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Lácteos – Um mercado de crescimento (ainda) adiado, mas com algumas das marcas mais escolhidas pelos portugueses

Do Top 50 das marcas de grande consumo mais compradas pelos lares nacionais, dez são de produtos lácteos, segundo a quarta edição do estudo Kantar Worldpanel’s Brand Footprint

Ana Catarina Monteiro
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Lácteos – Um mercado de crescimento (ainda) adiado, mas com algumas das marcas mais escolhidas pelos portugueses

Do Top 50 das marcas de grande consumo mais compradas pelos lares nacionais, dez são de produtos lácteos, segundo a quarta edição do estudo Kantar Worldpanel’s Brand Footprint

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Uma análise da Kantar Worlpanel

Do Top 50 das marcas de grande consumo mais compradas pelos lares nacionais, dez são de produtos lácteos, segundo a quarta edição do estudo Kantar Worldpanel’s Brand Footprint

No estudo Kantar Worldpanel’s Brand Footprint, realizado este ano pela quarta vez, que revela as marcas de FMCG que estão a ser compradas pela maioria das pessoas, mais vezes, verifica-se que do Top 50 de Portugal 10 marcas são de produtos láteos: Mimosa (a marca número 1 nacional), Gresso, Agros, Nova Açores, Matinal, Activia, Oykos, Corpos Danone, Becel e Yoggi.

Este indicador revela o quanto este setor é importante e as suas marcas reconhecidas, não apenas em termos de notoriedade, mas mais importante ainda, no que diz respeito a compras efetivamente realizadas, ou seja, a escolhas dos consumidores.

Mas as boas novidades a que se têm assistido em 2016, em algumas das categorias do FMCG (Bens de Grande Consumo) que registam tendências de recuperação e de crescimento face ao ano anterior, ainda não chegaram ao mercado dos lácteos.

Se em 2015 este mercado registou um decréscimo face ao ano anterior, quer em volume, quer em valor, esta situação mantém-se em 2016. Assim, na comparação do período anual (13 períodos de 4 semanas) que terminou em junho, verifica-se que, face a 2015, se regista uma redução em valor de -6.5% e em volume de -4.8%. Este decréscimo é ligeiramente superior, em valor, ao que já se havia registado entre 2014 e 2015 (-4%).

Esta tendência é generalizada a todas as categorias que compõem o mercado apenas com a exceção de pequenas categorias nicho, como veremos mais adiante.

Composição do Mercado de Lácteos 

O mercado de lácteos divide-se em 6 categorias principais: Leite, Iogurtes, Queijinhos, Sobremesas Prontas, Natas, e Margarinas e Manteigas.
75% do volume total anual do mercado de lácteos é efetuado na categoria de Leite e 19% em Iogurtes.

Gráfico 1 - categoria de lácteos (valor)

Gráfico 1

Já em valor os Iogurtes assumem um peso muito mais significativo, de 42% do mercado total anual, uma vez que são produtos mais caros do que o leite. Em valor o Leite representa 38% do total, sendo estas duas categorias responsáveis por 80% do valor total do mercado.
Das restantes categorias Margarinas e Manteigas tem também alguma expressão, com peso de 12% no valor total, sendo as restantes categorias pequenas.

Gráfico 2 -

Gráfico 2

Na categoria do Leite, composta por várias sub-categorias, o peso, quer em volume quer em valor, reside nos pacotes de leite designados de “Leite não Aromatizado de Longa Duração” – 28.4% do valor anual e 64.5% do volume.

Gráfico 3

Gráfico 3

Nos Iogurtes, categoria sub-dividida em Iogurtes, Iogurtes Infantis e Outros Leites Fermentados, é categoria de Iogurtes que justifica o peso neste setor: 32.1% em Valor, e 15.3% em volume.

Como referido acima, as grandes categorias de lácteos (Leite e Iogurtes) não registam crescimentos. As únicas categorias /segmentos onde há alguma evolução favorável é em Sobremesas Prontas, que cresceram cerca de 8% em valor e em volume nos últimos 12 meses (mas que há um ano cresciam 25%).

A evolução favorável desta categoria resulta do facto de terem ocorrido vários lançamentos de inovações nos últimos anos (por exemplo, as gelatinas de iogurte da Danone) e do facto de se tratar de categoria com valor unitário bem mais elevado do que o leite ou as margarinas.

Em volume registam também algum crescimento as categorias de Leite de Soja e de Outros Leites Fermentados” (onde se incluem os produtos com ação contra o colesterol, por exemplo).

No que diz respeito às principais baixas dos últimos 12 meses, além do decréscimo da categoria de Leite, destaca-se uma redução de 29% no valor de Iogurtes Infantis (16.7% em volume). Em 2015, a gama Danonino de iogurtes infantis da Danone estava com forte crescimento que compensava as fortes perdas das marcas da distribuição neste segmento. Em 2016, crescimento da Danone mantém-se, mas a um ritmo inferior, não compensando já as quebras nas MDD (Marcas de Distribuição), cujo impacto se traduz numa redução do segmento Infantil no seu conjunto.

E os primeiros 6 meses de 2016?

A evolução do primeiro semestre de 2016, quando comparado com igual período de 2015, confirma as tendências gerais que se registaram nos últimos 12 meses com destaque para os Iogurtes Infantis que acentuam a tendência descendente, e para as Sobremesas Prontas que nestes primeiros 6 meses estabilizam e deixam de apresentar a evolução de 2 dígitos dos últimos 2 anos, uma vez que o ritmo de lançamento de produtos diferenciados e de inovações de sucesso abrandou

Que indicadores explicam a evolução da categoria no semestre? 

A evolução geral do mercado de lácteos resulta de uma redução de volume e do preço médio.
Em termos de volume, apesar do número de compradores da categoria estar estável, a compra média por comprador desce 3.6%. A frequência de compra da categoria mantém-se neste primeiro semestre, mas o volume comprado por ato de compra  desce 3.7% explicando assim o efeito global negativo no volume.

Gráfico 4

Gráfico 4

Este mercado tem uma penetração elevadíssima de 99.4%, estando presente em quase todos os lares portugueses sobretudo através do leite, que é a principal categoria, com uma penetração de 95.4%. Aliás, como referido no início as marcas de leite encontram-se entre as mais escolhidas pelos portugueses.
Estes indicadores do mercado estão sobretudo relacionados com a evolução das categorias de leite e de iogurtes que são as mais representativas.

Os benefícios do consumo de leite por adultos têm vindo a ser postos em causa por alguns estudos, sendo este um tema que ganhou alguma visibilidade nos media, o que poderá ter tido algum impacto nos hábitos de consumo.

No leite todos os indicadores apresentam decréscimos: compra média (-4.1%), preço médio   (-8.2%) e  gasto médio (-12%). Também a frequência de compra baixa em 4.7%, o que associado a um valor de gasto por ato de compra de -7.6%, e uma penetração estável, acabam por se traduzir numa contração do valor e volume da categoria.

Na categoria de iogurtes regista-se um ligeiríssimo crescimento de 0.6%, que resulta de alguma estabilidade nos principais indicadores de compra, com destaque para uma evolução favorável da frequência de compra de +2.9% nestes primeiros 6 meses em que os iogurtes foram, em média, comprados 10 vezes.

Nas restantes categorias, mais pequenas, as Sobremesas Prontas cujo crescimento de 2 dígitos estagnou, verifica-se que a penetração também estagnou em 46.9%, indicador que em segmentos de crescimento é o motor necessário e indispensável para assegurar o crescimento sustentado.

Gráfico 5

Gráfico 5

As Natas perdem valor porque a compra média baixa em 8.1% (menor frequência e menor volume por ato de compra).

Quanto às Margarinas verifica-se que perdem penetração (74.6% de penetração; – 3.7% do que nos primeiros 6 meses de 2015), traduzindo-se o efeito deste menor número de compradores em quebras de volume e de valor.

A evolução nas categorias de Natas e Margarinas parece estar relacionada com os hábitos mais saudáveis e preocupações estéticas que levam à procura de produtos alternativos, mais saudáveis e com menos teor de gordura.

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Há 40.451 empresas exportadoras em Portugal

Há empresas a vender para os mercados externos em todos os setores de atividade, mas é visível uma maior concentração nos das indústrias (23%), dos serviços empresariais (18%) e dos grossistas (16%), que representam 57% das exportadoras nacionais.

A Informa D&B realizou uma análise às empresas exportadoras portuguesas e concluiu que há 40.451 empresas que vendem para mercados externos.

A consultora baseou o estudo no universo das empresas exportadoras, com contas entregues até final de 2023, que vendem para os mercados externos o equivalente a pelo menos 5% do seu volume de negócios ou mais de um milhão de euros.

A análise permitiu perceber que na última década o número aumentou em mais dez mil empresas exportadoras (eram 30.559 em 2013). Apenas entre 2020 e 2022, surgiram 4.205 novas empresas a fazer negócios com o exterior, mas a taxa de exportadoras mantém-se. “De 2012 e 2022, a percentagem de empresas no nosso tecido empresarial manteve-se sempre entre os 10% e os 11%”, revelou Rita Neves, analista de estudos e inovação de produto da Informa D&B, na apresentação do estudo, que decorreu no âmbito de um webinar realizado pela CCIP (Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa).

Há empresas a vender para os mercados externos em todos os setores de atividade, mas é visível uma maior concentração nos das indústrias (23%), dos serviços empresariais (18%) e dos grossistas (16%), que representam 57% das exportadoras nacionais.

No setor das indústrias, é nos subsetores do têxtil e moda (23%), da metalurgia (21%) e dos materiais (18%) que se concentra a maior parte das empresas exportadoras. Quanto ao valor das exportações, são as indústrias de materiais que exportam quase um quarto do total do setor.

Setor das TIC em crescimento

Quanto à vocação exportadora, é o setor das tecnologias de informação e comunicação que tem registado, desde 2019, a maior taxa de empresas que exportam: 28% das empresas deste setor são exportadoras, mas o peso das exportações nos negócios destas empresas “corresponde a pouco mais e um terço”, referiu Rita Neves.

Já na agricultura e outros recursos naturais, apesar das empresas exportadoras representarem apenas 9% do universo empresaria do setor – são 1.374 – as suas exportações são 60% do volume de negócios.

É no Norte do país que estão quase metade das empresas exportadoras portuguesas (43%), fruto da região concentrar mais de metade das indústrias do país. Segue-se a Grande Lisboa (25%) e o Centro (15%). Oeste e Vale do Tejo (6%), Península de Setúbal (4%), Alentejo (3%), Algarve (2%) e Região Autónoma da Madeira (1%) completam o quatro das empresa exportadoras por região. A Região Autónoma dos Açores não apresenta nenhuma exportadora segundo os critérios de pelo menos 5% do volume de negócios ou mais de um milhão de euros exportados.

Exportadoras em todas as dimensões

O estudo indica ainda que há exportadoras em todas as dimensões de volume de negócios, desde as micro às grandes empresas, mas, como é previsível, quando maior a dimensão, maior é a taxa exportadora. As grandes empresas são responsáveis por 58% do total das exportações do tecido empresarial, enquanto as micro representam 9%, as pequenas, 30% e as médias, 44%.

“As pequenas, médias e grandes exportadoras têm, de facto um grande peso. Estamos a falar de apenas oito mil empresas, mas estes três escalões, no seu conjunto, representam 93% das exportações”, sublinha a analista de estudos e inovação de produto da Informa D&B.

Quanto à idade das empresas, as consideradas maduras – fundadas há 20 ou amis anos – concentram 72% do volume total das exportações, com as empresas com idades entre seis e 19 anos a representarem 20%.

Outra variável relevante no estudo refere-se à nacionalidade do capital das empresas exportadoras: a maioria das empresas são de capital nacional, mas as empresas de capital estrangeiro têm um perfil mais exportador, já que mais de um terço das empresas de capital internacional é exportadora (34%) e representam 43% das exportações nacionais. As empresas nacionais exportadoras, que representam cerca de 10% a 11% do universo empresarial português, são responsáveis por 48% das exportações. As restantes 9% foram realizadas por empresas de capital disperso.

Um pouco mais de metade de todas as exportadoras (52%) exportam apenas serviços, enquanto 29% exportam apenas bens, e as restantes 19% exportam bens e serviços. Os bens são, entretanto, a maior fatia do valor das exportações, com 74% do total.

Mais da metade para mercados da UE

Quanto aos mercados de destino, 46% das empresas exportadoras vende exclusivamente para os mercados da União Europeia, mais de um terço (36%) exportada para mercados comunitários e extra comunitários e apenas 18% exporta apenas para mercados fora da UE.

Há uma maior concentração setorial no mercado comunitário, com 85% das exportações oriundas apenas de quatro setores: indústrias (57%), grossistas (13%), energias e ambiente (8%) e transportes (7%). Este mercado representa 64,7 milhões de euros em volume de exportações.

Já os mercados extra comunitários, responsáveis por 29 milhões de euros das exportações nacionais, 72% das empresas estão concentradas nos mesmos quatro setores, com o peso das indústrias a descer um pouco (43%).

O estudo destaca ainda o facto das empresas exportadoras demonstrarem ser mais resilientes financeiramente, já que 57% das exportadoras têm uma resiliência elevada (22%) ou média alta (35%), enquanto esta percentagem não chega a metade nas empresas que vendem em exclusivo para o mercado nacional (19% elevada e 30% média alta). As exportadoras são também as empresas com menor risco de ‘failure’: 49% têm risco mínimo de cessar a atividade nos próximos 12 meses, com dívidas por liquidar.

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

Bebidas

SodaStream apresenta novos sabores Pepsi

A SodaStream promoveu um evento para apresentar os novos sabores Pepsi para fortalecer a presença no mercado português e ir ao encontro das novas tendências.

Hipersuper

Na Sala das Naus, no Palácio do Governador, o evento dedicado a profissionais da comunicação e influencers, contou com a presença de Ricardo Paiva, responsável pela SodaStream, em Portugal.

A marca, que pertence ao Grupo PepsiCo, disponibiliza aos consumidores uma fórmula, desenvolvida especificamente para a SodaStream, “para criar em casa o refrigerante preferido”, seja ele Pepsi, 7UP ou Mirinda. “O mesmo sabor de sempre, com ou sem açúcar, mas com muitas vantagens adicionais, pois podem ser desfrutados sempre que apetecer, 100% ao gosto de cada um, sempre com o nível de gás perfeito, pois são feitos na hora, e sempre disponíveis”, revelou Ricardo Paiva.

A SodaStream, adquirida pela Pepsi Co em 2018 por 2,8 mil milhões de euros, quer ser uma alternativa às bebidas “prontas a beber”, substituindo milhares de garrafas de plástico de utilização única e evitando transportar e armazenar garrafas em casa. Para além disso, cada garrafa de concentrado permite a criação de até 9 litros de refrigerante, poupando dinheiro e espaço aos consumidores.

Novidades

Chegam, agora, ao mercado, seis novos concentrados para criar o próprio refrigerante em casa em menos de um minuto: Pepsi, Pepsi Zero, 7UP, 7UP Zero, Mirinda e Mirinda Zero.

Para Eduardo Suárez, diretor-geral da SodaStream para Espanha e Portugal, este lançamento representa um antes e um depois na forma como os portugueses se relacionam com a marca. É também um grande salto em termos de posicionamento da SodaStream, uma vez que a partir de agora oferecemos aos consumidores a possibilidade não só de criar a sua água com gás em casa, mas também de preparar os seus sabores preferidos, graças aos novos concentrados Pepsi”.

A SodaStream está presente em 46 países, e chegou a Portugal pela CleverHouse em 2015.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Bebidas

Adega Mayor celebra 17 anos com o lançamento de novos vinhos

“Um aniversário é sempre um momento importante para fazermos um balanço sobre o caminho percorrido até aqui e, sobretudo, para perspetivarmos o tanto que ainda queremos fazer.”, sublinha Rita Nabeiro, CEO da Adega Mayor.

Hipersuper

Para assinalar os 17 anos de produção de vinhos a Adega Mayor está a lança novos vinhos: o monocasta Adega Mayor Touriga Nacional Rosé, o Adega Mayor Maestro Rabigato e duas novas colheitas 100% biológicas.

“Um aniversário é sempre um momento importante para fazermos um balanço sobre o caminho percorrido até aqui e, sobretudo, para perspetivarmos o tanto que ainda queremos fazer. O que agora apresentamos como novidades acaba por refletir os três eixos que nos movem e onde colocamos o nosso foco: as pessoas, o ambiente e a qualidade”, define Rita Nabeiro, CEO da Adega Mayor.

O Adega Mayor Maestro Rabigato apresenta-se como “um néctar superior, que resulta do trabalho de rigor da equipa de enologia”. Carlos Rodrigues, enólogo da Adega Mayor, sublinha que ete é um vinho “para ser desfrutado gota a gota, nota a nota, numa melodia ímpar”. Já o monocasta Adega Mayor Touriga Nacional Rosé é um vinho cor rosa melancia, “muito expressivo e sedutor” no nariz, que apresenta “fruta vermelha delicada que lembra morango e groselha”.

A Adega Mayor está a apresentar também novas colheitas 100% biológicas, que agora conquistam certificação Vegan – o Seleção Bio Rosé 2023 e o Seleção Bio Branco 2023. “Frutos de vinhas biológicas e com a mínima intervenção humana, estes refletem o compromisso com a sustentabilidade e com as gerações futuras”, sublinha a empresa.

A par do lançamento dos dois vinhos, a Adega Mayor criou novas ofertas de enoturismo, a ‘Visita Mayor com prova de Vinhos e Chocolates’,, o ‘Curso Vínico’ ministrado por Donatília Vivas, sommelier WSET3, e a ‘Prova com o Enólogo’, com curadoria pessoal e condução pelo enólogo residente, Carlos Rodrigues.

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Alimentar

Auchan divulga gama de gelados vegan

As opções estão disponíveis em formato cornetto e de mini bombón

Hipersuper

A Auchan está a divulgar a sua gama de gelados vegan, com base de soja, base de coco ou com cobertura de chocolates.

Sem nenhum produto de origem animal, estas opções estão disponíveis em formato cornetto que além da ausência de leite, são ainda sem glúten, destaca a empresa.

A Auchan lançou também os mesmo sabores em formato de mini bombón à base de leite de coco, numa embalagem de seis unidades, e à base de soja em formato gelado de palito, numa embalagem de três unidades.

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Bebidas

Ervideira fecha primeiro semestre com 1,37 milhões de euros de faturação

O crescimento representou 1,37 milhões de euros de faturamento e deveu-se, em especial, aos resultados alcançados pelas marcas Conde D’Ervideira, Vinho da Água e Invisível

Hipersuper

A Ervideira anunciou um crescimento de 13,2% nos primeiros seis meses de 2024, face ao período homologo de 2023.

Em valor, o crescimento representou um faturamento de 1,37 milhões de euros e deveu-se, em especial, aos resultados alcançados pelas marcas Conde D’Ervideira, Vinho da Água e Invisível, “que apostam no fator inovação a cada ano que passa”, informa a empresa.

“Claro que nem tudo é um mar de rosas, e há exigência que o mercado traz consigo que temos de enfrentar e ver a melhor forma de as combater. No entanto, o primeiro semestre terminou e os objetivos foram atingidos, algo que nos deixa, enquanto equipa, muito satisfeitos”, afirma Duarte Leal da Costa, diretor executivo da Ervideira.

O ano passado foi marcado por um crescimento da empresa, em particular, no segmento do enoturismo, que atingiu um crescimento de mais de 20%, face aos anos anteriores.

Implantada em Reguengos de Monsaraz, a Ervideira produz vinho desde 1880. Atualmente possui 110 hectares de vinha, distribuídos pelas sub-regiões da Vidigueira (60 ha) e Reguengos (50 ha).

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Retalho

Lidl abre nova loja em Torres Vedras e reabre a loja do Bombarral

O Lidl Portugal abriu uma nova loja em Torres Vedras, agora na freguesia de Silveira, e reabriu a loja do Bombaral, implantada num edifício histórico.

Hipersuper

A abertura de um novo supermercado em Torres Vedras vem reforçar a aposta da insígnia naquele concelho. A loja na freguesia de Silveira resulta de um investimento de mais de 7,5 milhões de euros, que incluiu alterações no espaço público e criou 18 postos de trabalho, informa o Lidl.

Com mais de 1400m² de área de loja, e um variado portefólio de produtos alimentares e não alimentares, o espaço conta com uma máquina de sumo de laranja, uma máquina de corte de pão, frango assado pronto a levar e seis caixas de pagamento rápido para cestos e carrinhos, para os clientes que preferem esta opção.

Lidl abre loja em Silveira

O parque de estacionamento inclui lugares dedicados a autocaravanas, bem como dois postos de carregamento para veículos elétricos, que possibilitam uma recarga de 80% da bateria em 30 minutos. Aos 18 novos colaboradores recrutados, juntam-se oito colaboradores provenientes de outras lojas, perfazendo um total de 26.

Já a loja do Lidl no Bombarral, instalada num edifício histórico, reabriu com mais espaço e com novas opções. Para além de novos serviços na zona de padaria, como uma máquina de corte de pão e uma máquina de sumo de laranja natural, inclui uma zona de bacalhau a corte e de frango assado, pronto a levar.

A par dos artigos de alimentação, a loja conta com artigos não alimentares, entre os quais ferramentas, têxteis e utensílios de cozinha. Das 11 caixas de pagamento, seis são de pagamento rápido. “Esta é a única loja do concelho e emprega um total de 27 colaboradores, tendo sido criados oito novos postos de trabalho“, informa o Lidl.

Com uma área de mais de 1400 m2, a loja do Lidl no Bombarral está implantada no antigo armazém de vinho que pertencia à Sociedade Abel Pereira da Fonseca e foi considerada, em 2021, pelo jornal britânico ‘The Sun’, como um dos supermercados mais bonitos do mundo.

A nova loja de Silveira irá colaborar com o Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Luz, em A-dos-Cunhados, parceiro do Lidl desde 2017 no âmbito do programa ‘Realimenta’, que faz chegar diariamente, mediante a doação de artigos em perfeitas condições de consumo, higiene e segurança, produtos a quem mais precisa.

Já a loja do Bombarral irá beneficiar o Centro Social Paroquial Senhora da Luz A-dos-Cunhados, instituição a quem o Lidl presta apoio também desde 2017 e que, no ano de 2023, recolheu um total de 22,31 toneladas de bens para um total de 70 beneficiários.

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Alimentar

Grupo Celeste lança novos menus de degustação

As menis vão estar disponíveis nas lojas Celeste do Marquês, Baixa e Lapa, no Porto.

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O Grupo Celeste está a lançar um conjunto de menus de degustação, com vista a aumentar o leque de clientes.

Os menus Bread Lovers 1 (bebida quente + padaria + sumo do dia), Sweet Lovers 2 (cappuccino ou chocolate quente + pastelaria + sumo do dia), Special Lovers 4 (cappuccino ou chocolate quente + ovos mexidos com bacon + pastelaria especial + sumo do dia), Salgado Premium (sopa ou salada do dia + salgado premium + bebida quente) e o do Dia (sopa ou salada do dia + sumo do dia + sandes do dia + bebida quente), vão estar disponíveis nas lojas Celeste do Marquês, Baixa e Lapa, ambas na cidade do Porto.

O Grupo Celeste é um grupo português com mais de 55 anos de experiência na área da indústria de panificação e pastelaria. Possui três unidades fabris e uma rede de lojas próprias em Portugal e está presente no Luxemburgo há mais de 10 anos.

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Retalho

Continente celebra um ano da marca de nutrição com novos lançamentos

Até ao final do ano, a marca perspetiva lançar novos produtos, distribuídos pelas categorias ‘alimentação’, ‘energia e resistência’ e ‘desenvolvimento muscular’

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A marca de suplementação e nutrição desportiva Way Up, desenvolvida numa parceria entre o Continente e a Solinca, celebra este ano representando já mais de 1/3 das vendas da categoria de nutrição desportiva nas vendas da MC.

De acordo com a empresa do grupo Sonae para o retalho alimentar, até ao final do ano, a marca perspetiva lançar mais de 30 novos produtos, distribuídos pelas categorias categorias ‘alimentação’, ‘energia e resistência’ e ‘desenvolvimento muscular’. A marca conta com mais de 300 pontos de venda, “onde oferece produtos que passam por rigorosos e exigentes testes de qualidade, analíticos e sensoriais, realizados em laboratórios certificados”, informa a empresa.

“Acreditamos que o sucesso da Way Up se deve, sobretudo, ao nosso compromisso com a qualidade e a inovação”, destaca Miguel Mateus, diretor comercial Way Up.

Sobre o autorHipersuper

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Guia Completo de SEO para Pequenas Empresas: Estratégias Poderosas para o Sucesso

Explorar o SEO pode ser desafiador para pequenas empresas, mas com estratégias eficazes, é possível aumentar a visibilidade online. Este artigo apresenta cinco táticas poderosas, incluindo otimização on-page, construção de backlinks e marketing de conteúdo, para maximizar seus esforços de marketing digital.

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O mundo do SEO (Search Engine Optimization) pode parecer complexo e desafiador, especialmente para pequenas empresas com recursos limitados. No entanto, ao adotar estratégias eficazes e bem planeadas, é possível aumentar significativamente a visibilidade do seu site, atrair tráfego orgânico e melhorar a sua presença online. Este artigo mergulha em cinco estratégias poderosas de SEO adaptadas para pequenas empresas, cobrindo aspetos essenciais como otimização on-page, construção de backlinks e marketing de conteúdo. O nosso objetivo é fornecer insights práticos e acionáveis, para ajudá-lo a maximizar os seus esforços de marketing digital.

1. Otimização On-Page: A Base do SEO

A otimização on-page refere-se às práticas que você pode implementar diretamente no seu site para melhorar o seu ranking nos motores de busca, tais como realizar pesquisa de palavras-chave, otimizar títulos e meta descrições, criar conteúdo de qualidade, e estruturar URLs de forma adequada, entre outras práticas que vamos abordar a seguir. Aqui estão algumas dicas essenciais:

Pesquisa de Palavras-Chave

A pesquisa de palavras-chave, é o primeiro passo para qualquer estratégia de SEO bem-sucedida. Utilize ferramentas como o Google Keyword Planner, SEMrush ou Ahrefs para identificar palavras-chave relevantes para o seu negócio. Procure por termos que tenham um bom volume de pesquisa, mas que não sejam excessivamente competitivos.

Títulos e Meta Descrições

Crie títulos (title tags) e meta descrições atraentes e otimizadas para as suas páginas. Esses elementos, são os primeiros que os usuários vêm nos resultados de pesquisa, por isso devem ser persuasivos e conter as suas palavras-chave principais. Lembre-se de manter os títulos abaixo de 60 caracteres, e as metas descrições abaixo de 160 caracteres.

Conteúdo de Qualidade

O conteúdo é rei no SEO. Produza conteúdo original, relevante e de alta qualidade que atenda às necessidades e interesses de seu público-alvo. Inclua as suas palavras-chave de maneira natural e evite a prática de keyword stuffing, que pode resultar em penalizações pelos motores de busca.

URLs Amigáveis

Crie URLs curtos e descritivos, que incluam as suas palavras-chave principais. URLs amigáveis, ajudam tanto os usuários quanto os motores de busca a entenderem o conteúdo da página.

Otimização de Imagens

As imagens podem melhorar significativamente a experiência do usuário no seu site. Certifique-se de que todas as imagens estejam otimizadas, utilizando descrições de texto alternativo (alt text), que incluam palavras-chave relevantes e reduzindo o tamanho dos arquivos, para garantir tempos de carregamento rápidos.

2. Construção de Backlinks: Autoridade e Credibilidade

A construção de backlinks, é crucial para aumentar a autoridade e a credibilidade do seu site. Backlinks são links de outros sites que apontam para o seu. O processo de link building envolve diversas estratégias para adquirir esses links valiosos. Aqui estão algumas estratégias eficazes:

Guest Blogging

Escrever artigos como convidado em blogs relevantes do seu nicho, é uma excelente maneira de obter backlinks de alta qualidade. Certifique-se de que os blogs onde você escreve, tenham uma boa autoridade de domínio e que o conteúdo seja relevante para o seu público-alvo.

Parcerias e Colaborações

Formar parcerias com outras empresas e influenciadores, pode levar a oportunidades de backlinks. Essas colaborações podem incluir co-criação de conteúdo, menções em blogs ou redes sociais e links de recursos partilhados.

Diretórios e Listagens Locais

Inscreva o seu site em diretórios online e listagens locais, como Google My Business, Yelp e Bing Places. Esses sites não apenas fornecem backlinks, mas também ajudam a aumentar sua visibilidade local.

Conteúdo Linkável

Crie conteúdo que outros sites queiram linkar, como infográficos, estudos de caso, pesquisas originais e guias detalhados. Esse tipo de conteúdo tende a atrair backlinks naturalmente.

3. Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo, é uma estratégia poderosa para atrair e fidelizar o seu público-alvo, ao mesmo tempo em que melhora seu SEO. Aqui estão algumas dicas para maximizar seu impacto:

Blog Corporativo

Mantenha um blog ativo no seu site, e publique regularmente artigos informativos e úteis. Aborde tópicos relevantes para o seu setor, e otimize cada artigo com palavras-chave apropriadas.

Conteúdo Multimédia

Diversifique o seu conteúdo incluindo vídeos, podcasts, webinars e infográficos. Conteúdos multimídia, são altamente procurados e podem melhorar o tempo de permanência dos usuários no seu site, um fator importante para o SEO.

Calendário Editorial

Planeie o seu conteúdo com antecedência, utilizando um calendário editorial. Isso ajuda a garantir uma publicação consistente, e permite que você aborde uma variedade de tópicos importantes para o seu público.

Reaproveitamento de Conteúdo

Maximize o valor do seu conteúdo existente, reaproveitando-o em diferentes formatos. Por exemplo, transforme um artigo do blog em um vídeo, ou uma série de partilhas nas redes sociais.

4. SEO Local: Conquistando o Mercado Regional

Para pequenas empresas, o SEO local é uma oportunidade valiosa para atrair clientes na sua área geográfica. Aqui estão algumas estratégias para dominar o SEO local:

Google My Business

Certifique-se de que a sua ficha no Google My Business, esteja completamente preenchida e atualizada. Inclua informações precisas sobre seu endereço, horário de funcionamento, número de telefone e site. Incentive os seus clientes a deixarem avaliações, pois isso pode melhorar sua classificação nos resultados de pesquisa locais.

Palavras-Chave Locais

Incorpore palavras-chave locais no seu conteúdo e metadados. Por exemplo, se você possui uma padaria em no Porto, use termos como “padaria no Porto” ou “melhor pão artesanal no Porto”.

Diretórios Locais

Inscreva-se em diretórios e listagens locais relevantes. Isso não só ajuda no SEO local, mas também aumenta a sua visibilidade para potenciais clientes na sua área.

Conteúdo Localizado

Crie conteúdo que seja relevante para a sua comunidade local. Isso pode incluir notícias locais, eventos, histórias de clientes e colaborações com outras empresas locais.

5. Análise e Ajuste Contínuo: Monitorização e Melhoria

O SEO é um processo contínuo e exige monitorização e ajustes constantes, para garantir os melhores resultados. Aqui estão algumas práticas para manter o SEO sempre otimizado:

Ferramentas de Análise

Utilize ferramentas de análise como Google Analytics, Google Search Console e SEMrush, para monitorizar o desempenho do seu site. Acompanhe métricas como tráfego orgânico, taxa de rejeição, tempo de permanência e comportamento dos usuários.

Auditorias de SEO

Realize auditorias regulares de SEO, para identificar e corrigir quaisquer problemas que possam estar a afetar o desempenho do seu site. Isso inclui verificar a velocidade de carregamento, links offline, erros de rastreamento e conteúdo duplicado.

Atualizações de Conteúdo

Atualize regularmente o seu conteúdo para mantê-lo relevante e atualizado. Adicione novas informações, remova dados desatualizados, e otimize novamente com base em novas palavras-chave ou tendências do setor.

Adaptação às Mudanças

Mantenha-se informado sobre as atualizações de algoritmos dos motores de busca e, adapte as suas estratégias conforme necessário. As práticas de SEO estão sempre evoluindo, e estar atualizado com as melhores práticas é crucial para manter a sua vantagem competitiva.

Conclusão

Implementar estratégias eficazes de SEO pode ser um divisor de águas para pequenas empresas, aumentando a visibilidade online, atraindo mais tráfego orgânico e, finalmente, gerando mais clientes. Ao focar na otimização on-page, construção de backlinks, marketing de conteúdo, SEO local e análise contínua, você estará bem posicionado para maximizar os seus esforços de marketing digital e alcançar o sucesso a longo prazo. Comece a implementar essas estratégias hoje, e veja a sua presença online crescer de forma consistente e significativa.

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Purina cria marca virtual de ração para jogo Web3

A Purina anunciou a criação de uma ração virtual em parceria com a Dogami, jogo de corridas de cães para dispositivos móveis.

Hipersuper

Chama-se Purina Dogasnax, é uma marca virtual de ração para cães e surge de uma parceria entre a Purina, marca mundial de petcare, e a Dogami, o principal jogo Web3 para dispositivos móveis de corrida de cães.

“Os jogadores da Dogam Academy podem alimentar os seus cães virtuais com Purina Dogasnax para ajudá-los a treinar melhor, a melhorar as suas habilidades e a vencer corridas”, apresenta a marca do grupo Nestlé.

No jogo, os jogadores treinam e competem com os seus companheiros virtuais, os Dogamí, em corridas de obstáculos, de forma a subirem nas tabelas de classificação. Para os treinar, os jogadores podem agora dar aos seus animais virtuais, o primeiro snack também virtual do género.

“Esta iniciativa tem como objetivo apresentar formas diferentes e envolventes de entretenimento, que transformam a maneira como as pessoas que gostam de cães interagem com animais de companhia virtuais”, apresenta Fabio Degli Esposti, diretor de marketing do Grupo NPPE da Nestlé Purina.

O responsável revela ainda que a marca vê esta iniciativa como o começo da “jornada no espaço virtual para animais de companhia” e sublinha o entusiasmo “com o potencial de ampliar ainda mais o nosso compromisso de enriquecer a vida dos animais de companhia e dos seus tutores, tanto reais como virtuais.”

A parceria surge após a participação da Dogami no programa Unleashed, uma aceleradora de start-ups da Nestlé Purina. A marca virtual de ração está disponível no jogo Dogam Academy, com download gratuito para iOS e Android.

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