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Análise

Como se comportam as microempresas nacionais quanto a pagamentos eletrónicos?

O comércio é o setor de atividade que regista uma maior penetração de pagamentos com cartão, revela a MasterCard Portugal, de acordo com as conclusões do “Barómetro Cartões Microempresas 2015”, que a empresa apresentou no passado dia 12 de janeiro em Lisboa

Ana Catarina Monteiro
Análise

Como se comportam as microempresas nacionais quanto a pagamentos eletrónicos?

O comércio é o setor de atividade que regista uma maior penetração de pagamentos com cartão, revela a MasterCard Portugal, de acordo com as conclusões do “Barómetro Cartões Microempresas 2015”, que a empresa apresentou no passado dia 12 de janeiro em Lisboa

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Ana Catarina Monteiro
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O comércio é o setor de atividade que regista uma maior penetração de pagamentos com cartão, revela a MasterCard Portugal, de acordo com as conclusões do “Barómetro Cartões Microempresas 2015”, que a empresa apresentou no passado dia 12 de janeiro em Lisboa.

Cerca de 53,7% das microempresas em Portugal aceita pagamentos com cartão contra 46,3% que não aceita, de acordo com o estudo conduzido pela MasterCard, junto das microempresas em Portugal, com o objetivo conhecer o comportamento deste segmento empresarial em relação aos pagamentos eletrónicos.

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A taxa de aceitação de pagamentos com cartão é mais elevada no centro e no norte do País, com 58,1% e 57,9%, respetivamente, sendo que em Lisboa esta percentagem desce para 48,2%.

O estudo foi realizado pela consultora Inmark junto de Empresas Individuais e Sociedades, com contabilidade organizada, que faturaram em 2014 até um milhão de euros e que estão localizadas em Portugal continental. De acordo com dados do INE (Instituto Nacional de Estatística) relativos a 2012, o universo é de cerca de 360 mil empresas em Portugal Continental. O trabalho de campo foi realizado pela consultora em junho de 2015 a partir de uma amostra de 400 entrevistas.

Em relação aos 46,3% de microempresas que não aceitam pagamentos eletrónicos, o motivo prende-se essencialmente com o setor de atividade onde atuam. Entre os que justificam a não aceitação de pagamentos por cartão, as razões mais apontadas são: “não ser solicitado pelos clientes” e “custos de gestão”.

Por outro lado, no que diz respeito à importância para o negócio em aceitar cartões, cerca de 70% aponta para o “cliente como centro da decisão”: comodidade (41,6%), bom serviço (24,5%), solicitado pelos clientes (19,9%) e mais rápido (14,8%). Já 46% das respostas estão focalizadas no negócio: facilita as vendas (25%), é mais seguro (14,3%), fideliza os clientes (12,9%).

Ainda no universo dos 53,7% das microempresas que aceitam pagamentos eletrónicos, a totalidade disponibiliza TPA (Terminais de Pagamento Automático). Destas, 91,1% tem TPA físico e 17,3% tem TPA virtual. O TPA físico lidera no comércio com 88,9%, sendo que o virtual tem uma expressão mais significativa junto dos profissionais liberais com cerca de 21,4%.

Do total de microempresas com TPA disponível, 35% disponibiliza já pagamentos ‘contactless’, sendo o índice de uso de 31%, ou seja, 11% de todas as microempresas que aceitam cartões.

“A tendência que verificamos é não só um crescimento acentuado nos pagamentos eletrónicos concretizados online como também nos pagamentos móveis. Esta tendência tem ganho forma com a disponibilização de novas soluções de pagamento como é o exemplo dos pagamentos contactless e dos pagamentos efetuados através de outros dispositivos móveis. Atualmente, a MasterCard Contactless é aceite em mais de três milhões de comerciantes em mais de 68 países em todo o mundo”, explica Paulo Raposo, country manager da MasterCard em Portugal.

Comparando o montante gasto nas várias formas de pagamento utilizadas, o estudo conclui que o valor das compras pago com cartão é em média superior em 29,7% do que com dinheiro. No entanto, na generalidade há mais pagamentos a serem realizados com dinheiro do que com cartões (52,4% vs 47,6%).

Sobre o autorAna Catarina Monteiro

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ESG

50% dos portugueses mais conscientes do desperdício alimentar no verão

50% dos portugueses estão mais conscientes e esforçam-se por evitar deitar comida fora durante o verão. Frutas, legumes e vegetais entre os produtos mais desperdiçados durante o verão.

É a conclusão de um estudo da Too Good To Go que lembra que embora o verão e, sobretudo, as férias sejam um convite à desconexão, é muito importante não desvalorizar um assunto tão sério como o desperdício alimentar.

E quem está mais consciente do desperdício alimentar no verão? De acordo com o estudo, as pessoas com idades compreendidas entre os 55 e os 65 anos são os que apresentam maiores preocupações em mudar os seus hábitos, mas a geração entre os 18 e os 24 anos está a alterar os seus hábitos de consumo devido à inflação.

Com a chegada oficial do verão, 64% dos portugueses reconhecem que as temperaturas elevadas contribuem e aceleram a deterioração dos alimentos. Por outro lado, associam o aumento de eventos sociais e festas nesta época como momentos que levam a excedentes alimentares (53%), o aumento do consumo de produtos frescos que são mais perecíveis (42%), ou até o armazenamento incorreto dos alimentos (40%), como outras causas para o desperdício alimentar no verão.

Os consumidores identificam dois tipos de alimentos que mais rapidamente se desperdiçam, face a outros. 48% dos inquiridos desperdiçam mais fruta no verão do que noutras épocas do ano, enquanto 28% indicam que também os legumes e vegetais se estragam mais nesta altura. Mas há quem também aponte os produtos lácteos (27%), padaria, carne e peixe (20%, 15% e 12%, respetivamente) como outros alimentos que também se desperdiçam mais com o calor.

O estudo lembra também, durante o verão, os portugueses tendem a fazer mais refeições fora de casa e, cada vez mais, pedem aos restaurantes para poderem levar para casa a comida que sobrou: são 77% os que pedem para levar o resto da refeição, enquanto apenas 10% dizem não o fazer por vergonha.

Por outro lado, o verão também combina com viagens e buffets livres nos hotéis ou resorts. Como é que os portugueses gerem o desperdício quando estão de férias e com acesso a buffets? 80% dizem fazer um esforço para evitá-lo – com as mulheres a mostrarem-se mais sensíveis a esta temática do que os homens (84% contra 76%, respetivamente). Concretamente, nos buffets, 71% dos respondentes dizem servir-se apenas com o que vão comer, enquanto 23% afirmam que, às vezes, levam mais comida do que conseguem comer, mas fazendo o possível para que não reste.

“City Guides” para viajar de forma sustentável e evitar o desperdício alimentar

A Too Good To Go lançou os seus “City Guides”, uma nova funcionalidade que ajuda os utilizadores que viajam por algumas das principais cidades da Europa e da América do Norte a descobrirem-nas de forma diferente durante as férias.

Roma, Lisboa, Londres, Berlim, Barcelona, Nova Iorque e Toronto, entre outras cidades, fazem parte desta série de guias, estando disponíveis na aplicação até ao final da época de verão.

Através destes guias, os viajantes podem explorar estas cidades, vendo simultaneamente recomendações de estabelecimentos onde é possível reservar cabazes de comida para o pequeno-almoço, almoço, jantar ou um lanche rápido. Assim, é possível a degustação de comida local a um preço mais baixo, e fazendo também a diferença ao estar a contribuir para o esforço global de combate ao desperdício alimentar. Por cada Surprise Bag reservada, a aplicação informa os utilizadores do impacto positivo gerado, contribuindo assim para umas férias mais sustentáveis e um planeta mais verde.

Sobre o autorHipersuper

Hipersuper

Bruno Borges, CEO da da iServices

Hipersuper

“Negócio dos recondicionados está em crescimento”

Bruno Borges, CEO da iServices, partilha em entrevista a evolução da empresa e os ambiciosos planos de expansão que incluem a abertura de novas lojas e a criação de novos empregos até ao final de 2024.

A iServices abriu recentemente a sua quinta loja na Bélgica, consolidando a sua estratégia de internacionalização. Este marco é acompanhado pelo o Atelier iS, um projeto pioneiro que permite a personalização de equipamentos. Em entrevista ao Hipersuper, Bruno Borges, CEO da empresa portuguesa de serviços centrados na reparação de equipamentos de telecomunicações e informática multimarca, partilha a evolução da empresa e os ambiciosos planos de expansão que incluem a abertura de novas lojas e a criação de novos empregos até ao final de 2024. Marca do universo Sonae, a iServices conta atualmente com mais de 300 colaboradores e está presente com mais de 60 lojas em Portugal Continental, Açores, Madeira, Espanha, Ilhas Canárias, França e Bélgica.

A iServices nasceu em 2011. Hoje o seu negócio vai muito mais além que o da reparação. Como olha para este percurso?
A iServices é sobretudo um negócio de confiança e compromisso com os nossos clientes. Foram os clientes que nos ajudaram a definir o percurso, por essa razão hoje temos 3 áreas de negócio: marca de acessórios iS com 2500 referências distintas que são o reflexo dos desejos e necessidades expressos pelos nossos clientes, os recondicionados com 3 anos de garantia iServices e as reparações em 20 a 30 minutos, graças ao vasto stock de peças que temos disponível em cada loja.
Embora continuemos a atrair novos clientes todos os dias, valorizamos especialmente a lealdade dos nossos clientes que continuam a voltar às nossas lojas sempre que precisam.

Têm crescido de forma sustentada. Quanto representam as vendas das lojas físicas e do online?
As vendas online representam aproximadamente 20% do total, enquanto as lojas físicas correspondem a cerca de 80%. No entanto, é importante destacar que o nosso principal foco está nas reparações, que é o cerne do nosso negócio. Portanto, em termos de receita gerada pelas reparações, as lojas físicas representam 100% das vendas.

Que tendências identifica no segmento de smartphones? Por exemplo, o negócio dos recondicionados está a crescer?
O negócio dos recondicionados está em crescimento por duas razões. Primeiramente, devido ao facto dos fabricantes não apresentarem a evolução que poderiam apresentar para justificar a aquisição de um novo modelo e, para além disso, os equipamentos que vendemos têm uma qualidade excecional, que nos permite dar 3 anos de garantia e proporcionar ao cliente uma sensação de confiança. Como resultado, observamos uma tendência crescente do negócio dos recondicionados.
Atualmente as marcas precisam oferecer incentivos para os consumidores trocarem os seus equipamentos antigos por modelos mais recentes, caso contrário, as pessoas continuarão a optar pelos smartphones recondicionados, considerando-os como a opção mais vantajosa em termos de custo-benefício.

Qual a estratégia de abertura de pontos de venda em Portugal?
A estratégia de abertura de pontos de venda em Portugal está sobretudo relacionada com a questão demográfica e com a demanda existente em cada região. Avaliamos o número de habitantes em cada localização, além de monitorizarmos diariamente a procura no nosso website, de modo a apurar onde estão localizados potenciais clientes. Com base nesses dados, identificamos as áreas onde ainda não estamos presentes e onde há uma maior procura pelos nossos serviços.
Ainda este ano, contamos abrir mais 15 lojas em Portugal. O nosso foco principal de investimento encontra-se nos concelhos ou distritos onde ainda não estamos presentes e podemos vir a fazer a diferença, como é o caso da região do Algarve, onde atualmente apenas contamos com 3 lojas. Estamos comprometidos em expandir a nossa presença para atender melhor às necessidades dos clientes e alcançar um público mais amplo em todo o país.

O Atelier iS surgiu como? A personalização é uma tendência que vai crescer?
As primeiras experiências de personalização surgiram há, aproximadamente, 8 ou 9 anos. Naquela época, a tecnologia era semelhante à que temos hoje, embora com máquinas menos eficientes, resultando em processos mais demorados. Atualmente, o Atelier iS leva apenas 7 minutos para produzir uma capa personalizada para o cliente.
Consideramos que esta tecnologia é uma mais-valia para o nosso negócio, proporcionando aos clientes a oportunidade de personalizar as suas capas de forma rápida e conveniente.

Qual a estratégia para este projeto pioneiro? Vai ser uma aposta internacional e nacional?
Inicialmente, o projeto foi uma aposta internacional, motivada principalmente pela curiosidade e pelo facto de dispormos de uma loja em Bruxelas, no Woluwe Shopping, muito espaçosa e com condições para implementar o Atelier iS.
Após isso estamos a replicar o Atlier iS em diversas lojas de Portugal como é o caso da loja do NorteShopping, do Colombo e do Forum Almada.
Esta estratégia reflete o nosso compromisso em oferecer uma experiência única aos nossos clientes, tanto a nível nacional como internacional.

Quais foram os principais fatores que motivaram a decisão de internacionalizar a marca iServices e como essa estratégia se alinha com os objetivos da empresa?
A decisão de internacionalizar a iServices foi motivada por uma série de fatores ao longo do tempo. Em primeiro lugar, recebemos feedback positivo de clientes, amigos e conhecidos que nos incentivaram a expandir para diversos países.
Além disso, algumas empresas abordaram-nos com propostas para franquear o nosso negócio, embora não tenhamos adotado esse formato. Para além disso, durante as nossas viagens, observámos a ausência de conceitos semelhantes ao nosso, o que nos levou a considerar a oportunidade de preencher essa lacuna. Foi, portanto, uma ideia que foi amadurecendo ao longo dos anos e que acabou por ser recentemente implementada. No entanto, a nossa estratégia de internacionalização não se limita aos países onde já estamos presentes, Espanha, França e Bélgica queremos ir mais além e sempre garantindo que mantemos o mesmo padrão de serviço e excelência que temos em Portugal.

Como o processo de seleção de novos mercados para a internacionalização foi conduzido? Existem critérios específicos ou indicadores de mercado que influenciaram a escolha dos mercados alvo?
São vários os critérios e os indicadores de mercado que influenciaram a nossa escolha. Por um lado, consideramos a viabilidade do mercado e procuramos geografias pouco saturadas onde o conceito da iServices se possa destacar. Por outro lado, estamos sempre atentos aos mercados europeus, especialmente porque vendemos através de diversas plataformas para toda a Europa. Contudo, é importante referir que a expansão da iServices na Europa, como a conhecemos atualmente, está sujeita a mudanças no futuro. Estamos abertos a explorar diferentes vias de expansão e podemos considerar a entrada em vários países de acordo com as oportunidades e as necessidades do mercado.

Olhando para o futuro, há planos para expandir a presença internacional para outros países ou regiões? Quais são as expectativas e metas para os próximos anos no contexto da internacionalização?
O nosso objetivo primordial passa por consolidar o funcionamento das lojas que temos no estrangeiro e trabalhar a credibilidade e a visibilidade da marca. Para além disso, estamos constantemente a avaliar novas oportunidades de expansão noutros países e regiões. Temos identificado diversas geografias não só na Europa, mas também a nível mundial.
Garantidamente que não vamos ficar limitados aos 4 países onde já estamos presentes atualmente, sendo o nosso objetivo desenvolver uma estratégia de expansão internacional que nos permita alcançar novos mercados e atender às necessidades globais, mantendo sempre a identidade iServices.

Esta entrevista foi publicada na edição 424.

Sobre o autorAna Rita Almeida

Ana Rita Almeida

RISE Delta Q

RISE Delta Q

Bebidas

Rise Delta Q distinguida nos Red Dot Design e German Innovation Awards

A Rise Delta Q acaba de ser distinguida em dois prestigiados concursos de design e inovação internacionais.

A máquina que incorpora o revolucionário sistema de extração de café invertido, made by Delta, e com design do conceituado criador francês Philippe Starck, conquistou o prémio Red Dot 2024, na categoria de design de produto ‘Kitchen Appliances’, e foi reconhecida nos German Innovation Awards, na categoria ‘Household Appliances’.

 Nos Red Dot Design Awards, organizados pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen, na Alemanha, os conceitos e protótipos submetidos foram avaliados por um painel internacional de jurados especialistas em design. O design marcante e a facilidade de utilização foram os principais atributos valorizados na Rise Delta Q, combinados com “um processo de preparação (de café) excecional”. A máquina estará agora em exposição no Red Dot Design Museum em Zollverein, Essen, na Alemanha.

Já nos German Innovation Awards, a Rise Delta Q recebeu uma Menção Especial na categoria “Excellence in Business to Consumer: Household Appliances”, que reconhece produtos e soluções que convencem pela sua abordagem original e aspetos particularmente inovadores, entre eles o design, a funcionalidade e os benefícios para o utilizador, e que destacou o “revolucionário sistema de extração de café” da máquina.

Sobre o autorHipersuper

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Alimentar

Colheita das uvas Dona Uva arranca hoje

Começa esta segunda-feira a colheita das uvas de mesa Dona Uva, produzidas nas regiões do Ribatejo, Oeste e Alentejo. A campanha arranca com o mote “O que é que a Dona Uva tem?”.

Produzidas em cerca de 190 hectares, a colheita deste ano deverá estender-se até novembro. “Deverá”, pois o respeito pelos ritmos da natureza faz parte do ADN da Frutalmente e motivo pelo qual está sempre dependente das condições climatéricas. Ainda assim, está prevista uma produção de 3,5 milhões de quilos para este ano, sublinha a organização que detém a marca Dona Uva.

Para esta campanha “foi feito um investimento para renovar as áreas de produção, tanto de uva com grainha, como de uva sem grainha”, revela Mário Rodrigues, diretor executivo da Frutalmente. “Dos 190 hectares, 60 hectares são de uva sem grainha e os restantes 130 com grainha”, acrescenta.

Cardinal, Red Globe, Vitória, Michele Palieri e Dona Maria são as variedades com grainha. Crimson Seedless, Regal, Sugraone, Arra15, Arra19, Arra30 e Arra32 são as variedades de uva de mesa sem grainha. “A Dona Uva está em quase todas as grandes superfícies no mercado nacional e todas estas variedades têm o seu espaço, pois chegam às prateleiras em alturas distintas, o que permite ao consumidor português, que valoriza muito a uva de mesa, tê-la durante um largo período de tempo”, explica Mário Rodrigues.

Soluções mais sustentáveis

A Dona Uva tem vindo a apostar, gradualmente, na adaptação do seu packaging a soluções mais sustentáveis. Exemplo disso foi o lançamento, no ano passado, da cuvette em cartão e, este ano, vai começar a substituir os sacos de plástico por uma solução em sacos de cartão.

As uvas são também colhidas à mão e produzidas no sistema Y, em que os cachos crescem em troncos mais altos. Isto permite aumentar a produção e a rentabilidade da colheita. A par disso, 40% da produção é feita em sequeiro, ou seja, sem necessidade de abastecimento de água artificial.

 

Sobre o autorHipersuper

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Retalho

Equivalenza abre os dois primeiros pontos de venda próprios em Portugal

A Equivalenza conta mais com mais de 90 lojas franchisadas em Portugal. Agora abre dois pontos de venda próprios.

A Equivalenza reforça a sua estratégia de expansão em Portugal com a abertura dos dois primeiros pontos de venda próprios no Centro Comercial Parque Nascente, no Grande Porto, e no Centro Comercial BragaParque, em Braga. Recorde-se que os restantes cerca de 90 pontos de venda da marca são lojas franchisadas.

A marca de Barcelona regressa a estes centros comerciais, onde já teve presença no passado, apresentando-se num novo modelo de mall model – com espaços que oferecem um visual mais moderno, colorido e interativo, potenciando a proximidade com o cliente final e dando destaque ao perfume, numa perspetiva “Back to Basics”.

“Procuramos aproximar-nos da origem do nosso produto principal que é o perfume e, portanto, o objetivo é a simplificação da exposição, dando prioridade e força às categorias que temos. Queremos que o cliente possa interagir e testar o perfume facilmente. Ter uma área de inspiração ampla onde pode complementar o perfume através da experiência. Nos cantos potencializamos o gifting”, explica Luisa Suarez, Global In-Store Manager da Equivalenza.

Para além da estreia da Equivalenza com pontos de venda próprios, a marca espanhola prevê reabrir ainda no mês de julho no C.C. LeiriaShopping, importante ponto de venda da marca, pelas mãos de um novo franchisado, já detentor de outras lojas da marca nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Estas três reaberturas, duas delas pela mão da insígnia espanhola, integram-se numa estratégia de reforço de posições no território português no primeiro semestre do ano pela insígnia espanhola, com mais de 10 aberturas e reaberturas.

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Retalho

Lindt & Sprüngli abre nova loja no Freeport Lisboa Fashion Outlet

A marca de chocolates suíça Lindt & Sprüngli abriu a sua segunda loja em Lisboa. Localizada no Freeport Lisboa Fashion Outlet, a abertura assinala um marco importante no compromisso da empresa em reafirmar a sua presença no mercado português.

“Estamos entusiasmados por continuar a crescer no mercado português e especialmente, tão perto da capital. Na nossa loja outlet, não só oferecemos os deliciosos chocolates elaborados pelos nossos Mestres Chocolateiros Lindt, mas também proporcionamos uma experiência de compra única que só pode ser vivida nas nossas lojas, onde é possível encontrar uma grande variedade de produtos, como por exemplo, a Crema Gelata, ou as Cold Drinks, perfeitas para este momento do ano”, afirma Marcos Ponce, diretor da Lindt & Sprüngli em Portugal e Espanha.

Na nova loja, que conta com uma área de 70m2, os clientes podem encontrar a ilha Pick&Mix que exibe a mais ampla variedade de bombons Lindt, com mais de 40 sabores diferentes, como a gama Lindor ou Roulette. Além disso, a nova boutique apresenta o “Chocolate Bar”, um espaço que permite degustar a Crema Gelata e as requintadas Cold Drinks, preparadas no momento com a qualidade incomparável da Lindt.

Com esta abertura, a Lindt & Sprüngli conta agora com quatro lojas próprias em Portugal: duas em Lisboa e duas no Porto, elevando para 28 o número total de lojas Lindt & Sprüngli na Península Ibérica.

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Retalho

Auchan reforça combate ao desperdício alimentar

Produtos perto do fim do prazo de validade ganham espaço destacado nas lojas Auchan.

Desde janeiro que a Auchan colocou em prática o projeto piloto de reservar espaços em loja para os produtos que se aproximam do fim do prazo de validade.

Nestes espaços, devidamente identificados, estão expostos todos os artigos alimentares com data de validade próxima do fim e de venda em livre serviço. A oferta é diversificada, sublinha a retalhista em comunicado, e os consumidores podem encontrar produtos como iogurtes, saladas, refeições, carne e peixe embalado e ainda produtos de queijaria, charcutaria e produtos de mercearia. No que diz respeito ao preço, as reduções podem ir até aos 50%.

Com a implementação deste projeto, a Auchan reforça o seu objetivo de “preservar o planeta e promover hábitos de consumo mais sustentáveis nos lares portugueses”.

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Logística

Palletways Iberia renova certificação ISO 26000 CSR

A Palletways Iberia renovou pelo sexto ano consecutivo a certificação ISO 26000 CSR, reafirmando o compromisso com a consciência solidária, o respeito pelo ambiente e o combate às desigualdades sociais. 

Hipersuper

Em comunicado, a Palletways Iberia reafirma estar empenhada em ser um negócio sustentável, expressando este compromisso com a sociedade desde as suas origens através de diversas ações de Responsabilidade Social Corporativa (RSE) e alinhando as suas iniciativas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pelas Nações Unidas na Agenda 2030. Tudo isto levou à renovação da certificação da empresa com a prestigiada norma ISO 26000, conquista que se mantém desde 2018.

“Somos uma empresa profundamente comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade social. Por isso, para toda a equipa da Palletways, esta certificação representa orgulho e uma forma de retribuir à sociedade o que ela nos dá”, refere José Hernández, diretor de operações da Palletways Iberia, que antecipa os próximos desafios da empresa em termos de RSE: “o nosso objetivo é continuar a caminhar dia após dia para uma maior sustentabilidade, promovendo tanto o nosso compromisso social como o de todos os que fazem parte da Palletways Iberia.

“Estamos a realizar uma análise de materialidade e procuramos intensificar o nosso apoio aos grupos menos favorecidos, bem como melhorar a gestão dos nossos recursos para reduzir o impacto ambiental e a nossa pegada de carbono.”, acrescenta.

A certificação com a norma ISO 26000 representa para a Palletways Iberia  a consolidação de um projeto que reconhece os objetivos de sustentabilidade enraizados nos seus valores e na sua responsabilidade para com o ambiente e os grupos de interesse da sociedade.

Este selo junta-se a outros como a ISO 9001:2015: Sistema de Gestão da Qualidade; ISO 45001:2018: Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho; ISO 14064-1:2012: Pegada de Carbono. Da mesma forma, recebeu recentemente o prémio Lean & Green, liderado em Espanha pela AECOC, por ter reduzido a sua pegada de carbono em 20% nos últimos 5 anos e por se ter comprometido a fazê-lo novamente nos próximos cinco anos.

“Estas certificações confirmam que a Palletways Iberia assenta os seus alicerces num rigoroso controlo de processos e num elevado padrão de exigência, colocando-a como uma referência de excelência no sector”, conclui Hernández.

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Exportação

AEP realiza missão empresarial aos EUA

A AEP está a acompanhar, entre 14 e 19 de julho, uma missão empresarial aos Estados Unidos da América, concretamente às cidades Nova Iorque e Boston.

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Inserida no âmbito do Projeto BOW (Business on the Way), a quinta missão empresarial da Associação Empresarial de Portugal (AEP) aos EUA conta com a participação de seis empresas portuguesas que terão a oportunidade “de compreender as necessidades emergentes do mercado norte-americano e identificar as diversas oportunidades oferecidas pelo país em vários setores de atividade”, adianta a organização num comunicado. No âmbito da missão empresarial, as empresas vão poder estabelecer contatos com entidades institucionais e empresas locais através de reuniões agendadas em Nova Iorque e Boston.

“Com uma economia sofisticada, competitiva e aberta ao exterior, os EUA são o principal importador e o segundo maior exportador mundial. O país possui ainda um mercado interno com forte poder de consumo e um elevado nível de vida, oferecendo vastas oportunidades para as empresas portuguesas”, considera Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração da AEP, citado no comunicado.

AS empresas que integram esta missão são a Têxteis Domingos Almeida (têxteis-lar), Dune Bleue (criação, desenvolvimento e comercialização de meias técnicas), Fábrica de Tecidos do Carvalho (têxteis-lar), Mindol II (colchões), Void Software (Desenvolvimento de software e consultoria) e Cerâmica da Borralheira (indústria de cerâmica).

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), os EUA foram o quarto cliente das exportações portuguesas de bens em 2023, com uma quota de 6,8%, ocupando a 9ª posição ao nível das importações (2,1%). Ao longo do período 2019-2023, verificou-se um crescimento médio anual das exportações de 16,7% e de 21,2% nas importações. A balança comercial de bens foi favorável a Portugal, tendo apresentado um excedente de 2 983 milhões de euros em 2023.

Segundo a AIP, em 2023, o projeto BOW promoveu a participação de mais de 200 empresas em 27 ações, entre feiras internacionais e missões empresariais, em 23 mercados distintos.

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Retalho

Campanha da Cruz Vermelha com insígnias alimentares permitiu dar 600 mil refeições

Pingo Doce, El Corte Inglés, Auchan, Mercadona e E.Leclerc são parceiros da iniciativa campanha Vale +

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Desde o lançamento, em 2021, a campanha Vale + da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) já permitiu doar 600 mil refeições a quem mais precisa.

A campanha está de regresso a 597 grandes superfícies de todo o país, entre 12 e 26 de julho, e tem como parceiros as insígnias Pingo Doce, El Corte Inglés, Auchan, Mercadona e E.Leclerc.

Neste período, será possível realizar uma doação em caixa, através da aquisição de vales monetários ou alimentares, que se traduzem em arroz, atum, esparguete, grão-de-bico e salsichas.

Nos fins de semana de 13 e 14, 20 e 21 de julho, realizam-se recolhas de bens de primeira necessidade em loja, com a presença de voluntários.

Na primeira campanha de 2024, realizada em março, o valor angariado tanto em vales como em produtos permitiu à CVP doar o equivalente a quase 149 mil refeições.

A Cruz Vermelha Portuguesa está presente em todo o território nacional, onde desenvolve programas sociais que proporcionam refeições dignas e equilibradas, auxiliando no pagamento de despesas básicas, como rendas de casa, luz, água e até despesas médicas.

“A Cruz Vermelha tem a ambição de fazer mais por todos, para construir um futuro mais digno e humano. Esta nova campanha do Vale + vai permitir reforçar a nossa capacidade de respostas sociais no terreno a famílias em situação vulnerável, pessoas em situação de sem abrigo, migrantes e refugiados”, explica o presidente da CVP, António Saraiva, apelando à participação de todos.

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