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Negócios de franchising em Portugal geraram €4 900 milhões em 2015

Por a 26 de Julho de 2016 as 11:17
financial growth

Minipreço, Optivisão e Intermarché são as maiores cadeias de franchising em Portugal, com 260, 243, 232 unidades, respetivamente, geridas sob este regime.

franchising

Fonte: 21º Censo de Franchising

Os negócios em regime de franchising em território luso mostram um crescimento em 2015  pelo segundo ano consecutivo, de acordo com o 21º Censo de Franchising realizado pelo Instituto de Formação em Franchising com a colaboração do ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa).

No último ano, Portugal registava um total de 552 redes de franchising a operarem 11 120 unidades. Só em 2015 iniciaram atividade 38 novos conceitos geridos através de franquias.

Este modelo de negócio gerou uma riqueza total de mais de 4 900 milhões de euros, uma subida face aos 4 624 milhões registados em 2014, e contribuiu com 2,73% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 2015, sendo responsável por cerca 1,49% do emprego – mais de 67 760 postos de trabalho.

66,9% dos negócios geridos sob franquias corresponde a empresas portuguesas. 14,9% das marcas presentes no nosso país são de origem espanhola, que registam um crescimento de cerca de 2% face ao ano anterior, consolidando a segunda posição no top de representação no panorama do franchising nacional.

O setor dos Serviços continua a manter-se como dominante, sendo que mais de metade das redes que operam em Portugal sob franchising inserem-se neste segmento do tecido empresarial. Destaca-se, no entanto, o crescimento homólogo de 3% do setor de Restauração, que “permaneceu estagnado durante alguns anos”.

Investimento

77% das redes franquiadas presentes no mercado nacional pressupõem um investimento até aos 50 mil euros por unidade. Os negócios que necessitam de um investimento de entre 25 mil a 50 mil euros cresceram 4,1% no ano passado. O escalão entre os 50 mil e os 100 mil euros passou de uma representação de 15% das cadeias em 2014 para os 12,6% em 2015.

Os negócios que requerem investimentos entre os 100 mil e 250 mil euros representam 9,5% das cadeias e o escalão mais elevado, referente aos negócios que implicam um investimento de mais de 250 mil euros, continua a ser o menos representando com 0,9% das marcas.

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