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Logística

Easyfairs reforça feira de logística com duas novas áreas: impressão e etiquetagem

A edição de 2018 da “Empack e Transport & Logistics”, da Easyfairs, vai integrar duas novas áreas de atividade: a impressão e etiquetagem

Rita Gonçalves
Logística

Easyfairs reforça feira de logística com duas novas áreas: impressão e etiquetagem

A edição de 2018 da “Empack e Transport & Logistics”, da Easyfairs, vai integrar duas novas áreas de atividade: a impressão e etiquetagem

Rita Gonçalves
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A edição de 2018 da “Empack e Transport & Logistics”, da Easyfairs, vai integrar duas novas áreas de atividade: a impressão e etiquetagem. A feira já tem data marcada. Regressa à Exponor, nos dias 19 e 20 de setembro de 2018.

“A ‘Label&Print’ realiza-se já em cidades como Londres e Madrid, sendo apenas natural que chegasse a Portugal. Os nossos visitantes já tinham dado mostras de ser necessário existir uma porta maior para o setor da etiquetagem e impressão, uma vez que alguns dos nossos expositores são, de facto, dessa área”, explica Marina Uceda, diretora da feira dedicada ao setor de transportes e logística.

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Os setores de impressão e etiquetagem permitem aumentar o espectro de empresas a participar no certame e a fomentar “networking” das empresas e profissionais presentes.

A terceira edição da “Empack e Transport & Logistics” fechou ontem portas com mais de 4 mil participantes. Com uma área de exposição 68% maior que no primeiro ano, contou com 140 expositores, 40 oradores e tem 60% da edição de 2018 já com ocupação garantida.

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Logística

InPost implementa envios sem etiquetas para encomendas enviadas ou devolvidas

Os utilizadores que levantem ou enviem encomendas para um ‘ponto pack’ da InPost não precisam imprimir etiquetas em casa, basta mostrar no ecrã do telemóvel um código QR.

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A InPost vai implementar em Portugal o ‘Envio sem etiquetas’, um programa que permite aos utilizadores não imprimir qualquer etiqueta para levantar as suas encomendas, bastando mostrar um código QR no ecrã do telemóvel.

O novo programa centra-se na redução do uso de papel e tinta utilizados para etiquetas que acompanham as encomendas enviadas ou devolvidas.

“A partir de agora, os utilizadores que levantem ou enviem as suas encomendas para um ‘ponto pack’ da InPost não precisam imprimir etiquetas em casa. Para o fazerem, basta mostrar no ecrã do telemóvel um código QR”, informa a empresa de logística especializada em entregas não domiciliárias.

O sistema sem papel tem ainda a particularidade de simplificar os procedimentos para levantar uma encomenda ou fazer uma devolução.

“Acreditamos que gestos tão simples como eliminar o papel de algumas das nossas operações comuns têm um grande impacto na redução das emissões e na melhoria da sustentabilidade no nosso quotidiano como empresa e como utilizadores”, referiu a propósito Nicola D’Elia, CEO para Portugal Espanha e Itália do Grupo InPost.

Como parte deste novo programa, a InPost vai fornecer aos ‘ponto pack’ impressoras, papel e tintas sustentáveis que serão utilizadas para imprimir os itens necessários nos casos em que não seja possível eliminar as etiquetas de papel.

“Através da nossa rede, imprimimos com papel e tinta sustentáveis todas aquelas etiquetas que o utilizador imprimia anteriormente em casa. Uma das muitas medidas que foram implementadas na nossa empresa para alcançar o nosso objetivo de ser Net Zero até 2040″, revela Nicola D’Elia.

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Logística

Palletways Iberia renova certificação ISO 26000 CSR

A Palletways Iberia renovou pelo sexto ano consecutivo a certificação ISO 26000 CSR, reafirmando o compromisso com a consciência solidária, o respeito pelo ambiente e o combate às desigualdades sociais. 

Hipersuper

Em comunicado, a Palletways Iberia reafirma estar empenhada em ser um negócio sustentável, expressando este compromisso com a sociedade desde as suas origens através de diversas ações de Responsabilidade Social Corporativa (RSE) e alinhando as suas iniciativas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pelas Nações Unidas na Agenda 2030. Tudo isto levou à renovação da certificação da empresa com a prestigiada norma ISO 26000, conquista que se mantém desde 2018.

“Somos uma empresa profundamente comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade social. Por isso, para toda a equipa da Palletways, esta certificação representa orgulho e uma forma de retribuir à sociedade o que ela nos dá”, refere José Hernández, diretor de operações da Palletways Iberia, que antecipa os próximos desafios da empresa em termos de RSE: “o nosso objetivo é continuar a caminhar dia após dia para uma maior sustentabilidade, promovendo tanto o nosso compromisso social como o de todos os que fazem parte da Palletways Iberia.

“Estamos a realizar uma análise de materialidade e procuramos intensificar o nosso apoio aos grupos menos favorecidos, bem como melhorar a gestão dos nossos recursos para reduzir o impacto ambiental e a nossa pegada de carbono.”, acrescenta.

A certificação com a norma ISO 26000 representa para a Palletways Iberia  a consolidação de um projeto que reconhece os objetivos de sustentabilidade enraizados nos seus valores e na sua responsabilidade para com o ambiente e os grupos de interesse da sociedade.

Este selo junta-se a outros como a ISO 9001:2015: Sistema de Gestão da Qualidade; ISO 45001:2018: Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho; ISO 14064-1:2012: Pegada de Carbono. Da mesma forma, recebeu recentemente o prémio Lean & Green, liderado em Espanha pela AECOC, por ter reduzido a sua pegada de carbono em 20% nos últimos 5 anos e por se ter comprometido a fazê-lo novamente nos próximos cinco anos.

“Estas certificações confirmam que a Palletways Iberia assenta os seus alicerces num rigoroso controlo de processos e num elevado padrão de exigência, colocando-a como uma referência de excelência no sector”, conclui Hernández.

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Logística

Lusocargo anuncia parceria com operador logístico dos Países Baixos

A parceria vai permitir uma entrega mais frequente e fiável das mercadorias entre ambas as geografias europeias, destaca a Lusocargo.

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A Lusocargo criou uma parceria estratégica internacional com a empresa neerlandesa Van Duuren, que vai permitir ligar diretamente Portugal a todos os pontos dos Países Baixos.

“Esta novidade permite agora oferecer serviços logísticos e de transporte otimizados, assegurando uma entrega mais frequente e fiável das mercadorias entre ambas as geografias europeias”, destaca a empresa portuguesa num comunicado.

Os Países Baixos representam um importante hub de transporte e destacam-se pelo porto de Roterdão, o maior da Europa. “Constituem, desta forma, uma “placa giratória” do comércio europeu. Apenas entre janeiro e abril de 2024, as exportações portuguesas para este mercado representaram mais de 850 milhões de euros”, sublinha a Lusocargo.

Com a possibilidade de conexões diárias, tanto para Lisboa como do Porto, as importações e exportações que contarem com este serviço expresso de grupagem para transporte rodoviário de mercadorias “ficam disponíveis num portal de tracking, de acesso online e intuitivo”, informa, acrescentando que “a integração de tecnologias inovadoras vai permitir aumentar a eficiência operacional, reduzir os custos e melhorar a satisfação geral das empresas”.

“A expertise comprovada e recursos combinados reforçarão, sem dúvida, o relacionamento comercial contínuo e eficiente com os Países Baixos, um centro de distribuição de bens e capitais, especialmente da Ásia e EUA, que está no ‘top 10’ das exportações nacionais. Representa, dessa forma, um mercado essencial para todas as empresas que pretendem intensificar a sua internacionalização”, afirma João Silva, diretor geral da Lusocargo.

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Logística

Smurfit Westrock passa a estar cotada em Londres e Nova Iorque

A Smurfit Westrock estreou-se nas bolsas de Londres e Nova Iorque na sequência da fusão entre a Smurfit Kappa e a Westrock.

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A Smurfit Westrock plc, fornecedora de soluções de embalagens de papel, acaba de anunciar a sua cotação primária na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE), sob o ticker “SW”, após a conclusão da combinação previamente anunciada da Smurfit Kappa e da WestRock em 5 de julho de 2024.

A empresa também está cotada na Bolsa de Valores de Londres (LSE) com o código “SWR”.

“A fusão da Smurfit Kappa e da WestRock cria uma empresa líder mundial no setor das embalagens sustentáveis, unindo a importante e distinta experiência e conhecimentos de ambas as empresas”, afirmou Tony Smurfit, CEO da Smurfit Westrock.” “Acreditamos que esta combinação criou o líder e parceiro de eleição no setor da embalagem sustentável. Estou orgulhoso por ter sido escolhido para liderar esta grande equipa de pessoas.”, acrescenta.

“Os acionistas da Smurfit Kappa e da WestRock apoiaram de forma decidida a nossa fusão. A Smurfit Westrock tem uma presença geográfica única e através das nossas aplicações líderes na indústria, uma capacidade inigualável de proporcionar valor aos nossos clientes”, acrescentou Ken Bowles, Diretor Financeiro da Smurfit Westrock.

A negociação teve início esta segunda-feira na LSE às 8:00 BST e na NYSE às 9:30 EDT, após uma cerimónia de toque de sinos.

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Logística

Santos e Vale reforça compromisso com a sustentabilidade

A instalação, com uma potência total de 191,24 kWp, irá permitir uma produção energética anual de 272,96 MWh, evitando a emissão de 120,10 toneladas de CO2 por ano.

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O Grupo Santos e Vale instalou 340 painéis fotovoltaicos em 12 plataformas logísticas. No total conta com com 24 plataformas distribuídas em território nacional.

Este projeto, realizado em parceria com a Truenergy, reforça o compromisso da Santos e Vale com a eficiência energética e a proteção ambiental, alinhado com o projeto europeu Lean & Green, no qual já conquistou uma estrela por reduzir 20% das emissões de CO2.

A instalação, com uma potência total de 191,24 kWp, irá permitir uma produção energética anual de 272,96 MWh, evitando a emissão de 120,10 toneladas de CO2 por ano.

“Este projeto faz parte da nossa política e estratégia ambiental, que inclui o aumento da eficiência energética com o aproveitamento de energias renováveis nas nossas plataformas. Acreditamos que esta iniciativa será uma mais-valia para aumentar a eficiência energética, rentabilizar os nossos ativos e reduzir custos, contribuindo assim para a sustentabilidade da nossa atividade”, afirma Joaquim Vale, administrador do Grupo Santos e Vale.

“É um orgulho para a Truenergy colaborar com grandes empresas como o Grupo Santos e Vale, auxiliando-as no caminho para a descarbonização através da otimização da eficiência ambiental e energética de suas instalações. Este projeto é um exemplo de como a indústria pode avançar de forma sustentável e contribuir para um futuro mais verde.”, acrescenta João Corda, diretor geral da Truenergy.

 

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Logística

Luís Simões distinguida com o estatuto Inovadora COTEC

O estatuto foi atribuído pela terceira vez à Luís Simões, operador logístico na Península Ibérica, e pela primeira vez a Reta, empresa que pertencente ao Grupo Luís Simões

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A Luís Simões voltou a ser reconhecida com o estatuto Inovadora COTEC, que distingue as empresas com boas práticas financeiras e de eficiência operacional e que apresentem potencial de inovação tecnológica.

O estatuto foi atribuído pela terceira vez à Luís Simões, operador logístico na Península Ibérica, e pela primeira vez a Reta, empresa especialista em serviços de manutenção e reparação camiões, semirreboques e autocarros, que pertencente ao Grupo Luís Simões.

As duas empresas foram reconhecidas pela sua solidez financeira, iniciativas de capital em inovação, cumprimento de elevados padrões e pela sua sólida cultura de gestão, “aumentando a sua notoriedade enquanto empresas criadoras de valor para o tecido empresarial português”, congratula-se o grupo numa nota.

“Na Luís Simões trabalhamos diariamente para continuar a melhorar a qualidade dos serviços que oferecemos aos nossos clientes, e este reconhecimento é para nós mais uma prova de que estamos no caminho certo” afirma José Luís Simões, presidente do conselho de administração da Luís Simões.

O objetivo do estatuto Inovadora atribuído pela COTEC Portugal é distinguir as empresas com um desempenho inovador e que criem valor para a economia nacional. O universo desta associação empresarial portuguesa para a promoção da inovação e cooperação tecnológica empresarial, é composto por empresas multinacionais, grandes grupos nacionais e PME de diferentes setores.

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Logística

Cushman & Wakefield lança nova área de negócios

A Cushman & Wakefield (C&W) acaba de integrar uma  nova unidade de serviços de agribusiness & forestrybusiness na sua oferta em Portugal.

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A consultora avança que, com o crescente interesse por parte de investidores nacionais e internacionais nestes setores,  procura dar respostas imediatas, disponibilizando serviços para apoiar investidores a identificar novas oportunidades e a perceber o valor dos seus portfólios de ativos agrícolas e florestais. A nova área de negócio está integrada no departamento de Valuation & Advisory, contando com profissionais  dedicados a esta área de negócio.

Tomás Araújo assume a coordenação desta área, sendo licenciado em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais pelo Instituto Superior de Agronomia, e conta com uma pós-graduação em Gestão e Conservação de Recursos Naturais pela mesma faculdade. Detém ainda um MBA em Avaliações Imobiliárias pela Escola Superior de Atividades Imobiliárias.

“Nos últimos anos, temos assistido a um crescimento notável do agribusiness em Portugal. As condições edafoclimáticas de eleição, a disponibilidade hídrica e as taxas internas de rentabilidade associadas a este tipo de ativos, aliadas à inovação e ao empreendedorismo, têm despertado o interesse nacional e internacional de players que veem neste setor uma oportunidade de negócio promissora”, comenta Tomás Araújo, responsável pela nova área de negócio em Portugal.

Através das novas linhas de prestação de serviços nestas áreas, a C&W disponibiliza agora soluções personalizadas que abrangem avaliações, estudos de mercado, análise de investimento, estratégias de desenvolvimento sustentável (ESG), análise de projetos de crédito de carbono, bem como apoio especializado na área transacional, permitindo aos seus clientes capitalizar as oportunidades emergentes e gerar um impacto positivo neste mercado. Além da análise de ativos de natureza agrícola, os novos serviços de consultoria abrangem também ativos de natureza florestal, sublinha em comunicado.

“Na Cushman & Wakefield, reconhecemos a importância deste setor na definição do futuro dos sistemas alimentares globais e do desenvolvimento económico nacional. Com a nossa dedicação, excelência e carater inovador, estamos ansiosos por estabelecer parcerias com os nossos clientes para desbloquear todo o potencial destes mercados dinâmicos e em rápida evolução”, acrescenta Tomás Araújo.

“A Cushman & Wakefield tem como uma das suas principais características a sua capacidade de antecipar as tendências de mercado, adaptando-se às necessidades que os diferentes clientes têm nas áreas onde intervém. Os mercados de agribusiness & forestrybusiness, que outrora eram considerados nichos, estão agora a ganhar um impulso significativo, e a Cushman & Wakefield tem estado focada nesta transformação. Já há vários anos trabalhamos nestas áreas, mas reconhecendo a necessidade de uma abordagem mais proativa para maximizar o potencial destes setores, oferecemos soluções personalizadas e estratégicas que aceleram o processo de tomada de decisão dos diversos stakeholders que atuam nestas áreas. A nossa experiência e conhecimento do mercado permitem-nos fornecer insights valiosos que ajudam os nossos clientes a navegar com sucesso no complexo cenário do agribusiness & forestrybusiness.” , sublinha Ricardo Reis, partner e diretor do departamento de avaliação & advisory da Cushman & Wakefield Portugal.

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Logística

DS Smith com novas soluções inovadoras de packaging sustentável para produtos pesados e de grandes dimensões

A DS Smith apresentou as suas soluções de packaging sustentável de alto desempenho para o transporte de produtos pesados e de grandes dimensões: Boxes FEFCO, Octabins e Boxes Palete, entre outras.

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A DS Smith apresentou, na fábrica de Leiria, as suas soluções de packaging sustentável de alto desempenho – Heavy Duty – para o transporte de produtos pesados e de grandes dimensões: Boxes FEFCO, Octabins e Boxes Palete, entre outras.

As soluções Heavy Duty da DS Smith garantem elevada resistência no transporte de mercadorias pesadas, de grandes dimensões e a granel, sublinha a empresa referência global de soluções de packaging sustentável à base de fibras. Produzidas em cartão duplo ou triplo canelado, 100% reciclável, são mais leves do que as suas homólogas de madeira que se encontram no mercado e estão aptas para o transporte terrestre, aéreo e marítimo, acrescenta.

E segundo a DS Smith, “as vantagens não ficam por aqui: estas soluções são otimizadas para conter o maior número de produtos em perfeitas condições e podem incluir acondicionamentos interiores à medida, evitando espaços vazios, o que garante a proteção total dos produtos, assim como minimiza os custos logísticos e ambientais. Além disso, estas soluções podem ser disponibilizadas em plano, para otimizar o espaço em armazém, pré-montadas ou prontas a usar e facilitam a logística inversa”.

A DS Smith oferece soluções que protegem os produtos ao nível do armazenamento e transporte, fornecendo packaging de alto desempenho para diversos setores e produtos, entre os quais: automóvel, equipamentos eletrónicos, plantas, frutas e legumes, alimentos congelados, equipamentos e peças mecânicas, sistemas industriais, energia solar, construção, metalomecânica, têxtil, baterias e bombas térmicas, logística e transportes.

Durante o evento, que se realizou no passado dia 19 de junho, foram apresentados três casos de êxito de empresas de referência dos setores automóvel, indústria e fruticultura, dois dos quais em colaboração com os próprios clientes que deram a conhecer a sua experiência com os produtos Heavy Duty, sublinhando o contributo da DS Smith para a melhoria da eficiência das suas cadeias de fornecimento.

Houve igualmente oportunidade de assistir ao processo produtivo associado a este tipo de packaging, assim como de ver em funcionamento os equipamentos mais recentes da fábrica, em particular a máquina de Heavy Duty e a nova caneladora state of the art que inclui a produção de cartão triplo canelado, equipamentos que fazem parte de um pacote de investimento de 50 milhões de euros que a DS Smith aplicou na modernização tecnológica das suas fábricas em Portugal nos últimos três anos. Os investimentos mais importantes incluem a aquisição de duas máquinas caneladoras topo de gama, para as suas fábricas de Leiria e do Porto, e a otimização do desempenho da caneladora da fábrica de packaging de Lisboa, aumentando assim a capacidade de produção de todo o tipo de cartão para packaging.

A DS Smith lembra que o cartão, além de ser biodegradável, é o material mais reciclado na União Europeia, com uma taxa de reciclagem superior a 80%, e a fibra de papel pode ser reciclada até 25 vezes, e que as suas soluções de packaging sustentável de alto desempenho em cartão canelado oferecem benefícios ambientais significativos, contribuindo para os objetivos da Estratégia de Sustentabilidade Now & Next da empresa, especialmente no que se refere à circularidade do packaging.

A divisão de packaging da DS Smith em Portugal conta com seis fábricas, situadas em Guilhabreu, Esmoriz, Águeda, Carregal do Sal, Leiria e Lisboa, e um centro logístico, na Madeira. A empresa possui ainda duas unidades de reciclagem no Porto e na Figueira da Foz e uma fábrica de papel kraft em Viana do Castelo.

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Linde Material Handling lança porta-paletes e sistema de assistência para utilização em zonas ATEX

Linde Material Handling lança porta-paletes e sistema de assistência para utilização em zonas ATEX

Logística

Linde Material Handling apresenta novidades

Linde Material Handling lança porta-paletes e sistema de assistência para utilização em zonas ATEX.

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Os três novos modelos de porta-paletes elétricos das séries T16 EX a T20 EX da Linde apresentam dimensões compactas e foram concebidos para o transporte de cargas nos espaços mais reduzidos.
Outro novo produto oferecido para os empilhadores contrapesados protegidos contra explosões é o sistema “Reverse Assist Camera” baseado em inteligência artificial (IA). Este sistema identifica pessoas na traseira do empilhador e alerta os condutores para potenciais colisões, fornecendo avisos direcionados e graduais.

“Cada novo modelo de empilhador protegido contra explosões da Linde MH é desenvolvido desde o início, juntamente com a série piloto da versão standard. Isto permite que os clientes das indústrias química, farmacêutica, cosmética e alimentar beneficiem dos aperfeiçoamentos técnicos numa fase inicial”, explica Elke Karnarski, product manager EX-Proof Trucks & Safety Solutions da Linde Material Handling.

A introdução das séries Linde T16 EX a T20 EX marca a estreia de novos porta-paletes pedestres compactos no mercado. Com um chassis robusto e garfos reforçados, foram concebidos para cargas até duas toneladas, estão disponíveis nas categorias de equipamento 2G/2D e 3G/3D para as zonas ATEX 1/21 e 2/22. O design estreito, o raio de viragem apertado e a direção e controlos intuitivos tornam os empilhadores rápidos e fáceis de manobrar em espaços confinados. As medidas de proteção contra explosões incluem proteção contra ignição de faíscas elétricas e mecânicas, monitorização contínua da temperatura dos componentes relevantes e precauções para evitar cargas eletrostáticas, acrescenta a Linde Material Handling em comunicado.

A timão baixo garante uma ampla distância de segurança em relação ao operador, enquanto a proteção ativa dos pés e o chassis de tração profunda proporcionam uma proteção adicional contra ferimentos. Informações sobre parâmetros importantes do equipamento – como o estado de carga da bateria e a próxima verificação de serviço necessária – estão disponíveis através do ecrã multifuncional posicionado centralmente. A aplicação Linde EX-Monitoring apresenta leituras relacionadas com a segurança e fornece aos operadores e gestores de frota instruções específicas, se necessário. Ao mesmo tempo, a aplicação permite medidas de manutenção preventivas e agrupadas, garantindo assim uma elevada disponibilidade operacional dos veículos.

Deteção de pessoas com base na IA 

Com a Linde Reverse Assist Camera, um sistema de assistência inovador torna-se agora adequado para utilização nas categorias de equipamento 2G/2D (zona ATEX 1/21) e 3G/3D (zona ATEX 2/22). A câmara, que foi desenvolvida com recurso a inteligência artificial, “aprendeu” a distinguir entre pessoas e objetos. Se for detetada uma pessoa, emite avisos visuais e acústicos, consoante a distância. Além disso, pode ser ativada uma redução automática da velocidade de condução para minimizar ainda mais o risco de acidentes.
O visor e a câmara estão alojados em caixas resistentes à pressão para permitir a utilização na zona ATEX 1/21.

“A procura de sistemas de assistência de segurança que possam ser utilizados em equipamentos industriais protegidos contra explosões aumentou significativamente nos últimos anos”, afirma a Gestora de Produto Elke Karnarski. “Isto deve-se sobretudo ao facto de, em muitos casos, fazerem parte de uma frota mista com empilhadores normais. Os sistemas de assistência existentes devem, por conseguinte, ser instalados em todos os veículos, a fim de alcançar um nível de segurança uniformemente elevado”, explica.

O Linde Safety Guard está certificado para a zona ATEX 2/22. Equipados com as chamadas “Truck Units”, os veículos comunicam através de sinais na área UWB através de racks e podem localizar-se uns aos outros. Se a distância descer abaixo de um nível definido, o sistema reduz a velocidade de condução, explica ainda a empresa. Esta tecnologia também pode ser utilizada para regular zonas de velocidade para pavilhões inteiros ou secções específicas, utilizando os chamados “marcadores de zona”.
Além disso, o Linde Safety Guard atua como um “guardião”, permitindo que apenas veículos com proteção EX entrem nas zonas ATEX, conclui.

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Logística

InPost lança lockers autónomos com painéis fotovoltaicos

O novo locker autónomo da InPost mantém todas as funcionalidades dos equipamentos standard, mas foram introduzidas opções adicionais para otimizar o consumo de energia.

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O Grupo InPost está a instalar um novo tipo de lockers autónomos, que permitem a sua montagem independentemente da disponibilidade da rede elétrica, graças aos seus painéis fotovoltaicos e ao armazenamento local de energia através de baterias. O projeto piloto está a ser realizado nas cidades polacas de Gdansk e Cracóvia, e em mais três mercados europeus: Reino Unido, Itália e França.

O novo locker autónomo da InPost mantém todas as funcionalidades dos equipamentos standard, mas foram introduzidas opções adicionais para otimizar o consumo de energia. Por exemplo, a iluminação da máquina é reduzida para 30% da sua potência após o anoitecer e, de madrugada, quando a utilização é insignificante, o locker pode ser totalmente desligado.

A empresa de soluções logísticas para o comércio eletrónico infomra que as máquinas têm painéis fotovoltaicos no topo e armazenamento de energia que funciona mesmo em temperaturas negativas. A bateria incorporada permite que o Locker seja colocado em qualquer lugar, independentemente do acesso à rede elétrica.

No âmbito do projeto-piloto, estão também a ser instaladas “máquinas-mãe”, ligadas à rede elétrica, que recarregam baterias para alimentar as máquinas autónomas em caso de mau tempo.

“O Locker Autónomo é mais uma inovação do Grupo InPost. Estas máquinas de última geração podem agora ser colocadas em locais anteriormente impossíveis devido à falta de acesso à rede elétrica. Os novos equipamentos tornam a nossa rede mais acessível ao maior número possível de clientes. Trata-se de mais um passo na implementação da nossa ambiciosa estratégia de descarbonização e de uma solução tecnológica única, não disponível no mercado. Vale a pena notar que vamos executar o piloto simultaneamente em quatro países europeus, o que nos dará uma visão única sobre as possibilidades de expansão da rede de Lockers autónomos em países com diferentes condições meteorológicas”, explica Izabela Karolczyk-Szafrańska, diretora de marketing & ESG officer do Grupo InPost, em comunicado.

Como parte de um piloto de Lockers autónomos, foram instaladas nove máquinas na Polónia nas cidades de Cracóvia e Gdansk. No final de maio, foram também colocadas em serviço três máquinas em Florença, onde não foi necessário substituir as baterias. Em Londres, estão a ser realizados testes em duas máquinas e, em França, o piloto deverá começar no final deste mês na cidade de Lille, onde estão previstas nove máquinas.

A estratégia de descarbonização do Grupo InPost é um complemento integral da sua estratégia empresarial. A pegada de carbono das entregas dos Lockers da InPost gera até 98% menos emissões de CO2 na última milha, em comparação com as entregas ao domicílio.

 

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