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Sonae MC sustenta crescimento do negócio global de retalho

Por a 25 de Janeiro de 2012 as 17:41

O volume de negócios da área de retalho da Sonae – Sonae MC (Continente, Continente Bom Dia, Continente Modelo, Continente Horeca, Bom Bocado, Book.it, Continente Ice e Well’s) e Sonae SR (SportZone, Modalfa, Worten, Worten Mobile, Vobis e Zippy) – registou, no exercício de 2011, um crescimento de 0,3% face ao exercício anterior de 2010, tendo chegado ao dia 31 de Dezembro passado com receitas de 4,562 mil milhões de euros contra os 4,547 mil milhões de período homólogo.

Na apresentação dos resultados preliminares, a Sonae avança com vendas de 3,327 mil milhões de euros para a Sonae MC, correspondendo a um aumento de 1,6% face aos 3,275 mil milhões do exercício de 2010, enquanto o negócio de retalho especializado (Sonae SR) termina 2011 com uma quebra de 2,9% face a 2010, significando isto uma passagem de 1,272 para 1,235 mil milhões de euros.

No comunicado que acompanha a divulgação destas vendas preliminares da operação de retalho do grupo Sonae, Paulo Azevedo, CEO da companhia, refere que “a performance de vendas dos negócios de retalho da Sonae no último trimestre de 2011 superou as expectativas, nomeadamente face ao previsível impacto do imposto extraordinário aplicado em Portugal sobre o subsídio de Natal. É de salientar o aumento de vendas conseguido pela Sonae MC, um sinal claro que os consumidores estão a reconhecer, no actual contexto, os méritos da nossa proposta de valor”.

O responsável pelo maior negócio de retalho a actuar em Portugal refere ainda que “apesar deste resultado positivo, permanecemos cautelosos em relação à evolução das vendas de retalho em Portugal e Espanha no curto prazo, dadas as incertezas económicas e os baixos níveis de confiança dos consumidores, que não deverão sofrer alterações significativas ao longo do ano de 2012”.

No comunicado lê-se também que a Sonae MC “conseguiu reforçar em 2011 a sua posição de liderança no mercado alimentar em Portugal em cerca de um ponto percentual (p.p.) de quota em resultado”, explicando esta conquista com continuado compromisso de apoio ao consumidor final no actual contexto adverso, entregando as melhores propostas de valor disponíveis no mercado”, além da “da capacidade em responder atempadamente às alterações dos hábitos de consumo, nomeadamente através do contínuo investimento na gama de marcas próprias”.

O documento mostra ainda a evolução das vendas da Sonae MC ao longo de 2011, sendo possível verificar que nos quatro trimestres que compõem o ano esta área de negócio manteve sempre uma evolução positiva. Assim, no final dos primeiros três meses, a Sonae MC apresentava vendas de 736 milhões de euros, subindo para 822 milhões no final do 2.º trimestre, para terminar o 3.º trimestre com receitas de 863 milhões de euros. Já o quarto e último trimestre foi o melhor para o negócio da Sonae MC, finalizando-o com uma facturação de 906 milhões de euros, aos quais não será indiferente as vendas inerentes à época de Natal.

Já a Sonae SR viu, como referido anteriormente, as vendas caírem cerca de 3% para 1,235 mil milhões de euros, justificando a empresa esta performance “em resultado da evolução negativa de vendas na generalidade dos mercados ibéricos, apesar do crescimento de 15% na área total de vendas das suas insígnias”.

A Sonae informa que as vendas do conjunto de insígnias da Sonae SR em Portugal diminuíram cerca de 13%, o que foi apenas parcialmente compensado pelo crescimento de 43% das vendas nos mercados internacionais. As vendas no mercado espanhol representaram 25% do total das vendas em 2011, 5 p.p. acima do valor registado em 2010.

Por trimestres, destaque para a quebra nas vendas registadas no quarto e último trimestre de 2011 face ao ano de 2010, penalizando significativamente o comportamento final do negócio. Tendo começado o ano de 2011 a vender mais que no primeiro trimestre de 2010 (276 contra 274 milhões de euros, em 2010), os restantes três trimestres ficaram sempre abaixo do conseguido em 2010. Assim, no final do 2.º trimestre, a Sonae SR facturou menos 5 milhões de euros (275 contra 280 milhões), para terminar o 3.º trimestre outros 5 milhões de euros abaixo do conseguido em 2010 (310 contra 315 milhões). É no último trimestre que a diferença é maior, com a Sonae SR a obter menos 28 milhões de euros do que em período homólogo (374 contra 402 milhões de euros).

Destaque ainda para a contribuição do portfólio de marcas próprias e primeiros preços nas contas da Sonae MC, revelando a empresa que a sua representatividade atinge já cerca de 30% das vendas das categorias relevantes durante o ano de 2011.

De referir ainda o facto do negócio retalhista do grupo Sonae ter ultrapassado as 1.000 lojas, atingindo, mais concretamente, 1.016 pontos de venda (454 Sonae MC e 562 Sonae SR), totalizando 987 mil metros quadros de ares de venda, distribuídos por 564.000 m2 da Sonae MC e 423.000 m2 da Sonae SR.

 

2 comentários

  1. Isaurac123

    19 de Setembro de 2012 at 12:07

    A Sonae a crescer e a despedir chefias nos Açores e bons chefias, uma autêntica vergonha.

  2. decio gomes ornelas

    3 de Junho de 2012 at 11:03

    Bom dia…eu fui fiador de uma garantia bancaria de uma loja no centro comercial madeira shopping do Funchal sempre que faltava alguma renda ou havia algum problema era logo informado pela Sonae ou pela Caixa Geral, recebi uma carta da Sonae que tinha sido enviada pela Caixa dando conta que a garantia da qual eu era fiador já não valia, era nula, a partir de 08-02-2010. Desde essa carta nunca mais recebi nada nem um telefonema nem cartas…fui a Caixa Geral tratar de uns assuntos e dizem que tenho uma divida de 37.000 euros a pagar porque a Sonae através dos seus advogados ativou a garantia bancaria…eu tenho 43 anos sempre paguei as minhas contas, trabalho desde os 13 anos, aos 17 era patrão num pais estrangeiro, tenho uma historia longa de vida tudo o que tenho está pago e esta divida também será paga até ao ultimo cêntimo…mas vou reunir todos os documentos e vou à TV e aos jornais na internet e o mundo vai saber como funcionam os bancos e as grandes empresas em portugal…o mundo nao é dos ricos o mundo é dos homens mas homens com H GRANDE..

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