Distribuição Homepage Newsletter

Jerónimo Martins atinge lucro de 181 milhões com bom desempenho em todos os mercados

Por a 25 de Julho de 2019 as 20:55
Pedro Soares dos Santos, líder do grupo Jerónimo Martins
Pedro Soares dos Santos, líder do grupo Jerónimo Martins

pedro_soares_santosA Jerónimo Martins fechou o primeiro semestre do ano com um resultado líquido de 181 milhões de euros, um aumento de 0,7% face a igual período de 2018.

A companhia presidida por Pedro Soares dos Santos mantém, para 2019, a expetativa de “crescimento para reforçar as posições de mercado que detemos”, assinala a JM em comunicado enviado  à CMVM.

“Ao longo do resto do ano, queremos manter-nos a crescer acima dos mercados nos quais desenvolvemos os nossos negócios. Para isso, continuaremos a reforçar as nossas operações e a trabalhar para ter as melhores propostas comerciais, que mereçam, cada vez mais, o reconhecimento e a preferência dos consumidores”, refere Pedro Soares dos Santos, presidente e CEO da companhia de retalho.

As vendas cresceram 5,7% para 8,9 mil milhões de euros. Este crescimento resulta do bom desempenho de todos os negócios da Jerónimo Martins.

O grupo dono do Pingo Doce terminou o semestre com um EBITDA de 471 milhões de euros, resultando num crescimento de 5,3% face aos primeiros seis meses de 2018. O EBIT subiu 3,2% para 276 milhões de euros.

Relativamente à dívida líquida, “já incorporando o pagamento de 204 milhões de euros de dividendos ocorrido em maio, cifrou-se em 158 milhões de euros no final de junho, com um gearing de 7,9%”, refere o documento.

As vendas do Pingo Doce cifraram-se em 1,9 mil milhões de euros, um crescimento de 4,1% face ao período homólogo de 2018, tendo registado um aumento de 3,7% em vendas comparadas. No Recheio, as vendas aumentaram 2% para 467 milhões de euros. Em vendas comparadas, a insígnia grossista cresceu 3,4%.

O desempenho das vendas na Polónia cifrou-se nos 6,1 mil milhões de euros, mais 5,2% em termos homólogos. As vendas comparadas subiram 3,7%. O EBITDA atingiu 428 milhões de euros, tendo crescido 7% na moeda local. A Hebe teve um crescimento de vendas de 117 milhões de euros, um aumento de 26,4% em moeda local. As vendas comparadas cresceram 8%.

Na Colômbia, as vendas da Ara cresceram 25,9% para 356 milhões de euros.

 

Deixe aqui o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *