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Três perguntas a…. Susana Teixeira da Mota, Marketing manager da Manitou Portugal e Espanha

Por a 12 de Dezembro de 2017 as 11:46
Susana Teixeira da Mota

“Lançámos 7 modelos de empilhadores para o retalho”

Três perguntas a….
Susana Teixeira da Mota,  Marketing manager da Manitou Portugal e Espanha

Que novidades apresentam no portefólio?

Lançamos recentemente a linha de empilhadores elétricos – gama ME. Ao todo, sete modelos de três e quatro rodas, que vêm responder a todo o tipo de necessidades do setor de distribuição e retalho. Estes empilhadores têm capacidades de carga que vão desde a sua versão mais compacta (ME 315 C, de 1500kg), até à sua versão mais robusta (ME 450, com capacidade de carga de 5000 kg). Possuem igualmente baterias que vão dos 24V aos 80V.

Dentro da estratégia de Responsabilidade Social do grupo, lançámos um novo preparador de encomendas, o C12, equipado com um braço manipulador articulado, que otimiza as condições de trabalho e evita as LME (lesões músculo-esqueléticas), já que, além de ser altamente versátil devido aos numerosos acessórios, permite ao operador não elevar cargas ao longo de todas as operações de recolha de pedidos.

Temos previsto também o lançamento de um novo equipamento com um sistema para ajudar a agarrar através de vácuo, que pode manipular cargas de até 200 kg.

Paralelamente, temos vindo a desenvolver diversas ferramentas, como o programa “Reduce” que permite fornecer total transparência no cálculo das emissões e consumos dos diversos equipamentos, e o programa TCO, que fornece cálculos do custo total de propriedade de cada equipamento, muito apreciado no momento da tomada de decisão sobre os equipamentos a adquirir.

Que desafios enfrentam as empresas a curto e médio prazo?

As normativas ambientais têm sido um constante desafio para os fabricantes deste setor, que tem implicado ajustes e uma constante aposta em inovação e renovação dos equipamentos.

A adequação de novas tecnologias à procura constitui também um grande desafio. Existem ainda tecnologias que, embora figurem entre as tendências futuras, têm custos elevados e que, quando incorporado às máquinas, não tornam viável a sua aquisição por parte de muitas empresas, pequenas e médias sobretudo, para quem o preço não deixa de ser um fator muito importante.

Este é um mercado muito maduro, como muita dificuldade na diferenciação das marcas. Qualquer inovação é sempre seguida muito de perto pelos restantes fabricantes. É muitas vezes pelos serviços, nomeadamente após-venda, que se faz essa conquista e fidelização, pelo que um dos grandes desafios que se coloca é ao nível de leque de serviços disponíveis e na capacidade de respostas personalizadas e rápidas.

O que esperar do próximo ano?

Estamos em crer que seguirá uma tendência positiva, em paralelo com o crescimento económico.

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