embalagens de papel, acaba de anunciar a sua cotação primária na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE), sob o ticker “SW”, após a conclusão da combinação previamente anunciada da Smurfit Kappa e da WestRock em 5 de julho de 2024.

A empresa também está cotada na Bolsa de Valores de Londres (LSE) com o código “SWR”.

“A fusão da Smurfit Kappa e da WestRock cria uma empresa líder mundial no setor das embalagens sustentáveis, unindo a importante e distinta experiência e conhecimentos de ambas as empresas”, afirmou Tony Smurfit, CEO da Smurfit Westrock.” “Acreditamos que esta combinação criou o líder e parceiro de eleição no setor da embalagem sustentável. Estou orgulhoso por ter sido escolhido para liderar esta grande equipa de pessoas.”, acrescenta.

“Os acionistas da Smurfit Kappa e da WestRock apoiaram de forma decidida a nossa fusão. A Smurfit Westrock tem uma presença geográfica única e através das nossas aplicações líderes na indústria, uma capacidade inigualável de proporcionar valor aos nossos clientes”, acrescentou Ken Bowles, Diretor Financeiro da Smurfit Westrock.

A negociação teve início esta segunda-feira na LSE às 8:00 BST e na NYSE às 9:30 EDT, após uma cerimónia de toque de sinos.

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pepco

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Retalho

Pepco abre nova loja em Vizela

A nova loja Pepco em Vizela faz parte do plano de expansão contínua da marca em Portugal.

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A Pepco tem a partir desta terça-feira uma nova loja em Vizela, com 750 m2, saturada no Retail Park de Vizela, na Freguesia de São João Vizela (Caldas de Vizela). Esta é já a 15ª abertura em Portugal Continental, desde que a marca chegou ao mercado nacional, em maio do ano passado.

A nova loja Pepco em Vizela faz parte do plano de expansão contínua da marca em Portugal e promete oferecer aos clientes uma ampla variedade de produtos de alta qualidade, a preços acessíveis. A loja disponibilizará uma vasta gama de artigos, incluindo roupas para toda a família, produtos de decoração para o lar, brinquedos, utensílios domésticos, produtos de consumo, higiene, limpeza e lavandaria, artigos de cuidados pessoais, snacks, bebidas, confeitaria e categorias de animais de estimação.

“A abertura da nova loja em Vizela é um marco significativo para a marca, à medida que continuamos a crescer e a atender às necessidades de nossos clientes em Portugal,” afirma Jorge Barrie Ruiz, head of Pepco Iberia Region. “Estamos entusiasmados em trazer uma experiência de compras conveniente e acessível para a comunidade de Vizela e esperamos que todos desfrutem da nossa oferta.”

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Bebidas

Aquisição do licor Safari vai permitir à Casa Redondo crescer 70% nas exportações

A compra representa a maior aquisição de uma marca de bebidas espirituosas por uma empresa portuguesa e um “passo significativo” da Casa Redondo no seu crescimento internacional, destaca Daniel Redondo.

A Cara Redondo, proprietária do licor Beirão e cujo portfolio inclui várias outras marcas de bebidas espirituosas, anunciou a aquisição do licor Safari, marca holandesa premium lançada em 1984 na Holanda.

A compra representa a maior aquisição de uma marca de bebidas espirituosas por uma empresa portuguesa e um “passo significativo” da Casa Redondo no seu crescimento internacional, destaca Daniel Redondo, diretor executivo da empresa, em nota enviada ao Hipersuper.

A Casa Redondo adquiriu o licor Safari à Diageo Brands, fabricante de bebidas com sede em Londres, Reino Unido, e considerada o maior player mundial do setor das bebidas destiladas.

Com esta aquisição, a empresa portuguesa prevê um aumento “imediato” de cerca de 70% nas exportações globais do grupo e objetiva “triplicar este valor nos próximos cinco anos”. “A nossa empresa ambiciona fortalecer a sua presença em mercados estratégicos como Holanda, Bélgica e Alemanha”, revela ainda o diretor executivo da Casa Redondo.

“Safari é uma marca histórica no setor de bebidas espirituosas, e esta integração reforça o nosso compromisso em expandir o portefólio com ofertas premium, reconhecidas globalmente pelos consumidores”, acrescenta.

A aquisição, financiada com capitais próprios, vai permitir à empresa portuguesa criar sinergias de portefólio. O gestor fala no investimento em equipas comerciais e de marketing e no aprofundar de relações com os parceiros de distribuição, “consolidando assim a posição como um produtor de referência na categoria de licores”.

Em comunicado, a Diageo Brands informa que esta venda “está em linha com a estratégia de manter um enfoque acentuado” na gestão do seu portefólio, explicando que o licor Safari é predominantemente vendido na Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Portugal e Turquia.

“A Diageo acredita que a Casa Redondo é o proprietário certo para levar a Safari ao seu próximo capítulo de crescimento na Europa Europa e além fronteiras”, refere a empresa britânica.

Citados no comunicado, Daniel Redondo e Ricardo Redondo, diretor financeiro da Casa Redondo referem que esta transação sublinha o compromisso da empresa “de expandir o nosso portfólio com ofertas premium que que ressoam com os consumidores em todo o mundo”. “Estamos ansiosos por integrar esta marca na nossa família, continuando a inovar para os nossos clientes, garantindo ao mesmo tempo uma qualidade excecional”.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Exportação

CCIP é parceira da UE no programa ‘EU Business Hub – Japão e República da Coreia’

A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa organiza nesta terça, 09 de julho, um evento para apresentar este programa de apoio às PME.

Hipersuper

O Programa ‘EU Business Hub – Japão e República da Coreia’, tem por objetivo apoiar e promover as exportações europeias para estes dois mercados. A Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) é a entidade parceria do programa, em Portugal.

Lançado pela Comissão Europeia, visa ajudar as pequenas e médias empresas (PME) da União Europeia, que atuam nos setores das tecnologias verdes e sustentáveis, soluções digitais e saúde, equipamentos médicos, “a entrar em dois mercados de elevado potencial da Ásia – Japão e República da Coreia”, informa a CCIP num comunicado.

O programa vai atuar como ligação das empresas da UE a potenciais parceiros naqueles dois países da Ásia, através da organização de 20 missões empresariais e da participação em feiras nos próximos quatro anos. Até 2027, o projeto pretende facilitar a participação de 1.000 empresas inovadoras.

“Os participantes, nas missões ou em feiras setoriais, terão a oportunidade de estabelecer contactos com potenciais parceiros através da participação em sessões de matchmaking B2B, acesso a análises setoriais aprofundadas e ainda apoio com serviços de tradução”, informa a CCIP no comunicado.

“A promoção do comércio, das empresas e das parcerias está no cerne das políticas e estratégias da UE. O programa EU Business Hub é um instrumento importante neste sentido: ajudará as nossas PME e as nossas empresas em fase de arranque a aproveitarem as oportunidades oferecidas pelo Acordo de Comércio Livre entre a UE e a República da Coreia e as parcerias Verde e Digital”, refere a embaixadora da União Europeia na República da Coreia, Maria Castillo-Fernandez, citada no comunicado.

“Enquanto segundo maior parceiro comercial da UE na Ásia, o Japão apresenta um mercado lucrativo para as PME europeias, prevendo-se que a sua resiliente economia sustente um crescimento de 1% do PIB para além de 2023, impulsionado principalmente pela procura interna robusta, oferecendo amplas oportunidades para as empresas da UE aproveitarem”, sublinha, por sua vez, o embaixador da UE no Japão, Jean-Eric Paquet.

Para explorar os principais objetivos do programa, os serviços oferecidos e partilhar informações sobre as missões empresariais e os critérios de elegibilidade e seleção das empresas participantes, a CCIP vai realizar o evento de lançamento do programa nesta terça-feira, 09 de julho, a partir das 9h30, na sua sede em Lisboa.

A apresentação tem entrada gratuita, mediante inscrições, com preenchimento de um formulário, em https://survs.com/survey/x6yyp1p0w8

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