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	<title>Hipersuper &#187; comércio</title>
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	<description>O Jornal de negócios para profissionais da distribuição e produção</description>
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		<title>Comércio com receitas de 138 mil milhões de euros em 2008</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2008, o volume de negócios total do sector do comércio ascendeu a 138.883 milhões de euros do qual 50,5% teve origem no comércio por grosso, 34,2% no comércio a retalho e 15,3% no comércio, manutenção e reparação automóvel, segundo dados do INE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/07/retalho1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-86012" title="retalho" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/07/retalho1-150x99.jpg" alt="" width="150" height="99" /></a>Em 2008, o volume de negócios total do sector do comércio ascendeu a 138.883 milhões de euros, do qual 50,5% teve origem no comércio por grosso, 34,2% no comércio a retalho e 15,3% no comércio, manutenção e reparação automóvel, revelam os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>No comércio por grosso e no comércio a retalho destaca-se o volume de negócios gerado pela venda de produtos alimentares, bebidas e tabaco: 24,6% do volume de negócios das empresas grossistas e 30,1% do volume de negócios das empresas retalhistas.</p>
<p>A venda a retalho de produtos alimentares dá-se predominantemente por empresas com estabelecimentos não especializados, que asseguram a venda de cerca de 75% das vendas a retalho desses produtos, enquanto os artigos de uso doméstico são comercializados sobretudo por empresas com estabelecimentos especializados (75% das vendas desses artigos).</p>
<p>De acordo com os resultados apurados no Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE) 2008, o sector do comércio abrangia 266.231 empresas, distribuídas por três actividades: comércio e manutenção automóvel (31.471 empresas, 11,8% do total), comércio por grosso (70.073 empresas, 26,3%) e ainda comércio a retalho (164.687 empresas, 61,9%).</p>
<p>O comércio a retalho absorveu 54,8% do pessoal ao serviço de todo o comércio, as empresas grossistas 32,1% e o comércio e manutenção automóvel ocupou os 13,1% remanescentes. O sector do comércio e manutenção automóvel comporta assinaláveis diferenças entre grupos de actividades, salientando-se o comércio de veículos automóveis com o mais elevado volume de negócios por trabalhador em todo o comércio (403,6 mil euros), por oposição ao registado na manutenção e reparação de veículos automóveis com apenas 37,2 mil euros por trabalhador, dado tratar-se de uma actividade com elevada intensidade de mão de obra, valor médio este que, em todo o comércio, só regista valor inferior na venda em feiras e bancas (18,1 mil euros por trabalhador).</p>
<p>No comércio por grosso, 75% do volume de negócios distribui-se entre três grupos, ou seja, a venda de combustíveis e materiais de construção (18,5 mil milhões de euros), a venda de produtos alimentares/bebidas/tabaco (17,5 mil milhões de euros) e a venda de bens de consumo (16,1 mil milhões de euros), os quais abrangem no seu conjunto 45,5% do número de empresas grossistas.</p>
<p>As 21.694 empresas do comércio a retalho não especializado, onde se enquadram os supermercados e outros estabelecimentos de âmbito generalista (alimentar ou não), foram responsáveis por 34,8% de todo o volume de negócios retalhista, empregando 122.968 pessoas (27,1% do retalho).</p>
<p>No comércio grossista, por definição direccionado para a revenda a outros comerciantes, a empresas ou instituições, a intermediários e outros utilizadores para consumo intermédio, o INE identificou 70 mil empresas na actividade, tendo movimentado 70.079 milhões de euros em 2008 (50% da globalidade do comércio) e a sua actividade concentrou-se essencialmente em três grupos de produtos: venda por grosso especializada (25,5%), venda por grosso de produtos alimentares, bebidas e tabaco (24,6%) e venda por grosso de bens de consumo doméstico (22,5%).</p>
<p>Considerando as 10.322 empresas com actividade principal no comércio por grosso de produtos alimentares, bebidas e tabaco, cujo volume de negócios ascendeu a 17 547 milhões de euros, o INE salienta na repartição das suas vendas a importância relativa das bebidas (15%), dos frutos e hortícolas (12,4%), do leite e derivados, ovos e gorduras alimentares (11,4%); o grupo de produtos que agrega o peixe, crustáceos, moluscos, padaria e farináceos em geral atingiu o expressivo peso de 27,8% (4 877 milhões de euros). O volume de negócios médio por empresa nesta actividade foi de 1,7 milhões de euros.</p>
<p>A actividade de comércio por grosso de bens de consumo, que abrangia 12.419 empresas e movimentou 16 129 milhões de euros, concentrou-se especialmente nos produtos farmacêuticos (44,3%). O conjunto de outros produtos, incluindo mobiliário, têxteis, artigos para o lar, de limpeza, livros e papelaria, totalizaram 3.654 milhões de euros em vendas entre as empresas desta actividade.</p>
<p>O comércio retalhista foi dinamizado, em 2008, por 164.687 empresas, empregando cerca de 455 mil pessoas. As contas do INE indicam que 69,7% das empresas eram de natureza individual (empresários em nome individual e trabalhadores independentes), tendo contribuído para 13,9% do volume de negócios global no retalho.</p>
<p>O volume de negócios das empresas retalhistas, que ascendeu a 47.587 milhões de euros, incluía uma substancial parcela relativa a alimentação, bebidas e tabaco (30,1%), reflectindo-se num valor de vendas de cerca de 14.309 milhões de euros.</p>
<p>O segundo conjunto de produtos mais relevantes no retalho abrangia essencialmente bens de uso pessoal, como sejam o vestuário, produtos médicos e farmacêuticos, higiene, entre outros, ascendendo a um total de vendas de cerca de 10.102 milhões de euros.</p>
<p>O equipamento de informação e comunicação (computadores, telecomunicações, áudio e vídeo) conjuntamente com os produtos de cultura e lazer (de leitura, música, jogos, desporto, coleccionismo, entre outros) contribuíram para 9,7% das vendas retalhistas.</p>
<p>Segmentando o retalho pela actividade económica principal, verificou-se que mais de um terço do volume de negócios teve origem no comércio a retalho em estabelecimentos não especializados (cerca de 16.560 milhões de euros). Nesta tipologia de estabelecimentos enquadram-se, por um lado, os de predominância alimentar (hipermercados, supermercados, mercearias), como também os não alimentares (com múltiplas categorias de produtos).</p>
<p>Os produtos alimentares representaram 65,2% das vendas, em consequência da elevada proporção de supermercados. Os produtos farmacêuticos, higiene e cosmética atingiram 7,4% das vendas a retalho em estabelecimentos não especializados, seguidos dos artigos de uso doméstico (4,9%).</p>
<p>O comércio a retalho de produtos alimentares, bebidas e tabaco em estabelecimentos especializados movimentou 3.030 milhões de euros, dando trabalho a 45.265 pessoas e representando 17% (27 993) das empresas retalhistas. A incidência de produtos alimentares ascendeu a 94,4%, sendo ainda de referir a notável proporção do volume de negócios na venda de carne e produtos derivados (44,6%). Foram identificadas 6.895 empresas com actividade principal no comércio a retalho de carne e produtos à base de carne em estabelecimentos especializados.</p>
<p>No que toca aos produtos de marca própria ou marca do distribuidor (MDD), o INE verificou, em 2008, uma incidência no comércio a retalho em estabelecimentos não especializados na ordem dos 19,4%, subindo para os 20,8% no caso particular das vendas de produtos alimentares. No comércio a retalho em estabelecimentos especializados a venda de produtos de marca própria de natureza não alimentar representou 13,8% das vendas.</p>
<p>Finalmente, quanto aos meios de pagamento utilizados, os pagamentos em numerário foram ainda bem expressivos no retalho (39%), mas na mesma ordem de importância dos cartões de débito/crédito. O cheque mantém-se como um relevante meio de pagamento tanto no comércio e manutenção automóvel (37%) como no comércio grossista (47%), a par dos outros meios (41% e 39%, respectivamente), onde se inclui a transferência bancária.</p>
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		<title>Comércio electrónico vai ter arbitragem virtual</title>
		<link>http://www.hipersuper.pt/2010/07/20/comercio-electronico-vai-ter-arbitragem-virtual/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 14:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalho]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério da Justiça, DECO, ACEPI e APED assinam amanhã o protocolo que cria o CIMACE - Centro de Informação, Mediação e Arbitragem do Comércio Electrónico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/03/e-commerce.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-80602" title="e-commerce" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/03/e-commerce-150x112.jpg" alt="" width="150" height="112" /></a>É assinado amanhã (hoje, dia 21 de Julho) o protocolo que cria o CIMACE &#8211; Centro de Informação, Mediação e Arbitragem do Comércio Electrónico.</p>
<p>O CIMACE – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem do Comércio Electrónico é um centro de arbitragem para resolver litígios emergentes das relações de comércio que ocorram entre fornecedores e consumidores, em ambiente de <em>Internet</em>.</p>
<p>Tratará, nomeadamente, de litígios relacionados com a interpretação, validade e execução de contratos electrónicos e conflitos emergentes da protecção dos direitos dos consumidores.</p>
<p>O Centro funcionará tendo por base as novas tecnologias de informação, sendo o primeiro centro de arbitragem completamente virtual e o único preparado para ser utilizado por pessoas com incapacidade visual.</p>
<p>Os utilizadores não terão necessidade de se deslocar fisicamente ao Centro. Basta dispor de um computador com ligação à Internet e uma Webcam para resolver o seu conflito.</p>
<p>O protocolo será assinado pelo Ministério da Justiça, através do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios; pela Associação Portuguesa Para a Defesa do Consumidor (DECO); pela ACEPI (Associação de Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva) e pela APED (Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição).</p>
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		<title>Investimento na superfície comercial espanhol cresceu 13%</title>
		<link>http://www.hipersuper.pt/2010/06/21/investimento-na-superficie-comercial-espanhol-cresceu-13/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 10:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalho]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O volume de investimento na superfície comercial em Espanha aumentou 13% durante o exercício de 2009, ultrapassando os 1,9 mil milhões de euros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2009/02/centros_comerciais1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-71678" title="centros_comerciais1.jpg" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2009/02/centros_comerciais1.jpg" alt="" width="210" height="280" /></a>O volume de investimento na superfície comercial em Espanha aumentou 13% durante o exercício de 2009, ultrapassando os 1,9 mil milhões de euros, correspondendo a 2/3 do investimento imobiliário terciário, segundo avança um relatório do BNP Paribas Real Estate.</p>
<p>Em concreto, o mercado de investimento “retail” em Espanha continua a ser atractivo para os investidores internacionais, salientando o relatório que, 96% do volume de investimento vem de empresas estrangeiras, especialmente alemãs (60%), enquanto da parte dos vendedores, estes foram essencialmente espanhóis (98%).</p>
<p>Quanto à distribuição geográfica, observa-se uma alteração na tendência relativamente a 2007, quando os operadores tinham nas suas estratégias de investimento outras cidades, além de Madrid e Barcelona, cidades que actualmente atraem maioritariamente a atenção dos investidores institucionais e internacionais.</p>
<p>Madrid concentrou, assim, 45% do volume de investimento em “retail” ao longo de 2009.</p>
<p>No que diz respeito ao consumo em Espanha, que se situava 3 a 4% acima da média europeia até 2007, deverá manter-se em valores negativos ao longo de 2010 e muito perto do zero em 2011.</p>
<p>De referir que o volume de investimento em superfície comerciais nas cinco principais economias europeias (Alemanha, França, Itália, Reino Unido e Espanha) alcançou os 53 mil milhões de euros, em 2009, correspondendo a uma descida de 31% face a 2008.</p>
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		</item>
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		<title>Exportações para a China sobem 80% até Abril</title>
		<link>http://www.hipersuper.pt/2010/06/07/exportacoes-para-a-china-sobem-80-ate-abril/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 15:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>

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		<description><![CDATA[As exportações portuguesas para a China aumentaram 80% nos primeiros quatro meses do ano, segundo Basílio Horta, presidente da AICEP.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-76188" href="http://www.hipersuper.pt/2009/11/23/asiaticos-distinguem-douro-e-alentejo/hongkongjpg/"><img class="alignright size-full wp-image-76188" title="hongkong.jpg" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2009/11/hongkong.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>As exportações portuguesas para a China aumentaram 80% nos primeiros quatro meses </strong><strong>do ano face ao período homólogo de 2009, revelou o presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Desde 2005 que as exportações portuguesas para o gigante asiático têm vindo a crescer em média 20% ao ano.</p>
<p>Em 2009, as exportações nacionais para a China atingiram 221 milhões de euros, um dos mercados onde Portugal mais cresceu no estrangeiro. Macau é a principal porta de entrada no maior país  exportador do Mundo.</p>
<p>No entanto, nos últimos cinco anos as importações portuguesas da China subiram mais do que as exportações, acentuando o desequilíbrio da balança comercial, explicou Basílio Horta.</p>
<p>O ministro da Economia, Vieira da Silva, anunciou que Portugal vai criar linha de crédito para exportações para a China.</p>
<p>Sem adiantar valores, o ministro, que se encontra em Xangai para participar no dia dedicado a Portugal na Expo  2010, sublinhou que &#8220;a China será rapidamente um dos nossos maiores mercados fora da Europa&#8221;.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vendas no retalho sobem 0,8% em Abril</title>
		<link>http://www.hipersuper.pt/2010/05/31/vendas-no-retalho-sobem-08-em-abril/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 15:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com os dados do INE, em Abril de 2010, as vendas no comércio a retalho registaram um crescimento homólogo de 0,8%. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/02/retalho2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-79489" title="retalho" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/02/retalho2-150x100.jpg" alt="" width="150" height="100" /></a>Em Abril de 2010, as vendas no comércio a retalho, deflacionadas e ajustadas dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registaram um crescimento homólogo de 0,8% (1,9% em Março), informa o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Excluindo o comércio de combustíveis do índice geral, o INE informa que a variação homóloga observada foi de 3,3% (4,5% no mês anterior).</p>
<p>A variação do índice total em termos nominais, também ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade, foi de 0,7%. O INE indica que o crescimento mais moderado do índice geral resultou das reduções na variação homóloga de 1,8 pontos percentuais (p.p.) do agrupamento de produtos alimentares e de 0,6 p.p. Na variação do agrupamento de produtos não alimentares.</p>
<p>Estes dois agrupamentos registaram taxas de variação homóloga de 3,1% e -1,3%, respectivamente.</p>
<p>A variação mensal das vendas no comércio a retalho, deflacionadas e ajustadas dos efeitos de calendário e da sazonalidade, foi, por sua vez, de 0,4% (-1,3% em Março). O com´rcio de produtos alimentares aumentou 1,6%, de acordo com os dados do INE, depois de uma variação negativa de 0,4% no mês anterior, enquanto o comércio de produtos não alimentares diminuiu 0,7% (variação de -2,1% em Março.</p>
<p>Já quanto à variação média nos últimos doze meses do índice total, esta foi negativa em 0,8%, ou seja, 0,2 p.p. superior à variação observada no mês precedente.</p>
<p>No que diz respeito ao emprego no comércio a retalho, este registou uma variação homóloga de 0,1%, superior em 0,4 p.p. em relação à taxa de variação verificada no mês anterior. Por agrupamentos, verificou-se um aumento homólogo de 1,7% no comércio de produtos alimentares (,16% no mês anterior) e uma diminuição de 1,2% no comércio de produtos não alimentares (-1,8% em Março).</p>
<p>O emprego no comércio a retalho cresceu 0,2% em relação ao mês anterior (-0,2% em Abril de 2009), com contribuição positivas de ambos os agrupamentos. O INE indica que o agrupamento de produtos alimentares apresentou uma variação mensal de 0,3% (0,15 em Abril do ano anterior) e o de produtos não alimentares evoluiu 0,1% (-0,5% em Abril de 2009).</p>
<p>A variação média dos últimos doze meses cifrou-se em -2,2% (-2,4% no mês precedente).</p>
<p>Finalmente, no mês de Abril, a variação homóloga das remunerações brutas foi de 2% (-1,6% no mês anterior), indicando o INE que no comércio de produtos alimentares esta variação foi de 1,8% (-4,7% em Março), enquanto nos produtos não alimentares atingiu os 2,2% (0,9% no mês anterior).</p>
<p>Quando comparado com o mês anterior, o índice das remunerações registou uma variação de 7,9% /4% em Abril de 2009), enquanto a variação média dos últimos doze meses foi de 1,4% negativos (-1,5% em Março).</p>
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		<title>Medidas anunciadas pelo Governo terão impacto &#8220;muito negativo&#8221;, diz CCP</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 09:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Retalho]]></category>
		<category><![CDATA[CCP]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de anunciadas as medidas apresentadas pelo Governo, a CCP antevê "o impacto muito negativo destas medidas na retoma do crescimento da economia". ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/05/ccp.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-83100" title="ccp" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/05/ccp-150x18.jpg" alt="" width="150" height="18" /></a>Após reunião realizada ontem (Quinta-feira) para analisar as novas medidas apresentadas pelo Governo e, de um modo geral, debater a actual situação económica e social, a Comissão Executiva da Confederação do Comércio e Serviços (CCP) considera que antevê-se “o impacto muito negativo destas medidas na retoma do crescimento da economia”.</p>
<p>Reconhecendo as dificuldades existentes e a necessidade de serem adoptadas medidas que permitam inverter o ciclo em que o País se encontra, a CCP não deixa de “saudar o esforço feito pelos dois maiores partidos políticos na procura de soluções conjuntas”.</p>
<p>No entanto, e em relação aos sectores que representa, os efeitos, em particular o aumento das taxas do IVA, são “evidentes”, considerando a CCP que esta situação conduzirá “a uma quebra da actividade que acabará por se reflectir na arrecadação de receitas, no encerramento de empresas e, no consequente aumento do desemprego. A anunciada eliminação antecipada das medidas anti-crise só reforça esta preocupação”.</p>
<p>Na opinião da CCP, os problemas do País só se resolverão “por via do crescimento da economia”, pelo que considera que “devem manter-se as medidas que conduzam à criação de empresas e, por essa via ao aumento do emprego”.</p>
<p>A CCP considera igualmente “negativo”, para empresas e famílias, o modo como o Governo tem gerido o calendário de apresentação das medidas, o que por si só, “gera incerteza quanto à evolução futura e é claramente prejudicial ao investimento”.</p>
<p>Entendendo que o Governo continua a actuar “privilegiadamente do lado das receitas e muito em especial por via do aumento da carga fiscal”, a CCP espera que o anunciado carácter transitório das medidas “seja cumprido”.</p>
<p>“Como temos vindo a afirmar, importa aprofundar reformas que actuem de uma forma efectiva e duradoura do lado da despesa. O método que o actual Governo tem seguido, aliás tal como os governos anteriores, de cortar a despesa transversalmente sem um qualquer critério, conduz a resultados transitórios e tímidos na redução dos gastos do Estado. O País deve fazer uma profunda reflexão sobre as funções que o Estado deve prosseguir, deixando as outras ao sector privado”, refere o comunicado da CCP.</p>
<p>No que diz respeito à redução da despesa pública, a CCP considera as medidas adicionais apresentadas “decepcionantes”, pelo seu carácter “genérico”. “Seguramente todos concordamos com as reformas nas áreas da saúde e da educação pelo peso que assumem na despesa”, salienta a confederação, adiantando, contudo, que “importa é saber como e, nesta perspectiva, o Governo limita-se a referir que prosseguirá as reformas, sem estabelecer um conjunto de metas que permitam, pelo menos, diminuir desperdícios e ineficiências”.</p>
<p>No último ponto do comunicado, a CCP coloca em questão a organização administrativa em que assenta o País, admitindo que “não são solução os cortes pontuais, ainda que significativos, nas transferências para os Municípios”.</p>
<p>Assim, a CCP concluiu que “devem ser desenvolvidos esforços no sentido de um maior controlo da despesa, começando, logo na fase de preparação dos Orçamentos dos Municípios à própria execução orçamental”.</p>
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		<title>MADRP formaliza protocolo com AEP para “COMPRO o que é nosso”</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 14:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[AEP]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>

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		<description><![CDATA[A AEP e o Ministério da Agricultura assinam um protocolo com o objectivo de reforçar as mensagens de valorização da oferta nacional veiculadas através da iniciativa “COMPRO o que é nosso” junto dos sectores representados pelo Ministério.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/01/aep_compro_o_que_nosso.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-77605" title="aep_compro_o_que_nosso" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/01/aep_compro_o_que_nosso-150x177.jpg" alt="" width="150" height="177" /></a>A Associação Empresarial de Portugal (AEP) celebra hoje (Sexta-feira) um protocolo com o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (MADRP), com o objectivo de reforçar as mensagens de valorização da oferta nacional veiculadas através da iniciativa “COMPRO o que é nosso” junto dos sectores de actividade representados pelo Ministério.</p>
<p>Na âmbito do protocolo, o MADRP compromete-se a apoiar as acções de captação de aderentes à iniciativa “COMPRO o que é nosso”, através de um contacto directo com as associações sectoriais e com o próprio tecido empresarial ligado à agro-indústria e às pescas.</p>
<p>Por seu lado, a AEP compromete-se a apoiar todas as iniciativas que o MADRP vier a desenvolver no âmbito da divulgação do projecto, autorizando o Ministério a utilizar a logomarca &#8220;COMPRO o que é nosso&#8221; no material promocional produzido por este. A AEP obriga-se ainda a atribuir um desconto de 20% sobre o valor da quota anual dos aderentes cujos sectores são tutelados pelo MADRP.</p>
<p>À data da assinatura do protocolo a iniciativa “COMPRO o que é nosso” conta com 440 empresas aderentes, que representam 1.500 marcas e um volume de negócios de 9 mil milhões de euros.</p>
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		<title>Volume de negócios no retalho aumenta 0,7% em Março</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 16:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Retalho]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>

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		<description><![CDATA[As vendas no comércio a retalho registaram, em Março, uma variação homóloga de 0,7% depois de terem crescido 1,2% no mês anterior de Fevereiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/02/retalho2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-79489" title="retalho" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/02/retalho2-150x100.jpg" alt="" width="150" height="100" /></a>De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o vendas no comércio a retalho, deflacionadas e ajustadas dos efeitos de calendário e da sazonalidade, registaram, em Março, uma variação homóloga de 0,7%, depois de uma evolução de 1,2% no mês anterior de Fevereiro.</p>
<p>Excluindo-se do índice geral o comércio de combustíveis, a variação homóloga foi de 3,6% (3,8% no mês anterior, indicando o INE que a variação total em termos nominais, também ajustado dos efeitos de calendário e da sazonalidade, foi de 0,5%.</p>
<p>Este abrandamento do índice geral, segundo o INE, resultou de uma redução de 1,8 pontos percentuais (p.p.) na variação homóloga do agrupamento de produtos não alimentares e de um aumento de 0,9 p.p. na taxa de variação homóloga do agrupamento de comércio de produtos alimentares, com as respectivas taxas a situarem-se em 2,6% negativos e 4,5% positivos.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2010, a variação homóloga do índice foi de 0,7% (-0,2% no trimestre anterior).</p>
<p>A variação mensal das vendas no comércio a retalho, deflacionadas e ajustadas dos efeitos de calendário e da sazonalidade, foi de -2,8% (-1,2% em Fevereiro), com ambos os agrupamentos a registarem também reduções. Enquanto o comércio de produtos alimentar diminuiu 0,6% (variação de -0,3% no mês anterior), o comércio de produtos não alimentares caiu 4,8% (-2% em Fevereiro).</p>
<p>A variação média, adianta o INE, nos últimos doze meses do índice total foi de 1% negativo, ou seja, 0,4 p.p. superior à observada no mês precedente.</p>
<p>Quanto ao emprego no comércio a retalho, o INE indica uma diminuição homóloga de 0,4% (variação de -0,7 p.p. no mês anterior).</p>
<p>Por agrupamentos, o comércio de produtos alimentares registou um aumento homólogo de 1,3% (1,9% no mês anterior), enquanto o de produtos não alimentares decresceu 1,8% (-2,7% em Fevereiro).</p>
<p>Quanto à variação do emprego no comércio a retalho em relação ao mês anterior, o INE indica uma evolução negativa de 0,1% (-0,4% em Março de 2009). Por agrupamentos, os dados do INE mostram uma variação mensal de -0,7% nos produtos alimentares (-0,1% em Março do ano anterior), enquanto os produtos não alimentares registaram um aumento de 0,4% (-0,6% em Março de 2009).</p>
<p>Finalmente, a variação média dos últimos doze meses cifrou-se em -2,4% (-2,6% no mês precedente).</p>
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		<title>Confiança dos consumidores aumenta na Europa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 11:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Retalho]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com os dados disponibilizados recentemente pela Comissão Europeia (CE), a confiança dos consumidores na zona euro registou “melhoras significativas” em Abril, enquanto na União Europeia (UE) a evolução também tenha sido positiva, mas mais ligeira. Os dados da CE indicam um subida de 2,1 pontos percentuais na euro zona, em Abril, passando de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/04/retalho.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-82115" title="retalho" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/04/retalho-150x225.jpg" alt="" width="150" height="225" /></a>De acordo com os dados disponibilizados recentemente pela Comissão Europeia (CE), a confiança dos consumidores na zona euro registou “melhoras significativas” em Abril, enquanto na União Europeia (UE) a evolução também tenha sido positiva, mas mais ligeira.</p>
<p>Os dados da CE indicam um subida de 2,1 pontos percentuais na euro zona, em Abril, passando de 15,2 pontos, em Março, para 17,3 pontos no actual mês, enquanto na UE a evolução foi de 1,4 pontos, passando a confiança dos consumidores de 12,5 pontos para 13,9 pontos.</p>
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		<title>75% do comércio de vinhos alemão é feito na distribuição</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 08:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vinhos]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Perto de ¾ do total de vendas de vinho na Alemanha, em volume, foram efectuadas nos hiper, supermercados e discounts]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/02/vinhos_hiper.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-77924" title="vinhos_hiper" src="http://www.hipersuper.pt/wp-content/uploads/2010/02/vinhos_hiper-150x100.jpg" alt="" width="150" height="100" /></a>Em 2009, perto de ¾ do total de vendas de vinho na Alemanha foram efectuadas nos hiper, supermercados e discounts. Os dados recentemente revelados pelo Instituto do Vinho alemão, por ocasião da realização da ProWein, em Düsseldorf, avançam que, em 2009, a distribuição moderna alemã possui 73% da quota de mercado de vendas de vinho, em volume, reflectindo, assim, uma quebra de 1% face ao ano anterior.</p>
<p>Monika Reule, directora-geral do Instituto do Vinho, refere que “em anos recentes, os discounts passaram a desenvolver uma estratégia de conveniência e continuaram a ganhar importância como ponto de venda para o vinho”. Para mais, a responsável da entidade refere que “os discounts detêm uma quota total de 47% nas vendas de vinho na Alemanha. O valor das vendas aumentou ligeiramente (1%), devido, fundamentalmente, por passarem a oferecer vinho de melhor qualidade”.</p>
<p>No ano passado, registou-se uma alteração no valor total das vendas de vinho na Alemanha no sector da distribuição, incluindo discounts: manteve uma quota de mercado de 54%, valor relativamente baixo quando comparado com os 73% em volume, apontando a entidades alemã um preço médio de 2,55 euros por litro.</p>
<p>Cerca de ¼ de todas as vendas de vinho, em valor, efectuadas na Alemanha, foram atribuídas a vendas directas dos produtores, 16% a garrafeiras e 6% a outlets, como estações de serviço e/ou drogarias.</p>
<p>A ligeira quebra das vendas, em volume, por parte dos consumidores nos produtores e garrafeiras foi, segundo a entidade alemã, compensada por um aumento nas vendas em valor, isto é, uma subida de 1 a 2%, respectivamente.</p>
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