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“Summer of Startups”. Converter ideias em negócios

A Fábrica de Startups, em parceria com a Católica Lisbon School of Business and Economics, promove o evento “Summer of Startups”, cuja a sua primeira edição vai ter lugar em Lisboa de 4 a 29 de julho

Rita Gonçalves
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“Summer of Startups”. Converter ideias em negócios

A Fábrica de Startups, em parceria com a Católica Lisbon School of Business and Economics, promove o evento “Summer of Startups”, cuja a sua primeira edição vai ter lugar em Lisboa de 4 a 29 de julho

Rita Gonçalves
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fábrica de startupA Fábrica de Startups, em parceria com a Católica Lisbon School of Business and Economics, promove o evento “Summer of Startups”, cuja a sua primeira edição vai ter lugar em Lisboa de 4 a 29 de julho. 

Será no pico do verão que os empreendedores poderão passar do papel à ação, convertendo as suas ideias em negócios. Neste evento – aberto a empreendedores de todas as áreas – poderão encontrar parcerias em Lisboa, Boston e Exeter, ao mesmo tempo que é realizado o investimento nas suas ideias. O evento não se destina apenas a programadores, designers ou gestores, tal como não é relevante a instituição de ensino. Este evento é para todos os que têm ideias e estão a trabalhar nelas, seja individualmente ou com equipa já formada.

O que é?

O “Summer of Startups” é um programa de oito sessões de “bootcamp” que se prolonga por todo o mês de julho e seguirá a metodologia “FastStart”, exclusiva da Fábrica. Trata-se de um programa de aceleração que permitirá o início do próprio negócio do participante do evento, em apenas um mês.

Prémios

O vencedor ganhará livre acesso ao “Startup Campus” em Lisboa ao longo de seis meses (incluindo local de trabalho, “mentoring”, salas de reunião, salas de eventos, entre outros programas). O vencedor terá ainda acesso a colaborar em Boston e em Exeter com a Canopy.

 

 

Sobre o autorRita Gonçalves

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Portugal produziu mais vinho e mais azeite em 2023

Portugal registou em 2022/2023 a maior produção de vinho desde 2001 e a segunda campanha oleícola mais produtiva de sempre.

O ano agrícola 2022/2023 em Portugal foi o mais quente desde que há registos sistemáticos, que começaram no ano agrícola 1931/1932. A produção de maçã foi igual à de 2022, a de pera e de cereja decresceram, enquanto a dos cereais para grão registou a piro campanha de sempre. Também diminuíram as produções de Kiwi, de castanha e de citrinos, excetuando-se a de limão. Em contrapartida, cresceram a produção de arroz, de vinho – que aumentou em quase todas as regiões, e de azeite.

Estes são alguns dos dados das Estatísticas Agrícolas 2023, que o Instituto Nacional de Estatística revelou nesta terça-feira.

Ainda em relação ao tempo, os dados do INE sublinham que dos nove anos agrícolas que registaram temperaturas médias superiores a 16°C, cinco aconteceram na última década. “O ano agrícola registou uma precipitação total de 947,8mm (superior em 103,5mm à normal 1981-2010), classificando-se como chuvoso. No entanto, a primavera de 2023 foi a segunda mais seca desde 1931 (atrás da primavera de 2009, com 96,3mm) e a mais quente deste século”, revela o documento.

A boa notícia foi que a precipitação acumulada no outono/inverno possibilitou alguma recuperação dos níveis de armazenamento das albufeiras e regadios privados, permitindo que a campanha de regadio decorresse com normalidade.

Os recordes no vinho e no azeite…

O INE confirmou que, no ano passado, a produção de vinho aumentou em quase todas as regiões, atingindo os 7,4 milhões de hectolitros: foi o valor mais elevado desde 2001. Outro número positivo chegou da produção de azeite, que ultrapassou os 1,75 milhões de hectolitros (160,8 mil toneladas). Foi a segunda campanha oleícola mais produtiva de sempre, mas o elevado teor de humidade das azeitonas “dificultou a extração de azeite, o que resultou numa funda menor”, indica o relatório.

Os dados divulgados esta terça-feira referem ainda qie apesar de dificuldades pontuais de escoamento e armazenamento do milho para grão, devido à concentração das colheitas antes das chuvas, houve um aumento de produção de 7%, face a 2022.

A produção de arroz subiu 15% devido aos aumentos de área e, principalmente, de produtividade, e de tomate ascendeu a 1,69 milhões de toneladas (+19%), posicionando esta campanha como a segunda mais produtiva. A área de tomate para a indústria foi de 17,2 mil hectares (+13%) do que em 2022.

O relatório sobre o ano agrícola 2022/202 revela também que em 2023, a superfície ardida em Portugal correspondeu a 34,5 mil hectares no Continente e 5,2 mil hectares na Região Autónoma da Madeira, o que posiciona 2023 como o terceiro ano menos severo da última década.

… e as quebras na produção

As temperaturas altas influenciaram a campanha dos cereais para grão de outono/inverno 2022/23, muito marcada pela seca severa da primavera. Como resultado, foi a pior de sempre para todas as espécies cerealíferas, resultado dos decréscimos de áreas, exceto cevada, e de produtividades.

Cereais

Pelo segundo ano consecutivo a produção de pera diminuiu (-11%, face a 2022), tendo sido mesmo “a pior campanha desde 2012 devido às condições meteorológicas adversas”, revela o INE, acrescentando que “a intensificação do fogo bacteriano tem exercido uma pressão acrescida sobre o setor”, e tem obrigado ao arranque e abandono de muitos pomares nas zonas afetadas.

Também diminuiu a produção de cereja, que em 2023 foi de 11,8 mil toneladas, o que corresponde a menos de metade da alcançada em 2022. Mais uma vez, fruto das condições meteorológicas adversas, que afetaram os pomares e condicionaram todo o ciclo, desde a diferenciação floral, floração e vingamento do fruto até à maturação.

A produção de kiwi decresceu 8%, “mas a qualidade dos frutos foi muito boa”, evidenciando calibres regulares, com reflexo positivo nos preços. E á exceção do limão, os citrinos também tiveram uma redução significativa das produções, explicada pela boa produção do ano anterior e pela seca severa, nomeadamente no Algarve, onde houve restrições na utilização de água para rega. “Nas variedades de laranja tardias o decréscimo foi da ordem dos 50%, contribuindo decisivamente para a diminuição global de 26%”, indica o anuário agrícola do INE.

E pelo terceiro ano consecutivo, a produção de castanha foi condicionada por problemas fitossanitários, agravados pelas secas, com impacto na qualidade e quantidade da produção global colhida, que foi inferior em 1/3 em relação à média do último quinquénio.

Já a produção de maçã foi semelhante à de 2022, embora na região do Oeste tenha registado um decréscimo de 15%, compensada em parte pela produção em Trás-os-Montes, que aumentou cerca de 8%, tendo parte da produção sido desviada para a indústria.

Menos produção animal, mais leite

A produção total de carne situou-se nas 904 mil toneladas, um decréscimo de 1,1%, quando comparada com 2022.


A produção de carne de reses (468 mil toneladas, incluindo a carne de bovinos, suínos, ovinos, caprinos e equídeos) teve uma descida de 4,3%, enquanto a produção de carne de animais de capoeira (inclui galináceos, perus e patos) cresceu 2,7%, tendo atingido as 421 mil toneladas.

A produção bruta de ovos de galinha totalizou 152 mil toneladas, um aumento de 1,8%, com o volume de ovos para consumo (131 mil toneladas) a crescer 1,6% e o de ovos para incubação (22,0 mil toneladas) a aumentar 3,2%, face a 2022.

A produção total de leite contabilizou 1.996 milhões de litros, correspondente a um aumento de 1,4% relativamente a 2022, com o volume de leite de vaca (1 901 milhões de litros) a aumentar 1,6% e os leites de ovelha e cabra com decréscimos de 2,6% e 4,9%, respetivamente.

“A produção da indústria de lacticínios nacional em 2023 resultou num maior volume total de produtos lácteos, evolução que ficou a dever-se ao acréscimo ocorrido nos produtos frescos (leite para consumo superior em 2,5%), já que o total de produtos transformados teve uma ligeira redução, com a produção de queijo a diminuir 4,8%, enquanto a manteiga e o leite em pó aumentaram 14,9% e 18,0%, respetivamente”, lê-se no relatório.

Indústrias alimentares: 17 mil milhões de euros em vendas

O anuário agrícola do INE confirma as indústrias alimentares como a principal atividade da produção industrial nacional, com 16,5% do total das vendas em 2023 (14,7% em 2022), ano em que 77,4% do valor das vendas das indústrias alimentares teve como destino o mercado nacional (-0,2 p.p. face a 2022) e 16,9% a União Europeia (+0,1 p.p. face a 2022).

O valor das vendas das indústrias alimentares em 2023 fixou-se nos 17 mil milhões de euros, mais 1,3 mil milhões de euros face a 2022. A atividade de ‘abate de animais, preparação e conservação de carne e de produtos à base de carne’ foi a mais valorizada das indústrias alimentares com 20,0% do total do valor de vendas (19,2% em 2022).

Já a indústria das bebidas faturou 3,7 mil milhões de euros em 2023, mais 166 milhões de euros que em 2022, tendo a ‘indústria do vinho’ contribuído com 49,5% do total do valor das vendas (51,9% em 2022).

Sobre o autorAna Grácio Pinto

Ana Grácio Pinto

ESG

MAR Shopping Matosinhos reforça compromisso em promover consumo mais consciente

Quatro edições do Swap Market no MAR Shopping Matosinhos contribuíram não só para a troca de 16.455 peças de roupa entre os visitantes dos eventos.

Hipersuper

Quatro edições do Swap Market no MAR Shopping Matosinhos contribuíram não só para a troca de 16.455 peças de roupa entre os visitantes dos eventos, permitindo dar-lhes uma segunda vida às mesmas e evitar o seu desperdício, como para a doação de 4.831 peças de vestuário, calçado e acessórios, a que se juntam mais 2.825 quilos recolhidos em iniciativas paralelas ao evento. O total de 7,7 toneladas permitiu apoiar 18 organizações sem fins lucrativos locais que, por sua vez, ajudam cerca de 5.230 pessoas. Contribuíram para estes resultados um total de 2.520 doadores.

No Swap Market (#iswap), o público é convidado a trocar algumas das peças que já não usa por outras do seu interesse. Sem dinheiro envolvido, por cada produto de vestuário ou acessório entregue são concedidos pontos, os quais são utilizados para trocar por produtos expostos no mercado. Todas as peças não trocadas são doadas a instituições locais de responsabilidade social, identificadas com o apoio do Banco de Bens Doados – Entrajuda.

Nos últimos três anos, foram recolhidas peças de vestuário, calçado e acessórios que ajudaram 18 organizações sem fins lucrativos da região que, por sua vez, apoiam mas de 5.230 pessoas.

Na última edição, os 469 quilos de peças foram doados a três instituições: AAPC – Associação de Apoio a Pessoas com Cancro, Associação de Apoio Social de Perafita e Associação Nomeiodonada, que apoiam, respetivamente, 200, 152 e 40 pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Estas iniciativas de sensibilização ambiental e social promovidas pelo MAR Shopping Matosinhos, demonstram o compromisso sólido do meeting place com a sustentabilidade e o bem-estar da comunidade local, em vários aspetos. Por um lado, estão alinhadas com a nossa política de colaboração com parceiros que nos dão garantias de que os donativos são direcionados efetivamente para quem precisa, por outro posiciona-nos como um agente ativo na promoção da sustentabilidade e na melhoria da qualidade de vida da comunidade”, explica Sandra Monteiro, diretora-geral do MAR Shopping Matosinhos.

Para Marta Vinhas, diretora da Entrajuda, responsável por parcerias de sustentabilidade, “a relação com o MAR Shopping Matosinhos gera elevado valor social e impacto ambiental ao permitir reutilizar roupa em vez de a encaminhar para destruição. Acresce o envolvimento do público que vai ao centro comercial e que é, desta forma, sensibilizado para uma possibilidade que muitas vezes desconhecia, encontrando aqui um canal de solidariedade ao dispor, com grande eficácia. Para a Entrajuda esta é seguramente uma parceria que gera valor.”

Por sua vez, Cátia Santos, presidente da Assembleia Geral do Let’s Swap realça que “cada mercado de trocas de roupa e livros que realizamos em parceria com o MAR Shopping Matosinhos é uma nova oportunidade para sensibilizar a comunidade para a importância da economia circular e de um consumo mais consciente. Este trabalho que temos vindo a desenvolver tem contribuído para uma maior consciencialização da comunidade, o que se traduz numa afluência cada vez maior nestas iniciativas. Com consciência de que há ainda muito caminho a percorrer, a doação de peças afigura-se como uma alternativa possível ao seu descarte, permitindo prolongar a sua vida e dando a oportunidade a outras pessoas de continuar a tirar partido destas peças.”.

 

 

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Hipersuper

Bebidas

Costa Boal aposta no enoturismo com aquisição da Quinta de Arufe em Favaios

Projeto envolve a compra de quinta com 5 hectares de vinha, para a construção de um hotel 4 estrelas, com adega e restaurante. Investimento ultrapassa os 3 milhões de euros

Hipersuper

A Costa Boal Family Estates prepara-se para entrar no mercado do enoturismo, com a aquisição da Quinta de Arufe, em Favaios, Alijó, com cerca de 5 hectares de vinha, para a implementação de um projeto, que inclui a construção de uma unidade turística de nicho.

O investimento envolve, além da produção de vinho, a recuperação de um edifício datado de 1920, que se encontra em avançado estado de degradação, onde será instalado o hotel de 4 estrelas, com 16 quartos (que terão nomes de castas), e incluirá uma sala de provas, uma horta biológica e um restaurante panorâmico, com assinatura de chef. O espaço fica junto à Estrada Nacional 322 e irá promover “a ruralidade e a cultura” desta freguesia do Douro.

A arrancar ainda este ano, o projeto está orçado em mais de três milhões de euros e está previsto que nos inícios de 2026 as portas se abram para receber os primeiros hóspedes.

Com este projeto, assente na sustentabilidade, a Costa Boal pretende “promover o contacto direto com a natureza e o Douro, num ambiente familiar e intimista, onde reinem a calma e a tranquilidade, mantendo a aposta em produção de vinhos únicos”. O objetivo é ter uma oferta capaz de despertar o interesse do mercado nacional e internacional, com foco no Brasil, França e Reino Unido.

“Neste local, os hóspedes terão oportunidade de conhecer as várias atividades agrícolas da região, como as vindimas e o pisar das uvas nos lagares, e envolverem-se nas mesmas, absorvendo, desta forma, toda a cultura de uma das mais notáveis regiões portuguesas”, adianta António Boal, responsável pela Costa Boal Family Estates. A oferta vai estender-se a atividades e programas de animação turística, como provas e harmonização de vinhos, visitas guiadas ao Museu do Pão e Vinhos de Favaios, passeios de barco privados, trilhos pedestres e cycling.

“Queremos potenciar ao máximo o rendimento da exploração da propriedade, aproveitando as características naturais e a sua localização privilegiada, junto à Estrada Nacional 322-3, complementando-a com uma forte componente turística de excelência”, acrescenta o produtor.

 

 

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Navigator

(imagem de arquivo)

Não Alimentar

Resultado líquido da Navigator cresce 16% impulsionado pelo negócio de UWF, Tissue e Packaging

A Navigator regista resultados históricos, com o 2º melhor primeiro semestre de sempre da sua história.

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A The Navigator Company encerrou o primeiro semestre de 2024 com um resultado líquido de 159 milhões de euros, um crescimento de 16% face ao período homólogo do ano passado. Nos primeiros seis meses do ano em curso, o EBITDA registou um crescimento de 18%, atingindo os € 299 milhões, situando a margem EBITDA em 28%, beneficiando da redução dos custos variáveis em todos os segmentos de pasta e papel e também dos custos fixos.

“Registe-se que no segundo trimestre de 2024, o EBITDA atingiu € 165 milhões, um crescimento homólogo de 35%, refletido numa margem EBITDA de 31,2%, colocando também estes resultados na 2ª posição dos melhores segundos trimestres de sempre da Navigator” refere em comunicado.

O volume de negócios alcançou os € 1.066 milhões, um crescimento de 9% face ao mesmo período do ano passado.

As vendas de papel de impressão e embalagem totalizaram 673 mil toneladas, o que representa um crescimento homólogo de 26%, avança. Já o volume de vendas do negócio de tissue atingiu as 94 mil toneladas, um aumento homólogo de 54% enquanto o volume de vendas do segmento de packaging da Navigator registou uma subida de 90%, também face ao 1º semestre de 2023.

Maior dinâmica na procura de papeis de impressão e escrita

Ao longo do 1º semestre de 2024 assistimos a uma evolução positiva da procura, essencialmente impulsionada pela regularização de stocks na cadeia de distribuição, especialmente na Europa.

A procura aparente global apresentou um crescimento no 1º semestre de +1,3% em todos os segmentos, com a procura por papel UWF mais forte com uma evolução de +1,6% e os papéis CWF registaram um crescimento de 0,6%, enquanto os papéis com fibra obtida por via mecânica apresentaram um aumento de 1%.

Na Europa, a procura aparente de papel UWF apresentou um crescimento de 14,8% durante o semestre, com o segmento das folhas para a indústria gráfica a apresentar o maior crescimento de 20,6%, seguido do papel de escritório (+14,8%) e das bobines para impressão industrial (+10,1%). A Navigator registou este semestre crescimentos superiores a estes pelo que teve um aumento de quota de mercado na Europa face ao período homólogo.

Por seu lado, na China registou-se um forte crescimento de 7,1%, bem acima da tendência verificada nos últimos 5 anos (CAGR 2,9% 2019-2023).

A Navigator reporta que as vendas de papel de impressão e de embalagem totalizaram 673 mil toneladas no semestre, o que representa um crescimento homólogo de 26%. De destacar a robustez do modelo de negócio assente em diferenciação, produtos premium e marcas próprias fortes nos diferentes mercados onde a Empresa opera, salienta.

As marcas de fábrica no papel de impressão representaram perto de 77% das vendas no semestre (vs. média de 67% registada no período 2012-2023), realçando a resiliência da estratégia da Empresa. A quota de produtos premium, mantém-se elevada face ao ano de 2023, 59% (vs. média de 53% registada no período 2012-2023). Por seu lado, as vendas de papel de embalagem assentam numa operação comercial 100% alicerçada em marca própria – gKraft. “Em contextos de mercado mais difíceis, as marcas próprias e os segmentos de maior valor acrescentado oferecem uma proteção adicional aos resultados da Navigator”, sublinha.

 

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Bebidas

Cabriz lança campanha para apresentar nova assinatura e posicionamento

Tem como lema ‘É Dão Bom’ e posiciona Cabriz “como um vinho simples de escolher e de beber, afastando-se dos habituais clichês do setor”.

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A marca de vinhos Cabriz acaba de lançar a sua mais recente campanha, que dá a conhecer uma nova assinatura e posicionamento. Intitulada ‘É Dão Bom’, mostra o orgulho em pertencer a uma das mais antigas regiões vitivinícolas do mundo e que, nos últimos anos, se tem destacado pelos seus vinhos de enorme qualidade.

A campanha ‘É Dão Bom’ posiciona Cabriz como um vinho simples de escolher e de beber, afastando-se dos habituais clichês do setor. A marca Cabriz pretende ser vista como a escolha certa, para qualquer ocasião.

Um vinho que dispensa o uso de hipérboles, divagações sobre taninos, notas de prova ou sugestões de pairing. Cabriz é um vinho que torna os bons momentos ainda melhores, e que prefere fazer brindes em vez de fazer cerimónias. Cabriz convida todos os apreciadores a escolherem sempre o lado bem bom da vida; o lado leve, descontraído e simples; a escolherem o copo meio cheio, ou meio vazio, se for para servir Cabriz, e isso “É Dão Bom”.

O diretor comercial e de marketing da Global Wines, esclarece que “o principal propósito desta nova campanha é o de conferir simplicidade e leveza à comunicação de Cabriz, sempre com algum humor e boa disposição, tão presentes no ADN da marca”. Nuno Abreu diz que a empresa quer “por um lado, afirmar Cabriz como a opção segura na hora de escolher um vinho e, por outro, associar a marca ao lado leve e divertido da vida”, e acrescenta que “o claim ‘É Dão Bom’ foi uma escolha natural e unânime, por espelhar tudo aquilo que pretendíamos transmitir. É simples, curto e ‘fica no ouvido’”.

A campanha multimeios estará presente em vários meios digitais e tradicionais, off trade e conta com ativações em festivais de Verão, designadamente Paredes de Coura e Vilar de Mouros, como forma de se aproximar do target.

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Retalho

Grupo Ibersol inaugura Bites&Beer by Coral no aeroporto da Madeira

O novo conceito do Grupo Ibersol traz refeições ligeiras acompanhadas pela cerveja Coral.

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O Grupo Ibersol inaugurou um novo conceito na zona restrita de partidas do Aeroporto Internacional da Madeira – Aeroporto Cristiano Ronaldo. Com este novo espaço, o grupo de restauração moderna criou 16 novos postos de trabalho.

O Bites&Beer by Coral é um sports bar com uma atmosfera que propicia o convívio à volta da cerveja regional, dos snacks e do desporto.

Com uma vista privilegiada sobre o mar, o espaço apresenta uma variada oferta de refeições ligeiras, como hambúrgueres, saladas, sanduíches frias e quentes, acompanhadas pela cerveja Coral.

A carta do Bites&Beer de tendência saudável e contemporânea, foi especialmente concebida pelo Chef João Pupo Lameiras.

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Retalho

Cushman & Wakefield mandatada para a gestão e comercialização do Évora Retail Park

A Cushman & Wakefield (C&W) foi mandatada pela Sogenial Immobilier para a gestão e comercialização do Évora Retail Park.

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Inaugurado em 2011, o Évora Retail Park é um espaço comercial com cerca de 8.000m2, localizado junto ao centro comercial da cidade. Com uma taxa de ocupação de 100%, o Retail Park tem atualmente quatro ocupantes: a Worten, Sportzone, Rádio Popular e JOM.

André Navarro, partner e head of retail asset management da Cushman & Wakefield, comenta que “temos vindo, desde 2022, a desenvolver uma parceria com a Serris REIM – braço de gestão de investimento da Sogenial em Portugal -, apoiando-os na gestão do portfólio dos seus investidores em escritórios e logística no nosso mercado, e ficámos particularmente satisfeitos por ver esta colaboração alargar-se ao Évora Retail Park, que foi o primeiro imóvel de retalho em que investiram em Portugal”.

José Caldeira, asset manager da Serris REIM Portugal acrescenta que “a atribuição da gestão do Évora Retail Park à Cushman & Wakefield baseia-se na nossa confiança nas capacidades da equipa para manter a excelência operacional e aumentar a satisfação dos lojistas presentes no Évora Retail Park. Esta parceria reforça o nosso compromisso com a qualidade e eficiência na gestão dos nossos ativos.”.

Recorde-se que a Sogenial Imobillier estreou-se no mercado português com a aquisição deste espaço comercial e em representação do fundo pan-europeu SCPI Coeur D’Europe, no final de 2023, cujo processo envolveu também a Cushman & Wakefield.

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Alimentar

Confagri promove formação online sobre fitofarmacêuticos

A formação dimanizada pela Confagri destina-se a técnicos do setor agrícola com curso superior na área agrícola ou florestal

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A Confagri vai realizar entre 29 de agosto e 5 de setembro uma formação online em ‘Atualização em Distribuição, Comercialização e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos’.

Homologada pelo Ministério da Agricultura, a ação visa dotar os técnicos do setor agrícola “com conhecimentos e competências sobre a organização, supervisão da distribuição, comercialização e aplicação de produtos fitofarmacêuticos de acordo com boas práticas fitossanitárias, decorrentes do novo quadro regulamentar e das inovações técnicas”, informa a Confagri.

A formação destina-se a todos os técnicos com um curso superior na área agrícola ou florestal e detentores de curso DCAPF/ADCAPF homologado pelo Ministério da Agricultura. Vai ser lecionada por António Jorge Carvalho, com aulas síncronas e assíncronas e terá uma duração total de 35 horas.

As inscrições devem ser feitas no site da CONFAGRI, que disponibilizou ainda mais informações sobre esta formação.

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Retalho

Lidl volta a apoiar a Liga de Bombeiros Portugueses

Até dia 31 de julho, a loja da insígnia que, por distrito, tiver uma maior adesão à fatura eletrónica entregará 2.500 euros a uma Corporação de Bombeiros.

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O Lidl volta a reconhecer a importância crucial do trabalho dos bombeiros, com o lançamento de uma nova campanha na app Lidl Plus, que tem o duplo objetivo de sensibilizar os clientes para a redução do uso de papel, contribuindo para a preservação do meio ambiente, e de apoiar a Liga de Bombeiros Portugueses.

Até 31 de julho, a loja Lidl de cada um dos 18 distritos de Portugal que tiver o maior número de novos clientes a aderirem às faturas eletrónicas, através da app Lidl Plus, irá entregar 2500€ a uma Corporação de Bombeiros. No total serão entregues 45.000€, de norte a sul do país, aos soldados da paz.

No ano passado, por ocasião do 2º aniversário da app Lidl Plus, foram doados 36.000€ a 18 corporações de bombeiros, uma por distrito, possibilitando-lhes um apoio significativo durante a pré-época de incêndios. A parceria do Lidl com a Liga dos Bombeiros Portugueses data de 2016 e apoia as corporações nacionais no combate aos fogos ao fazer chegar, através das suas lojas e entrepostos de todo o país, cabazes com bens alimentares para ajudarem quem, na linha da frente, combate as chamas. No total o Lidl já doou mais de 165.000 alimentos aos Bombeiros Portugueses.

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Exportação

Grupo Garland cria nova empresa para acelerar processos alfandegários

O Grupo Garland criou a Garland Customs Solutions. A nova empresa do grupo surge com um capital social de 100 mil euros.

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O Grupo Garland ciente de que os processos alfandegários costumam ser um dos maiores desafios para quem importa e exporta dentro e fora do território aduaneiro, com mercadorias retidas, documentação extra ou cobrança de taxas desconhecidas, criou a Garland Customs Solutions, que surge com um capital social de 100 mil euros.

Esta nova empresa surge com o objetivo de tratar o processo alfandegário de empresas e pessoas singulares em seu nome, assim como prestar consultoria aos clientes, com esclarecimentos de dúvidas sobre classificação aduaneira, origem das mercadorias, regimes, cálculos de imposições, entre outras.

A Garland Customs Solutions avança em comunicado que formou um despachante oficial e investiu ainda em todo o software inerente à atividade, dispondo também de um armazém alfandegado, que permite assim englobar um serviço de transporte de mercadorias com todos os processos relacionados com o cliente, sem que este tenha de tratar com mais nenhuma empresa.

Esta empresa também facilitará a interligação entre as empresas do Grupo existentes, sendo que a que mais beneficiará será a Garland Transport Solutions.

“A criação de uma nova empresa, representa sempre uma nova aposta, neste caso num novo mercado. Em relação ao Grupo Garland, esta empresa para além de ter um crescimento próprio, externalizado, irá responder também às necessidades internas, já existentes”, explica Giles Dawson, administrador do Grupo Garland e CEO da Garland Transport Solutions. “Este ano será de crescimento controlado, onde prevemos não suprimir, ainda, as necessidades internas do Grupo a 100%”, acrescenta.

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