Edição digital
PUB
Digital

Bwd traz robôs de automação para Portugal

A empresa portuguesa Bwd trouxe para Portugal um sistema de robotização automatizado com capacidade para substituir os humanos na execução de tarefas rotineiras

Rita Gonçalves
Digital

Bwd traz robôs de automação para Portugal

A empresa portuguesa Bwd trouxe para Portugal um sistema de robotização automatizado com capacidade para substituir os humanos na execução de tarefas rotineiras

Rita Gonçalves
Sobre o autor
Rita Gonçalves
Artigos relacionados
“O setor do vinho é muito desafiante e ao mesmo tempo muito resiliente”
Bebidas
Nhood Portugal e a Nhood Espanha unem-se para dinamizar área de negócio
Não Alimentar
Já pode ler a edição 424
Retalho
Na iServices da KidZania os mais pequenos podem ser técnicos de reparação
Retalho
Leia a edição 424
Distribuição
Kiabi adquire plataforma francesa Beebs
Retalho
Queijos Santiago lança o primeiro queijo fresco com fruta no mercado nacional
Alimentar
Inscrições para a Fruit Logistica 2025 estão abertas até 31 de julho
Exportação
Ministro da Agricultura e Pescas marca presença no congresso Interpera
Alimentar
Prova vertical de Tannat assinalou 25 anos de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil
Bebidas

A empresa portuguesa Bwd trouxe para Portugal um sistema de robotização automatizado com capacidade para substituir os humanos na execução de determinados processos e tarefas rotineiras, como por exemplo a recolha e inserção de dados.

Integrado nos computadores pessoais, o robô pode desempenhar as tarefas mais aborrecidas e sem estímulo intelectual. Teresa Ribeiro, diretora de marketing da Bwd, dá um exemplo ao Hipersuper. “No site Kuanto Kusta, por exemplo, o master robô pode, durante a noite, executar os processos de comparação de preços ”.

PUB

A solução representada em Portugal pela Bwd chama-se Kapow, recentemente adquirida pela empresa americana Kofax. “Os americanos, com quem temos vindo a aprender muito, já estão numa fase mais avançada nesta área. Enquanto na Europa ainda discutimos se os robôs nos vão tirar os empregos e há um fascínio pelos humanoides, os americanos vêm os robôs como ferramentas de complemento do trabalho”, refere Teresa Ribeiro.

“Os robôs como pensávamos neles nos anos 80 e 90, em competição com a força humana, não fazem sentido no contexto de realidade empresarial atual. Hoje, são uma ferramenta complementar de trabalho que consegue executar processos, reproduzindo ações específicas, tais como aceder a um portal de um fornecedor para recolher informações ou copiar e inserir dados de uma aplicação para outra”, acrescenta Adriano Ribeiro, CEO da Bwd.

 

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Artigos relacionados
“O setor do vinho é muito desafiante e ao mesmo tempo muito resiliente”
Bebidas
Nhood Portugal e a Nhood Espanha unem-se para dinamizar área de negócio
Não Alimentar
Já pode ler a edição 424
Retalho
Na iServices da KidZania os mais pequenos podem ser técnicos de reparação
Retalho
Leia a edição 424
Distribuição
Kiabi adquire plataforma francesa Beebs
Retalho
Queijos Santiago lança o primeiro queijo fresco com fruta no mercado nacional
Alimentar
Inscrições para a Fruit Logistica 2025 estão abertas até 31 de julho
Exportação
Ministro da Agricultura e Pescas marca presença no congresso Interpera
Alimentar
Prova vertical de Tannat assinalou 25 anos de Luís Vieira à frente da Quinta do Gradil
Bebidas
PUB
Digital

Marta Cunha (Sonae): “É preciso consciencializar empresas e trabalhadores para a urgência da requalificação”

Quais são as competências do futuro? Que caminho deve fazer o ensino e as empresas para preparar os trabalhadores para o futuro mercado de trabalho? A Sonae promoveu o debate e partilha a sua experiência dentro de casa

Rita Gonçalves

Quais são as competências de futuro? Que caminho deve fazer o ensino e as empresas para preparar os portugueses para o futuro mercado de trabalho? A Sonae promoveu o debate e partilha a sua experiência dentro de casa

O futuro do trabalho é cada vez mais incerto. Uma coisa, porém, é certa. Muitos trabalhadores terão de mudar de emprego nos próximos anos. Estudos recentes indicam que cada pessoa poderá desempenhar mais de uma dezena de profissões ao longo da vida. Um estudo do World Economic Forum, por exemplo, avança que mais de mil milhões de pessoas vão ter de mudar de emprego até 2030. Neste contexto, a educação e a formação assumem um papel crucial, enquanto instrumento para dar resposta aos desafios do mercado de trabalho.

A Sonae quis colocar a educação e o futuro do trabalho em debate, juntando especialistas nacionais e internacionais, sociedade civil, alunos, professores, associações e governantes na primeira edição do Innovators Forum’23, iniciativa que pretende ser um fórum de partilha de conhecimento sobre áreas que impactam diretamente a sociedade.

Este ano, o tema escolhido foi a educação. “Enquanto maior empregador português, a Sonae tem a responsabilidade de desenvolver estratégias de sustentabilidade e uma das principais é potenciar o desenvolvimento humano e isso é feito, em parte, através da educação”, justificou Cláudia Azevedo, CEO da Sonae.

“O tema da educação é muito querido para a Sonae e era muito querido para o meu pai, ele próprio produto do elevador social da educação. Teve uma ótima professora primária, frequentou uma ótima secundária no Porto, depois fazendo engenharia e descobrindo, sem internet, o que era Harvard e foi para Harvard. Acreditava muito no poder da educação pela sua história de vida”, acrescentou.

Uma das formas que as empresas estão a encontrar para dar resposta às mudanças em curso passa pela adoção de programas de reskilling e upskilling. No painel de debate “Dos 0 aos 100: aprendizagem ao longo da vida”, João Duarte, professor na Nova SBE e coordenador da plataforma ReSkill Hub, explica a diferença. “A educação ao longo da vida é cada vez mais importante num contexto em que a tecnologia é, também ela, cada vez mais disruptiva a uma velocidade de mudança enorme. A requalificação tem numa perspetiva mais horizontal, tem a ver com aprender novas competências, mesmo que seja dentro da ocupação que desempenhamos, de forma a ganharmos novas aptidões e capacidade para desempenhar novas tarefas”, explica o professor. O upskilling está mais ligado ao aprofundamento das nossas competências. “Tem uma perspetiva mais vertical e já existe há algum tempo”, adianta.

Sendo o tecido empresarial português constituído maioritariamente por pequenas e médias empresas, o investimento pode ser um obstáculo aos programas de requalificação? Marta Cunha, head of transformation da Sonae e responsável pelo projeto de reskilling for employment, acredita que não. “O dinheiro para a educação não é o maior problema que nós temos. Existe muito financiamento à formação em Portugal”, afirma, dando como exemplo a iniciativa PRO_MOV, a materialização da iniciativa europeia Reskilling 4 Employment (R4E), criada pela European Round Table for Industry (ERT) construída de raiz com as empresas em função das suas necessidades. Este programa ambiciona a requalificação de um milhão de europeus até 2025 e cinco milhões até 2030.

Um dos grandes desafios, segundo Marta Cunha, é a consciencialização para a urgência da requalificação por parte das empresas no sentido de “perceberem do que vão precisar no futuro, do planeamento da sua força de trabalho, quais são as competências de hoje e as que irão precisar no futuro e como é que se estão a preparar para esse momento para não deixar ninguém para traz”. Mas também por parte dos trabalhadores, defende. “Ativos empregados e desempregados que olhem para a requalificação como algo que é sempre necessário e tenham essa atitude proativa”.

João Magalhães, cofundador da Code for All, chama a atenção para o facto de ainda desconhecermos muitos dos empregos do futuro na medida em que “estão a ser inventados agora”. “Como é que conseguimos nos sistemas de educação ajudar as crianças a terem as competências que interessam quando chegam ao mercado de trabalho?”, questiona, dando logo a resposta: “É necessário criar um ecossistema que inclua o setor privado, o publico e as startups. Só assim é que vamos conseguir responder a este desafio de criar uma cultura de estarmos constantemente curiosos, constantemente à procura de conhecimento e de nos atualizarmos”.

A responsável pelo projeto reskilling for employment na Sonae revela que os resultados do PRO_MOV são, para já, muito promissores. “Há um ano tínhamos uma turma com 13 pessoas. No final deste ano, esperamos acabar com algumas centenas de participantes, 14 cursos instalados e estamos a fazer o nosso caminho”. A responsável considera, no entanto que, mais importante do que saber quantas pessoas passaram pela formação e durante quantas horas, é a taxa de empregabilidade dos cursos. Nos três primeiros cursos, o PRO_MOV apresentou uma taxa de empregabilidade acima de 80%, indica. “Este indicador é muito importante para mudar o mindset”, defende.

É que as equipas de recursos humanos ainda sentem alguma desconfiança relativamente a este talento requalificado, quando comparado com outros”, explica, acrescentando que ter uma boa taxa de empregabilidade é uma garantia de qualidade. “As equipas de recursos humanos devem olhar para este talento, desde logo porque há escassez de talento e é preciso alargar as fontes de procura. Por outro lado, as pessoas que passam por estes processos de seleção e requalificação são exigentes, resilientes e motivadas”, sublinha.

Por outro lado, a responsável acredita as políticas de recursos humanos devem ter em conta duas tendências. A ideia de que as qualificações técnicas irão ficar cada vez mais obsoletas pelo que as empresas irão apostar cada vez mais no desenvolvimento pessoal dos seus trabalhadores, e o desenvolvimento de estímulos junto dos trabalhadores para desenvolver essa vontade de aprender ao longo da vida.

João Duarte, por seu turno, enumera o que as universidades podem fazer para contribuir para um ensino mais em linha com as competências que as empresas precisam já hoje e no futuro. As universidades devem “revisitar os seus programas para terem a certeza que estão a capacitar os alunos de pensamento critico e capacidade de empreender”, aconselhando a “focar os programas menos em conteúdo e mais em capacidade técnica”.

O professor universitário aconselha ainda as escolas do ensino superior a ter as portas abertas para os profissionais que querem reforçar as soft skills com programas customizados. “A maior parte das tarefas que estão a ser automatizadas não envolvem interação humana. O que se espera no futuro é que os trabalhadores reforcem as suas capacidades de lidar com o outro e trabalhar em equipa como vantagem competitiva no mercado de trabalho”.

Por último, o professor acredita que as universidades devem ter assento no processo de avaliação dos programas e iniciativas de apoio à formação, quer públicas quer privadas. “Para que atempadamente se percebam quais os programas e as iniciativas que melhor funcionam”, destaca.

Poucos dias depois do Innovators Forum’23, a divisão da Sonae dedicada ao retalho alimentar, a MC, veio a terreiro anunciar uma parceria com o Code for All, antiga Academia de Código, para lançar o Reboot MC, programa pioneiro no mercado nacional cujo objetivo é proporcionar oportunidades de reskilling e upskilling aos trabalhadores na área da programação.

Do retalho à logística e estruturas centrais da empresa, o programa foi concebido para fomentar o auto desenvolvimento e aprendizagem contínua, a partir de uma metodologia de ensino tecnológico personalizado.

Como vai funcionar? A Code for All está a realizar um serviço de formação interna para a MC que começa pela identificação das necessidades tecnológicas da empresa e avaliação da aptidão dos trabalhadores de se tornarem programadores. Depois, serão criados “programas de treino personalizados, ou bootcamps, com o objetivo de complementar as estruturas tecnológicas da empresa e alavancar das competências dos indivíduos”, explica a dona dos supermercados Continente.

Sonae dá 100 mil euros a dois projetos inclusivos de educação

A Sonae entregou um prémio de cerca de 100 mil euros a dois projetos de educação que se destacaram entre as 400 candidaturas à primeira edição do Prémio Sonae Educação: NoCode Institute e EKUI.O NoCode Institute concorreu com uma plataforma digital que tem a missão de requalificar e relançar carreiras de profissionais em risco pela economia digital. O objetivo deste projeto passa por democratizar as competências de construção de software através da programação visual.

A EKUI (acrónimo para Equidade, Knowledge, Universalidade e Inclusão), por sua vez, é um projeto que visa eliminar barreiras na comunicação linguística. O objetivo é permitir que crianças, jovens e adultos, independentemente das respetivas necessidades especiais, possam universalmente compreender-se uns aos outros. Esta comunicação é concretizada através de uma metodologia de alfabetização e reabilitação inclusiva, que combina quatro formas de comunicação: a gráfica, o braille, a língua gestual e o alfabeto fonético.

*Artigo originalmente publicado na edição 418

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Digital

Cerveja Sagres lança clube online pioneiro em Portugal

A pensar nos milhões de fãs de cerveja, a Cerveja Sagres acaba de lançar o Clube Sagres, um clube online, pioneiro em Portugal, que pretende ser um ponto de contacto […]

Hipersuper
tagsSagres

A pensar nos milhões de fãs de cerveja, a Cerveja Sagres acaba de lançar o Clube Sagres, um clube online, pioneiro em Portugal, que pretende ser um ponto de contacto contínuo entre a marca e os seus milhões de apreciadores.

A plataforma surge um ano depois do lançamento do novo site da marca e apresenta-se como o primeiro clube online e único na categoria de Cervejas em Portugal. “A ligação aos consumidores é um dos ativos mais importantes para a Cerveja Sagres, que procura proporcionar continuamente diferentes momentos e experiências”, destaca a empresa num comunicado.

O site permite aos seus membros, através de desafios rápidos (quizzes ou passatempos exclusivos), acumular pontos, ganhar prémios e viver experiências do futebol à música, como viagens para acompanhar e torcer pela sua equipa, bilhetes para jogos de futebol, bilhetes para concertos, visita à cervejeira de Vialonga, merchandising, edições especiais, garrafas magnum de Cerveja Sagres, mini frigoríficos entre vários outros prémios. A lista de prémios e as informação sobre os pontos acumulados, podem ser consultados  na secção ‘Área Pessoal’ de cada membro.

“Queremos estar ao lado dos nossos consumidores, porque são eles a essência da marca. Estamos muito entusiasmados com o lançamento do Clube – é como reunir uma enorme família de todos os que apreciam, apoiam e valorizam momentos vividos com a Cerveja Sagres. Esta é uma forma de agradecer aos fãs da marca por fazerem parte da sua história, mas também de lhes proporcionar experiências exclusivas e personalizadas que só a Cerveja Sagres pode oferecer”, sublinha Catarina Ferraz, responsável de marketing da Cerveja Sagres.

A inscrição no Clube Sagres é gratuita e pode ser feita em https://clubesagres.cervejasagres.pt/. Os membros têm que ser maiores de 18 anos e residentes em Portugal Continental ou Ilhas (Madeira e Açores). O regulamento pode ser consultado em https://clubesagres.cervejasagres.pt/.

Com o desenvolvimento criativo e técnico da WYcreative, o Clube Sagres está disponível em versão desktop e mobile.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Bruno Oliveira está na SUMOL+COMPAL

Bruno Oliveira está na SUMOL+COMPAL

Digital

SUMOL+COMPAL cria departamento Digital Hub & e-Business

É um novo departamento que pretende acelerar a transformação digital do marketing das marcas da empresa.

É um novo departamento que pretende acelerar a transformação digital do marketing das marcas da empresa. A SUMOL+COMPAL criou o departamento Digital Hub & e-Business que se caracteriza “pela partilha de conhecimento na área de marketing digital entre a SUMOL+COMPAL e os seus clientes”  e pretende criar cada vez mais valor para os clientes com quem trabalha, apoiando-os na elaboração da estratégia de marketing digital para maximizar o negócio.

Bruno Oliveira está na SUMOL+COMPAL

Bruno Oliveira, Head of Digital Hub & e-Business da SUMOL+COMPAL

Assente numa estrutura “ágil, composta por uma equipa multidisciplinar de especialistas, focada em Performance, Social & Community Strategy, e-Business, Content e Digital Architecture” , esta partilha de conhecimento também será interna, estando a empresa a planear  ações de formação em marketing para os seus colaboradores.

Desta forma, o novo departamento da empresa explora também o potencial das oportunidades criadas pela digitalização do SUMOL+COMPAL e do contacto que esta mantém com clientes e consumidores.

A nível interno, o Digital Hub & e-Business pretende trazer uma nova dinâmica, alicerçada no apoio aos canais de venda das marcas da empresa, para as quais vai definir, desenvolver e implementar estratégias de marketing digital.

“O Digital Hub & e-Business responde aos desafios do digital, que está em constante transformação, e identifica e potencia as suas oportunidades. Neste sentido, queremos ser uma plataforma de partilha de conhecimento de marketing digital inovador com os nossos clientes e os nossos consumidores, um conhecimento que será também canalizado para desenvolvermos ecossistemas proprietários relevantes destinado à transformação da nossa pegada digital e à criação de valor para todos os stakeholders” sublinha Bruno Oliveira, Head of Digital Hub & e-Business da SUMOL+COMPAL.

Rodrigo Costa, diretor de Marketing da SUMOL+COMPAL para Portugal e Espanha, destaca  que “a criação de um hub digital vai redefinir a gestão das marcas da SUMOL+COMPAL através de um centro de competência interno. Assim, vamos transformar a forma como a equipa trabalha os ativos digitais das marcas, desenvolver melhores conteúdos e otimizar o desempenho dos seus investimentos”.

Na SUMOL+COMPAL desde 2007, Bruno Oliveira ficou, em 2014, responsável pela gestão da marca Sumol, iniciando a sua transformação digital e, para a qual, criou um ecossistema próprio que gerou mais conhecimento sobre as tendências digitais e o comportamento do consumidor. Este conhecimento materializou-se na implementação de projetos inovadores tais como Cocreators by Sumol, Sumol X, Latas Tu e Metaverso. Em 2021, a marca Sumol foi considerada pelo Tiktok como uma das marcas de referência desta rede social, a nível global.

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

Digital

Durante os quatro dias do Web Summit foram realizadas 84 mil compras no recinto

A SIBS voltou a ser o Oficial Cashless Event Partner da Web Summit, oferecendo uma experiência totalmente cashless no recinto. Nesta edição de 2022, disponibilizou diferentes soluções de pagamento- nesta […]

Hipersuper

A SIBS voltou a ser o Oficial Cashless Event Partner da Web Summit, oferecendo uma experiência totalmente cashless no recinto. Nesta edição de 2022, disponibilizou diferentes soluções de pagamento- nesta edição ainda mais inovadoras – como o SoftPOS tap and pay no smartphone e o MB WAY QR Code Express, para compras eletrónicas mais rápidas, cómodas e seguras.

Durante os quatro dias do evento foram realizadas 84 mil compras no recinto, o que revela um aumento de 42% no número total de operações face à Web Summit de 2021, sendo o valor médio por compra de 12,25 euros, um aumento de 19% face ao ano anterior.

Os dados do SIBS Analytics revelam ainda que, do total de compras, 19,9% foram realizadas com cartões nacionais e 80,1% com cartões estrangeiros, de 120 nacionalidades diferentes. Entre o TOP 5 de nacionalidades destaca-se o Reino Unido (10,5%), a Alemanha (7,8%), o Brasil (5,5%), os E.U.A. (4,9%) e Ucrânia (4,3%). Mantêm-se assim os países mais representados em 2021, com exceção da Polónia que foi substituída este ano pelos E.U.A.

O pico das transações deu-se no dia 2 de novembro, quarta-feira, às 13h24m.

Também as compras e levantamentos no distrito de Lisboa aumentaram 24,9% em número de operações na semana da Web Summit (período de 29 de outubro a 6 de novembro) face ao período homólogo, e 48,1% em número total de transações realizadas por estrangeiros face à Web Summit de 2021. Sobre o tempo de permanência em Lisboa dos estrangeiros que visitaram a Web Summit, 17% estiveram na região de Lisboa no fim de semana anterior e 42% no fim de semana seguinte ao evento.

Com base na atividade dos cartões na Rede Multibanco, os setores de atividade onde se registaram mais operações foi em supermercados (28,9%), restauração (25,9%) e gasolineiras (4,9%).

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Digital

SAS disponibiliza ferramenta digital gratuita para avaliar capacidades de marketing analítico

Para dar resposta aos novos contextos de relacionamento entre as marcas e os consumidores, a SAS lançou a ferramenta digital “Marketing Confidence Quotient”

Rita Gonçalves

Para dar resposta aos novos contextos de relacionamento entre as marcas e os consumidores, a SAS lançou a ferramenta digital “Marketing Confidence Quotient” (MCQ) que permite às empresas fazer uma avaliação das suas capacidades de marketing analítico.

“O objetivo é ajudar as marcas a identificar a maturidade das suas capacidades de marketing e analíticas, em cinco competências: estratégia, organização e estrutura, tecnologia, processo e medição, e desenvolver um plano de ação para reimaginar a forma como fazem marketing”, explica um comunicado da tecnológica.

“Estamos a viver um momento em que a experiência do cliente é mais importante do que nunca e, neste sentido, as marcam devem fortalecer os vínculos que as unem com os seus clientes”, afirma Jorge Zafra, diretor de marketing do SAS Iberia, a propósito do lançamento desta ferramenta. “O MCQ aborda o centro desta mudança. Esta avaliação ajudará os profissionais de marketing a desenvolver um plano de ação para reimaginar o marketing – criando experiências de cliente personalizadas em tempo real que aumentam a rentabilidade dos negócios, otimizam as operações e promovem uma lealdade duradoura à marca”, defende.

Como funciona o MCQ?

No final da avaliação do MCQ, que tem uma duração de cerca de dez minutos, os entrevistados recebam a pontuação para a maturidade das suas capacidades de analítica do cliente, pontuações de competências individuais nas diferentes categorias e como se classificam em comparação com os seus pares do setor.

O resultado, segundo o SAS, ajudará os profissionais de marketing a identificar os seus pontos fortes e débeis em quatro áreas principais: Cliente digital (os clientes esperam aquilo que se denomina “relevância como serviço”, uma experiência muito mais personalizada, imediata, envolvente e autêntica; Confiança digital (proteger os dados do cliente não é uma necessidade, é uma vantagem competitiva); Lealdade digital (as marcas que terão sucesso na próxima década serão aquelas que se transformarem em empresas de fidelização); e, por último, Agilidade e automação (para serem competitivas, as empresas devem apostar na agilidade e usar a automação para acelerar a decisão, reduzir o risco e estabelecer compromissos com o cliente em tempo real).

 

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Borja Aranguren e Daniel Olea, fundadores da Cobee

Digital

Cobee. A plataforma online de gestão de benefícios para colaboradores inicia operações em Portugal

“Queremos trazer ao país a verdadeira transformação digital do setor da gestão de benefícios dos trabalhadores”, afirma Borja Aranguren, co-fundador da Cobee

Rita Gonçalves

Borja Aranguren e Daniel Olea, fundadores da Cobee

“Queremos trazer ao país a verdadeira transformação digital do setor da gestão de benefícios dos trabalhadores”, afirma Borja Aranguren, co-fundador da Cobee

A Cobee, plataforma digital que permite gerir os benefícios para os trabalhadores de forma autónoma, flexível e automatizada, abriu escritório em Lisboa. Através da adoção desta plataforma, utilizada já por empresas como PwC, Telefónica, Booking, TripAdvisor e Glovo em Espanha, as organizações podem pôr nas mãos dos colaboradores a gestão dos seus próprios benefícios, ao mesmo tempo que reduzem os encargos administrativos de recursos humanos e otimizam a gestão, garantem os fundadores da marca, Borja Aranguren e Daniel Olea, que decidiram expandir as operações para Portugal

Desde a sua criação, em 2018, a Cobee obteve uma injeção de capital na ordem dos 2,1 milhões de euros contando com investidores como Speedinvest, Target Global e o business angel Chris Bouwer, cofundador da plataforma de pagamento Adyen.

“A entrada em Portugal é um passo lógico na estratégia da Cobee, que desde o primeiro momento soubemos que queríamos dar. 2021 será um ano de mudança e nós queremos trazer ao país a verdadeira transformação digital do setor da gestão de benefícios. Esta aposta de grande monta que agora fazemos será crucial para levar a bom porto os nossos planos para o futuro e estamos confiantes de que vamos  provar que a Cobee representa a flexibilidade que os colaboradores procuram e a forma mais inovadora de oferecer os benefícios que merecem”, comenta Borja Aranguren. “Com a abertura da sede em Lisboa pretende-se replicar o modelo de sucesso que já triunfa em Espanha e adaptá-lo às necessidades das empresas e trabalhadores portugueses”, acrescenta.

Os colaboradores “sentiam que os planos de benefícios tradicionais não cobriam as suas necessidades, eram complicados de solicitar e não traziam valor acrescentado ou motivação extra às suas condições de trabalho” e, por isso, a empresa desenvolveu esta plataforma onde “os colaboradores consomem estes benefícios através de uma intuitiva aplicação móvel, a partir da qual podem solicitar diferentes serviços como, por exemplo, um seguro médico ou um curso de formação, aumentando o seu sentido de bem-estar e pertença à empresa”.

Já as empresas, através das suas equipas de recursos humanos, “acedem a uma única interface, a partir da qual podem criar, administrar e personalizar os seus planos, estabelecendo diferentes condições em função de cada grupo de colaboradores”, termina.

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Decoração e Bricolage

Nova aplicação da IKEA já permite fazer compras

A nova “app mobile” para o mercado português, possibilita, pela primeira vez, efetuar encomendas e o pagamento das compras

Rita Gonçalves

A IKEA lançou uma nova aplicação que permite fazer compras. A nova “app mobile” para o mercado português, possibilita, pela primeira vez, efetuar encomendas e o pagamento no ecrã com a aplicação instalada. Além disso, a app permite criar listas de compras, verificar o stock e obter informação, como a localização, os materiais ou as dimensões dos artigos. A cadeia de origem sueca também integrou o “cartão de membro” IKEA Family na nova aplicação.

“A acessibilidade e a comodidade são aspetos cada vez mais importantes no processo de compra, e tornaram-se ainda mais relevantes em 2020”. Com a nova aplicação, que vem substituir a versão anterior, a marca consegue oferecer uma “experiência mais integrada e melhorada para os seus clientes”, revela um comunicado da IKEA.

A cadeia de mobiliário e decoração anunciou ainda que vai reforçar a parceria com os CTT para a entrega de encomendas até ao final do ano. A iniciativa vai permitir “que os clientes enviem as suas encomendas para um dos 1.881 pontos de contacto que integram a sua rede”, desde as lojas CTT, aos Pontos CTT e Cacifos 24H, passando pelos agentes Payshop, adianta. “Assim, não ficam condicionados apenas à entrega em casa ou no trabalho e passam a ter mais possibilidades no momento de agendar a entrega das suas compras”.

A IKEA anunciou também que estabeleceu uma parceria com a plataforma de serviços de gestão de tarefas “TaskRabbit”. A ideia é ajudar as pessoas a encontrar soluções para tarefas domésticas. “O modelo de atuação desta plataforma baseia-se na ligação entre clientes e “taskers” que vão ajudar nas tarefas solicitadas, que podem ser montagem de móveis, limpezas, reparações ou pinturas, entre outras”, explica.

A TaskRabbit foi adquirida pelo Grupo Ingka, dono da IKEA, em 2017 e, desde então, a plataforma está ativa em todas as cidades nos EUA onde a retalhista tem operação e está a crescer no Canadá, Espanha, França, Alemanha e Reino Unido. Portugal é o mais recente passo na expansão global.

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Fernando Braz, country lider da Salesforce em Portugal

Digital

Salesforce reforça investimento em Portugal com abertura de escritório e designa novo líder

A empresa tecnológica norte-americana especializada em Customer Relationship Management está a reforçar a aposta no mercado português com a abertura de um escritório em Lisboa e a nomeação de Fernando Braz para liderar os destinos do negócio em Portugal

Hipersuper

Fernando Braz, country lider da Salesforce em Portugal

A Salesforce, empresa tecnológica norte-americana especializada em Customer Relationship Management (CRM), está a reforçar a aposta no mercado português com a abertura de um escritório em Lisboa e a nomeação de Fernando Braz para liderar os destinos do negócio em Portugal.

A empresa com clientes na área do retalho, como a Sonae MC (divisão de retalho alimentar) e o grupo Brodheim (que representa em Portugal marcas como Burberry, Furla e Guess), pretende com esta aposta não só reforçar o trabalho que desenvolve com a atual carteira de clientes, mas também conquistar a representação de novas Pequenas e Médias Empresas (PME) e startups.

“O mercado português será agora alvo de um maior foco pelo potencial de crescimento que representa, em particular num período de recuperação necessária por parte do tecido empresarial português”, diz a Salesforce em comunicado de imprensa.

“O reforço começa com uma equipa própria, liderada por Fernando Braz. Licenciado em Gestão, Braz é um apaixonado pelas tecnologias e por impulsionar as empresas e a sociedade através das tendências digitais e de inovação como a cloud, aplicações de negócios de CRM, Inteligência Artificial e Analytics”, acrescenta o comunicado.

No seu percurso profissional, Fernando Braz trabalhou no Grupo José de Mello e no Banco Millennium BCP.

“Fernando Braz será também responsável por recrutar uma equipa dedicada ao mercado português, sendo que toda a estrutura internacional da empresa também estará presente, à distância, com diferentes recursos e colaboradores dedicados a ajudar a maximizar a presença da Salesforce no país”.

A Salesforce fechou o ano fiscal de 2020 com um crescimento de 29% na faturação para 17.1 mil milhões de dólares, “impulsionado pela aceleração e transformação digital das empresas que fizeram da empresa um parceiro de confiança. Dentro deste universo a Europa é o mercado que mais cresce, razão pela qual há agora um reforço do investimento em Portugal”, acrescenta o documento.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Data Center

Gestores confiantes na recuperação célere da economia europeia

Dois terços dos líderes empresariais em todo o mundo mostram-se otimistas e acreditam na rápida recuperação do mercado europeu, revela um estudo da Accenture

Rita Gonçalves

Dois terços dos líderes empresariais em todo o mundo mostram-se otimistas e acreditam na rápida recuperação do mercado europeu face à crise económica causada pela pandemia da COVID-19, revela um estudo da Accenture.

O relatório, intitulado “Bold Moves in Tough Times” revela que três em cada dez entrevistados esperam que a recuperação da Europa seja bastante rápida e em V, enquanto 37% dos inquiridos preveem que seja mais lenta mas constante, em U, nos próximos 12 meses.

O setor mais otimista é o da saúde. Um total de 34% dos líderes empresariais espera um aumento da procura por estes serviços na Europa. Segue-se o setor de comunicações, media e entretenimento, com 52% dos entrevistados a prever uma recuperação em forma de V nos seus mercados europeus. Pelo contrário, nos setores automóvel e da aviação, turismo e transporte, apenas 7% e 12% dos entrevistados, respetivamente, espera uma recuperação célere da economia europeia.

O relatório da Accenture realça a partilha de expectativas sobre uma recuperação mais veloz das economias alemã, nórdica e britânica, seguidas por França, Espanha e Itália. Os líderes empresariais europeus estão ainda otimistas em relação à competitividade da Europa, com quatro em cada 10 entrevistados a acreditar que as empresas europeias serão mais competitivas em relação aos seus pares nos EUA do que eram antes da crise. Quando comparadas às empresas chinesas, 43% dos inquiridos referiu acreditar na maior competitividade das empresas europeias.

Para Jean-Marc Ollagnier, CEO da Accenture na Europa, “este otimismo em relação à recuperação económica e à competitividade da Europa oferece às empresas europeias uma oportunidade única de reforçar sua liderança e de diminuir a distância em relação aos seus concorrentes americanos e asiáticos. No entanto, esta meta dependerá das ações inovadoras que surgirem como reflexo desse otimismo. O maior risco é de que os líderes empresariais europeus confiem demasiado no apoio do governo, permaneçam na defensiva e não invistam na inovação, que muda paradigmas – porque a concorrência global não vai esperar”.

“Os líderes empresariais da Europa devem começar já hoje a reinventar-se para a sobrevivência num mundo pós-COVID-19. Este é o momento para pensar e agir de forma diferente e assumir riscos equilibrados que permitam a criação de resiliência a longo prazo. É urgente que se renovem modelos de crescimento capazes de se adaptar ao que chamamos de novo normal”, acrescenta.

 

 

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

Digital

BlockStart: programa europeu de blockchain tem €265 mil para acelerar projetos de retalho e fintech

O programa de aceleração de tecnologias blockchain gere, na sua Open Call #2, um fundo de 265 mil euros para investir em startups e PME nas áreas do retalho, fintech e TIC

Rita Gonçalves

Chama-se BlockStart e é um projeto europeu co-liderado pela tecnológica britânica F6S, pela portuguesa Bright Pixel e pela consultora CIVITTA.

O programa de aceleração de tecnologias blockchain gere, na sua Open Call #2, um fundo de 265 mil euros para investir em startups e PME (Pequenas e Médias Empresas) nas áreas do retalho, fintech e TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) na União Europeia.

As candidaturas ao programa, que tem como objetivo facilitar parcerias entre startups com soluções blockchain e PME que queiram adoptar a tecnologia, podem ser realizadas até 30 de setembro. O BlockStart’s Partnership Programme, financiado pelo programa Horizonte 2020 da Comissão Europeia, tem a duração de seis meses e disponibiliza às empresas, além de financiamento, mentoring e acesso a investidores.

As startups selecionadas poderão receber até 20 mil euros a fundo perdido por piloto e as PME até 4,500 euros pelo seu envolvimento no processo de validação das tecnologias de blockchain desenvolvidas no âmbito do projeto, explica a F6S em comunicado.

Sobre o autorRita Gonçalves

Rita Gonçalves

PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 Hipersuper. Todos os direitos reservados.