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Decoração e Bricolage

Leroy Merlin e Aki anunciam fusão

O grupo de origem francesa ADEO anunciou a fusão das cadeias especializadas em artigos para o lar Leroy Merlin e Aki sob uma estrutura empresarial única no mercado espanhol. Em Portugal, fonte da ADEO disse ao HIPERSUPER que o grupo se encontra a reorganizar a sua estrutura empresarial. O processo “está em curso” com o “objetivo estrutural de reforçar sinergias entre as suas empresas”, “tendo em vista os desafios do futuro”

Rita Gonçalves
Decoração e Bricolage

Leroy Merlin e Aki anunciam fusão

O grupo de origem francesa ADEO anunciou a fusão das cadeias especializadas em artigos para o lar Leroy Merlin e Aki sob uma estrutura empresarial única no mercado espanhol. Em Portugal, fonte da ADEO disse ao HIPERSUPER que o grupo se encontra a reorganizar a sua estrutura empresarial. O processo “está em curso” com o “objetivo estrutural de reforçar sinergias entre as suas empresas”, “tendo em vista os desafios do futuro”

Rita Gonçalves
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O grupo de origem francesa ADEO anunciou a fusão das cadeias especializadas em artigos para o lar Leroy Merlin e Aki sob uma estrutura empresarial única no mercado espanhol, segundo a imprensa do país vizinho. O objetivo da integração das marcas numa única estrutura passa por “estar mais perto do consumidor” e “consolidar a posição de mercado”.

A nova estrutura empresarial vai apostar em modelos de loja multiformato e omnicanal, adaptadas ao contexto que cada localidade: lojas de pequena dimensão com um conceito de proximidade ou grandes superfícies comerciais.

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A primeira fase do projeto de integração arranca março, com três projetos piloto que vão ter lugar em três unidades do Aki (Madrid, Toledo e Girona). A conclusão da fusão numa estrutura comum está prevista para 2019 e a transformação do parque de lojas para os novos formatos deverá terminar no ano seguinte, em 2020.

No que diz respeito às marcas, o grupo assegura que está a trabalhar “numa plataforma de marca comercial que responda às particularidades dos diferentes formatos” que anunciará em breve.

leroy merlin

E em Portugal?

O Hipersuper contactou a filial portuguesa do grupo para perceber se a fusão se aplica também no nosso País. Fonte da empresa confirmou que o grupo ADEO se encontra a reorganizar a estrutura empresarial em Portugal. “Por ser um processo que está em curso, envolvendo as duas empresas, requer ainda uma análise rigorosa. Só depois de concluído este estudo, poderá ser tomada uma decisão mais concreta, bem como a definição dos contornos específicos em que a mesma irá acontecer”.

“Neste momento, a ADEO tem como objetivo estrutural reforçar sinergias entre as suas empresas e os diferentes mercados tendo em vista os desafios do futuro. Existe uma aposta constante na perspetiva de renovação, de mudança para a liderança, não pela dimensão, mas pela proximidade e melhoria de serviço ao cliente, pelo agir com sentido, com utilidade. É neste contexto, que a ADEO está constantemente a estudar novas hipóteses de negócio que possam atingir, de uma forma estruturada e sólida, os seus objetivos de crescimento”.

A Leroy Merlin opera 12 lojas no mercado nacional. As próximas duas aberturas no País, que devem acontecer em 2018, estão planeadas para Leiria e Aveiro. A empresa prevê alcançar as 18 lojas em Portugal até 2020.

O Aki, por sua vez, opera 38 pontos de venda em Portugal e tem em curso um plano de expansão que prevê ter 64 lojas, em 2020, um investimento global de 100 milhões de euros.

Sobre o autorRita Gonçalves

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Arlindo Cunha, presidente da CVR Dão

Bebidas

Dão Invicto vai apresentar os vinhos do Dão ao público do Porto

“O Dão Invicto é um evento de contato direto com consumidores, que visa apresentar os vinhos do Dão ao público da cidade do Porto”, refere ao Hipersuper o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão), Arlindo Cunha.

O Dão Invicto, evento de vinhos que celebra a tradição vitivinícola da região do Dão, está de regresso e realiza-se este ano a 19 e 20 de julho, no Mercado do Bolhão, Porto.

Na edição de 2024, cerca de 20 produtores da região vão dar a provar os seus vinhos. Haverá ainda diversas provas comentadas por especialistas convidados, em que será dado destaque a diferentes especificidades dos vinhos Dão, como monovarietais das castas Encruzado, Touriga-Nacional, Alfrocheiro ou Jaen.

“Também teremos porta-vozes disponíveis para falar sobre o evento e outros temas que têm estado na agenda mediática nos últimos tempos”, revela o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão), ao Hipersuper.

“O Dão Invicto é um evento de contato direto com consumidores, que visa apresentar os vinhos do Dão ao público da cidade do Porto”, destaca Arlindo Cunha, acrescentando que apesar de não se destinar especificamente ao enoturisto, ao escolher o Mercado do Bolhão para a edição deste ano, a CRV Dão “teve também o propósito de captar turistas que, provando os nossos vinhos, serão também um fator de divulgação dos mesmos”.

O responsável recorda que a Comissão tem desenvolvido várias atividades relacionadas com o enoturismo, muitas das quais através da Rota dos Vinhos do Dão, que conta neste momento com cerca de 50 aderentes em toda a região, ou através da presença em feiras nacionais e internacionais especializadas em turismo e enoturismo.

Vinhos complexos, longos e equilibrados

O Dão têm características próprias, vincadas pelas castas nativas ou ali radicadas há muito, como Touriga-Nacional, Encruzado, Alfrocheiro, Jaen, Bical, Malvasia-Fina, Cerceal ou Uva Cão, que originam uma “complexidade de vinhos” com “caráter e elegância”, que se distinguem “pela sua frescura, complexidade e equilíbrio, pela sua longevidade e vocação eminentemente gastronómica”, apresenta o presidente da CVR Dão.

“Esta enorme diversidade genética da vitis vinífera, traduzida em cerca de 70 castas devidamente identificadas e caracterizadas pelo Centro de Estudos Vitivinícolas do Dão, levou o crítico internacional de vinhos Paul White a afirmar que o Dão é a ‘Arca de Noé’ das castas portuguesas”, sublinha Arlindo Cunha.

Em 2016, no âmbito do PO Centro 2020, a CVR Dão foi uma das cinco comissões vitivinícolas a integrarem o Projeto Estratégico de Apoio à Fileira do Vinho na Região Centro, que teve como objetivo incentivar a promoção dos vinhos da Região Centro – Dão, Bairrada, Beira Interior, Lisboa e Tejo.

Investimento em I&D

A par das ações de promoção, a CVR Dão tem investido em projetos que aliam as especificidades endógenas à investigação e inovação.

Foi o caso da caracterização do comportamento agronómico de Encruzado e Touriga Nacional, “duas castas de elevado potencial para a região do Dão”, em várias parcelas da região, em conjunto com o Instituto Politécnico de Viseu (IPV). “Este projeto encontra-se agora num terceiro ciclo, através do programa PROVERE – ‘Estratégia para a Valorização da Fileira dos Vinhos’, onde se pretende continuar esta caracterização, bem como desenvolver outras linhas de I&D aplicada à fileira”, explica Arlindo Cunha.

Em 2021, a Comissão definiu uma Agenda de Investigação, Desenvolvimento e Inovação para a Região do Dão, para dar resposta às necessidades de base científica do setor para para melhorar a sua competitividade. Nesse âmbito, em 2022 foi estabelecida a implementação do Polo do Dão do CoLAB Vines & Wines, financiado pela Missão Interface, da Fundação para a Ciência e Tecnologia. O Polo do Dão, resulta da parceria entre a CVRD, a ADVID, a CCDRC e o IPV.

E no âmbito do PRR – Agenda Mobilizadora Vine & Wine.PT, a CVR Dão é um dos parceiros do projeto ‘Biogrape Sustain’, que tem como objetivo caracterizar variedades autóctones com elevado potencial para a qualidade e autenticidade dos vinhos do Dão, tendo iniciado este projeto em 2022.

O Dão Invicto 2024, que inclui a realização de workshops de vinho, tem as portas abertas no Mercado do Bolhão entre as 15h e as 20h.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Retalho

Buy Now Pay Later já entrou nos hábitos de consumo dos portugueses

Portugal é, atualmente, o segundo país europeu onde o BNPL é mais adotado, ficando apenas atrás da Alemanha, recorrendo ligeiramente mais aos pagamentos a prestações (59%) do que aos pagamentos diferidos (57%).

O mercado do Buy Now Pay Later (BNPL) tem vindo a crescer em toda a Europa, com quase 7 em cada 10 dos consumidores a utilizarem este método de pagamento (68%). Esta é uma das conclusões do estudo anual sobre as tendências no setor dos pagamentos, realizado pela FLOA em parceria com a Kantar, que revela que o pagamento fracionado e o pagamento diferido são amplamente adotados como solução de pagamento e esperados pelos consumidores aquando do planeamento de uma compra.

De acordo com o mesmo estudo, 71% dos portugueses já utilizaram o BNPL no mercado nacional, 41% dos quais são utilizadores regulares. Esta percentagem está alinhada com a tendência geral de utilização na Europa: 68% dos europeus utilizam o BNPL e 44% são utilizadores regulares.

Portugal é, atualmente, o segundo país europeu onde o BNPL é mais adotado, ficando apenas atrás da Alemanha, recorrendo ligeiramente mais aos pagamentos a prestações (59%) do que aos pagamentos diferidos (57%).

Além disso, 51% dos utilizadores nacionais fazem uma a três compras por ano recorrendo a estas soluções (40% à escala europeia). 26% dos portugueses fazem oito compras ou mais (40% dos utilizadores europeus) por ano com soluções BNPL.

O estudo destaca o uso crescente de BNPL para compras de eletrodomésticos (50%), que é a primeira categoria de produtos pagos com soluções BNPL em 2023. Os produtos tecnológicos estão em segundo lugar (44%) e as viagens (34%) em terceiro lugar.

O BNPL é utilizado pelos portugueses, em primeiro lugar, como uma solução para fazer face a acontecimentos inesperados (64%), mas é também uma forma de comprar produtos mais qualitativos ou sustentáveis (49%) ou de se agradar a si próprios (39%).

Alexandre Carrera Lejeune, responsável da FLOA para a Península Ibérica, declara que “os estudos realizados anualmente em conjunto com a Kantar desempenham um papel fundamental para conhecer a opinião dos portugueses sobre os diferentes meios de pagamento e, em particular, sobre o uso de soluções BNPL”.

“Os resultados mostram que, tanto online como nos pontos de venda físicos, a utilização de métodos de pagamento digitais está a aumentar, e o BNPL não é exceção. Devido à sua capacidade de proporcionar maior flexibilidade orçamental, esta solução está a ser adotada por um número crescente de portugueses”, acrescenta.

Método de pagamento é o segundo critério mais importante para os consumidores na escolha de uma marca em Portugal

A importância do BNPL está muito ligada à experiência do cliente e prova disto é que o tipo de método de pagamento disponível é o segundo critério mais importante para os consumidores na escolha de uma marca em Portugal (37%), a par da notoriedade da mesma. É também um fator valorizado na medida em que mais de metade dos utilizadores portugueses de soluções BNPL (54%) mudaria de ponto de venda se este método de pagamento não lhe fosse disponibilizado.

Online, os consumidores portugueses continuam a enfrentar algumas situações incómodas: a recusa de uma facilidade de pagamento (95%) e a necessidade de descarregar uma aplicação (90%) continuam a ser as mais incómodas e podem mesmo levá-los a desistir da mesma (56% e 57%, respetivamente).

Já em pontos de venda físicos, a recusa de uma facilidade de pagamento (93%) ou de um método de pagamento (92%) e a necessidade de comunicar informações pessoais (90%) são as mais incómodas e podem levá-los a abandonar o estabelecimento (mais de 40%).

Sensíveis à qualidade dos produtos que escolhem, 74% dos portugueses estão dispostos a pagar mais por produtos de melhor qualidade ou mais sustentáveis.

Neste sentido, o BNPL pode ajudar no caminho para um consumo mais sustentável, uma vez que 49% dos utilizadores portugueses o consideram como uma forma de adquirir bens de maior qualidade ou mais responsáveis do ponto de vista ambiental.

Além disso, mais de um terço (37%) sentir-se-ia encorajado a comprar em segunda mão se soluções de BNPL estivessem disponíveis facilmente para este tipo de compra.

O estudo Payment Trends, realizado pela FLOA em parceria com a Kantar em 2023, envolveu mais de 4.000 inquiridos distribuídos geograficamente em França, Espanha, Bélgica, Itália, Portugal, Alemanha e Países Baixos.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

ESG

Delta é a marca para a qual a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro

Segundo a OnStrategy, a EDP e a Delta lideram o ranking das marcas com mais valor de ESG em Portugal. O estudo conclui que sustentabilidade já devia contribuir com 19,8% para o valor financeiro das marcas portuguesa mas nas 100 mais valiosas o contributo direto é de apenas 12,7%.

Quando falamos de sustentabilidade e de marcas portuguesas, a EDP e Delta lideram o ranking de valor financeiro. Os dados são da OnStrategy que desenvolveu um trabalho que analisa o impacto económico da sustentabilidade no valor financeiro das marcas. Este estudo segue as normas ISO10668 (avaliação financeira de marca) e ISO20671 (avaliação de estratégia e força de marca).

A sustentabilidade deveria representar 19,8% do valor financeiro das marcas portuguesas mas as 100 marcas mais valiosas do país registam apenas uma contribuição de 12,7%. Para a consultora multidisciplinar focada na criação e otimização do valor financeiro das marcas e organizações dos seus clientes e parceiros, este desfasamento revela o potencial inexplorado no impacto económico da sustentabilidade.

A EDP destaca-se como a marca portuguesa com o maior valor financeiro associado à sustentabilidade, totalizando 406 milhões de euros. A Galp Energia, Pingo Doce, Continente, Super Bock, The Navigator Company, CTT, Worten, Parfois, Sagres fazem parte do Top25 deste ranking divulgado pela OnStrategy.

A Delta é a marca onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro, com 16,8%, estando mais próxima do seu valor potencial de contribuição.

Ranking_ESG_ OnStrategy

De acordo com João Baluarte, partner da OnStrategy, as organizações enfrentam quatro grandes desafios no âmbito da sustentabilidade: o que fazer, como fazer, o que comunicar e como comunicar que são essenciais num contexto em que as questões de sustentabilidade se tornaram uma obrigatoriedade legislativa.

“O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores e que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações até por via legislativa, e nos últimos anos foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações têm de cumprir no âmbito da agenda de sustentabilidade”, sublinha.

Os quatro desafios são: o que fazer, porque “independentemente do esforço financeiro a que as empresas são chamadas, já existem regras definidas para todos os setores de atividade com calendários de implementação e informação (report) definidos” e como fazer, como vários especialistas “em campo a desenvolver planos de implementação” começa por enumerar.

O que comunicar é também apontado, porque “aquilo que são as obrigações e imposições não coincidem no todo com aquilo que é relevante para os diferentes stakeholders. Há muitos assuntos da agenda de sustentabilidade que têm de ser concretizados mas não têm de ser comunicados no seu todo e de forma igual aos diferentes stakeholders, e aqui reside outro desafio para as organizações sobre os conteúdos relevantes para cada stakeholder (ambiente ecológico e de trabalho, cidadania, governo)”.

Por último, como informar, já que “se estamos a falar de diferentes stakeholders e diferentes contéudos de comunicação, há um último desafio que reside na efetividade da comunicação (inclusive do ponto de vista financeiro) através da seleção dos touchpoints mais eficientes (meios tradicionais e digitais, eventos, patrocínios, marketing direto, ponto de venda)”, conclui João Baluarte.

 

 

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

Retalho

Mango regista melhor semestre da sua história

A Mango terminou os primeiros seis meses do ano com a maior faturação dos seus 40 anos de história, com um volume de negócios superior a 1.543 milhões de euros, mais 6,3% do que no mesmo período do ano anterior.

Hipersuper

A Mango terminou os primeiros seis meses de 2024 com a maior faturação dos seus 40 anos de história, com um volume de negócios superior a 1.543 milhões de euros, o que representa um aumento de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Presente em mais de 115 mercados e com 2.566 lojas em todo o mundo, a Mango atribui os bons resultados do grupo à boa aceitação por parte dos seus clientes das suas coleções e da sua proposta de valor, concebidas em Barcelona.

A sua aposta no estilo aspiracional e pessoal, no seu excelente serviço prestado ao cliente e na sustentabilidade como eixo transversal conseguiram impulsionar as vendas das linhas de negócio durante os primeiros seis meses do ano. Em comunicado, a retalhista avança que a Mango Man registou um forte crescimento de mais de 21% e a Mango Kids/Teen cresceu mais de 11% durante o mesmo período. A Mango Woman continua a ser o grande motor da atividade do grupo, com um ligeiro crescimento de 4%, pelo que atingiu o volume de negócios mais elevado da história da empresa num semestre e representa 79% do total de faturação.

Toni Ruiz, CEO da Mango, destaca que “num ambiente muito competitivo, a empresa conseguiu registar o melhor semestre da sua história, crescendo por cima do mercado. A boa evolução na faturação do primeiro semestre reforça o nosso compromisso com a nossa proposta de valor, o nosso modelo de negócio e o plano de expansão internacional com o qual queremos continuar a inspirar o mundo com a nossa paixão pela moda.”

Faturação internacional representa mais de 78% do total do grupo

A Mango registou, no primeiro semestre do ano, uma faturação internacional que representa mais de 78% do total do grupo. Por áreas geográficas, Espanha, França, Turquia, Alemanha e os Estados Unidos são os mercados que registaram o maior volume de negócios durante este período.

Durante este período, a empresa continuou a sua expansão do canal físico com 57 aberturas líquidas e alcançou um parque de lojas de 2.743 pontos de venda em todo o mundo, no final de junho, 1.725 dos quais são lojas próprias e franchisados, enquanto 1.018 são corners. O objetivo da empresa, para o segundo semestre do ano, é continuar a aumentar o seu parque de lojas com o objetivo de ultrapassar os 2.800 pontos de venda até ao fecho de 2024.

No âmbito do seu plano estratégico, a empresa conta com ambiciosos planos de expansão por todo o mundo, em especial nos Estados Unidos da América, com um ritmo de aberturas superior ao previsto. Em Espanha, a Mango prevê a abertura de cerca de vinte novos pontos de venda durante 2024, sobretudo com a sua linha Mango Teen, que conta com um novo ponto de venda inaugurado recentemente no Paseo de Gracia em Barcelona, Espanha.

No Reino Unido, a Mango prevê inaugurar mais de vinte novos pontos de vendas este ano, com novas lojas em Londres e na Escócia, bem como chegar, pela primeira vez, a cidades da Irlanda do Norte e do centro e sul de Inglaterra. A empresa abriu também recentemente a sua primeira loja internacional Mango Teen em Londres.

Em Itália, a Mango prevê abrir mais de quinze novos pontos de venda este ano, com os quais espera ultrapassar a centena no país. A expansão incide particularmente no centro e no sul de Itália, sobretudo na capital, bem como em grandes cidades do norte do país, como Bolonha, Génova e Verona.

Fora da Europa, a Mango prosseguiu com o seu plano de expansão nos Estados Unidos com a sua chegada, pela primeira vez, aos estados da Pensilvânia, Massachusetts e Virgínia. Aumentou também a sua presença na Califórnia, com a sua primeira loja em San Diego, e em Nova Iorque, com um ponto de venda em Hudson Yards.

O impulso do canal físico apoia-se não só na abertura de novos pontos de venda, mas também no aumento da superfície de venda comparável (LxL) a câmbio constante, a qual registou, no caso da Mango e durante o primeiro semestre, um crescimento que ultrapassa os dois dígitos, sublinha também em comunicado.

Paralelamente à expansão física, a empresa continua a consolidar a sua presença no seu canal online, com um ligeiro crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior, e representa atualmente cerca de 33% da faturação total do grupo, uma percentagem bastante superior à dos seus concorrentes.

Crescimento no âmbito do seu Plano Estratégico 4E

Num momento de grande crescimento do negócio, a Mango, que celebra, este ano o seu 40.º aniversário, apresentou, no passado mês de março, o seu novo Plano Estratégico, denominado 4E, que inclui as prioridades da empresa até 2026. As quatro alavancas do Plano 4E, Elevate, Expand, Earn e Empower, serão fundamentais para alcançar os objetivos estabelecidos, entre os quais o de ultrapassar os 4.000 milhões de euros de faturação em 2026. Para tal, a empresa reforçará a sua proposta de valor diferencial e promoverá um plano de expansão que prevê a abertura de mais de 500 lojas ao longo dos próximos três anos, refere também.

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Bebidas

José Maria da Fonseca renova imagem do icónico Moscatel Roxo 20 Anos

A mudança tem como objetivo reforçar a identidade e o posicionamento da produtora de Azeitão, assente na sua singularidade e legado histórico.

Hipersuper

No ano em que celebra 190 anos, a José Maria da Fonseca, mais antigo produtor de vinhos de mesa e moscatéis em Portugal, aposta na renovação de imagem do packaging do Moscatel Roxo 20 anos, que passa agora a integrar a gama de moscatéis Alambre.

Vinho generoso produzido unicamente na região da Península de Setúbal, onde a casta que lhe dá origem – o Moscatel Roxo de Setúbal – esteve praticamente extinta na segunda metade do século passado. Foi Fernando Soares Franco – 5ª geração da família – grande entusiasta pela viticultura e pela casta Moscatel Roxo de Setúbal em particular, que empreendeu esforços, nas décadas de 70 e 80, para salvá-la da extinção.

Reconhecido a nível nacional e internacional, o Moscatel Roxo 20 anos da José Maria da Fonseca é um lote de 4 colheitas, em que a colheita mais nova tem 23 anos e a mais antiga 80, sendo que estagia em cascos de madeira usada, tendo como objetivo um longo processo oxidativo, nas caves da José Maria da Fonseca em Azeitão.

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Ifthenpay

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Retalho

Volume de negócios da Ifthenpay cresce 25% no 1.º semestre

Volume de negócios da Ifthenpay cresceu 25% nos primeiros 6 meses do ano para mais de 3,5 milhões de euros e por comparação com período homólogo do ano transato.

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A Ifthenpay fechou os primeiros seis meses do ano com um crescimento de 25% no volume de negócios e por comparação com o mesmo período do ano passado. Neste período, a fintech portuguesa movimentou mais de 719 milhões de euros em pagamentos. Em função destes resultados, foram revistas em alta as perspectivas de crescimento estabelecidas no início do ano para 2024.

A Ifthenpay sublinha em comunicado que os resultados alcançados na primeira metade deste ano se devem à dinâmica de crescimento consistente do e-commerce e dos pagamentos digitais, bem como ao sucesso alcançado com o recente lançamento dos seus terminais de pagamento automático (TPA), que oferecem aos comerciantes do retalho uma solução 360º graus, que integra pagamentos presenciais e digitais.

A empresa, cujo valor do volume de negócios ultrapassou os 3,5 milhões de euros entre janeiro e junho de 2024, avança que está agora a preparar o lançamento de mais e novos serviços a apresentar durante o segundo semestre deste ano, para responder às necessidades em constante evolução dos pagamentos digitais e do comércio online.

“Este é um mercado cada vez mais dinâmico e em franca evolução, e onde, a par de toda a complexidade tecnológica e regulatória, o digital se impõe cada vez mais, criando novas oportunidades de negócio para todos os players. Os excelentes resultados que alcançámos, espelham toda esta dinâmica de crescimento e de evolução dos pagamentos digitais. O ano de 2024 vai voltar a ser de crescimento sustentado e significativo para a Ifthenpay, sendo que nesta equação vai também entrar, no segundo semestre, o lançamento de novos serviços em que estamos a trabalhar, que se pautam pela inovação e que esperamos contribuam para reforçar ainda mais a nossa posição de liderança no mercado.”, sublinha Nuno Breda, Co-CEO e cofundador da Ifthenpay.

“Importa sublinhar que todos os anos a Ifthenpay tem vindo a crescer de forma sustentada e com rácios de dois dígitos, o que reflete a dinâmica do nosso mercado, mas também da nossa empresa e do nosso negócio, espelhando o sucesso dos nossos serviços e soluções, que, ao longo dos anos têm contribuído de forma decisiva para ajudar a concretizar e aprofundar a digitalização do retalho nacional e a internacionalização dos negócios dos comerciantes portugueses. Tendo em conta os resultados já alcançados nos primeiros seis meses de 2024, estimamos que, mais uma vez, a Ifthenpay venha a ultrapassar os objetivos estabelecidos no início do ano para o exercício de 2024,” acrescenta Filipe Moura, Co-CEO e cofundador da Ifthenpay.

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Bebidas

Quinta da Pacheca e Siza Vieira reinventam tradição do vinho em malga

A ‘Malga de Vinho’, nasceu de uma parceria entre a Quinta da Pacheca e o arquiteto Siza Vieira com o objetivo de recuperar tradições genuínas da cultura portuguesa.

Hipersuper

A Quinta da Pacheca apresenta este produto como um “compromisso da empresa” na preservação e divulgação do património nacional.

A experiência de beber vinho numa malga “ajuda a puxar pelo fio de recordações e é uma forma de nos conectarmos com as tradições ancestrais, proporcionando uma viagem pelas memórias e um vislumbre da rica história português”, refere um comunicado do produtor vinícola do Alto Douro Vinhateiro.

Simultaneamente “é uma experiência para gerações mais novas”, sendo que é conhecida a apetência desta faixa etária “por explorar elementos que mergulham nas tradições, por tudo o que é diferente e endógeno”, acrescenta.

“No desenho desta malga não podia fazer mais uma, igual às demais. Pensei, acima de tudo, nos aspetos funcionais, aqueles que permitem segurar bem uma malga. O design baseou-se, pois, na utilidade do objeto”, explica, por sua vez, Álvaro Siza Vieira.

A malga tem um diâmetro de bordo de aproximadamente 13 centímetros e uma altura de sete centímetros, podendo ser adquirida nos canais de venda da Quinta da Pacheca e em algumas das garrafeiras mais conceituadas do país. A empresa vai também ter disponível para comercialização um package com duas malgas.

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Alimentar

Arrancou colheita das uvas Dona Uva

Começou esta segunda-feira a colheita das uvas de mesa Dona Uva, produzidas nas regiões do Ribatejo, Oeste e Alentejo. A campanha arranca com o mote “O que é que a Dona Uva tem?”.

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Produzidas em cerca de 190 hectares, a colheita deste ano deverá estender-se até novembro. “Deverá”, pois o respeito pelos ritmos da natureza faz parte do ADN da Frutalmente e motivo pelo qual está sempre dependente das condições climatéricas. Ainda assim, está prevista uma produção de 3,5 milhões de quilos para este ano, sublinha a organização que detém a marca Dona Uva.

Para esta campanha “foi feito um investimento para renovar as áreas de produção, tanto de uva com grainha, como de uva sem grainha”, revela Mário Rodrigues, diretor executivo da Frutalmente. “Dos 190 hectares, 60 hectares são de uva sem grainha e os restantes 130 com grainha”, acrescenta.

Cardinal, Red Globe, Vitória, Michele Palieri e Dona Maria são as variedades com grainha. Crimson Seedless, Regal, Sugraone, Arra15, Arra19, Arra30 e Arra32 são as variedades de uva de mesa sem grainha. “A Dona Uva está em quase todas as grandes superfícies no mercado nacional e todas estas variedades têm o seu espaço, pois chegam às prateleiras em alturas distintas, o que permite ao consumidor português, que valoriza muito a uva de mesa, tê-la durante um largo período de tempo”, explica Mário Rodrigues.

Soluções mais sustentáveis

A Dona Uva tem vindo a apostar, gradualmente, na adaptação do seu packaging a soluções mais sustentáveis. Exemplo disso foi o lançamento, no ano passado, da cuvette em cartão e, este ano, vai começar a substituir os sacos de plástico por uma solução em sacos de cartão.

As uvas são também colhidas à mão e produzidas no sistema Y, em que os cachos crescem em troncos mais altos. Isto permite aumentar a produção e a rentabilidade da colheita. A par disso, 40% da produção é feita em sequeiro, ou seja, sem necessidade de abastecimento de água artificial.

 

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Retalho

Auchan reforça combate ao desperdício alimentar

Produtos perto do fim do prazo de validade ganham espaço destacado nas lojas Auchan.

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Desde janeiro que a Auchan colocou em prática o projeto piloto de reservar espaços em loja para os produtos que se aproximam do fim do prazo de validade.

Nestes espaços, devidamente identificados, estão expostos todos os artigos alimentares com data de validade próxima do fim e de venda em livre serviço. A oferta é diversificada, sublinha a retalhista em comunicado, e os consumidores podem encontrar produtos como iogurtes, saladas, refeições, carne e peixe embalado e ainda produtos de queijaria, charcutaria e produtos de mercearia. No que diz respeito ao preço, as reduções podem ir até aos 50%.

Com a implementação deste projeto, a Auchan reforça o seu objetivo de “preservar o planeta e promover hábitos de consumo mais sustentáveis nos lares portugueses”.

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Exportação

Indústria alimentar e das bebidas exportou 3.345 milhões de euros nos primeiros cinco meses

As exportações da indústria alimentar e das bebidas cresceram 10,64% de janeiro a maio deste ano, em comparação ao mesmo período de 2023, informa o INE.

Nos primeiros cinco meses de 2024 as exportações da indústria alimentar e das bebidas traduziram-se em vendas de €.345 milhões de euros, revelam os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

O valor representa um crescimento de 10,64% face a igual período de 2023, com a União Europeia a representar 2.241 milhões de euros.

“Os dados do INE permitem ainda perceber que nos primeiros cinco meses de 2024, e por comparação a igual período homologo de 2023, há uma variação de 14,81% ao nível das exportações para os 27 Estados-membros”, refere um comunicado divulgado pela FIPA (Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares)

Outro dado a destacar refere-se às exportações para países fora da União Europeia, que haviam decrescido no primeiro trimestre do ano por comparação a igual período de 2023, e começam “a revelar alguma pujança”.

No global dos primeiros cinco meses de 2024 as vendas alcançaram 1.104 milhões de euros, “ou seja um crescimento de 3,05% face a igual período do ano passado”, destaca a FIPA.

Défice decresceu

Ainda por comparação a igual período de 2023, o défice da balança comercial da indústria alimentar e das bebidas decreceu nos primeiros cinco meses do ano e situa-se agora em 7,27%.

“Os dados do INE revelam que a indústria alimentar e das bebidas está, uma vez mais, a responder às expetativas, mesmo quando tem de enfrentar situações complexas ao longo de toda a cadeia”, afirma o presidente da FIPA.

Jorge Tomás Henriques acrescenta que os próximos tempos “continuarão a ser marcados por uma elevada imprevisibilidade e muitos desafios à vida das empresas”, mas sublinha que “o espírito de cooperação e união em prol da competitividade e da sustentabilidade da indústria portuguesa agroalimentar irão marcar cada vez mais o futuro da economia nacional”.

A indústria alimentar e das bebidas é a indústria transformadora que mais contribui para a economia nacional, tanto em volume de negócios (22,4 mil milhões de euros) como em valor acrescentado bruto (3,8 mil milhões de euros).

É a indústria transformadora que mais empregos gera, sendo responsável por mais de 112 mil postos de trabalho diretos e cerca de 500 mil indiretos.

“Assume, simultaneamente, uma grande importância no desenvolvimento do tecido empresarial, nomeadamente nas zonas do interior onde o setor situa as suas unidades industriais, e na afirmação do potencial de evolução da autossuficiência alimentar do país”, destaca a FIPA.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

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