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Reserva alimentar deve ser uma prioridade política para Portugal, considera Basílio Horta

Por a 28 de Janeiro de 2011 as 12:52

*Lusa

Portugal deve dar prioridade política à constituição de uma reserva alimentar, defendeu hoje (Sexta-feira) o presidente da AICEP, Basílio Horta, alertando para o aumento dos preços a nível internacional e para a elevada dependência face ao exterior.

“Ter uma reserva alimentar é uma questão de prioridade política”, declarou o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), acrescentando que Portugal “tem terras disponíveis” e deve aproveitá-las para “não continuar a importar dois terços do que consome”.

O presidente da AICEP falou à Lusa após um pequeno-almoço sobre o sector agro-alimentar, sublinhando que as exportações têm aumentado e representam já cerca de 11% do total nacional, “o que revela um grande esforço por parte do sector”.

Um comentário

  1. José Ramos

    30 de Janeiro de 2011 at 23:39

    As palavras do Sr. Ministro da Agricultura que parecem uma correcção ao Baílio Horta são no mínimo desastrosas: Nós sabemos que Portugal não pode produzir tudo o que consome em variedade e qualidade, mas se produzir mais um terço passa a importar só um. É por certo esta a ideia que a população em geral tem de reserva alimentar, partir para o máximo de produção. As palavras do Ministro são desmobilizadoras, inábeis, se outros países com menos território produzem muito mais em termos de balança alimentar, estamos à espera de quê. Só saem Duques e este que até parecia sensato. Começo a apoiar a eliminação do Ministério da Agricultura e a sua integração em qualquer outro sítio onde se deixem de retóricas parvas, de equilíbrios para aqui e para ali e ponham o país a produzir o máximo mesmo com alguma política agrícola compensatória, ou nunca mais nos libertamos do arreliador défice da balança comercial.

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