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Mais confiante, consumidor português compra mais “premium”

Por a 5 de Setembro de 2017 as 18:06
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A confiança dos portugueses subiu no segundo trimestre do ano para níveis nunca antes registados pela Nielsen. Segundo a consultora, o Índice de Confiança dos Consumidores Portugueses escalou, entre abril e junho passados, 17 pontos face ao período homólogo, atingindo 82 pontos – “o valor mais alto desde sempre em Portugal”.

A maioria dos portugueses (51%) já não considera que o País está em recessão económica, o que traduz um aumento homólogo face aos 26% registados no segundo trimestre de 2016. Os consumidores lusos estão até mais otimistas que a média dos europeus, dos quais 59% acredita que o seu País está em crise.

Este cenário “faz com que os consumidores portugueses estejam mais disponíveis para o consumo”. 30% considera que os próximos 12 meses são uma “boa altura” para comprar aquilo que querem ou de que necessitam, o que representa um aumento de dez pontos percentuais face ao período homólogo.

“O Índice de Confiança dos Consumidores portugueses tem vindo a aumentar de uma forma clara e contínua desde 2014. Este otimismo reflete-se no consumo nacional, que tem vindo a registar crescimentos muito positivos. Com mais confiança e disposição para comprar, o shopper procura agora mais produtos de qualidade e que ofereçam uma experiência inovadora. Cresce a conveniência, cresce a saúde e beleza, cresce o premium. Cresce, acima de tudo, a experiência”, destaca Ana Paula Barbosa, Retailer Services Director da Nielsen Portugal.

Não obstante a confiança dos portugueses estar ainda abaixo da média europeia de 85 pontos, já se posiciona acima de países como França (75), Rússia (70), Finlândia (70), Itália (58) e Grécia (52).

34% dos portugueses tem boas perspetivas quanto à situação profissional para os próximos 12 meses (uma melhoria de 20 pontos percentuais face ao período homólogo) e 42% mostra-se confiante em relação à sua situação financeira (mais 13 pontos percentuais face ao segundo trimestre de 2016).

Apesar de mais otimistas, os consumidores lusos não perdem o hábito de poupar, pretendendo essencialmente cortar custos em despesas como o gás e a eletricidade (52%) ou a aquisição de vestuário (50%). Além disso, 45% opta por adquirir Marcas da Distribuição.

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