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Bastonário dos Médicos. Publicidade ao cálcio é “um comércio criminoso”

Por a 3 de Junho de 2016 as 11:47

leiteO bastonário da Ordem dos Médicos (OM), José Manuel Silva, disse ontem, em Coimbra, que a publicidade ao consumo de cálcio é “um comércio criminoso”, que põe em causa a saúde pública dos portugueses, citado pela agência Lusa.

“A publicidade que é feita ao [consumo] de cálcio é lamentável, é um comércio criminoso que põe em causa a saúde pública dos portugueses, pela sua toma excessiva”, afirmou José Manuel Silva, que falava à agência Lusa à margem do Fórum Ibero-americano de Entidades médicas.

“Com promessas de resultados, que não são fundamentados”, mas que “põem as pessoas a tomar cálcio quando não necessitam dele”. Essa propaganda “traz problemas de saúde”, provocando inclusivamente doenças, advertiu.

2 comentários

  1. Rui

    6 de Junho de 2016 at 19:20

    Apesar do sector do leite ser um dos mais importantes do nosso país, e da importância economica para o país, a informaçao e a comunicação social deve ser isenta de lobbies, claro que existe leites enriquecidos alguns com calcio (obtido de forma até inorganica) e enriquecidos com vitaminas tipo a “D” que aumentam a absorção do cálcio. Quem diz o calcio fala-se nos bifudus e etc. As farmacias estão cheias de situaçoes similares. Acho que a ASAE e o DGAV apesar já de o fazerem, deveriam se preocupar mais com as menções publicitarias porque tanto no comércio como nas farmácias e em todos os outros comercios, o mais existe é “banho da cobra” sob forma de alimentos e suplementos e serviços. E as embalagens essas é que são autenticos crimes que nem respeitam os regulamentos.

  2. João Freire

    6 de Junho de 2016 at 16:45

    Lastimo a utilização desta imagem facilmente associada ao leite quando não é seguramente a este alimento que o senhor Bastonário se está a referir na sua denúncia da publicidade ao consumo de cálcio como um “comércio criminoso”. As campanhas publicitárias massivas dos últimos tempos (até com a utilização de figuras públicas), apelando ao consumo de cálcio dizem respeito a “pastilhas” e “suplementos” e não a alimentos e fontes naturais de constituintes básicos da nossa vida.

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