Destaque Distribuição

Amanhã no Hipersuper: Entrevista a Carlos Maia, Director-geral da Staples

Por a 15 de Setembro de 2011 as 0:01

Nesta edição do Jornal Hipersuper trazemos uma entrevista ao director-geral da Staples Portugal. No ano em que comemora o seu 15.º aniversário em Portugal e depois de terem surgido alguns rumores a dar conta de uma possível saída da Staples do nosso País, Carlos Maia deixou claro que “a Staples não vai sair de Portugal”.

O investimento de 100 milhões de euros, previsto para a abertura de 15 lojas até 2014, fica, no entanto, congelado até à vinda de melhores dias, ou seja, condições económicas e de consumo.

Na “Produção”, entrevistámos o responsável comercial pelo maior produtor de arroz em Portugal e o maior produtor na Europa no tipo carolino. Jorge Parreira, admite que “hoje, come-se em Portugal arroz de vários pontos do mundo em que a qualidade do mesmo jamais se pode comparar com o arroz produzido em Portugal”.

Contudo, são, na opinião de Jorge Parreira, muitas as empresas que gostam de utilizar a denominação “Made in Portugal” nas suas embalagens. “Está na moda”, diz o director comerical da Orivarzea.

Para complementar, de alguma forma, a entrevista de Jorge Parreira, trazemos uma análise ao mercado de arroz e massas em Portugal. Ouvidos os profissionais destes mercados, de modo geral existe unanimidade de que não haverá uma mexida na taxa de IVA a que os seus produtos estão sujeitos.

Para finalizar a “Produção”, a Kantar Wordpanel analisa o mercado de “Azeitona”. De acordo com a consultora, este foi uma das categorias que mais cresceu no total FMCG. Contudo, se para o crescimento em valor, MdF e MdD contribuíram praticamente de igual forma, em volume a primazia pertenceu às MdF.

Nas “Bebidas”, damos a conhecer a nova vodka que chega ao mercado português. Produzida a partir da receita secular o russo Dmitri Mendeleev, a vodka Russian Standard chega ao nosso País pelas mãos da em, portuense Luxury Drinks.

Nas “Bebidas”, mais concretamente no café, a Nespresso apresentou, também, uma novidade. De seu nome Dhjana, é a primeira edição limitada 100% sustentável da Nespresso.

Nos “Vinhos”, trazemos a preocupação da fileira quanto a uma possível mexida na taxa do IVA e de uma eventual e futura taxação de IEC. Palavras como preocupação, retracção do consumo, prejudical ao sector, devastador, dramático, entrave ao crescimento ou machadada final no sector do vinho foram ouvidas para este artigo.

O Jornal Hipersuper publica, em primeira mão, a carta enviada pela Associação Nacional dos Comerciantes e Exportadores de Vinhos e Bebidas Espirituosas (ANCEVE) à ministra da Agricultura, Assunção Esteves.

No “Conselho dos Notáveis”, fazemos uma espécie de balanço destes primeiros tempos de Governo PSD/CDS-PP.

Quanto aos artigos de opinião, ficaram a carga de Pedro Barbosa (EGP-UPBS), “Livres”; e Pedro Santos (Hays), “Exportação ou importação: qual a melhor opção”.

 

2 comentários

  1. António Sequeira

    31 de Janeiro de 2012 at 0:27

    Pura verdade…
    Este analfabeto, anda a encher os bolsos à conta da Staples Internacional, há muito tempo. Arrogante, prepotente, mas acima de tudo incompetente….aliás até mete dó um tipo como este…Pode ser que o seu reinado esteja para acabar. Vai acabar inevitavelmente pois a empresa, tendo-o como director de operações, está condenada ao fracasso, o que está à vista.
    Tem na mania que é alguém, mas não é nada…pode ser que em breve sejam publicadas algumas das suas magnificas intervenções, onde a estupidez, a mesquinhês e outros atributos venham ao de cima…volte para onde nasceu, e deixe a empresa resistir…

  2. Fernando

    4 de Outubro de 2011 at 11:53

    Olá a todos, durante muito tempo decidi não intervir neste tipo de opiniões pelas mais diversas razões, mas hoje sinto-me
    taciturno pela forma como esta empresa está montada, pela forma de como os seus colaboradores e principais intervinientes
    são silenciados e, pela maneira que vejo a empresa desmoronar-se colocando um risco imediato ao meu posto de trabalho que tanto prezo.

    A Staples que até há bem poucos anos era uma empresa de oportunidades para quem quer que lá desenvolvesse o seu trabalho com rigor, ética e equidade
    passou para uma empresa sem rigor, sem ética, perdeu os seus valores e ofuscou a sua visão.
    Os seus trabalhadores passaram a ser vistos como despesa e não como profit ao mesmo tempo que recebem as mais diversas pressões internas de modo a reagirem

    do modo mais radical para um trabalhador, levando-o ao seu próprio despedimento.

    Esta empresa é gerida por várias pessoas, mas há duas que são os dois grandes pilares da mesma (pilares podres por dentro
    a precisarem de obras de reconstrução imediatas, ou a casa ruí), são eles o Sr. José Carlos Andrade e, o Sr. Carlos Maia.

    Quanto ao Sr. Carlos Maia que mais parece a Abelha Maia dentro do castelo do Sr. José Carlos Andrade (que é sem dúvida o rei da colmeia) não me parece que

    tenha conhecimento de metade das matérias que mal correm dentro da empresa, e que a estão a levar ao seu fracasso a curto / médio prazo de um modo quase

    recôndito. Se tem conhecimento e nada faz torna as coisas ainda mais gravosas, visto que é o director geral da empresa, agindo deste modo torna-o cúmplice de

    má gestão. Há coisas que com mais atenção não seria necessário ser o director financeiro a informá-lo Sr. Carlos Maia..Deixo aqui a dica!!

    Alguns exemplos (de muitos outros poderia falar, mas teria de editar um livro…para a reforma, quem sabe!!)

    Matérias como cross-selling, Csat, questionários internos (Survey), etc, são (ou deviam ser) dados reveladores do bom ou mau estado de saúde da empresa, mas

    pois bem, não o podem ser!! e porquê? Porque em tudo o que o Sr. josé Carlos Andrade “mexe” torna-se um resultado viciado (com vários exemplos e provas

    dadas, mas…!! mais adiante por favor) passo a explicar, o Sr. José Carlos Andrade perito em viciar resultados, em pressionar pessoas nos seus mais diversos
    meios, em ocultar dados, em opor-se a inovação, em destruir departamentos, em ofuscar pessoas (plenas de potencialidade),etc., etc., etc., tem em cada uma

    das SUAS lojas(sim porque a staples é dele, ou pelo menos assim o pensa) as chamadas abelhinhas obreiras que tal como em tudo na vida aprenderam com os mais

    velhos que por sua vez aprenderam com o rei, de como trabalharem para ele de uma maneira única e exclusiva em prol do seu enaltecimento e ressureição e, de

    como o agradaciar para que mais tarde venham a ter o profit necessário para subir na carreira, (já diz o muito velhinho ditado português…para quem não

    concordar a porta da rua é a serventia da casa!) e tanto aprenderam que já sabem de uma forma soberba viciar estes mesmos resultados tão bem ou melhor que

    mestre.

    Csat- É para esquecer não é de todo um meio viavel de responder as necessidades da empresa que, tem neste momento a necessidade de avaliar o modo de como os

    nossos clientes foram atendidos, de um modo simples directo e sem rodeios, como disse anteriormente todo este resultado está completamente viciado sendo na

    maioria das vezes o próprio gerente de loja a preencher os inqueritos com base em 2as vias de factura para aumentar o resultado positivo da loja deixando de

    ter pressão na obtenção de um resultado favorável ou mais favorável, melhorando significativamente o resultado da loja, além disso e como á verbas em jogo

    (prémios) tais estão a ser distribuidos injusta e ilegalmente. (aprenderam com o melhor na viciação de resultados, o ganda José!!). Respondam a isto!! Como é

    que uma loja que tem uma avaliação de 50% ou menos no csat num mês passa para 100% ou 200% no mês seguinte com as observações dos supostos “clientes” serem

    praticamente iguais???dá que pensar, não!!

    Cross-selling- Igualmente um resultado viciado, quando se fazem facturas de paletes de papel e, se coloca uma impressora e ainda por cima se factura a palete

    a resma de modo a crescer no número de attachs prefazendo um cross com uma percentagem astronómica de 6.000% de cross, ou ainda, quando se literalmente

    enganam os cliente fazendo-os levar 100dvd’s a unidade fazendo-o pagar cerca de 100€ pelos 100 dvd’s quando a mesma quantidade não lhe ficaria por mais de

    30€ isto é enganar, é burlar e, não é ajudar a comprar. Estamos a perder clientes, e com esta politica vamos continuar a perder até não restar nenhum…

    E como tal para finalizar não poderia deixar de abordar as lojas de Stock-Off que são autenticos carros do lixo da Staples, e começa assim….

    Há muito tempo atrás, viviam as lojas da staples felizes e contentes ostentando crescimentos nas vendas na ordem dos dois digitos ao ano, quando decidiram

    (ou seja o José decidiu..está decidido) criar as lojas lixo ou mais ecologicamente falando, as lojas stock off que basicamente tinham como principal

    finalidade escoar stock obsoleto/descontinuado da companhia. Avançando mais algum tempo no tempo, não querendo alongar-me muito (fica para uma outra

    oportunidade como tinha referido mais acima para a reforma!!) surgiu o primeiro dia de stock off destas mesmas lojas com produtos abaixo do preço de custo

    (dumping) 50, 60, 70, 80, e até 90 ou mesmo 99,999999% abaixo do preço de custo gerando um profit negativo e assassinando a nossa tão preservada e importante

    margem a sangue frio. Mas eis que surge Deus (José) e o seu discrepante meio de ressuscitar a dita margem!!…e como faz ele isso perguntam vocês?!Facturando

    milhares de euros em produtos oriundos de vendas ficticias nos nossos centros de cópias nas diversas lojas de stock off, e anulando ao longo do ano de modo a

    diluir a quebra da margem, viciando desta forma o resultado operacional tanto no ano corrente como no ano seguinte…uau! Nova forma de gestão e burla!!

    Parabéns Sr. José Carlos, na minha tese de gestão (pois estou a tirar gestão de empresas) irá ter o Sr. como base e, como titulo terá “tudo o que não devemos

    fazer na gestão de uma empresa, com a colaboração especial de José Carlos Andrade.
    Não vale o dinheiro que a empresa investe em si…

Deixe aqui o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *