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Brasil é primeiro mercado internacional a receber Vinho Verde Wine Fest

São “mais de 300 mil euros” que a CVRVV pretende investir na promoção de vinhos verdes no Brasil, para onde as exportações de crescerem 300% entre 2004 e 2015

Ana Catarina Monteiro
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Brasil é primeiro mercado internacional a receber Vinho Verde Wine Fest

São “mais de 300 mil euros” que a CVRVV pretende investir na promoção de vinhos verdes no Brasil, para onde as exportações de crescerem 300% entre 2004 e 2015

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Ana Catarina Monteiro
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A Região de Vinhos Verdes decidiu internacionalizar o festival vínico dedicado a estes vinhos nacionais para um dos seus principais mercados de exportação. Nos próximos dias 26 e 27 de maio, realiza-se o Vinho Verde Wine Fest no Iate Clube, na cidade brasileira Rio de Janeiro.

A iniciativa insere-se no plano estratégico da CVRVV (Comissão de Viticultura da Região de Vinhos Verdes) para 2017, o qual contempla um investimento de “mais de 300 mil euros” com o objetivo de promover a região vinícola do Norte de Portugal no Brasil, mercado para onde as exportações de vinho verde crescerem 300% entre 2004 e 2015, explica em comunicado a entidade.

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Cerca de duas dezenas de produtores, mais de 100 vinhos verdes e o Chef Renato Cunha vão atravessar o Oceano Atlântico para, através de provas, harmonizações, showcookings e masterclasses, mostrarem que o perfil dos vinhos verdes “casa na perfeição com o clima e gastronomia brasileiros”.

O Vinho Verde Wine Fest realiza-se há três anos na Alfândega do Porto, contando com uma média anual de 25 mil visitantes.

Nos últimos anos, a Região exportou perto de dois milhões de litros de vinho para o Brasil, que se posiciona assim como “quarto maior destino de exportação em volume e o quinto em valor” para estes néctares lusos. Em 2016, as vendas para o mercado brasileiro totalizaram os três milhões de euros, correspondendo a cerca de 1,3 milhões de litros. “A exportação de Vinho Verde tem sido exponencial, ano após ano, como resultado do investimento e do trabalho que, ao longo do tempo, a CVRVV e os produtores têm vindo a realizar naquele país”, frisa a comissão.

2016 foi um ano recorde para as exportações de vinhos verde, que assumiram um peso de 50% nas vendas da região. A CRVV tem previsto um investimento de cerca de três milhões de euros para aplicar este ano nos mercados de exportação.

Sobre o autorAna Catarina Monteiro

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Refurbed abre em Portugal marketplace de produtos recondicionados

A Refurbed, marca mundial de equipamentos recondicionados, entrou agora em Portugal, que passa a ser o seu 11º mercado europeu.

A Refurbed afirma que vai aplicar em Portugal o conceito de compras sustentáveis, de economia circular e de um marketplace de produtos eletrónicos e de desporto, até 40% mais baratos.

Com Portugal a integrar o seu portefólio, o marketplace online de produtos recondicionados, fundado em 2017 na Austria, passa a estar representada em 11 países europeus.

Kilian Kaminski, co-fundador da marca esteve em Portugal para o seu lançamento e disse acreditar que Portugal “tem todas as condições para abraçar este tipo de consumo, mais consciente, observamos compradores com fortes preocupações ambientais, com elevados níveis de confiança nos comerciantes de eletrónicos e com hábitos de compras online cada vez mais consistentes”.

A marca afirma que uma das suas apostas é na literacia dos consumidores. “É importante perceber a diferença entre produtos em segunda mão e recondicionados. Estes últimos passam por um rigoroso processo de restauro e verificação, que lhes garante qualidade e desempenho comparáveis a produtos novos, e com garantia”, afirma Francisco Esteves, country manager da Refurbed Portugal.

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Delta é a marca para a qual a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro

Segundo a OnStrategy, a EDP e a Delta lideram o ranking das marcas com mais valor de ESG em Portugal. O estudo conclui que sustentabilidade já devia contribuir com 19,8% para o valor financeiro das marcas portuguesa mas nas 100 mais valiosas o contributo direto é de apenas 12,7%.

Quando falamos de sustentabilidade e de marcas portuguesas, a EDP e Delta lideram o ranking de valor financeiro. Os dados são da OnStrategy que desenvolveu um trabalho que analisa o impacto económico da sustentabilidade no valor financeiro das marcas. Este estudo segue as normas ISO10668 (avaliação financeira de marca) e ISO20671 (avaliação de estratégia e força de marca).

A sustentabilidade deveria representar 19,8% do valor financeiro das marcas portuguesas mas as 100 marcas mais valiosas do país registam apenas uma contribuição de 12,7%. Para a consultora multidisciplinar focada na criação e otimização do valor financeiro das marcas e organizações dos seus clientes e parceiros, este desfasamento revela o potencial inexplorado no impacto económico da sustentabilidade.

A EDP destaca-se como a marca portuguesa com o maior valor financeiro associado à sustentabilidade, totalizando 406 milhões de euros. A Galp Energia, Pingo Doce, Continente, Super Bock, The Navigator Company, CTT, Worten, Parfois, Sagres fazem parte do Top25 deste ranking divulgado pela OnStrategy.

A Delta é a marca onde a sustentabilidade mais contribui para o valor financeiro, com 16,8%, estando mais próxima do seu valor potencial de contribuição.

Ranking_ESG_ OnStrategy

De acordo com João Baluarte, partner da OnStrategy, as organizações enfrentam quatro grandes desafios no âmbito da sustentabilidade: o que fazer, como fazer, o que comunicar e como comunicar que são essenciais num contexto em que as questões de sustentabilidade se tornaram uma obrigatoriedade legislativa.

“O mundo enfrenta desafios de sustentabilidade cada vez maiores e que se tornaram uma obrigatoriedade para as organizações até por via legislativa, e nos últimos anos foram desenvolvidas políticas e requisitos que as organizações têm de cumprir no âmbito da agenda de sustentabilidade”, sublinha.

Os quatro desafios são: o que fazer, porque “independentemente do esforço financeiro a que as empresas são chamadas, já existem regras definidas para todos os setores de atividade com calendários de implementação e informação (report) definidos” e como fazer, como vários especialistas “em campo a desenvolver planos de implementação” começa por enumerar.

O que comunicar é também apontado, porque “aquilo que são as obrigações e imposições não coincidem no todo com aquilo que é relevante para os diferentes stakeholders. Há muitos assuntos da agenda de sustentabilidade que têm de ser concretizados mas não têm de ser comunicados no seu todo e de forma igual aos diferentes stakeholders, e aqui reside outro desafio para as organizações sobre os conteúdos relevantes para cada stakeholder (ambiente ecológico e de trabalho, cidadania, governo)”.

Por último, como informar, já que “se estamos a falar de diferentes stakeholders e diferentes contéudos de comunicação, há um último desafio que reside na efetividade da comunicação (inclusive do ponto de vista financeiro) através da seleção dos touchpoints mais eficientes (meios tradicionais e digitais, eventos, patrocínios, marketing direto, ponto de venda)”, conclui João Baluarte.

 

 

 

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

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Nespresso abre em Lisboa um novo formato de boutique

A Nespresso acaba de abrir no Centro Comercial Colombo, um novo formato de boutique focado na experiência do consumidor.

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O novo conceito de boutique, que se estreia em Portugal, tem como mote ‘Cultivar o café como uma arte para fazer crescer o que há de melhor em cada um de nós’ e foi criado para aproximar mais a Nespresso do consumidor. A marca tem como objetivo alargar o novo conceito a várias boutiques do país.

O novo modelo de loja apresenta espaços diferenciados, entre os quais um lounge onde o consumidor “pode provar e descobrir o café como uma arte”, uma zona “focada na circularidade, sustentabilidade”, a área Nespresso&You dedicada à personalização, e uma área de seleção e compra de café, máquinas e outros acessórios, adianta a marca.

“Na Nespresso continuamos a apostar no formato físico, proporcionando a todos os amantes de café uma experiência mais emocional e próxima, que por momentos lhes permita escapar da azáfama do dia-a-dia. Esperamos que esta nova boutique seja apenas o início de um conceito cada vez mais focado na experiência”, explica Jaime de la Rica, business executive officer (BEO) da Nespresso Portugal.

A marca vai lançar um calendário de eventos a realizar no novo espaço, com masterclasses, momentos de degustação, ‘Coffee Talks’ com parceiros da marca sobre projetos relevantes, exibições de arte focadas em café e ações de personalização de máquinas e acessórios.

A 23 e 25 de julho, a marca expande o novo conceito, com a abertura de duas novas boutiques Nano, em Vila Real e Viana do Castelo, respetivamente. Nestes espaços pode ser encontrada uma enorme variedade de café e uma seleção de máquinas e acessórios Nespresso. Os clientes podem ainda entregar as cápsulas Nespresso usadas, que serão posteriormente recicladas, e realizar a degustação dos cafés que tiverem mais curiosidade em experimentar.

A Nespresso conta agora com 28 boutiques em Portugal, sendo a loja do Colombo a primeira a englobar o novo conceito imersivo

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ESG

Salesforce e FEM lançam projeto de reflorestação na Europa

A Salesforce e o Fórum Económico Mundial (FEM) lançaram a a 1t.org, um projeto que pretende conservar, restaurar e plantar um bilião de árvores até 2030.

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No âmbito do projeto, que junta a Salesforce e o Fórum Económico Mundial (FEM), a empresa norte-americana prevê investir 200 mil dólares para apoiar o Capítulo europeu da 1t.org e o lançamento de um novo projeto florestal em França.

A iniciativa pretende impulsionar a resiliência e biodiversidade florestal na Europa e foi criada com o objetivo de conservar, restaurar e plantar um bilião de árvores até 2030.

No âmbito do 1t.org, a Salesforce “irá doar 100 mil dólares para apoiar a expansão e 100 mil dólares adicionais para lançar um novo projeto florestal em França”, informa a CRM de Inteligência Artificial (IA).

O novo projeto florestal em França estará focado no apoio à manutenção, cuidado e planeamento, a longo prazo, de árvores, ajudando ainda a restaurar e conservar a floresta de Festigny, na região de Marne, em França.

Em cooperação com a Reforest’Action, a empresa norte-americana de software irá apoiar a reflorestação através da plantação de cerca de 27.000 árvores de cinco espécies diferentes, em mais de 12 hectares, para criar um ecossistema florestal próspero, resiliente e multifuncional. “Este é o segundo projeto florestal que a Salesforce apoia em França, como parte do seu compromisso global de ajudar a conservar e restaurar 100 milhões de árvores até 2030” destaca a multinacional.

“O lançamento agora anunciado é mais do que um marco — é um apelo claro ao setor privado europeu para a ação climática, assim como um compromisso para com a preservação dos importantes recursos do nosso planeta,” afirma Julie Ravillon, líder de sustentabilidade e representante da Salesforce no conselho de stakeholders europeu da 1t.org.

Já Florian Vernaz, diretor do 1t.org no Fórum Económico Mundial, reconhece que está muito entusiasmado “em ver o crescimento contínuo da 1t.org, com o lançamento deste nosso capítulo na Europa, outra área crítica para a restauração florestal”.

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Izidoro

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Gama de fiambres fatiados da Izidoro com mais 30 gramas grátis para ajudar famílias

A Izidoro reforça o seu compromisso com os consumidores ao disponibilizar toda a sua gama de fiambres fatiados, incluindo perna extra, peito de peru e peito de frango, nas variantes gourmet e original, com mais 30 gramas grátis.

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“Com esta iniciativa, estamos a responder às necessidades dos consumidores por soluções económicas e de qualidade, enquanto procuramos reforçar a nossa quota de mercado. A oferta de mais 30 gramas grátis em cada embalagem de fiambre é uma forma de recompensar a fidelidade dos consumidores e incentivar novos clientes a experimentarem os nossos produtos”, sublinha Inês Silva, brand manager da Izidoro.

“Acreditamos que esta estratégia aumentará a satisfação dos nossos clientes e ajudará na poupança familiar, tornando os nossos produtos ainda mais atrativos.”, reforça.

Abrangidas nesta nova oferta está a gama gourmet, que inclui fiambre perna extra Forno a Lenha (110g + 30g), peito de peru Forno a Lenha (110g + 30g) e peito de frango Forno a Lenha (110g + 30g) e a gama original que inclui fiambre perna extra (120g + 30g), peito de peru (120g + 30g) e peito de frango (120g + 30g).

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Renova lança campanha ‘1 Ano de Casa Paga’

A campanha ‘1 Ano de Casa Paga’ decorre até 31 de outubro de 2024

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tagsRenova

A Renova está a lançar a campanha ‘1 Ano de Casa Paga’, que se propõe a oferecer aos cidadãos “a oportunidade de ganhar um ano da prestação da casa ou renda paga, até ao valor máximo de 750 euros mensais”; indica a marca.

No âmbito da campanha, até 31 de outubro de 2024, ao adquirir pelo menos dois produtos da marca Renova, os participantes devem submeter os respetivos talões de compra no site https://www.casapagarenova.com/, onde está também disponível o regulamento da campanha.

A comunicação de ‘1 Ano de Casa Paga’ vai materializar-se através de iniciativas de ativação de marca no ponto de venda, redes sociais e nas embalagens de produtos Renova.

A Renova é uma marca portuguesa de produtos de grande consumo no segmento dos produtos de papel tissue. Está presente nos cinco continentes, com uma estratégia de inovação constante e lançamento de novas soluções.

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No primeiro semestre foram criadas 27.263 novas empresas

O número representa um recuo de 3% na criação de empresas, comparativamente ao mesmo período de 2023.

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No primeiro semestre de 2024 foram criadas em Portugal 27.263 novas empresas. São menos 844 do que em igual período do ano passado, o que representa um recuo de 3% na constituição de empresas. “Uma tendência que se verificou nos dois trimestres deste ano”, indica o mais recente barômetro da Informa D&B.

A construção de edifícios (residenciais e não residenciais) é a atividade com o maior número de constituições de novas empresas no semestre – foram 2.049 – registando igualmente o maior crescimento face ao semestre homologo: mais 188 empresas, um crescimento de 10%. 

Os setores dos serviços gerais (+118 empresas, um aumento de 3% nas constituições), tecnologias da informação e comunicação (+85; +5,1% constituições) e retalho (+77; +3,1% constituições) também contrariaram a tendência geral e registaram um aumento no número de constituições de empresas.

Por outro lado, o empreendedorismo no setor das atividades imobiliárias, responsável por muitas das novas empresas em períodos recentes, está em queda há quatro semestres consecutivos, com menos 179 constituições de empresas (-6,7% constituições) do que no período homólogo.

E depois do aumento acentuado nos últimos anos, a atividade do transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros caiu pelo sétimo mês consecutivo, sendo responsável por grande parte da descida do semestre (-899; -32% constituições de empresas).

Mais insolvências em 2024

O barômetro da Informa D&B indica ainda que 1.074 empresas iniciaram um processo de insolvência no primeiro semestre deste ano, o que corresponde a um aumento de 11% face ao primeiro semestre do ano anterior: houve mais 110 processos de insolvência de pessoas coletivas.

“Este aumento não é transversal a todos os setores, estando maioritariamente concentrado nas indústrias de têxtil e moda”, revela. No acumulado do semestre, este subsetor registou 196 empresas em insolvência (+110; +128% processos de insolvência), destacando-se a fabricação de calçado (+58; +414% processos de insolvência) e a confeção de outro vestuário exterior em série (+31; +78% processos de insolvência). As insolvências desta atividade ocorreram maioritariamente nos concelhos de Guimarães e Felgueiras, refere o barômetro.

Em relação aos encerramentos de empresas, no primeiro semestre fecharam 6.022, menos 5,3% que no semestre homólogo, sendo que à data de hoje ainda existem publicações a ser efetuadas pelo Registo Comercial, indica o estudo da Informa D&B.

Mas se nos primeiros seis meses deste ano a percentagem de encerramentos foi menor do que no primeiro semestre de 2023, no acumulado dos últimos 12 meses, o número de encerramentos aumentou ligeiramente 0,9% (+137 encerramentos) face aos 12 meses anteriores, atingindo um total de 15.020.

A atividade do transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros é, também nos encerramentos, a principal responsável pelo aumento dos últimos 12 meses, registando neste período 477 encerramentos, o que corresponde a um aumento de 41% face aos 12 meses anteriores (+139 encerramentos).

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Mango regista melhor semestre da sua história

A Mango terminou os primeiros seis meses do ano com a maior faturação dos seus 40 anos de história, com um volume de negócios superior a 1.543 milhões de euros, mais 6,3% do que no mesmo período do ano anterior.

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A Mango terminou os primeiros seis meses de 2024 com a maior faturação dos seus 40 anos de história, com um volume de negócios superior a 1.543 milhões de euros, o que representa um aumento de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Presente em mais de 115 mercados e com 2.566 lojas em todo o mundo, a Mango atribui os bons resultados do grupo à boa aceitação por parte dos seus clientes das suas coleções e da sua proposta de valor, concebidas em Barcelona.

A sua aposta no estilo aspiracional e pessoal, no seu excelente serviço prestado ao cliente e na sustentabilidade como eixo transversal conseguiram impulsionar as vendas das linhas de negócio durante os primeiros seis meses do ano. Em comunicado, a retalhista avança que a Mango Man registou um forte crescimento de mais de 21% e a Mango Kids/Teen cresceu mais de 11% durante o mesmo período. A Mango Woman continua a ser o grande motor da atividade do grupo, com um ligeiro crescimento de 4%, pelo que atingiu o volume de negócios mais elevado da história da empresa num semestre e representa 79% do total de faturação.

Toni Ruiz, CEO da Mango, destaca que “num ambiente muito competitivo, a empresa conseguiu registar o melhor semestre da sua história, crescendo por cima do mercado. A boa evolução na faturação do primeiro semestre reforça o nosso compromisso com a nossa proposta de valor, o nosso modelo de negócio e o plano de expansão internacional com o qual queremos continuar a inspirar o mundo com a nossa paixão pela moda.”

Faturação internacional representa mais de 78% do total do grupo

A Mango registou, no primeiro semestre do ano, uma faturação internacional que representa mais de 78% do total do grupo. Por áreas geográficas, Espanha, França, Turquia, Alemanha e os Estados Unidos são os mercados que registaram o maior volume de negócios durante este período.

Durante este período, a empresa continuou a sua expansão do canal físico com 57 aberturas líquidas e alcançou um parque de lojas de 2.743 pontos de venda em todo o mundo, no final de junho, 1.725 dos quais são lojas próprias e franchisados, enquanto 1.018 são corners. O objetivo da empresa, para o segundo semestre do ano, é continuar a aumentar o seu parque de lojas com o objetivo de ultrapassar os 2.800 pontos de venda até ao fecho de 2024.

No âmbito do seu plano estratégico, a empresa conta com ambiciosos planos de expansão por todo o mundo, em especial nos Estados Unidos da América, com um ritmo de aberturas superior ao previsto. Em Espanha, a Mango prevê a abertura de cerca de vinte novos pontos de venda durante 2024, sobretudo com a sua linha Mango Teen, que conta com um novo ponto de venda inaugurado recentemente no Paseo de Gracia em Barcelona, Espanha.

No Reino Unido, a Mango prevê inaugurar mais de vinte novos pontos de vendas este ano, com novas lojas em Londres e na Escócia, bem como chegar, pela primeira vez, a cidades da Irlanda do Norte e do centro e sul de Inglaterra. A empresa abriu também recentemente a sua primeira loja internacional Mango Teen em Londres.

Em Itália, a Mango prevê abrir mais de quinze novos pontos de venda este ano, com os quais espera ultrapassar a centena no país. A expansão incide particularmente no centro e no sul de Itália, sobretudo na capital, bem como em grandes cidades do norte do país, como Bolonha, Génova e Verona.

Fora da Europa, a Mango prosseguiu com o seu plano de expansão nos Estados Unidos com a sua chegada, pela primeira vez, aos estados da Pensilvânia, Massachusetts e Virgínia. Aumentou também a sua presença na Califórnia, com a sua primeira loja em San Diego, e em Nova Iorque, com um ponto de venda em Hudson Yards.

O impulso do canal físico apoia-se não só na abertura de novos pontos de venda, mas também no aumento da superfície de venda comparável (LxL) a câmbio constante, a qual registou, no caso da Mango e durante o primeiro semestre, um crescimento que ultrapassa os dois dígitos, sublinha também em comunicado.

Paralelamente à expansão física, a empresa continua a consolidar a sua presença no seu canal online, com um ligeiro crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior, e representa atualmente cerca de 33% da faturação total do grupo, uma percentagem bastante superior à dos seus concorrentes.

Crescimento no âmbito do seu Plano Estratégico 4E

Num momento de grande crescimento do negócio, a Mango, que celebra, este ano o seu 40.º aniversário, apresentou, no passado mês de março, o seu novo Plano Estratégico, denominado 4E, que inclui as prioridades da empresa até 2026. As quatro alavancas do Plano 4E, Elevate, Expand, Earn e Empower, serão fundamentais para alcançar os objetivos estabelecidos, entre os quais o de ultrapassar os 4.000 milhões de euros de faturação em 2026. Para tal, a empresa reforçará a sua proposta de valor diferencial e promoverá um plano de expansão que prevê a abertura de mais de 500 lojas ao longo dos próximos três anos, refere também.

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José Maria da Fonseca renova imagem do icónico Moscatel Roxo 20 Anos

A mudança tem como objetivo reforçar a identidade e o posicionamento da produtora de Azeitão, assente na sua singularidade e legado histórico.

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No ano em que celebra 190 anos, a José Maria da Fonseca, mais antigo produtor de vinhos de mesa e moscatéis em Portugal, aposta na renovação de imagem do packaging do Moscatel Roxo 20 anos, que passa agora a integrar a gama de moscatéis Alambre.

Vinho generoso produzido unicamente na região da Península de Setúbal, onde a casta que lhe dá origem – o Moscatel Roxo de Setúbal – esteve praticamente extinta na segunda metade do século passado. Foi Fernando Soares Franco – 5ª geração da família – grande entusiasta pela viticultura e pela casta Moscatel Roxo de Setúbal em particular, que empreendeu esforços, nas décadas de 70 e 80, para salvá-la da extinção.

Reconhecido a nível nacional e internacional, o Moscatel Roxo 20 anos da José Maria da Fonseca é um lote de 4 colheitas, em que a colheita mais nova tem 23 anos e a mais antiga 80, sendo que estagia em cascos de madeira usada, tendo como objetivo um longo processo oxidativo, nas caves da José Maria da Fonseca em Azeitão.

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Volume de negócios da Ifthenpay cresce 25% no 1.º semestre

Volume de negócios da Ifthenpay cresceu 25% nos primeiros 6 meses do ano para mais de 3,5 milhões de euros e por comparação com período homólogo do ano transato.

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A Ifthenpay fechou os primeiros seis meses do ano com um crescimento de 25% no volume de negócios e por comparação com o mesmo período do ano passado. Neste período, a fintech portuguesa movimentou mais de 719 milhões de euros em pagamentos. Em função destes resultados, foram revistas em alta as perspectivas de crescimento estabelecidas no início do ano para 2024.

A Ifthenpay sublinha em comunicado que os resultados alcançados na primeira metade deste ano se devem à dinâmica de crescimento consistente do e-commerce e dos pagamentos digitais, bem como ao sucesso alcançado com o recente lançamento dos seus terminais de pagamento automático (TPA), que oferecem aos comerciantes do retalho uma solução 360º graus, que integra pagamentos presenciais e digitais.

A empresa, cujo valor do volume de negócios ultrapassou os 3,5 milhões de euros entre janeiro e junho de 2024, avança que está agora a preparar o lançamento de mais e novos serviços a apresentar durante o segundo semestre deste ano, para responder às necessidades em constante evolução dos pagamentos digitais e do comércio online.

“Este é um mercado cada vez mais dinâmico e em franca evolução, e onde, a par de toda a complexidade tecnológica e regulatória, o digital se impõe cada vez mais, criando novas oportunidades de negócio para todos os players. Os excelentes resultados que alcançámos, espelham toda esta dinâmica de crescimento e de evolução dos pagamentos digitais. O ano de 2024 vai voltar a ser de crescimento sustentado e significativo para a Ifthenpay, sendo que nesta equação vai também entrar, no segundo semestre, o lançamento de novos serviços em que estamos a trabalhar, que se pautam pela inovação e que esperamos contribuam para reforçar ainda mais a nossa posição de liderança no mercado.”, sublinha Nuno Breda, Co-CEO e cofundador da Ifthenpay.

“Importa sublinhar que todos os anos a Ifthenpay tem vindo a crescer de forma sustentada e com rácios de dois dígitos, o que reflete a dinâmica do nosso mercado, mas também da nossa empresa e do nosso negócio, espelhando o sucesso dos nossos serviços e soluções, que, ao longo dos anos têm contribuído de forma decisiva para ajudar a concretizar e aprofundar a digitalização do retalho nacional e a internacionalização dos negócios dos comerciantes portugueses. Tendo em conta os resultados já alcançados nos primeiros seis meses de 2024, estimamos que, mais uma vez, a Ifthenpay venha a ultrapassar os objetivos estabelecidos no início do ano para o exercício de 2024,” acrescenta Filipe Moura, Co-CEO e cofundador da Ifthenpay.

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