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Opinião: Gestão retalhista à distância de um clique

Por a 14 de Maio de 2018 as 12:25
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David Pérez del Pino, diretor-geral da Checkpoint Systems em Portugal e Espanha

A faturação do retalho mundial tem crescido exponencialmente nos últimos anos, procurando constantes melhorias na experiência de compra do cliente nas suas lojas físicas, mas também no que ao online – omnichannel – diz respeito.

De facto, nos tempos que correm, uma loja não existe sem a outra e o cliente não concebe não conseguir informação de uma sobre a outra. Na realidade, assim como um cliente se desloca a uma loja física para adquirir um produto que não está em stock, poderá significar a perda do cliente em si não ter disponível online informação de disponibilidade em loja.

Neste sentido, a tecnologia de gestão de retalho tem evoluído para uma integração de circuitos e de ferramentas que dão ao retalhista a capacidade de, com apenas um clique, gerir diversas lojas, os stocks totais, as referências de produto, movimentação em loja dos clientes, entre muitos outros dados que lhe chegam através de plataformas, como antenas com contagem de clientes e software de gestão de inventário. Estes dados, quando corretamente trabalhados entre as equipas de gestão, segurança e marketing, permitem criar campanhas futuras de vendas, gerir de forma automática stocks e até prevenir perdas identificando pontos fracos na segurança de cada loja e da cadeia retalhista em si mesma.

Não se fala aqui de prescindir de funcionários no retalho, pois são grande parte da força motriz das empresas, mas sim de lhes outorgar ferramentas de análise e gestão do seu dia a dia que se irão refletir em experiências de compra melhores, eficiência e eficácia em loja, em fidelização de clientes e, em última análise, em incremento do lucro.

Ao serviço desta nova forma de gerir as empresas estão tecnologias como a etiquetagem na origem, o RFID, a telemanutenção e os dados gerados por diferentes ferramentas como os contadores de antenas, para além, claro está, do input que os clientes e os colaboradores trazem às empresas diariamente.

Esta forma de gerir o retalho implica não apenas uma maior aposta nas tecnologias que existem no mercado, mas também uma maior colaboração entre os retalhistas, com as suas problemáticas, e os provedores de soluções de prevenção de perdas e gestão, com as suas soluções. Na verdade, é através desta estreita colaboração que se faz a tecnologia evoluir a cada dia que passa e que se consegue, não apenas gerar soluções, mas também informação essencial para fazer evoluir e avançar o retalho no sentido de melhoria constante da gestão, dos stocks e da experiência de venda/compra.

 

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