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Por cada empresa encerrada abriram 2,3 no último ano em Portugal

Por a 17 de Outubro de 2016 as 13:05
Fonte: Barómetro (outubro 2016) Informa D&B
Fonte: Barómetro (outubro 2016) Informa D&B

No espaço de um ano, entre outubro de 2015 e setembro deste ano, nasceram um total de 36 937 empresas e 16 402 cessaram atividade em Portugal. Assim, nos últimos 12 meses, por cada empresa encerrada, abriram 2,3.

Este ano, entre janeiro e setembro, o número de empresas e outras organizações criadas em Portugal atingiu  as 28 326 entidades, menos 1 002 (3,4%) face aos primeiros nove meses de 2015, de acordo com o Barómetro da dinâmica do tecido empresarial, elaborado pela empresa de informação comercial e financeira Informa D&B. Por outro lado, no mesmo período, os encerramentos de empresas reduziram 2,2% face aos primeiros nove meses do ano anterior. No total, 10 026 entidades fecharam portas. Os processos de insolvência iniciados no período analisado, publicados no portal Citius do Ministério da Justiça, totalizam os 2 537, uma descida de 23,3% face ao mesmo período de 2015. Até setembro, registam-se 24 348 entidades com ações judiciais no País.

“Construção, alojamento e restauração e atividades imobiliárias são os únicos setores que crescem em nascimentos”, conclui a análise. As atividades imobiliárias representam o setor nacional que mais cresceu em número de nascimentos (2 161 nascimentos, +34,1% face ao período homológo).

No setor do retalho formaram-se 349 novas empresas, uma redução de 16,9% comparando com o período entre janeiro e setembro de 2015. Por outro lado, 242 entidades encerraram no setor, uma diminuição de 6,9% face ao período homólogo. No passado mês, contavam-se 63 730 empresas de retalho no País, que pesam 14% do tecido empresarial português.

Os distritos que concentram maior número de empresas, Lisboa e Porto, mantêm tendências distintas face ao período homólogo. Lisboa tem o maior crescimento de constituições de entidades (+592), enquanto o Porto perdeu 384 empresas.

Também há “mais empresas a pagar fora do prazo. Apenas 16,8% das entidades pagam dentro do prazo, menos três pontos percentuais que em janeiro deste ano. O atraso médio aumentou ligeiramente para os 27,8 dias”.

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