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Acionistas votam em dezembro saída da Sumol+Compal da bolsa de valores

Por a 29 de Novembro de 2017 as 12:53
José Jordão, diretor não executivo da Sumol+Compal
José Jordão, diretor não executivo da Sumol+Compal

Os acionistas da Sumol+Compal (S+C) querem que a empresa deixe de estar cotada na bolsa de valores. Os acionistas Refrigor e Frildo – Entreposto Frigorífico convocaram a assembleia geral, cuja data já foi definida (21 de dezembro), para que a S+C perca a qualidade de sociedade aberta, dá conta a produtora de bebidas em notificação endereçada à CMVM (Comissão de Mercado de Valores Mobiliários).

A Refrigor, que detém atualmente 84,45% do capital social da donda da Compal, explica que “não pretende, a curto prazo, dispersar a participação detida nem promover o aumento de capital da S+C com recurso a subscrição pública”. A acionista, “primeira signatária da proposta”, absorve em assembleia 93,58% dos direitos de voto.

O requerimento aponta também o “aparente afastamento dos acionistas minoritários na vida societária e institucional do grupo”, que se nota pela “ausência nas assembleias gerais” e pelo contacto “esporádico” através do Gabinete de Apoio ao Investidor.

Atualmente, em “free float” (ações disponíveis para livre negociação em bolsa) está 6,42% do capital social da S+C.

As accionistas signatárias comprometem-se em adquirir as ações dos acionistas que não tenham votado favoravelmente. O preço por ação, definido pela média dos seis meses antecedentes à convocatória, fixa-se em 1,7181 euros por ação.

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