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Jerónimo Martins abre 331 lojas em 2017

Por a 15 de Fevereiro de 2018 as 11:49
Jeronimo Martins

O grupo Jerónimo Martins abriu 331 novas lojas em 2017 no conjunto das suas cinco insígnias de distribuição alimentar instaladas em três países. Em Portugal, o Pingo Doce fechou o ano com 422 supermercados e uma área de venda de 504 mil metros quadrados

O grupo Jerónimo Martins abriu 331 novas lojas em 2017 no conjunto das suas cinco insígnias de distribuição alimentar: Pingo Doce, Recheio (Portugal), Biedronka, Hebe (Polónia) e Ara (Colômbia). Não são aberturas líquidas porque o grupo fundado em Portugal fechou as portas de 23 estabelecimentos. No final do ano passado, a Jerónimo Martins operava, assim, um parque total de 3859 pontos de venda, a maioria (2823) da cadeia de supermercados Biedronka, marca líder no retalho polaco onde tem uma superfície de venda de 1.856.992 metros quadrados.

No mercado português, inaugurou dez supermercados Pingo Doce, fechou um, e encerrou 2017 com 422 lojas. As vendas líquidas da cadeia de retalho alimentar aceleraram 3,1% para 3667 milhões de euros, segundo os resultados preliminares relativos ao ano passado que o grupo comunicou à CMVM (Comissão de Mercado de Valores Mobiliários). “O ambiente de consumo no País, embora permanentemente exigente, mostrou algum dinamismo no último trimestre do ano. O Pingo Doce aproveitou essa melhoria para impulsionar a sua intensa atividade comercial, atingindo no quarto trimestre, um sólido crescimento ‘like for like’ [vendas das lojas que operaram sob as mesmas condições nos dois períodos], de 3%”, explica a Jerónimo Martins.

As vendas insígnia de distribuição grossista Recheio também aceleraram particularmente no último trimestre (+6,6%). No conjunto do ano, a cadeia para profissionais cresceu 7,2% para 942 milhões de euros, “capitalizando a dinâmica favorável da atividade turística”. A Recheio tem 43 lojas no País, somando a que inaugurou no ano passado num antigo armazém do centro de Vila Nova de Gaia.

 

Polónia vale 68% das vendas

Na Polónia, a Jerónimo Martins estabeleceu como prioridade estratégica o crescimento das vendas. E deu frutos. As vendas líquidas alcançaram 11,1 mil milhões de euros, uma subida de 13,2% face ao ano anterior. “A procura dos consumidores por melhorar o cabaz alimentar levou a um ‘trading up’ do consumo, ao qual a Biedronka respondeu com uma melhoria contínua do sortido e a execução ao longo do ano de inovadoras campanhas de ‘in&out’”. A Biedronka, que abriu 101 lojas líquidas em 2017, representa 67% do total de vendas da Jerónimo Martins.

A também cadeia polaca Hebe, mas de base não alimentar, aumentou as vendas líquidas em 36% para 166 milhões de euros, performance que fica a dever-se a “uma proposta de valor melhorada”. A Hebe inaugurou 30 lojas e fechou 2017 com 182 pontos de venda e uma área de venda de 43.052 metros quadrados. A insígnia representa 1% do total de vendas do grupo.

 

Supermercados Ara crescem 72%

Na Colômbia, as vendas líquidas dos supermercados Ara aceleraram 72% para 405 milhões de euros. O mais recente negócio da Jerónimo Martins tem na expansão da rede de lojas o seu principal desígnio estratégico. No ano passado, abriu 169 novas localizações, 77 das quais no quarto trimestre. “Continuamos focados em construir o caminho de crescimento futuro para a Ara. Neste contexto, 2017 foi um ano de forte investimento nas nossas equipas e na expansão, evoluindo-se no afinamento da proposta de valor. Foi um ano estruturante para a nossa operação na Colômbia, que conseguiu abrir mais de 160 lojas em 12 meses”, explica a Jerónimo Martins. A Ara já tem 389 estabelecimentos que representam uma área comercial de 134 mil metros quadrados.

No total, as vendas do grupo cifraram-se em 16.275 milhões de euros, mais 11,3%.

 

 

 

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